A Globo exibirá um documentário sobre os Mamonas Assassinas na próxima segunda-feira, dia 2 de março, em edição especial do Tela Quente. A data marca os 30 anos do acidente aéreo que vitimou os cinco integrantes da banda. A produção revisita a trajetória do grupo, que alcançou sucesso nacional em curto período. Entre os destaques do documentário está a participação de Valéria Zopello, namorada do vocalista Dinho, que permaneceu afastada da mídia durante anos. No programa, Valéria compartilha informações inéditas sobre o dia da tragédia. A aeronave transportava nove ocupantes quando sofreu o acidente. Havia, contudo, uma décima vaga reservada naquele voo. Valéria revela que essa vaga estava destinada a ela. Momentos antes da partida, Dinho solicitou que a namorada não embarcasse com o grupo. A decisão de última hora impediu que ela estivesse na aeronave. Após a tragédia, Valéria construiu uma trajetória profissional diversificada. Ela atuou como atriz e desenvolveu carreira no automobilismo como piloto. Também trabalhou como fotógrafa em projetos internacionais. Atualmente, mantém um orquidário na Serra da Cantareira, região paulista onde cresceu.
TRF-3 Absolve Léo Lins em 2ª Instância: Tribunal Reconhece que Piadas no Teatro Não Constituem Crime — Veja o vídeo!
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região absolveu o humorista Léo Lins da condenação imposta por piadas realizadas em show. A decisão foi proferida na tarde de segunda-feira (23), em São Paulo. A sentença anterior, datada de maio de 2025, havia estabelecido pena de oito anos e três meses de prisão em regime fechado, além de multa de R$ 303.600 a título de danos morais coletivos. A votação no tribunal terminou em 2 a 1 favorável ao comediante. Dois desembargadores votaram pela absolvição completa — tanto da pena de prisão quanto da multa. Um terceiro magistrado divergiu, votando apenas pela alteração da duração da pena. O documento oficial da decisão estabelece: “A Quinta Turma, por maioria, decidiu dar provimento à apelação da defesa para absolver Leonardo Lins da imputação da prática dos crimes, todos na forma do artigo 69 do Código Penal, nos termos do art. 386, III, do Código de Processo Penal (por não constituir o fato infração penal).” A fundamentação do acórdão indica expressamente que os fatos não constituem infração penal. Com a absolvição, ficam eliminadas tanto a pena de prisão quanto a obrigação de pagamento da multa. Para celebrar o resultado, Léo Lins gravou um “chá revelação” da sentença para o YouTube, em frente à sede do TRF-3, na Avenida Paulista. A empresária e a equipe de advogados do humorista participaram da celebração. O comediante criou suspense ao satirizar o protocolo de eleição dos papas, e um jato de fumaça branca confirmou que a sentença havia sido favorável. No vídeo publicado no YouTube, o humorista declarou: “Nunca havia tido condenação dessa no Brasil por uma piada contada no teatro.” Léo Lins acrescentou: “Sensação de dever cumprido e logo terá um show novo para ser lançado.” Veja o vídeo: A condenação original teve origem em uma apresentação realizada em 2022. Durante o show, Léo Lins fez piadas sobre negros, obesos, homossexuais, evangélicos, nordestinos, judeus e pessoas com deficiência. O conteúdo da apresentação gerou revolta e indignação. O Ministério Público de São Paulo acusou o comediante de desrespeito à dignidade de grupos minoritários e vulneráveis, incluindo incitação à violência. O vídeo do show foi retirado do ar após a manifestação do MP. A 3ª Vara Criminal Federal de São Paulo condenou o humorista em maio de 2025, atendendo ao pedido do Ministério Público para que a pena fosse cumprida em regime fechado. O caso gerou debate sobre os limites do humor e a liberdade de expressão artística no país.
