O PT volta a utilizar a Justiça Eleitoral como instrumento de perseguição a opositores. Desta vez, o partido acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para punir quem criticou o desfile da escola de samba que exaltou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Carnaval — um evento bancado, ao menos em parte, com recursos públicos. A iniciativa revela uma dupla ousadia: além de se valer do dinheiro do contribuinte para promover o que críticos classificaram como campanha antecipada, o partido agora pretende usar o tribunal eleitoral para silenciar quem se manifestou contra o espetáculo. Em outras palavras: financiam a propaganda com o erário e querem censurar quem reclamou. Desfile que exaltou Lula no Carnaval gerou polêmica e agora motiva ação do PT no TSE contra opositores. Para o jornalista Leandro Ruschel, autor da análise que embasa esta reportagem, a movimentação é sintomática de um padrão já consolidado: a instrumentalização das cortes por parte do PT para neutralizar adversários políticos. Segundo ele, o partido age dessa forma justamente porque, ao longo dos anos, logrou aparelhar instituições que deveriam ser independentes. O episódio ganhou ainda mais contornos constrangedores para o governo após o desfile em si: a escola de samba foi rebaixada na competição, e imagens de fezes encontradas no carro alegórico de Lula circularam nas redes sociais, tornando-se símbolo do fracasso da aposta política embutida no evento. Leia também as análises publicadas pelo Jornal da Cidade Online sobre o episódio: Fezes no carro alegórico de Lula e rebaixamento: a “esperança” que desceu pelo ralo Na Sapucaí, plantaram vento e colheram rebaixamento Desfile medíocre, ofendendo o eleitor, retrata o processo de “histerização” das massas O caso ilustra, mais uma vez, a tensão crescente entre liberdade de expressão e o uso político das instâncias judiciais no Brasil. Punir críticas legítimas a um evento de natureza claramente político-partidária, realizado com dinheiro público, seria um precedente gravíssimo para a democracia. Apoie o jornalismo conservador independente: torne-se assinante do Jornal da Cidade Online e tenha acesso ao primeiro podcast conservador do Brasil e ao conteúdo exclusivo da Revista A Verdade. Clique aqui para assinar. Seu apoio é fundamental.
STF impõe clima de medo e PF intima presidente da Associação de Auditores da Receita a depor após críticas à investigação
A Polícia Federal intimou Kleber Cabral, presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais (Unafisco), a prestar depoimento nesta sexta-feira (20). A convocação ocorreu depois que o dirigente fez declarações públicas questionando as investigações que apuram suposto acesso indevido a dados de ministros do Supremo Tribunal Federal. A audiência será realizada por videoconferência. A intimação está diretamente ligada às declarações de Cabral sobre o caso. As investigações miram um auditor fiscal da Receita Federal e outras três pessoas por possível consulta não autorizada a informações sigilosas de integrantes da Corte. Em outras palavras, o presidente de uma associação de classe está sendo chamado a depor por ter ousado criticar publicamente o andamento de um inquérito. Na quarta-feira (18), Cabral concedeu entrevista ao SBT News, na qual questionou a condução das apurações. O presidente da Unafisco sugeriu que a investigação poderia ter sido impulsionada pelo interesse do ministro Alexandre de Moraes em identificar a origem da divulgação de informações sobre um contrato da esposa dele, Viviane Barci, com o Banco Master. “O que me parece dessa história: qual o dado vazado? É o contrato de R$ 129 milhões? Acho que já está claro que esse dado não está na Receita. A Receita não tem o contrato. Não saiu da Receita, saiu de algum outro lugar”, afirmou. Cabral declarou que a categoria estava indignada e classificou como “perigoso” exercer a função de auditor fiscal no Brasil. Uma afirmação grave, que expõe o clima de intimidação instaurado entre servidores públicos que se veem diante de um aparato judicial pesado mobilizado com velocidade incomum. O dirigente sindical criticou duramente as medidas cautelares aplicadas aos investigados. Entre as restrições impostas está o uso de tornozeleira eletrônica pelos envolvidos na apuração — uma medida que costuma ser reservada a casos de elevada periculosidade ou risco concreto de fuga. Cabral contestou a proporcionalidade das medidas adotadas pela Justiça. “Não tinha processo, não tinha sido aberto sequer um procedimento disciplinar na nossa corregedoria. É muito assustador que isso esteja acontecendo no nosso país”, disse. O presidente da Unafisco defendeu que não houve abertura de procedimento administrativo interno antes das medidas judiciais contra os investigados. Ou seja, segundo ele, os auditores foram submetidos a tornozeleira eletrônica e outras restrições sem que a própria corregedoria da Receita Federal tivesse sequer instaurado apuração preliminar — o que, se confirmado, configura uma inversão preocupante do rito processual. Cabral manifestou convicção sobre a inocência dos auditores envolvidos na investigação. “Temos absoluta certeza de que não tem nenhuma relação com tudo isso que tem sido falado de vazamentos”, afirmou o auditor. Ele argumentou que existe distinção clara entre acessar dados em sistemas oficiais e efetivamente vazar informações sigilosas. Cabral sugeriu que a mera consulta a bancos de dados não configura, por si só, divulgação indevida de informações. O depoimento marcado para esta sexta-feira poderá esclarecer os questionamentos levantados por Cabral sobre a condução do caso. A audiência também deverá abordar suas declarações públicas sobre o inquérito. O episódio levanta uma questão fundamental: até que ponto um representante de classe pode se manifestar publicamente sobre investigações que afetam sua categoria sem ser convocado a dar explicações à Polícia Federal?
