O ex-procurador da República Deltan Dallagnol apresentou uma notícia-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, Dallagnol solicita a apuração de supostos indícios de abuso de autoridade relacionados a um episódio que envolve a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco). Segundo o ex-procurador, é necessário investigar possíveis práticas de intimidação processual que, em sua avaliação, teriam atingido o exercício da liberdade de expressão e de imprensa. A iniciativa foi formalizada após a intimação do presidente da Unafisco, Kléber Cabral, para prestar depoimento à Polícia Federal (PF). A oitiva ocorreu na sexta-feira (20) e foi determinada pelo ministro Moraes. A convocação do dirigente sindical aconteceu após declarações feitas por ele em entrevista ao programa Estúdio i, da GloboNews, na quarta-feira (18). No pedido encaminhado à PGR, Dallagnol sustenta que os fatos precisam ser examinados para verificar se houve extrapolação de competência ou violação de garantias constitucionais. Até o momento, não houve manifestação pública do ministro sobre a notícia-crime.
AO VIVO: OAB Exige Encerramento do Inquérito das Fake News; Trump Avalia Ação Contra o Irã — Veja o vídeo!
A OAB protocolou manifestação ao presidente do STF, Edson Fachin, exigindo o encerramento do inquérito das fake news (nº 4781), que se arrasta há quase sete anos na Suprema Corte. A movimentação é interpretada como um enfrentamento direto ao ministro Alexandre de Moraes. No cenário internacional, Donald Trump avalia a possibilidade de um ataque de maior envergadura ao Irã. Caso a diplomacia ou uma ação limitada falhem, ele considera uma operação para derrubar os líderes do regime e forçar o abandono do programa nuclear, segundo fontes do New York Times. No Brasil pós-Carnaval, o Congresso retoma uma agenda carregada: estão previstos o PL Antifacção, o possível depoimento de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e a PEC da Segurança. Esses temas foram debatidos na live com José Carlos Sepúlveda, Marcos Pizzolatto e Diogo Forjaz. Assista ao vídeo: Sobre o Caso Master: um relatório da Polícia Federal entregue ao ministro André Mendonça — novo relator do caso — revela que Daniel Vorcaro organizava festas sexuais para políticos e empresários poderosos. Detalhes, nomes e relatos sobre o caso estão reunidos no livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. A editora liberou frete grátis para todo o país. O valor é promocional até o dia 01/03. Acesse pelo link: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda
Filme de Wagner Moura sai de mãos vazias do BAFTA após concorrer em duas categorias
O longa brasileiro O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, não conquistou estatuetas na cerimônia do BAFTA Awards, realizada neste domingo (22), em Londres. A produção concorria em duas categorias de destaque, mas foi derrotada em ambas as disputas. Indicado a Melhor Roteiro Original, o filme brasileiro foi superado pelo norte-americano Pecadores, que levou o prêmio na categoria. Na disputa por Melhor Filme em Língua Não Inglesa, o troféu foi entregue ao norueguês Valor Sentimental. Mesmo após a recente conquista do Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama, Wagner Moura não figurou entre os indicados individuais do BAFTA neste ano. Ainda assim, sua atuação no longa brasileiro vinha sendo apontada como um dos pontos altos da produção. O Brasil também marcou presença na categoria de Melhor Fotografia. O profissional Adolpho Veloso foi indicado pelo trabalho em Sonhos de Trem. O prêmio, contudo, ficou com Michael Bauman, responsável pela direção de fotografia de Uma Batalha Após a Outra. Na área de documentários, a diretora Petra Costa concorreu com Apocalipse nos Trópicos. O reconhecimento da categoria foi concedido a Mr. Nobody Against Putin, dirigido por Pavel Talankin e David Borenstein.
