A direita brasileira é marcada, em grande parte, pela influência evangélica. Sem essa força, não tenho dúvida de que o Brasil já teria seguido o caminho da Venezuela, e os judeus seriam alvo de perseguição, expulsão e até morte. A oposição à agenda marxista não nasce de uma ótica meramente religiosa, mas da verdadeira Igreja — que não se resume a templos, paredes, equipamentos de som ou denominações. Trata‑se de uma instituição invisível e espiritual, formada por pessoas redimidas. O secularismo crescente nas igrejas locais e a promiscuidade política nos púlpitos têm impedido uma transformação genuína em nosso país. Famílias cristãs desestruturadas, filhos rebeldes e pais omissos são marcas dolorosas desta geração. O conforto de um salário no fim do mês, de refeições em bons restaurantes e viagens ocasionais nos dá apenas uma falsa sensação de paz. Vivemos um cristianismo superficial e religioso, incapaz de transformar os corações de nossos filhos. Muitas vezes, esse cristianismo se disfarça de legalismo, mas o fardo se torna tão pesado que as pessoas não conseguem prosseguir na caminhada. Do ponto de vista histórico e bíblico, vemos um paralelo claro. O ministério do profeta Jonas, por volta de 760 a.C., denunciou as práticas pagãs de Nínive: idolatria, violência, rebelião, homicídio, roubo e depravação sexual. A cidade, em resposta, entrou em jejum e clamou ao Deus de Israel por perdão. Amorosamente, o Senhor perdoou o pecado nacional. Cerca de cem anos depois, porém, a geração seguinte voltou às mesmas práticas. Os pais não transmitiram o conhecimento e o temor de Deus aos filhos. Assim, Deus levantou Naum (663–612 a.C.), que anunciou o juízo. Nínive, capital do Império Neoassírio, caiu em 612 a.C., invadida e destruída por uma coalizão liderada pelos babilônios de Nabopolassar e pelos medos. Naum chamou a Assíria de “cidade sanguinária”, não apenas por suas guerras, mas pela crueldade contra inimigos e povos conquistados. O rei Assurnasirpal ordenava mutilações brutais: cortar mãos, pés, narizes e orelhas dos cativos, arrancar olhos e erguer pirâmides de cabeças humanas. Era comum perfurar ouvidos com ferro quente, esfolar prisioneiros vivos e até matar bebês no ventre de suas mães. Ao assistir aos vídeos de Tassos Lycurco, meu coração se entristeceu profundamente. Vejo sinais claros de que estamos caminhando para um colapso em nosso país.
QUE SUPREMO É ESSE?
Nestes dias de carnaval, surgiu um rock que traz a pergunta: “Que Supremo é esse?” Todos sabem a resposta, exceto quem se encontra em estágio avançado de imunização cognitiva: esse Supremo consiste em um conjunto de indivíduos que protegem corruptos, são despreparados para a magistratura, apresentam fraca formação jurídica e reputação moral duvidosa, porém estão altamente preparados para viver e proteger a corrupção. Tornaram‑se magistrados por decisão de um presidente da República, também acusado de corrupção e sem preparo intelectual e moral para o cargo. Não sou admirador de rock, mas a canção oferecida toca a mais profunda ferida da República: o Supremo Tribunal Federal. A degradação moral daquela corte atingiu nível tão alto que um de seus membros, considerado um dos políticos mais arrogantes do grupo, afirmou, em reunião secreta que foi vazada: “Ministro do Supremo não pode ser objeto de suspeita, a menos que seja de pedofilia ou estupro.” A frase representa, segundo o autor, uma confissão de que ministro pode roubar, traficar, violar a Constituição e desrespeitar o arcabouço legal da República sem que isso configure suspeição. O ministro teria afirmado que só não pode ser suspeito, ao contrário de todos os demais cidadãos, de pedofilia ou estupro. É lamentável que o país tenha na sua corte suprema indivíduos com tamanha baixeza intelectual e moral. Sobre a reunião secreta da suposta máfia do STF (Supremo Tayayá Federal), apresento um segundo vídeo, após o da música que pergunta “Que Supremo é esse?”.