EUA prontos para atacar o Irã enquanto depoimento de Vorcaro é antecipado e Brasília treme — Veja o vídeo!
Enquanto Donald Trump anuncia que já impediu oito guerras e que o fim de mais um conflito se aproxima, o mundo prende a respiração. O presidente americano concedeu dez dias decisivos ao Irã: ou o regime dos aiatolás negocia, ou será atacado. Diplomacia com punho firme — exatamente o que se espera de um líder que não se curva a ditaduras. O chamado “Eixo do Mal” não ficou parado. Rússia, China e Irã realizaram exercícios militares conjuntos, desafiando abertamente a hegemonia americana e elevando a tensão global ao nível máximo. A aliança entre regimes autoritários é um sinal claro de que as forças contrárias à liberdade se organizam — e de que a liderança dos Estados Unidos no cenário mundial nunca foi tão necessária. Enquanto isso, no Brasil, o sistema treme. A CPMI do INSS antecipou o depoimento bombástico de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para a próxima segunda-feira. O que ele terá a revelar sobre os esquemas fraudulentos e bilionários que estão sendo investigados? Brasília, acostumada a abafar escândalos, pode estar diante de revelações que não conseguirá esconder. Para debater tudo isso, o Jornal da Cidade Online recebeu a deputada Fabiana Bolsonaro e os jornalistas Glauco Fonseca e Barbara Kogos. Assista ao programa completo, compartilhe e apoie o trabalho de jornalismo independente. A reunião entre Lula e Trump se aproxima, mas os motivos ainda não estão claros. Enquanto o petista tenta se equilibrar entre a submissão ideológica ao progressismo internacional e a necessidade de agradar Washington, Trump segue firme: não dá trégua, joga pesado e já deixou no escuro 50% das grandes cidades cubanas como parte de sua estratégia de pressão contra regimes comunistas. E, em caráter de urgência, as Forças Armadas dos EUA preparam uma operação prolongada contra o Irã. Estamos sobrevivendo graças à ajuda de nossos assinantes e parceiros comerciais. Para fortalecer a nossa batalha, considere se tornar um assinante, o que lhe dará o direito de assistir ao primeiro PODCAST conservador do Brasil e ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os “assuntos proibidos” no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
Flávio Bolsonaro celebra fracasso retumbante da escola que bajulou Lula: “Família é sagrada”
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não perdeu a oportunidade de comemorar, nesta quarta-feira (18), o merecido rebaixamento da Acadêmicos de Niterói, escola de samba que decidiu transformar o carnaval em palanque político para homenagear Lula. Com perspicácia política, Flávio foi direto ao ponto que mais incomoda os militantes travestidos de carnavalescos: “Quem ataca a família não merece aplauso”. A declaração resume perfeitamente o sentimento da maioria dos brasileiros diante do espetáculo deprimente apresentado pela agremiação. “Lula é sempre uma ideia ruim, seja para governar o País, seja para um samba enredo. Nunca nos esqueçamos: família é algo sagrado. Depois dessa escola, o próximo rebaixamento vai ser do Lula e do PT”, afirmou Flávio Bolsonaro, em declaração que viralizou nas redes sociais. A Acadêmicos de Niterói colheu o que plantou: ficou em último lugar em seu ano de estreia no Grupo Especial e retorna humilhada à Série Ouro em 2027. Um final apropriado para quem tentou transformar a alegria do carnaval em propaganda política barata. Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa:
Viúva de Henrique Maderite publica última “pegadinha” antes da morte