Ministro André Mendonça alerta, em pregação, que poder político e institucional pode ser ‘tentação do diabo’
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e atual relator do caso envolvendo o Banco Master, André Mendonça, fez um alerta sobre o que chamou de “tentação do diabo” ao tratar do tema do poder político e institucional. A declaração foi feita no domingo, dia 22, durante pregação na Igreja Presbiteriana de Pinheiros. Em sua fala, Mendonça destacou que a prosperidade material não deve ser buscada em desacordo com princípios religiosos. Nas suas palavras: “Meu irmão e minha irmã, você tem direito de ter uma boa vida. Em termos financeiros. Você tem direito de ter uma boa comida na sua casa, ter um pão farto no seu dia a dia, mas você não tem o direito de fazê-lo desagradando a Deus, agradando o seu próprio coração, a sua própria vaidade e agradando o inimigo de Deus. Porque, através desse pão de hoje, você vai comer o pão que o diabo amassou.” Ao tratar das passagens bíblicas sobre as tentações de Jesus, o ministro associou o episódio ao exercício de funções públicas: “Não se submeta às propostas tentadoras no aspecto financeiro. Primeira tentação de Jesus: envolve o ter para suprir as suas próprias necessidades, o ter, possuir recursos financeiros para suprir aquilo que o seu coração deseja. E cuidado, porque o nosso coração pode desejar mais do que Deus quer nos dar. Segunda tentação: envolve o poder político, o poder institucional. O diabo se apresenta a Jesus e, agora, o eleva, mostrando-lhe todo o mundo, todos os reinos do mundo. E diz, no verso de número seis, ‘Eu vou te dar toda esta autoridade e glória. Não só o poder, mas também a vaidade da glória’. Que oferta tentadora, governar o mundo. Imagina Jesus governando o mundo todo, educação de qualidade, justiça social, segurança, desenvolvimento, emprego, todo mundo com a sua casa, oferta que poucos ou nenhum teria, senão Jesus Cristo.” Mais adiante, ao retomar o tema do poder institucional, Mendonça foi ainda mais direto: “E nós somos tentados a querer fazer o bem na nossa comunidade. Na igreja, a gente procura fazer o bem suprindo lacunas do Estado, levando poços artesianos, levando alimento através das cestas básicas, levando saúde em outros rincões. Meu irmão e minha irmã, nada mais legítimo do que isso. Nada mais legítimo do que você querer ser prefeito de São Paulo, ser governador de São Paulo, ser deputado, ser senador, ser presidente da República. Tudo isso é legítimo. Nada mais legítimo querer ser ministro do Supremo. Nada mais legítimo do que isso. Agora, o diabo diz: ‘Eu vou te dar tudo isso, se prostrados vocês me adorarem’. A quem nós adoramos para estar onde nós estamos? Meu irmão e minha irmã, o poder político e institucional é uma bênção de Deus se guiado por Deus. Mas, quando nossos corações se colocam não segundo os princípios e os valores de Deus para agir pelo bem do povo, nós estamos nos curvando à tentação do diabo.” Indicado ao STF pelo então presidente Jair Bolsonaro — que o definiu como ministro “terrivelmente evangélico” —, Mendonça também dirigiu um conselho direto a quem pretende ingressar na vida pública: “Cuidado, você que almeja entrar na carreira pública, talvez ser juiz, ser promotor, ser delegado. Você, que já é, você que deseja ser político, para fazer o bem das pessoas, que Deus te abençoe. Mas cuidado com os pequenos testes, com as pequenas bananas, com as pequenas propostas sutis que podem aparecer e que podem fazê-lo romper pequenas linhas que, quando você se depara, você já rompeu com o próprio Deus, que te ama. Lembre-se: Jesus responde, em primeiro lugar, ‘nem só de pão vivo’. Em segundo lugar, ‘eu só adoro a Deus, só Ele é o ser a quem eu vou adorar e prestar culto’. Há portas que precisam ser fechadas, porque não foram abertas por Deus. Meu conselho a você: não busque o poder, não busque os holofotes, busque a Deus, busque agradar a Deus e tente discernir, cheio do espírito, o que é proposta e propósito de Deus e o que é propósito do seu coração, da sua vaidade e do que o diabo colocou no seu coração.” Mendonça assumiu a relatoria do caso do Banco Master após a saída de Dias Toffoli. A pregação ocorre em um momento de tensão no STF, que enfrenta questionamentos relacionados à condução de investigações — entre elas o inquérito das fake news, que se aproxima de sete anos de tramitação — além de controvérsias envolvendo decisões do ministro Alexandre de Moraes.
Imprensa e Judiciário Provam do Próprio Veneno Que Ajudaram a Destilar Contra Bolsonaro — Veja o vídeo!