Lula inelegível em 2026 e se pede impeachment
Lula está inelegível nas eleições de 2026, por abuso de poder econômico e político, desvio de finalidade e flagrante propaganda eleitoral antecipada, entre outras irregularidades. Vale lembrar que a Acadêmicos de Niterói recebeu recursos federais da Embratur e do Ministério do Turismo, cujos titulares também devem ser responsabilizados. Foram feitas menções explícitas a Bolsonaro, referido como o palhaço “Bozo” em um caminhão. Uma ala inteira de militantes vestiu vermelho, portou bandeiras com a estrela símbolo do PT e realizou gestos provocativos, como o “L”. A letra de uma música citava “treze” (por ironia, treze noites ou treze dias) e continha trechos claramente eleitorais, inclusive ataques ao adversário: “eu vi brilhar a ESTRELA de um país”, “revolucionário é SABER ESCOLHER os seus heróis”, “lute para VENCER”, “sem MITOS falsos, SEM ANISTIA”, “nosso sobrenome é Brasil DA SILVA”. Independentemente das ações cabíveis no Judiciário brasileiro, que tem sido parcial, cabe denúncia à OEA e à ONU. Por outro lado, é imprescindível a abertura de processo de impeachment contra Lula na Câmara dos Deputados, devendo ser imediatamente afastado do cargo.
Deputado do PSOL se confunde com PM, leva spray de pimenta e tenta prender o policial (veja o vídeo)
O deputado federal Fábio Félix (PSOL‑DF), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa do Distrito Federal, estava na rua como folião de um bloco de Carnaval quando foi atingido por spray de pimenta disparado por um policial militar que tentava acalmar os ânimos dos participantes. Félix afirmou que dará voz de prisão ao militar que utilizou o spray, alegando desacato à autoridade. “Vamos até a 5ª Delegacia de Polícia agora e o senhor [militar com o spray] será preso por desacato à autoridade”, declarou. “Vamos até a 5ª Delegacia de Polícia agora e o senhor [militar com o spray] será preso por desacato à autoridade”. O episódio levanta a questão de quem detém a autoridade no confronto: o deputado ou o policial. Segundo relatos, o comandante da tropa orientou o parlamentar a se retirar, usando as palavras: “Dane‑se. Se afaste. Dê voz de prisão. Faça o que quiser”. Veja o vídeo:
Eleger Flávio Bolsonaro depois do Carnaval é vital para o futuro do povo brasileiro
Votei em Jair Bolsonaro no segundo turno de 2018, já arrependido da escolha feita no primeiro. Depois, filiado à REDE, votei em Marina Silva. Em 2022, votei com convicção pela reeleição de Jair Bolsonaro. Hoje afirmo, sem hesitação, que a necessidade de eleger Flávio Bolsonaro presidente tornou‑se imperativa. Os dois primeiros governos de Luiz Inácio Lula da Silva e o de Dilma Rousseff, encerrado por impeachment, foram marcados por corrupção sistêmica, desorganização econômica e fracasso social. Ainda assim, instituições como o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal mantinham algum grau de equilíbrio. O cenário atual é mais grave. Não se trata apenas de má‑gestão ou escândalos pontuais; trata‑se de corrosão institucional. Um Congresso acuado, cujos presidentes são reféns de processos em curso no STF. Um STF avançando sobre competências exclusivas do Legislativo. A separação dos Poderes tensionada ao limite. A democracia fragilizada por dentro. Casos escandalosos de corrupção e suborno envolvendo o “Banco Master”, suspeitas de pagamentos milionários a autoridades e seus familiares, estatais em crise e falência, como o caso dos Correios, além do maior roubo da história da humanidade – o roubo do INSS, que atingiu aposentados indefesos – tudo isso simboliza um Estado em falência moral, política e econômica, que deixou de proteger o seu povo para proteger autoridades corruptas. A maior prova da desfaçatez da extrema‑esquerda lulofascista em seu governo em declínio foi a utilização de dinheiro público para financiar a escola de samba Acadêmicos de Niterói, no Rio de Janeiro, a fim de exaltar a figura do atual presidente, que outrora fora condenado por corrupção. E, como se não bastasse exaltar alguém já condenado, a escola de samba – assumidamente petista e presidida por um político do PT – atacou e ofendeu a honra de Jair Bolsonaro, preso político (não cometeu crime algum), além de retratar cristãos de forma ofensiva e desrespeitosa. Quando recursos do contribuinte são usados para promoção pessoal e para ridicularizar adversários e valores religiosos, ultrapassa‑se o limite da divergência política e entra‑se no terreno da afronta moral. Não estamos diante de uma disputa comum entre a direita e a extrema‑esquerda lulofascista. Estamos diante de um embate entre a restauração institucional e a consolidação de um modelo de poder que concentra influência, intimida opositores e relativiza princípios. Eleger Flávio Bolsonaro não é apenas uma opção eleitoral; é um posicionamento firme contra o enfraquecimento das instituições, contra a banalização da corrupção e contra o uso da máquina pública para perseguição política ou promoção pessoal. Diante do que vivemos, essa eleição deixa de ser preferência e se transforma em necessidade histórica para preservar o futuro do povo brasileiro.
25 pedidos de impeachment contra Dias Toffoli: Senado pressiona ministro
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, está sob forte pressão política no Senado Federal, onde 25 pedidos de impeachment contra ele foram registrados e aguardam análise da Mesa Diretora da Casa. A maioria desses pedidos surgiu após a divulgação de informações sobre o caso Banco Master, que trouxe à tona a atuação de Toffoli no STF em meio a investigações da Polícia Federal acerca de supostas irregularidades envolvendo a instituição financeira e conversas encontradas no celular de seu proprietário. Dos 25 pedidos constam no sistema do Senado, três apontam diretamente o Banco Master como motivo do impeachment, enquanto os demais se baseiam em decisões anteriores do ministro em diversos processos. As representações foram protocoladas no início de 2026, com datas de 26 de janeiro, 3 e 6 de fevereiro, e todas esperam despacho do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP). Diante da intensificação das pressões, Toffoli decidiu deixar a relatoria do caso que mais tem alimentado os pedidos — aquele em que seu nome apareceu no material apreendido pela PF — e a relatoria foi transferida a outro ministro do STF.
André Mendonça prega a colegas que os lucros de sua empresa irão ao dízimo, projetos sociais e educação
O ministro André Mendonça, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou que eventuais lucros e dividendos do Instituto Iter serão integralmente destinados ao dízimo, a projetos sociais e a iniciativas educacionais. A fala ocorreu no dia 8 de abril, durante culto na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, e foi divulgada posteriormente em suas redes sociais. Pastor da mesma congregação, Mendonça citou a passagem bíblica sobre Abraão, que “ao mesmo tempo em que parava e construía uma tenda, ele construía um altar de adoração a Deus”, para fundamentar sua decisão. Em seguida, explicou a escolha pessoal envolvendo a empresa da qual é sócio. “À luz desse texto, eu, com a minha esposa e sob as bênçãos dos meus filhos, decidimos que a nossa parte do Instituto Iter será para a consagração de um altar a Deus. Tudo aquilo que um dia eu e a Janey fizermos por direito… nunca tivemos participação de lucro e resultado. Tudo que ganhei até hoje ali foi para dar aula. Mas tudo que vier a gerar lucro e resultado, vou separar 10 % para o dízimo e os 90 % restantes serão investidos em obras sociais e educação. Nada será tomado para mim.” O ministro acrescentou que se sentiria desconfortável “diante de Deus e da igreja” caso subisse ao púlpito em situação que o tornasse “vulnerável diante dos homens”. “Esse compromisso que faço é mais por meu papel como pastor da igreja, para dar testemunho da igreja. As tendas que Deus vai me dar são do meu salário do Supremo e da minha atividade estrita como professor. Qualquer participação de lucro e resultado será o meu altar diante de Deus, e como testemunho perante a sociedade de que um servo de Deus abre mão