A viúva do influenciador e empresário Henrique Maderite divulgou nas redes sociais um dos últimos vídeos gravados por ele, descrevendo‑o como uma das últimas “pegadinhas” realizadas antes de falecer. A publicação foi feita nos stories do Instagram por Fernanda Maciel, que aproveitou o momento para agradecer o apoio recebido desde o falecimento do marido. Na quarta‑feira (11), Fernanda escreveu: “Nunca terei palavras para agradecer tanto carinho e acolhimento”, dirigindo‑se ao público que tem demonstrado solidariedade. No mesmo story, ela compartilhou o vídeo gravado por Henrique pouco antes de morrer. Henrique Maderite foi encontrado morto na sexta‑feira (6), em sua fazenda em Ouro Preto, Minas Gerais, aos 50 anos. A família confirmou que a causa foi um infarto fulminante. Nos dias que se seguiram ao falecimento, Fernanda já havia divulgado detalhes sobre os últimos momentos do marido. Segundo ela, Henrique estava na fazenda acompanhado de um amigo próximo, identificado como Bernardo. Durante a tarde, ele praticou atividades que apreciava, como cavalgar e aproveitar a propriedade que tanto amava. Por volta das 17 horas, o influenciador sentiu‑se mal e informou ao amigo que iria tomar banho e descansar. Mais tarde, Bernardo percebeu que Henrique demorava a retornar e encontrou‑o caído no chão da casa. As tentativas de socorro não impediram o óbito, que foi constatado pelos paramédicos ao chegarem ao local. A viúva também relatou ferimentos observados no momento em que Henrique foi encontrado. Segundo o relato, uma corrente que ele usava no pescoço pode ter causado um machucado, e ele também teria batido a cabeça em um móvel ao cair. Henrique Maderite era natural de Belo Horizonte (MG) e acumulava mais de dois milhões de seguidores no Instagram, onde produzia conteúdo de humor e entretenimento, além de parcerias com marcas. Ele também era proprietário de um haras e mantinha uma loja online que vendia produtos com bordões populares usados em suas publicações.
Tarcísio de Freitas declara apoio total a Flávio Bolsonaro na batalha contra o PT (Veja o vídeo)
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, fez um pronunciamento considerado o mais contundente de sua carreira política. Em tom equilibrado, ele denunciou o que, segundo ele, são favorecimentos constantes dos órgãos da Justiça ao governo de Lula e ao PT. “Aos amigos, tudo. Aos inimigos, a lei.” Em seguida, conclamou a população: “Acorda, Brasil”. O discurso indica que Tarcísio pretende apoiar com todas as forças a campanha de Flávio Bolsonaro contra o PT. “O Brasil vai endireitar…”. Veja o vídeo:
Reitora da UFRGS provoca nas redes ao divulgar sexo seguro em bloco de Carnaval (Veja o vídeo)
Reitora da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Marcia Barbosa Velho, aparece em vídeo que viralizou nas redes sociais, fazendo apelo pelo sexo seguro durante o Carnaval. A gravação começou a circular amplamente na internet nesta segunda‑feira (16). Nas imagens, a dirigente da instituição gaúcha exibe um objeto com a frase “Goze sem culpa, mas em segurança”, enquanto dirige sua mensagem aos foliões. “Aproveitem o Carnaval, mas com segurança, minha gente”, afirma a reitora no vídeo. O registro, supostamente captado em um bloco carnavalesco, mostra dois momentos distintos da participação de Barbosa Velho. Em ambas as ocasiões, ela faz o gesto conhecido como “faz o L”, símbolo associado aos apoiadores de Lula. A gravação da professora Marcia Silva Barbosa Velho combina mensagem de saúde pública sobre o uso de preservativos – tema frequente em campanhas durante o período festivo – com o gesto característico dos simpatizantes do atual presidente. O conteúdo gerou repercussão imediata entre usuários das plataformas digitais no Rio Grande do Sul e em todo o país, tornando‑se um dos assuntos comentados nas redes sociais neste início de semana. Veja o vídeo:
Deputado do PSOL provoca confusão com a Polícia Militar e leva spray de pimenta – sem surpresa (Veja o vídeo)