Soraya Thronicke usa redes sociais para ironizar soluço crônico de Bolsonaro, sequela da facada, e provoca repúdio na web
A senadora Soraya Thronicke, eleita com o apoio do presidente Jair Bolsonaro, usou as redes sociais para fazer chacota de uma condição de saúde causada por uma tentativa de assassinato. A postagem gerou repulsa imediata na web. De mera desconhecida, a advogada virou a “senadora do Bolsonaro” e conseguiu se eleger representando Mato Grosso do Sul. No Senado, não demorou a se revelar. Foi eleita defendendo valores que, segundo o texto original, nunca acreditou. Hoje, desmascarada, tende a terminar sua carreira em apenas um mandato. Porém, ficam as sequelas desse desastre. Em postagem recente nas redes sociais, Soraya escreveu o seguinte: “Perguntar não ofende, gente… mas é que eu tive uma crise de soluço ontem e fiquei muito preocupada… alguém já morreu de soluço?? Soluço mata? Ai, meu Deus, estou com muito medo!” A postagem recebeu repúdio imediato. A ativista Mary Thurow publicou um texto criticando a atitude da parlamentar. Confira a íntegra: “A senadora Soraya Thronicke, eleita com o apoio do presidente Jair Bolsonaro, usou as redes sociais para fazer chacota de uma condição de saúde causada por uma tentativa de assassinato. Eu quero falar hoje com o coração, mas também com a consciência de uma mulher que respeita o ser humano acima de qualquer disputa política. Rir da dor de alguém nunca foi coragem. Sempre foi falta de caráter. Ela ironizou o soluço crônico que ele carrega como sequela da facada que quase tirou sua vida. Isso não é crítica política. Isso não é debate democrático. Isso é desumanização. Quando alguém transforma a dor de uma vítima em piada, revela muito mais sobre si do que sobre o outro. Revela falta de empatia, falta de caráter e falta de respeito pelo sofrimento humano. Eu posso discordar de pessoas. Eu posso debater ideias. Mas eu jamais vou rir da dor de alguém, ainda mais de alguém que sobreviveu a uma tentativa de homicídio. O Brasil não precisa de políticos que zombam da doença dos outros. O Brasil precisa de líderes com humanidade, com dignidade e com respeito ao próximo. Soraya Thronicke pode fazer piada. Eu escolho fazer política com coração, com fé e com respeito ao ser humano. E o povo brasileiro está atento. Quem ri da dor alheia hoje, amanhã vai ter que responder diante da própria consciência e diante de Deus.”
Chefe do MP de MS gasta R$ 153 milhões em ‘penduricalhos’ em 2025 e foge da imprensa ao ser questionado — Veja o vídeo!
O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso do Sul (MPMS), Romão Avila Milhan Junior, literalmente fugiu da imprensa para não comentar sobre a questão dos chamados ‘penduricalhos’. O MPMS desembolsou, ao longo de 2025, valores superiores a R$ 153 milhões com reembolsos, auxílios e vantagens concedidos a seus membros. A decisão de um ministro do STF atinge diretamente as indenizações recebidas por promotores e procuradores estaduais. No caso de Mato Grosso do Sul, em dezembro do ano passado, 19 membros do órgão receberam remunerações que ultrapassaram R$ 300 mil — valor que supera em mais de seis vezes o teto constitucional do funcionalismo público, fixado em R$ 46,3 mil. Dezenas de outras autoridades do Ministério Público receberam pagamentos acima de R$ 200 mil no mesmo período. Conforme noticiado, a reportagem do Midiamax abordou o chefe do Ministério Público durante a inauguração do novo prédio do Tribunal Regional Federal da 3ª Região em Campo Grande, na Avenida Ceará. Romão Avila recusou qualquer diálogo e declarou: “Não vou falar nada sobre isso.” Assessores do procurador-geral intervieram para impedir a continuidade da entrevista. Veja o vídeo:
Médico de 35 anos é encontrado morto em sala de hospital em São José dos Campos
Um médico de 35 anos foi encontrado morto na sala de conforto médico do Hospital Municipal de São José dos Campos. O profissional, identificado como Eduardo Furquim Simão, foi localizado inicialmente inconsciente por uma médica plantonista. Ao perceber que Eduardo não respondia aos chamados, a colega aferiu o pulso na região femoral esquerda e iniciou manobras de compressão ainda no alojamento. Na sequência, acionou o apoio de outro colega para auxiliar no atendimento. Equipes médicas realizaram tentativas de reanimação durante aproximadamente 50 minutos. O óbito foi confirmado no próprio local. A médica que encontrou o colega afirmou que não havia indícios aparentes de violência no corpo de Eduardo naquele momento. Conforme o registro policial, o quarto onde o médico foi encontrado não possuía controle efetivo de acesso. A sala mantinha porta sem tranca e havia comunicação direta com o pronto atendimento do hospital, o que permitia circulação sem restrições no ambiente. A Polícia Civil do Estado de São Paulo registrou o caso preliminarmente como morte suspeita de natureza não criminal. A ocorrência foi descrita como morte súbita, sem causa determinante aparente. As circunstâncias que levaram ao falecimento serão apuradas por meio de investigação policial. A assessoria de imprensa do Hospital Municipal de São José dos Campos divulgou nota lamentando o ocorrido e manifestou solidariedade à família do médico. A instituição declarou que Eduardo “sempre atuou com ética, responsabilidade e dedicação, sendo reconhecido pelo profissionalismo, respeito aos pacientes e compromisso com a assistência prestada na instituição”. O velório de Eduardo Furquim Simão foi realizado no Horto São Dimas. O sepultamento ocorreu às 16h30 da última segunda-feira (23) no Cemitério Horto São Dimas, em São José dos Campos.