de tesouros na Terra para juntar tesouros no céu.” A manifestação ocorre enquanto o STF debate a adoção de um código de ética para seus ministros e responde a questionamentos públicos sobre rendimentos provenientes de empresas privadas. Pela Lei Orgânica da Magistratura, magistrados podem integrar o quadro societário de empresas como acionistas ou cotistas, mas não podem exercer funções de gestão. Ao final da pregação, Mendonça ressaltou que a exposição pública amplia a responsabilidade de suas atitudes. “Mas hoje eventuais tropeços do André, do ministro e do pastor, repercutem em toda a igreja. E eu preciso dar bom testemunho. Eu tenho um compromisso com Deus, meus irmãos, que se um dia for para eu dar mau testemunho, que Deus me leve antes.” Mendonça deu uma “aula” aos colegas. Como relator do caso Master, ele tem um longo trabalho pela frente.
Além de Viviane Barci, Vorcaro ainda tentou contratar a ex‑esposa do ministro Toffoli
A Polícia Federal (PF) identificou trocas de mensagens em que Daniel Vorcaro, então controlador do Banco Master, apresentou propostas para contratar a advogada Roberta Rangel, ex‑esposa do ministro Dias Toffoli, a fim de atuar em processos de interesse do empresário. Com aproximadamente 200 páginas, o relatório da PF foi remetido ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Edson Fachin. Conforme os investigadores, dados extraídos do celular de Vorcaro apontam minutas contratuais relacionadas a dois casos específicos que envolviam diretamente o ex‑banqueiro. Um dos episódios mencionados é a Operação Fundo Fake, que apurou suspeitas de fraudes em fundos de pensão municipais. Em 2019, Vorcaro teve a prisão decretada, mas a medida foi posteriormente revogada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF‑1). Segundo o documento policial, em 16 de dezembro de 2020, ele encaminhou ao advogado Walfrido Warde um print contendo a minuta de contrato para que Roberta atuasse no processo. À época, ela ainda era casada com Toffoli. O outro ponto destacado envolve a Ação Direta de Constitucionalidade (ADC) 81, protocolada no STF em 2022. A ação tratava das restrições impostas pelo Ministério da Educação à abertura de novos cursos de medicina no país. Em 21 de setembro daquele ano, Vorcaro teria enviado nova minuta contratual relacionada ao tema. A ADC 81 tinha repercussão direta sobre a Ulbra, universidade cujo controle foi adquirido por Vorcaro em 2022, quando a instituição enfrentava recuperação judicial. Como grande parte da receita da universidade provém dos cursos de medicina, o desfecho da ação possuía impacto relevante sobre suas atividades. No julgamento, Toffoli acompanhou o ministro Gilmar Mendes para manter as limitações estabelecidas pelo MEC, mas também integrou a corrente que autorizou o funcionamento de cursos já liberados por decisão liminar ou em estágio avançado de análise — situação que alcançava unidades da Ulbra. Roberta Rangel trabalhou no Warde Advogados entre fevereiro de 2021 e o fim de 2022. De acordo com O Globo, a advogada declarou que não atuou efetivamente nos dois processos citados nas mensagens. No caso da Operação Fundo Fake, afirmou que seu nome pode ter constado em procuração para representar Vorcaro. Ela figura como representante do empresário em decisão do desembargador Néviton Guedes, do TRF‑1. Em relação à ADC 81, Roberta explicou que apenas subscreveu uma procuração a pedido de Walfrido Warde, representando a Associação Brasileira das Faculdades Independentes (Abrafi), e não o ex‑banqueiro. Acrescentou ainda que, conforme a jurisprudência do STF, ações de controle concentrado não configuram hipótese de suspeição. O relatório também registra que, em fevereiro de 2025, Vorcaro enviou mensagem a um funcionário da empresa Prime You, responsável pela gestão de suas aeronaves, autorizando que Roberta utilizasse um jatinho Embraer 500 Phenom 300 no trajeto Brasília–Ourinhos (SP), durante o sábado de Carnaval. O aeroporto serve como principal acesso ao Tayayá Resort, no interior do Paraná, empreendimento do qual Toffoli era sócio.