O analista político Paulo Baltokoski realizou uma análise contundente sobre os bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, o ministro Alexandre de Moraes estaria utilizando o chamado “onipresente” Inquérito das Fake News como ferramenta de controle absoluto para incluir pessoas que vazaram informações — descritas como verdadeiras — do caso Banco Master, mesmo sem ser o relator oficial da matéria. A manobra seria uma resposta à perda de influência após a saída de Dias Toffoli da relatoria do caso, que passou ao comando do ministro André Mendonça. O clima na Corte, segundo Baltokoski, é de “pancadaria” velada. Ministros estariam irritados com operações da Polícia Federal autorizadas por Moraes envolvendo dados fiscais, sem comunicação prévia aos colegas. O analista destaca que o sistema judiciário agora prova do próprio veneno que ajudou a destilar contra aliados de Bolsonaro. Baltokoski aponta ainda uma possível ruptura entre o governo Lula e Moraes, sugerindo que o diretor da PF, Andrei Rodrigues, não agiria contra figuras do STF sem o aval do Planalto. “Mas a única forma de o impeachment (de ministros do STF) acontecer é se o próprio sistema achar que alguma peça não é mais útil ou está incomodando, o que pode estar acontecendo agora”, apontou o analista político. Assista ao vídeo completo: Recentemente, surgiu o livro “Banco Master — O Caso Blindado Pelo STF”, que mergulha no coração do caso, não como uma reportagem comum, mas como uma autópsia do poder brasileiro. Ao seguir o caminho do dinheiro, das decisões judiciais e das relações políticas, a narrativa revela um mecanismo que vai muito além de fraude financeira: um sistema de proteção institucional capaz de travar investigações, silenciar órgãos de controle e transformar escândalos bilionários em processos eternamente inconclusos. Mais do que contar um caso, a obra expõe um padrão. O Banco Master não seria um acidente dentro do sistema, mas um produto dele. O livro está em pré-venda com frete grátis para todo o país: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda
Jovem de 18 anos é preso ao avançar armado com escopeta em direção ao Capitólio dos EUA
Um episódio de segurança mobilizou forças policiais na capital dos Estados Unidos após um jovem de 18 anos correr armado em direção ao prédio do Capitólio, sede do Congresso americano, em Washington, DC. Conforme informado pela Polícia do Capitólio, o suspeito, identificado como Carter Camacho, estacionou um veículo nas proximidades e avançou vários metros em direção à construção carregando uma escopeta. Agentes responsáveis pela proteção do local reagiram de imediato, ordenando que ele largasse a arma e se deitasse no chão, efetuando a prisão sem disparos. Dentro do veículo foram encontrados equipamentos táticos, incluindo colete, capacete de Kevlar, luvas e máscara de gás, além de munições adicionais. A arma estava carregada no momento da abordagem. As autoridades informaram que o motivo da ação ainda está sob investigação e que não há confirmação sobre possível alvo específico. O Congresso não estava em sessão no momento do ocorrido. O jovem não era conhecido pelas forças de segurança e foi autuado por porte ilegal de arma e posse de munição não registrada. O caso ocorreu poucos dias antes do discurso do Estado da União previsto para acontecer no Congresso. Segundo a polícia, não houve alteração nos protocolos de segurança do evento.
Deputado denuncia: Lula quer usar caos jurídico como plataforma de ataque para destruir adversários — Veja o vídeo!
O deputado federal José Medeiros fez declarações contundentes ao criticar o que classifica como normalização de abusos no Brasil. Medeiros afirmou que o ministro do STF, Alexandre de Moraes, coloca o país entre os párias que afrontam os direitos humanos, destacando que “nas mãos dele morreram pessoas” e que o magistrado ignora a autoridade do Congresso Nacional. Sobre o cenário político atual, o deputado sugeriu que o escândalo envolvendo o Judiciário esconde tramas ainda mais profundas, afirmando que “tem mais coisas entre o céu e a terra do que a gente tá imaginando”. Segundo Medeiros, o presidente Lula estaria agindo como um “anjo vingador”, buscando substituir o ministro Dias Toffoli por alguém de sua estrita confiança como parte de um acerto de contas pessoal. O parlamentar alertou que o governo pretende transformar esse caos jurídico em uma “plataforma de ataque”, para se beneficiar eleitoralmente e destruir adversários políticos. Para Medeiros, a situação é gravíssima e, em qualquer outro lugar do mundo, causaria um escândalo de proporções imensuráveis. Veja o vídeo: Você está acompanhando o Caso Master? Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Um relatório da Polícia Federal entregue ao ministro André Mendonça — novo relator do Caso Master — revela que Daniel Vorcaro organizava festas sexuais para políticos e empresários poderosos. Detalhes, nomes e relatos estão no livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra estará em circulação. Por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda O valor é promocional até o dia 01/03.
