Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, foi flagrado simulando uma pessoa com deficiência visual em um camarote na Marquês de Sapucaí. O episódio aconteceu durante as festividades do carnaval carioca. O ocupante de um cargo de alta relevância foi registrado debochando de pessoas com uma séria deficiência. Depois de um longo silêncio, sem condições de continuar fugindo do assunto, Paes resolveu se pronunciar. O prefeito não deu maiores explicações. Não demonstrou arrependimento. Disse apenas que o ocorrido foi uma “infelicidade”. Veja o vídeo:
Mãe perde a guarda da filha e assassina a menina de 11 anos antes de tirar a própria vida em Las Vegas
Um crime brutal chocou os Estados Unidos no domingo (15): policiais encontraram, em um quarto de hotel em Las Vegas, Nevada, os corpos de Tawnia McGeehan e de sua filha, Addi Smith, de apenas 11 anos. A mãe atirou na filha e, em seguida, tirou a própria vida. As duas eram de West Jordan, Utah, mas estavam em Las Vegas para uma competição de líderes de torcida. Addi se preparava para ser uma cheerleader e integrava uma equipe de 13 meninas de uma academia chamada Utah Xtreme Cheer. A polícia foi acionada quando o treinador da garota percebeu que mãe e filha não haviam comparecido à competição. Um bilhete teria sido encontrado no quarto, explicando o ocorrido. Segundo reportagem do The Salt Lake Tribune, Addi “estava ansiosa para se aperfeiçoar no esporte, dedicando tempo extra na academia e fazendo aulas particulares sempre que possível”. Kory Uyetake, dono da academia, lamentou a perda: “O cheerleading era a vida dela. Cheer era a sua definição e ela vivia isso plenamente.” A mãe travava uma disputa pela guarda da filha com o ex-marido havia cerca de dez anos. Após tomar conhecimento de que havia perdido a guarda, ela cometeu o crime como ato de vingança.
Presidente da Unafisco silencia após ser intimado a depor por determinação de Moraes
O presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), Kleber Cabral, tomou uma decisão drástica após ser intimado a depor pela Polícia Federal, por determinação do ministro Alexandre de Moraes: suspendeu todas as suas entrevistas programadas. Cabral terá que esclarecer perante a PF as críticas que fez a uma operação determinada por Moraes. A ação investiga servidores da Receita Federal suspeitos de acessar indevidamente dados de ministros do STF e de seus familiares. As declarações que motivaram a convocação foram feitas em entrevistas concedidas à imprensa na quarta-feira (18). Na ocasião, o presidente da Unafisco afirmou que seria “menos arriscado fiscalizar membros do PCC” do que ministros do STF. A frase foi dita dois dias antes da intimação, e seu conteúdo motivou diretamente a convocação para o depoimento. Cabral optou por suspender novas entrevistas até prestar esclarecimentos ao STF. Segundo pessoas próximas ao dirigente sindical, a audiência será realizada de forma online. Ele pretende se pronunciar publicamente somente após depor, de acordo com o encaminhamento do depoimento. A intimação para depor pela PF, conforme noticiado, parece demonstrar que ele estava certo em sua declaração.
Mendonça age com firmeza no caso Master e barra acesso do diretor-geral da PF às investigações
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça agiu de forma firme no caso Master e limitou a influência do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, sobre as investigações. Na decisão, Mendonça determinou que “apenas e tão somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos” tenham acesso às informações compartilhadas no inquérito. “Somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos reciprocamente compartilhados é que devem ter conhecimento das informações acessadas, o que lhes impõe o dever de sigilo profissional, inclusive em relação aos superiores hierárquicos e outras autoridades públicas”, afirmou Mendonça no despacho. Conforme noticiado pelo G1, na prática, a decisão reforça que delegados devem manter o sigilo das investigações e não são obrigados a compartilhar dados com superiores hierárquicos que não estejam formalmente vinculados ao inquérito — o que inclui o diretor-geral da Polícia Federal. Ainda segundo o G1, ao enfatizar que o dever de sigilo se restringe aos investigadores formalmente designados, Mendonça não apenas revoga limitações impostas ao trabalho técnico da PF no caso Master, como também envia um recado institucional: o fluxo de informações em investigações sensíveis deve permanecer circunscrito à equipe responsável, reduzindo a margem de atuação da cúpula administrativa da corporação. “Em relação a outras áreas e autoridades da Polícia Federal que não estejam diretamente incumbidas das atividades investigativas, ficam restritos o acesso às informações e andamento das investigações, razão pela qual as autoridades administrativas e estruturas correspondentes devem apenas prover os meios e recursos humanos e materiais necessários ao bom, célere e efetivo andamento das investigações”, afirmou o ministro. Nos bastidores, a decisão é vista como reflexo de um incômodo já manifestado por Mendonça em outro contexto: a CPI do INSS, da qual é relator e que também investiga o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Pessoas com conhecimento do caso afirmam que, entre os fatores que motivaram a decisão de reforçar a proteção da investigação em relação ao diretor-geral da PF, está a percepção de Mendonça de que informações sensíveis vinham chegando previamente ao comando da corporação. Rodrigues é muito próximo do presidente Lula, com quem tem viajado, e é cotado como possível nome para assumir um ministério.