Um deputado do PSOL do Distrito Federal, que participava do bloco de Carnaval como folião, acabou envolvido em uma confusão com a Polícia Militar. Durante a ação, um policial utilizou spray de pimenta, que atingiu o parlamentar. O incidente ocorreu na tarde da segunda‑feira, dia 16, quando agentes efetuaram uma abordagem a suspeitos de tráfico. Na operação, foi apreendido um baseado pronto para consumo e aproximadamente 0,5 grama de maconha, quantidade suficiente apenas para a confecção de mais um cigarro artesanal. A situação teve início com a detenção da coordenadora do Bloco Rebu, Dayse Hansa. Segundo a Polícia Militar do DF, a coordenadora teria interferido na ação policial durante a prisão dos suspeitos identificados no evento. Ao questionar a prisão de Dayse Hansa, o deputado foi atingido por spray de pimenta no rosto. Em uma das gravações, é possível ouvir o parlamentar questionando quem comandava a operação, enquanto um militar ordena seu afastamento: “Quem está no comando?”, perguntou Fábio. “Não toque no policial”, respondeu o militar. “Não estou tocando em ninguém”, contestou o distrital. Em seguida, o deputado se identificou como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa do DF e anunciou que daria voz de prisão ao policial. “Vamos até a 5ª Delegacia de Polícia agora e o senhor será preso por desacato à autoridade”, afirmou. O policial, que se identificou como comandante, respondeu: “Dane‑se. Se afaste. Dê voz de prisão. Faça o que quiser”. Fábio Félix explicou que tentava estabelecer diálogo sobre a abordagem policial. “Acabei de ser atingido por spray de pimenta da pior forma possível, de maneira desrespeitosa, agressiva e violenta, por um policial que está sob o seu comando. Vamos denunciar o caso à coronel Ana Paula”, declarou o parlamentar. Em resposta, o policial afirmou que o deputado poderia registrar a denúncia e reiterou o pedido para que não houvesse contato físico com os militares. Testemunhas presentes afirmaram que ninguém havia tocado nos agentes durante a discussão. A tensão aumentou quando um terceiro policial interveio, posicionando‑se entre as pessoas que registravam o ocorrido e os envolvidos na discussão, ordenando que os presentes se afastassem. O caso será investigado pelas autoridades competentes, que deverão esclarecer todos os aspectos relacionados à abordagem policial, ao uso do spray de pimenta contra o parlamentar e à conduta dos envolvidos no episódio. Veja o vídeo:
Lula se prepara para encontro com Trump, mas os reais motivos permanecem obscuros
O anúncio da viagem do presidente Lula aos Estados Unidos, prevista para março de 2026, já gera estranheza. Oficialmente, o encontro com o ex‑presidente dos EUA, Donald Trump, seria destinado a “fortalecer relações bilaterais” e a discutir economia, segurança e multilateralismo. Contudo, nas entrelinhas, os reais motivos da visita ainda não são claros. Antes mesmo da viagem, Lula e Trump mantiveram contato telefônico. O Palácio do Planalto informou que a conversa abordou a situação na Venezuela, o Conselho da Paz e o combate ao crime organizado. Analistas, porém, apontam que a agenda oculta seria proteger o processo eleitoral brasileiro de influências externas. A interpretação política é direta: Lula temeria que o Brasil se tornasse alvo de pressões internacionais nas eleições de 2026. O simples fato de precisar de uma reunião desse tipo já indica um receio de perda de controle por parte do governo. Surgem então críticas: um presidente que deveria confiar na soberania nacional estaria buscando “benção” em Washington? O contraste se evidencia: – de um lado, o discurso oficial de “relações bilaterais”. – do outro, a suspeita de que Lula pretende garantir que Trump não interfira no processo eleitoral brasileiro. Seja qual for a versão correta, o encontro revela uma fragilidade: o medo de que a democracia brasileira dependa de acordos nos bastidores. O povo precisa permanecer vigilante. Quando os motivos de uma reunião entre chefes de Estado não são transparentes, há indícios de que há mais em jogo do que o anunciado. O Brasil não pode aceitar que sua soberania seja tratada como moeda de troca em conversas secretas. Lula e Trump se reunirão em março; a data já está confirmada. Contudo, os reais propósitos continuam envoltos em silêncio e desconfiança. Eventuais discussões sobre a utilização de recursos do Tribunal Superior Eleitoral para monitorar o escrutínio ainda não foram esclarecidas.
