Mais uma grave acusação recai sobre o ministro Alexandre de Moraes. O magistrado teria realizado pelo menos 7 voos em jatos executivos pertencentes a uma empresa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Moraes teria feito ainda um oitavo voo em um avião pertencente a uma empresa que tinha Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, como proprietário. Em todos os voos, Moraes teve a companhia de sua esposa, a advogada Viviane Barci, detentora de um contrato milionário com o ex-banqueiro, que até hoje não foi explicado de maneira convincente. Muito pelo contrário. A informação sobre esses ‘voos secretos’ do ministro e esposa foi divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo. A Folha publicou a informação através do cruzamento de dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), da Aeronáutica, onde é possível verificar que Moraes e Viviane acessaram o terminal executivo do Aeroporto de Brasília ao mesmo tempo em que os jatos pertencentes à Prime You decolaram do terminal. Além das sete viagens em voos da empresa de Vorcaro, a Prime You, Alexandre de Moraes também voou pelo menos uma vez em uma aeronave que tinha como um dos donos o pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro. Moraes nega. Em nota divulgada na noite desta terça-feira (31/03), o gabinete de Alexandre de Moraes no STF negou que as viagens tenham ocorrido. Segundo o ministro, a reportagem se baseia em “ilações”. Porém, em nota, o escritório Barci de Moraes afirma que contratou os serviços de vários operadores de táxi aéreo, entre eles a Prime You, mas que Vorcaro e Zettel não estavam presentes nos voos. Ufa! Ainda bem.
Ministério Público rejeita recurso do PT contra Jojo Todynho e derrota petista se acumula
O Partido dos Trabalhadores sofreu mais um revés na tentativa de processar a cantora Jojo Todynho por difamação. Após ter a ação rejeitada em primeira instância, o PT recorreu, mas agora o Ministério Público de São Paulo pede que o recurso também seja negado. A controvérsia começou em 2024, quando Jojo Todynho afirmou em um podcast do Brasil Paralelo que teria recebido uma proposta de R$ 1,5 milhão para apoiar publicamente a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. Segundo a cantora, a oferta inicial foi feita por telefone e posteriormente discutida em um almoço. Incomodado com as declarações, o PT acionou a Justiça alegando danos à honra do partido. No entanto, o juiz de primeira instância rejeitou a queixa-crime apresentada pelos petistas. Além disso, o magistrado condenou o PT ao pagamento de R$ 10 mil em honorários advocatícios aos defensores de Jojo Todynho. Agora, o Ministério Público reforça a decisão judicial anterior. De acordo com o MP, as declarações da cantora foram genéricas e opinativas, estando protegidas pela liberdade de expressão garantida constitucionalmente. O órgão ministerial entende que não houve intenção deliberada de atingir a honra do partido nas manifestações de Jojo. O processo segue em tramitação na segunda instância do Tribunal de Justiça de São Paulo. Até o momento, o placar está desfavorável ao PT: o juiz de primeira instância rejeitou a ação, o Ministério Público se posicionou contrariamente ao recurso petista, e o partido ainda terá que arcar com as custas processuais. Em audiência judicial, Jojo Todynho manteve suas declarações sobre o episódio envolvendo o PT, reafirmando a versão apresentada publicamente no podcast.