Servidora da Receita investigada por Moraes reage: defesa pede habeas corpus no STF e acesso a e-mail que pode provar inocência
A defesa de Ruth Machado dos Santos, servidora da Receita Federal investigada por suposto acesso a dados da advogada Viviane Barci — esposa do ministro Alexandre de Moraes —, ainda aguarda análise de habeas corpus apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em paralelo, os advogados solicitaram acesso ao sistema da Receita Federal para obter o que classificam como “prova decisiva” no processo. Segundo apuração, os requerimentos protocolados pela defesa permanecem com status de “protocolado”, ou seja, ainda não foram apreciados pela Corte. No dia 17, os representantes legais pediram habilitação nos autos e acesso integral ao processo. Já no dia 20, apresentaram nova petição pleiteando a revogação das medidas cautelares impostas à servidora, além de autorização para acessar o e-mail institucional de Ruth na Receita Federal. De forma subsidiária, caso o acesso direto à conta não seja autorizado, a defesa requereu o espelhamento do e-mail funcional. Segundo os advogados, nesse endereço eletrônico estariam elementos considerados “decisivos”, inclusive uma mensagem que, conforme Ruth afirma, teria sido encaminhada à Receita Federal antes da deflagração da operação da Polícia Federal. A servidora sustenta ter respondido formalmente aos questionamentos internos relacionados ao suposto acesso aos dados da esposa do ministro Moraes. Ruth afirma ter apresentado documentação que comprovaria que, na data e no horário apontados pela auditoria, realizava atendimento presencial a um contribuinte na unidade da Receita Federal onde atua, no município do Guarujá (SP). A servidora também nega ter consultado informações cadastrais da advogada ou compartilhado login e senha com terceiros. Apesar das explicações apresentadas administrativamente, Ruth foi alvo de mandado de busca e apreensão na terça-feira de Carnaval. Na ocasião, objetos pessoais foram recolhidos, ela foi afastada das funções, teve o acesso aos sistemas do Fisco bloqueado e passou a utilizar tornozeleira eletrônica por determinação judicial. O episódio integra investigação que apura eventual acesso indevido e vazamento de dados sigilosos de ministros do STF e de seus familiares, no contexto do Inquérito nº 4.781, conhecido como inquérito das fake news. Além de Ruth, outros três servidores também são investigados no mesmo procedimento. Em paralelo, o Conselho Federal da OAB e o Colégio de Presidentes das Seccionais encaminharam ofício ao Supremo Tribunal Federal solicitando a conclusão de investigações de longa duração, com destaque para o próprio Inquérito nº 4.781. No documento remetido ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, a entidade manifesta preocupação com a manutenção de procedimentos que considera de escopo ampliado e duração indefinida. A Ordem dos Advogados do Brasil defende que a preservação da democracia deve estar acompanhada da observância rigorosa do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório.
OAB cobra encerramento do ‘Inquérito do Fim do Mundo’ e pressão sobre Moraes aumenta
Na segunda-feira (23/2), o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) encaminhou um ofício ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), no qual manifesta “extrema preocupação institucional” com a duração do inquérito das fake news, conhecido como “Inquérito do Fim do Mundo”. No documento, a entidade solicita a adoção de providências para encerrar o procedimento — uma voz institucional que se levanta depois de longos anos de silêncio sobre o tema. O assunto voltou ao centro do debate público após uma operação de busca e apreensão determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. A ação teve como alvos quatro servidores da Receita Federal suspeitos de acessar e divulgar dados sigilosos de familiares de ministros do STF. No livro “Supremo Silêncio”, são expostos relatos sobre perseguições contra parlamentares e jornalistas, além de outros episódios ligados ao chamado Inquérito das Fake News. A obra reúne relatos de censura, prisões e ações do Judiciário relacionadas ao período. O livro está disponível no link: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber Capa do livro “Supremo Silêncio”
Deputado alerta: vida de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, está em risco — Veja o vídeo!
O deputado federal Maurício Marcon (PL-RS) emitiu um alerta grave sobre a segurança de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, sugerindo risco de “queima de arquivo”. Com tom preocupado, o parlamentar declarou: “Eu acredito que Vorcaro deve estar muito p… com a promessa quebrada, que era revogar a questão do banco ser liquidado, e por isso quer ir à Comissão Parlamentar de Inquérito e assim vemos um grande medo de vários atores políticos, porque se ele realmente abrir a boca, bem, é por óbvio que as coisas vão esquentar.” Segundo o deputado, se no atual cenário há alguém na República cuja vida está em risco, é Daniel Vorcaro. Marcon foi direto: “Ele precisa se proteger porque há muita gente que quer ele a sete palmos da terra.” Veja o vídeo: Há informações sobre o Caso Master que a grande mídia brasileira não noticiou. Um relatório da Polícia Federal entregue ao ministro André Mendonça — novo relator do Caso Master — revela que Daniel Vorcaro organizava festas sexuais para políticos e empresários poderosos. Detalhes, nomes e relatos constam no livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. Ainda não se sabe por quanto tempo a obra estará em circulação. A editora liberou FRETE GRÁTIS para todo o país. O livro é descrito como a “autópsia do poder brasileiro”. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda O valor é promocional até o dia 01/03.