TCU recebe representação para investigar conflito de interesses de Margareth Menezes com empresa beneficiada pelo Ministério da Cultura
O Tribunal de Contas da União recebeu, nesta segunda-feira (23), uma representação do subprocurador-geral Lucas Furtado. O documento solicita investigação sobre a participação da ministra da Cultura, Margareth Menezes, em bloco carnavalesco organizado por empresa que possui projetos aprovados para captação de recursos culturais. A apuração deverá verificar eventual conflito de interesses na relação entre a ministra e a Pau Viola Cultura e Entretenimento. Margareth Menezes comandou o bloco “Os Mascarados” em 12 de fevereiro no circuito Barra-Ondina, em Salvador. A empresa proprietária do bloco obteve autorização para captar 1 milhão de reais pela Lei 8.313/1991 em abril de 2024. A equipe da ministra informou que o contrato alcançou 290 mil reais, valor que engloba pagamento de músicos, equipe técnica completa, produção, transporte, figurino e logística necessária. Em sua manifestação, Lucas Furtado classificou a situação como problemática e afirmou: “Os fatos narrados configuram, em tese, um escândalo de proporções significativas, na medida em que envolvem a utilização de recursos públicos, ainda que de forma indireta, para beneficiar uma ministra de Estado em sua atividade artística. A situação é agravada pelo fato de que a empresa contratante possui interesses diretos junto ao Ministério da Cultura, o que compromete a credibilidade e a transparência das decisões tomadas pela Pasta.” O documento solicita análise dos contratos estabelecidos entre a ministra e a proprietária do bloco, além do exame dos procedimentos que resultaram na autorização para captação de recursos. A investigação deverá verificar se houve favorecimento ou tratamento privilegiado, conforme a Lei 12.813/2013. Oito projetos da Pau Viola Cultura e Entretenimento receberam aprovação para obter financiamento durante a gestão atual do Ministério da Cultura. Antes da administração de Margareth Menezes, apenas dois projetos da empresa haviam sido aprovados. Das oito propostas autorizadas na gestão atual, apenas uma recebeu aporte financeiro: o Festival de Lençóis, que captou 1 milhão de reais. Caso o TCU identifique irregularidades, Furtado solicitou a adoção de “medidas cabíveis” para a responsabilização dos envolvidos.
Com 7 anos de atraso, OAB pede fim do inquérito das fake news — mas não resiste à bajulação ao STF
Virou unanimidade nacional. Agora, é a OAB que pede o fim do inquérito das fake news. Em seu pedido, porém, a Ordem não deixou de bajular o STF, reconhecendo “a conjuntura mais aguda que lhe deu origem (ao inquérito)”. Em outras palavras: trata-se de instrumento excepcional, mas, como a conjuntura da época era “aguda”, justificava-se. Não é somente Carminha que justifica exceções a regras democráticas em nome da democracia. Vale lembrar: o inquérito 4781 foi aberto de ofício em março de 2019, no início do governo Bolsonaro, com o objetivo declarado de investigar “discurso de ódio” nas redes sociais contra integrantes do Supremo. Alexandre de Moraes, relator escolhido sem sorteio, já na semana seguinte à abertura do inquérito instruiu buscas e apreensões em endereços de supostos criminosos, além do bloqueio de suas redes sociais. Tudo sob sigilo processual — de modo que, até hoje, não se conhecem os detalhes que justificaram medidas dessa natureza. Desde o seu início, portanto, o inquérito das fake news teve como objetivo combater o chamado crime de opinião. Iludiram-se os que, como a OAB, acreditaram que se tratava de uma vacina contra o suposto autoritarismo de um determinado grupo político. Um instrumento excepcional sempre encontrará situações excepcionais para ser aplicado. A ditadura militar teve início com o beneplácito de todas as forças democráticas do país, para só depois ficar claro que quem decidia sobre a excepcionalidade era quem detinha o poder — e não as chamadas “forças democráticas”. Os ministros do STF se entendem como o último bastião da resistência democrática. Por isso, qualquer crítica a qualquer de seus membros é interpretada como um “ataque às instituições democráticas”. A excepcionalidade, nesse sentido, torna-se eterna. Essa é a versão virtuosa. A versão oposta é que os instrumentos de poder estão sendo usados para acobertar vícios privados, inclusive de ministros do Supremo. Todo regime ditatorial, afinal, acaba caindo na locupletação dos detentores do poder. Marcelo Guterman — Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
Vídeos ‘proféticos’ de Bolsonaro e Daniel Silveira ressurgem e viralizam nas redes sociais | Veja o vídeo!