Gilmar Mendes admite publicamente que já usou maconha
O ministro Gilmar Mendes decidiu revelar sua experiência pessoal com o uso de cannabis medicinal (maconha). De acordo com o magistrado, a utilização da substância ocorreu para fins terapêuticos durante uma viagem a Portugal. “Eu já comprei em Portugal, numa loja, para fins de atenuar dores. E hoje a gente sabe, a Europa é muito comum em lojas que vendem esses produtos. Eu já fiz um uso”, declarou em entrevista recente. Recentemente, surgiram as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Comparação escancara tratamento desigual de Moraes a Bolsonaro e Collor
O deputado Gil Diniz manifestou-se nas redes sociais sobre o tratamento diferenciado nas prisões domiciliares concedidas ao ex-presidente Jair Bolsonaro e ao ex-presidente Fernando Collor de Mello. Segundo comparação divulgada pelo Poder360, Bolsonaro, diagnosticado recentemente com quadro de broncopneumonia e saúde fragilizada, recebeu prisão domiciliar com prazo limitado de apenas 90 dias e sob ameaça de reavaliação. Já Collor teve domiciliar por tempo indeterminado e com regras muito mais brandas. A análise aponta que até nos critérios relacionados à saúde há diferença de tratamento: para um, flexibilidade; para o outro, desconfiança, limitação e pressão constante. As restrições impostas a Bolsonaro vão além. O ex-presidente está proibido de usar celular, redes sociais e de se comunicar livremente. Tem visitas controladas, monitoramento reforçado e até restrição de movimentação ao redor da residência. Collor não teve proibição expressa de comunicação nem enfrentou o mesmo nível de isolamento. Gil Diniz classificou a situação como perseguição política e defendeu: “Eu sigo firme dizendo: não basta aliviar parcialmente. Bolsonaro precisa de liberdade total. Chega de cautelares abusivas, chega de exceção disfarçada de justiça.” Veja a imagem comparativa:
Itália sofre vexame histórico e fica fora da Copa do Mundo pela terceira vez seguida
A seleção da Itália voltou a frustrar seus torcedores e está eliminada da Copa do Mundo pela terceira edição consecutiva. A decepção veio após derrota para a Bósnia nos pênaltis, em confronto marcado pelo domínio adversário, especialmente após a expulsão de um jogador italiano ainda no primeiro tempo. Mesmo atuando fora de casa, a Azzurra abriu o placar aos 14 minutos da etapa inicial, com Moise Kean. Após falha na saída de bola do goleiro Vasiljev, Retegui recuperou a posse e serviu o atacante, que finalizou de primeira e marcou. Apesar da vantagem no placar, a Itália demonstrou dificuldades para controlar a partida. A Bósnia reagiu rapidamente e passou a pressionar, acumulando oportunidades com jogadores como Dedic, Dzeko, Katic e Demirovic. O goleiro Gianluigi Donnarumma teve atuação decisiva e evitou o empate em diversas ocasiões durante o primeiro tempo. A situação italiana se complicou drasticamente aos 41 minutos, quando Bastoni foi expulso ao interromper um ataque perigoso. Com um jogador a menos, a equipe passou a enfrentar forte pressão adversária. Na segunda etapa, o domínio bósnio se intensificou. Com superioridade numérica, a equipe manteve ampla posse de bola e criou mais de 30 finalizações ao longo da partida. A Itália, por sua vez, recuou e tentou se defender, apostando em contra-ataques. Mesmo pressionada, a Azzurra ainda teve chance de ampliar com Moise Kean, mas o atacante desperdiçou a oportunidade ao finalizar por cima do gol. Pouco depois, a Bósnia chegou ao empate. Após cruzamento de Dedic, Dzeko desviou, Donnarumma defendeu parcialmente, e Tabakovic aproveitou o rebote para deixar tudo igual. Na prorrogação, o cenário seguiu semelhante: a Bósnia controlava o jogo, mas encontrava dificuldades para converter as chances em gol. A melhor oportunidade italiana veio com Esposito, que obrigou o goleiro Vasilj a fazer boa defesa. Com o empate persistindo, a decisão foi para os pênaltis. Nas cobranças, a Itália falhou com Esposito e Cristante, enquanto os bósnios foram precisos e converteram todas as tentativas, vencendo por 4 a 1 e garantindo a classificação. Com o resultado, a Bósnia assegura vaga no Grupo B da Copa do Mundo, ao lado de Canadá, Catar e Suíça, e fará sua estreia contra a seleção anfitriã. Já a Itália amplia sua crise recente em competições internacionais, acumulando mais uma ausência em Mundiais, após também não se classificar para as edições de 2018 e 2022.