Mendonça age contra diretor-geral da PF nomeado por Lula no caso Master
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que derrubou restrições impostas pelo então relator do caso Master, Dias Toffoli, e determinou a retomada de perícias e depoimentos no processo, é um movimento para limitar a influência do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, sobre as investigações. A informação é da jornalista Julia Duailibi, do portal G1. Na decisão, Mendonça determinou que “apenas e tão somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos” tenham acesso às informações compartilhadas no inquérito — atingindo diretamente o diretor-geral nomeado por Lula. Veja: O livro “Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF” mergulha no coração do caso — não como uma reportagem comum, mas como uma autópsia do poder brasileiro. Ao seguir o caminho do dinheiro, das decisões judiciais e das relações políticas, a narrativa revela um mecanismo que vai muito além de fraude financeira: um sistema de proteção institucional capaz de travar investigações, silenciar órgãos de controle e transformar escândalos bilionários em processos eternamente inconclusos. Mais do que contar um caso, a obra expõe um padrão. O Banco Master não seria um acidente dentro do sistema, mas um produto dele. O livro está em pré-venda com frete grátis para todo o país. Acesse o link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda
Dois tremores de terra atingem Felixândia em menos de dez horas
Em menos de dez horas, dois tremores de terra foram registrados no município de Felixândia, no interior de Minas Gerais, segundo monitoramento da Rede Sismográfica Brasileira. Os moradores da região sequer perceberam as movimentações sob seus pés. O primeiro abalo ocorreu no período da manhã, com magnitude de 2,4 na escala Richter. À noite, um segundo tremor foi detectado, desta vez com magnitude de 2,5. Nenhum dos dois eventos foi sentido pela população local, e não houve qualquer registro de dano material ou vítimas. Os eventos integram uma sequência recente de movimentações geológicas no estado. Em poucos dias, outro tremor já havia sido identificado em Minas Gerais, reforçando o histórico da região em relação a esse tipo de fenômeno natural. Segundo sismólogos responsáveis pela análise, esses abalos são resultado da acomodação de pressões na crosta terrestre. Ocorrências desse porte são consideradas normais, e Minas Gerais é o estado brasileiro com o maior número de registros desse tipo de atividade sísmica.
Vídeo perturbador: Polícia divulga imagens do momento em que síndico ataca corretora antes de matá-la a tiros
A Polícia Civil tornou públicas, nesta quinta-feira (19), imagens que registram o instante em que o síndico Cléber Rose de Oliveira agride a corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, logo após ela deixar o elevador de um edifício em Caldas Novas (GO). O material foi extraído do celular da própria vítima e passou a integrar o inquérito. Nas gravações, é possível ver Daiane chegando ao subsolo do prédio e caminhando em direção aos quadros de energia elétrica — área onde ela pretendia verificar uma falha no fornecimento de luz. De acordo com as investigações, a corretora foi morta com dois tiros na cabeça. A linha de apuração da corporação indica que os disparos ocorreram fora do edifício. Em declaração ao portal G1, o delegado André Luiz Barbosa afirmou: “A perícia mostrou claramente que qualquer disparo dado seria ouvido na recepção do prédio.” O desaparecimento de Daiane foi registrado em 17 de dezembro de 2025, depois que ela desceu ao subsolo do condomínio onde residia para checar a interrupção de energia. Após 42 dias de buscas, o corpo foi encontrado pelas autoridades. O síndico do condomínio, de 49 anos, admitiu a autoria do homicídio e indicou aos policiais o local onde havia ocultado o corpo. Ele foi detido e permanece à disposição da Justiça. O filho do investigado, Maicon Douglas de Oliveira, chegou a ser preso, mas foi liberado posteriormente. Conforme informou a polícia, o envolvimento dele no crime foi descartado ao longo das apurações.