O ex-deputado Daniel Silveira e o ex-presidente Jair Bolsonaro, que até hoje enfrentam uma perseguição por decisões judiciais contestadas e sem sustentação legal, foram proféticos ao alertar, anos atrás, sobre o que estaria por vir. Tanto o ex-deputado quanto o ex-presidente anteciparam os fatos que hoje afligem o país, em razão da conduta de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A chamada ‘ditadura da toga’ é hoje apontada como uma realidade, tendo alcançado até mesmo aqueles que a apoiaram quando atingia apenas a direita. Por essa razão, as declarações antigas de Daniel Silveira e Jair Bolsonaro voltaram ao centro do debate. Em suma, não foi por falta de aviso. Veja o vídeo:
Calamidade em Juiz de Fora: temporais matam 14 pessoas, deixam 440 desabrigadas e forçam decreto de emergência
Pelo menos 14 pessoas morreram em decorrência dos temporais que atingem Juiz de Fora (MG). Os dados foram divulgados até a manhã desta terça-feira (24). A prefeita Margarida Salomão (PT) decretou situação de calamidade pública na madrugada do mesmo dia. O município registrou 20 soterramentos. A estimativa é de que 440 pessoas estejam desabrigadas. As equipes de emergência atenderam 251 ocorrências apenas durante a segunda-feira (23). A prefeitura divulgou nota com a localização das mortes. Quatro óbitos ocorreram por soterramento na Rua Natalino José de Paula, no bairro JK. Outros quatro aconteceram na Rua Orville Derby Dutra, no bairro Santa Rita. Duas pessoas morreram na Rua João Luís Alves, na Vila Ideal. Uma morte foi registrada na Rua José Francisco Garcia, no bairro Lourdes. Outra vítima foi contabilizada na Rua Eurico Viana, na Vila Alpina. Um óbito ocorreu na Estrada Athos Branco da Rosa, no bairro São Benedito. A última morte foi registrada na Rua Jacinto Marcelino, na Vila Olavo Costa. As operações de busca e resgate continuam em andamento nas áreas afetadas. A prefeita Margarida Salomão informou que todas as equipes de busca estão mobilizadas nas ruas. “Estamos buscando salvar a vida de todo mundo”, declarou. A gestora municipal determinou a suspensão das aulas nesta terça-feira e solicitou que a população evite deslocamentos desnecessários. Margarida Salomão também autorizou o trabalho remoto para os servidores que atuam no prédio da prefeitura. Sobre o decreto de calamidade pública, a prefeita afirmou: “É uma situação extrema que permite medidas extremas”. O decreto possibilita que o município receba recursos federais e estaduais e tem validade de 180 dias. O volume de precipitação registrado em Juiz de Fora neste mês alcançou 270% do total esperado para fevereiro. Até as 10h de segunda-feira (23), o município contabilizou 460,4 milímetros de chuva — um recorde histórico para o mês. A prefeitura orienta que a Defesa Civil seja acionada pelo número 199 em casos de emergência. Moradores da cidade compartilharam imagens de destruição nas redes sociais. Um deles publicou: “Essa é uma noite/madrugada muito difícil pra Juiz de Fora”, acompanhado de vídeos do bairro Retiro mostrando os impactos dos temporais. O alerta de tempestades permanece ativo até a noite de sexta-feira.
Moraes, Gilmar e Toffoli se recusam a revelar cachês de palestras, aponta jornalista
A jornalista Malu Gaspar questionou, nesta terça-feira (24), ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), com destaque para o trio formado por Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Segundo a jornalista, os três se recusaram a informar os cachês que receberam por proferir palestras ao longo do ano passado. Conforme apurado, a divulgação desses valores é um dos maiores focos de resistência ao Código de Ética que o presidente do STF, ministro Edson Fachin, tenta implementar na Corte. A medida seria uma resposta aos crescentes desgastes à imagem do Judiciário — e do Supremo em particular. As respostas dos magistrados O gabinete de Moraes respondeu que “todas as palestras e eventos acadêmicos em que há participação do ministro podem ser consultados na página do Currículo Lattes”. O endereço eletrônico indica que Moraes já participou de 210 eventos dessa natureza desde que passou a integrar o STF, em 2017, mas não esclarece quem bancou suas despesas nem o valor do cachê recebido em cada evento. O gabinete de Gilmar Mendes enviou resposta de uma linha ao pedido de acesso à informação: “em razão da segurança pessoal e institucional não divulgamos a agenda do ministro”. Já o gabinete do ministro Dias Toffoli respondeu que “os dados referentes a palestras estão disponíveis e podem ser consultados no site do STF”. No entanto, o ministro não tem o hábito de divulgar sua agenda de compromissos na página da Corte.