Ministro de Lula se manifesta após áudio comprometedor vazar
Durante reunião ministerial realizada na manhã desta terça-feira (31/3), o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, protagonizou um momento de constrangimento ao fazer um comentário que acabou sendo captado pela transmissão oficial do encontro conduzido pelo petista Lula. Em diálogo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, Múcio afirmou que sua gestão teria feito “mais do que Ministério das Mulheres todinho”. O ministro explicou que a declaração foi motivada por insatisfação com a ausência de menções às ações da Defesa durante a apresentação conduzida por Rui Costa, que fazia um balanço das principais iniciativas do governo. Segundo ele, o comentário ocorreu em um momento de irritação. Múcio também relatou incômodo com a demora na assinatura, por parte do Palácio do Planalto, do ato de promoção de generais, cujo prazo se encerrava no mesmo dia. Ainda no início da reunião, Rui Costa havia informado que faria uma exposição “sucinta e rápida” e chegou a pedir desculpas por não incluir todas as realizações das pastas, entre elas as do Ministério da Defesa. Em nota oficial, o Ministério da Defesa negou qualquer crítica à atuação do Ministério das Mulheres e buscou contextualizar a fala do titular da pasta. Segundo o comunicado, a manifestação ocorreu logo após a apresentação institucional, na qual não foram mencionadas realizações da Defesa ao longo dos últimos anos. “Não há queixas do ministro à atuação da pasta da Mulher. O que houve foi a constatação da ausência das inúmeras realizações do Ministério da Defesa, ao longo de mais de 3 anos, no compilado feito pelo Palácio do Planalto”, informou a pasta. Veja:
Nikolas Ferreira questiona áudio vazado de ministro de Lula e encurrala Janja
Durante reunião ministerial realizada na manhã desta terça-feira (31/3), o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, protagonizou um momento constrangedor ao fazer um comentário que acabou sendo captado pela transmissão oficial do encontro conduzido pelo petista Lula. Em diálogo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, Múcio afirmou que sua gestão teria feito “mais do que Ministério das Mulheres todinho”. O deputado federal Nikolas Ferreira não deixou passar e questionou: “O ministro da Defesa do Lula dizendo que fez mais que todo o Ministério das Mulheres. Será que a Janja irá comentar sobre isso também?” Veja: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Vaza áudio constrangedor: ministro de Lula menospreza Ministério das Mulheres em reunião oficial
Durante reunião ministerial realizada na manhã desta terça-feira (31/3), o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, protagonizou um momento de constrangimento ao fazer um comentário que acabou sendo captado pela transmissão oficial do encontro conduzido pelo petista Lula. Em diálogo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, Múcio afirmou que sua gestão teria feito “mais do que Ministério das Mulheres todinho”. A fala repercutiu imediatamente, sobretudo por ter ocorrido em um evento público e institucional. Veja: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Mendonça recebe relatório da CPMI do INSS e base governista tenta barrar investigação sobre bilionária fraude
Em entrevista coletiva, o senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, anunciou que vai entregar pessoalmente ao ministro André Mendonça o relatório final da comissão, mesmo após o documento ter sido rejeitado e boicotado pela base governista. A medida pegou de surpresa setores do STF e políticos empenhados em enterrar as investigações sobre a maior fraude da história recente do Brasil. Viana deixou claro: a CPMI cumpriu seu papel em seis meses, expondo gangues que roubaram idosos, viúvas e pensionistas. Agora, o trabalho continua com o monitoramento do Judiciário, Ministério Público e Polícia Federal. “Quem roubou os aposentados não vai ficar impune”, afirmou o senador. O relatório, elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar, propõe o indiciamento de centenas de envolvidos em organização criminosa, lavagem de dinheiro e desvios bilionários. Apesar das tentativas de obstrução, quebra de sigilo e pressões políticas, o presidente da CPMI rejeitou pedidos para “proteger” nomes e manteve o texto independente. A entrega direta a Mendonça — relator de casos ligados ao escândalo no Supremo — representa um duro golpe contra quem tenta travar a apuração. O caso tem potencial explosivo: pode derrubar reputações, expor conluios e abalar as bases da República ao revelar como o dinheiro dos aposentados foi sistematicamente saqueado. Enquanto a esquerda ataca o relator e o presidente da comissão, Viana avisa que a população saberá identificar quem protege os criminosos. Com ao menos 14 investigações abertas na PF, o escândalo está longe de acabar. Veja o vídeo: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Moraes interfere na CPI do Crime Organizado e força revotação de quebras de sigilo