Janja expulsa filha de Lula de sala reservada no Sambódromo; discussão ocorreu diante de Alckmin
Um episódio de tensão marcou a noite de domingo (15) no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. A primeira-dama Janja da Silva determinou a retirada de Lurian da Silva, filha do presidente Lula, da sala reservada ao chefe do Executivo no camarote da prefeitura, durante as celebrações em que o petista foi homenageado pela Acadêmicos de Niterói. O espaço era destinado exclusivamente ao presidente e tinha circulação controlada. Para ingressar no local, era indispensável a autorização tanto de Lula quanto de Janja. Autoridades do governo, aliados políticos, familiares e amigos haviam sido convidados para acompanhar o desfile no camarote, mas o presidente permanecia em um ambiente separado, de acesso restrito. Segundo relatos feitos à coluna, Lurian entrou na sala com a intenção de cumprimentar o pai. Ela estava acompanhada de Thiago, neto do presidente — filho de Marcos, o primogênito de Lula. A princípio, a visita teria caráter breve, mas o clima mudou quando se percebeu que a conversa poderia se estender. De acordo com os relatos, Janja afirmou que aquele não seria o momento adequado para conversas prolongadas, orientando que a filha apenas cumprimentasse o presidente e deixasse o local. Lurian, porém, manifestou o desejo de permanecer e conversar com o pai. A primeira-dama, então, teria elevado o tom de voz e declarado: “Aqui não é lugar para isso”, solicitando que ela se retirasse. A discussão ocorreu diante do presidente, do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e da esposa dele, Lu Alckmin. Testemunhas relatam que Lurian também respondeu de forma incisiva, afirmando que Janja não compreende o que é uma estrutura familiar e não entende a relação entre pais e filhos. Como a porta da sala estava aberta, parte do desentendimento foi ouvida por assessores da Presidência e da prefeitura. Após o embate, pai e filha se despediram, e Lurian retornou ao espaço onde estavam os ministros. Apesar da tentativa de manter a situação sob discrição, o episódio rapidamente se espalhou pelo camarote. Ela teria sido vista com lágrimas nos olhos. O ambiente externo também refletia desconforto. Ministros aguardavam a oportunidade de conversar com Lula, mas enfrentavam dificuldades para acessar a sala reservada. Um deles descreveu o clima como pesado. A justificativa apresentada era de que a primeira-dama buscava evitar aglomeração em um espaço considerado pequeno. Os auxiliares conseguiam falar com o presidente apenas quando ele deixava o ambiente restrito e circulava pela área principal do camarote. Um dos casos mais delicados envolveu a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Incentivada por colegas a procurar o presidente, ela não teve autorização para entrar na sala, assim como ocorreu com a maioria dos ministros presentes. A situação gerou questionamentos porque o secretário-executivo da pasta, Marcio Tavares do Santos, permaneceu no espaço reservado durante todo o tempo. Amigo pessoal de Janja, ele acompanhava Lula inclusive na avenida, para que o presidente cumprimentasse integrantes das escolas de samba que desfilavam. Em nota enviada à coluna, a assessoria do Ministério da Cultura declarou: “A ministra Margareth estava de férias e o Márcio estava a trabalho. Ele foi a pessoa que conduziu o presidente para cumprimentar as quatro escolas que desfilaram nesse dia. As entradas na sala privada eram para essa função. Sobre a decisão de quem entra na sala privada do presidente, sugerimos checar com a presidência, já que não é função do Ministério da Cultura.” Procurada, Lurian afirmou: “Eu nem vi a Janja. Só vi o meu pai. Ela não estava na sala quando eu entrei.” A assessoria da primeira-dama, que está em viagem com Lula, não foi localizada para comentar o episódio.
Escola que homenageou Lula no carnaval termina em último lugar e é rebaixada para a Série Ouro
A divulgação do resultado do carnaval carioca provocou reação imediata de uma das agremiações envolvidas. A Acadêmicos de Niterói terminou na última colocação do Grupo Especial e foi rebaixada para a Série Ouro do próximo ano, após levar para a avenida um enredo dedicado ao petista Lula. O desfile apresentou a trajetória pessoal e política do petista sob o tema “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. Após a leitura das notas, a escola recorreu às redes sociais para se manifestar publicamente e adotou um tom de exaltação à própria apresentação, afirmando que “a arte não é para os covardes” — numa tentativa de disfarçar o fracasso. Na publicação, a agremiação agradeceu aos integrantes e destacou o empenho da comunidade, classificando a participação como marcante. A escola também levantou questionamento simbólico sobre o significado do desfile, sugerindo que o objetivo teria sido deixar registro histórico independentemente do resultado. Com a queda na classificação, a Acadêmicos de Niterói retornará ao grupo de acesso no próximo carnaval. A agremiação sinalizou, contudo, que considera a apresentação relevante do ponto de vista cultural e identitário, mesmo diante da avaliação desfavorável dos jurados.
Juízes federais ameaçam ‘operação tartaruga’ e greve após STF suspender penduricalhos
Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu os chamados “penduricalhos” — verbas classificadas como indenizatórias que, na prática, aumentam os salários e permitem a ultrapassagem do teto remuneratório previsto na Constituição Federal. A decisão do ministro Flávio Dino foi anunciada no dia 5 de fevereiro. Na quinta-feira (19), o ministro também proibiu a aplicação de novas normas sobre parcelas remuneratórias e indenizatórias que ultrapassem o teto constitucional. A medida complementa a liminar anterior. Diante disso, segundo a jornalista Mirelle Pinheiro, do site Metrópoles, mensagens que circulam em grupos de magistrados da Justiça Federal apontam para o descontentamento com a decisão. Os magistrados têm classificado a medida como “injusta e desproporcional” e feito duras críticas, citando inclusive a possibilidade de adotar a chamada “operação tartaruga” — ritmo de trabalho reduzido — e até mesmo greve.