Caso Master abala República e coloca STF em xeque
O próximo a sofrer as consequências do apoio ao Banco Master será o ministro Alexandre de Moraes. As fraudes financeiras que levaram o Banco Central a decretar a liquidação da instituição bancária vão atingir a República e respingar, com força, no Supremo Tribunal Federal. Vários ministros do STF serão atingidos, mas, por enquanto, os principais são Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. O primeiro foi obrigado a deixar a relatoria do caso; o segundo, recentemente, foi apontado pelo portal Metrópoles como participante de encontros com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, e com o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Segundo a reportagem, as reuniões teriam ocorrido em um fim de semana do primeiro semestre de 2025, na residência de Vorcaro, em Brasília. Moraes desclassificou a matéria e negou a realização do encontro. Ele afirmou que a narrativa “é falsa e mentirosa. Essa reunião não ocorreu e, lamentavelmente, segue um padrão criminoso de ataques desqualificados contra os integrantes do Supremo Tribunal Federal”. De acordo com o Metrópoles, Moraes teria estado ao menos duas vezes na mansão do banqueiro, localizada no Lago Sul, área nobre de Brasília. Em uma dessas ocasiões, o ministro teria conhecido Paulo Henrique Costa, então presidente do Banco Regional de Brasília, em meio às negociações para uma possível aquisição do Master pelo BRB. O texto sustenta ainda que Moraes estaria acompanhado de um assessor e que testemunhas teriam presenciado o encontro. A resposta do portal veio por meio do jornalista Mário Sabino, que desconstruiu a nota do ministro e afirmou que Moraes “desmente o que não foi publicado e não desmente que esteve duas vezes, pelo menos, na casa de Daniel Vorcaro”. O desmentido de Moraes ocorreu após a publicação da reportagem intitulada “O encontro de Moraes com o presidente do BRB na mansão de Vorcaro”. Para Sabino, o desmentido do ministro “se não se destaca pela sintaxe, a nota prima por desmentir o que não foi dito”, pois “a reportagem não afirma em momento algum que houve uma reunião de Alexandre de Moraes com Paulo Henrique Costa na casa de Daniel Vorcaro”. O que está publicado, segundo ele, é que o ministro conheceu o então presidente do BRB na casa do dono do Banco Master, em ambiente reservado, e ambos trocaram impressões sobre a negociação para a compra do banco. O fato é que o STF, depois desse episódio, jamais será o mesmo. Será muito difícil resgatar a credibilidade, conforme demonstram pesquisas sobre o cenário de divisão e desgaste do maior tribunal do país. O ativismo judicial da corte também é criticado, deixando o Legislativo inerte e acuado. A saída de Dias Toffoli da relatoria do caso Master e sua confissão de que era sócio da empresa Maridt, que vendeu participação no resort Tayayá, no interior do Paraná, para um fundo do cunhado de Daniel Vorcaro, colocou o STF na berlinda. Isso trouxe à tona a confissão do ex‑governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, a respeito do ministro Toffoli, remetida pelo STF ao então Procurador‑Geral da República, Augusto Aras, para análise. Em depoimento aos delegados da Polícia Federal, Cabral relatou que o escritório da advogada Roberta Rangel, então esposa do ministro, teria recebido R$ 4 milhões para favorecer dois prefeitos do Rio — de Volta Redonda e de Bom Jesus de Itabapoana — que tinham processos no Tribunal Superior Eleitoral quando Toffoli integrava a corte, entre 2012 e 2016. Por meio da assessoria do STF, Toffoli afirmou “não ter conhecimento dos fatos mencionados” e declarou que jamais recebeu os supostos valores ilegais. Em nota, também refutou a “possibilidade de ter atuado para favorecer qualquer pessoa no exercício de suas funções”. Os pagamentos, segundo Cabral, teriam ocorrido entre 2014 e 2015. Na época, Antônio Francisco Neto, atual prefeito de Volta Redonda, já comandava o município, e Branca Motta era prefeita de Bom Jesus de Itabapoana. Cabral menciona ainda o Judiciário, incluindo as cortes superiores, o Tribunal de Contas da União e políticos do Rio de Janeiro. Tudo isso passou despercebido até o caso Banco Master, que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, descreveu como “um caso sem precedentes”, classificando‑o como “possivelmente a maior fraude bancária da história do país”. Falta apenas dizer, embora já seja explícito, que o caso Master também abalou a República petista.