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado voltou a deliberar, nesta terça-feira, 31, sobre uma série de quebras de sigilos bancários e fiscais relacionadas às apurações envolvendo o Banco Master. Ao todo, mais de dez requerimentos foram novamente aprovados, restabelecendo medidas que já haviam sido autorizadas anteriormente pelo colegiado. A nova votação tornou-se necessária após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que invalidou deliberações anteriores por terem sido realizadas em bloco — procedimento considerado inadequado pela Corte. Situação semelhante também havia ocorrido no âmbito da CPMI do INSS, envolvendo outros alvos de investigação. De acordo com o presidente da comissão, senador Fabiano Contarato (PT-ES), a determinação do ministro Alexandre de Moraes possui efeito retroativo. Isso significa que todas as medidas aprovadas anteriormente poderiam ser consideradas nulas caso não fossem reavaliadas individualmente. “Todas aquelas transferências que nós aprovamos pelo órgão colegiado, com base em um requerimento fundamentado, estão sob pena de nulidade”, explicou. Ainda segundo a decisão de Moraes, o acesso aos dados por parte da CPI depende do envio formal da requisição ao órgão responsável — como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) —, que deverá analisar a pertinência temática e a adequação dos fundamentos apresentados pela comissão antes de liberar as informações. Contarato criticou o alcance da medida, afirmando que ela interfere diretamente na autonomia das comissões parlamentares de inquérito. Para ele, a decisão “ultrapassa o aspecto meramente operacional e atinge o núcleo da autonomia institucional das CPIs e CPMIs, bem como a própria arquitetura do sistema de freios e contrapesos prevista na Constituição.” Com o objetivo de evitar novos questionamentos judiciais, o senador determinou que todas as votações fossem refeitas de maneira nominal. Dessa forma, os parlamentares aprovaram novamente todos os requerimentos, reforçando a legalidade dos atos da comissão. Apesar das críticas, Contarato ressaltou a relevância institucional do STF: “A instituição Supremo Tribunal Federal tem importância central naquilo que chamo de espinha dorsal do Estado Democrático de Direito, que é a Constituição da República Federativa do Brasil”, reforçou. “Mas não podemos admitir certas situações.” Entre as medidas aprovadas, destaca-se o pedido ao Coaf para envio do Relatório de Inteligência Financeira (RIF) referente aos sigilos bancário e fiscal de Fabiano Campos Zettel, no período de 1º de janeiro de 2022 a 2 de março de 2026. O requerimento foi apresentado pelo senador Humberto Costa (PT-PE). Segundo o documento, há indícios da existência de uma rede de relações financeiras envolvendo fundos de investimento ligados a Zettel — como o fundo Arleen —, além da Reag Investimentos e do próprio Banco Master. “Os elementos colhidos até o momento apontam para a existência de uma rede de relações financeiras que envolve fundos de investimento sob influência de Zettel — a exemplo do fundo Arleen —, a Reag Investimentos e o Banco Master”, afirma o texto. “Sugerindo a possível utilização dessas estruturas como canais para a circulação e ocultação de recursos de origem ilícita.” Os parlamentares destacam ainda que, embora as investigações estejam em fase inicial, os indícios já são considerados relevantes. “Tais indícios, embora ainda em fase de apuração, são suficientemente relevantes para justificar a adoção de medidas que permitam esclarecer o alcance e a dinâmica dessas operações.” Informações do Coaf apontam que Zettel movimentou R$ 99,2 milhões entre junho de 2021 e janeiro de 2022, valor considerado “incompatível com a capacidade financeira” do empresário. Além disso, a CPI aprovou pedidos de quebra de sigilo envolvendo pessoas físicas e jurídicas, incluindo fundos de investimento, empresas e outros investigados, bem como solicitações de informações ao BNDES sobre operação de R$ 5,05 bilhões e à Força Aérea Brasileira, com foco em dados de voos que possam ajudar a mapear conexões entre os envolvidos.