CONSERVADORISMO: PRESERVE O QUE É BOM E JUSTO, OU O FUTURO NÃO EXISTIRÁ
A controvérsia ganhou forma no desfile de uma escola de samba que representou os conservadores como “latas de conserva”, adotando um tom irônico. A imagem, concebida como crítica, permite outra interpretação. Afinal, conservar significa impedir que o que é essencial se deteriore; é impedir o estrago, prolongar a vida daquilo que realmente vale a pena e garantir que o que funciona continue funcionando. Em meio à polarização, a palavra “conservador” acabou se tornando um rótulo. Contudo, antes de atacar ou defender, é necessário compreender o real sentido desse termo. Conservar não equivale a permanecer estático no tempo; trata‑se de agir com prudência. A tradição conservadora, associada ao pensamento de Edmund Burke, ensina que a sociedade funciona como um pacto entre gerações – as que já viveram, as que vivem hoje e as que ainda virão. Mudanças podem ocorrer, mas precisam respeitar a experiência acumulada e aquilo que mantém a ordem social. No campo político e social, o conservadorismo valoriza a estabilidade. Defende pilares como a família, a fé, a propriedade privada e instituições sólidas, pois reconhece que esses alicerces sustentaram a sociedade por séculos. Quando necessárias, as mudanças devem ser realizadas com cautela, passo a passo, sem destruir o que ainda está de pé. E ao incluir evangélicos nessa caricatura, é preciso lembrar que a fé não é objeto de deboche, mas fundamento moral para milhões de brasileiros. A direita conservadora enfatiza responsabilidade individual, liberdade acompanhada de dever e limites claros para o poder do Estado. Para essa visão, a ordem não é opressão; é condição indispensável para que a liberdade exista. Essa lógica se estende a outras áreas da vida. Na economia, uma postura conservadora implica gastar com responsabilidade, evitar riscos desnecessários e proteger o que já foi conquistado. Na cultura, significa cuidar da memória, preservar tradições e valores que formam a identidade de um povo. Na saúde, consiste em priorizar tratamentos menos invasivos, preservando antes de substituir. Em todos os casos, a ideia é simples: proteger o que já provou ser eficaz. O conservador não é contra o progresso; ele se opõe à ideia de que seja preciso destruir tudo para avançar. Não acredita que a sociedade amadureça incentivando o vitimismo ou transferindo toda a responsabilidade ao Estado. Quando o indivíduo deixa de assumir seus deveres, a dependência cresce e a autonomia enfraquece. Instituições como a família, a propriedade privada, a liberdade religiosa e o Estado de Direito atravessaram séculos porque foram preservadas. A civilização não se sustenta em rupturas constantes, mas em responsabilidade contínua. Se “latas de conserva” simbolizam a proteção do que é essencial, talvez a ironia tenha revelado, ao final, um mérito: o de quem luta para manter vivo o que é justo, sagrado e seguro.
Michelle Bolsonaro condena alegoria pró‑Lula que atacou covardemente Bolsonaro
A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro (PL) manifestou‑se contra uma das alegorias exibidas pela Acadêmicos de Niterói durante o desfile realizado na noite de domingo (15), no Rio de Janeiro. A apresentação bizarra homenageou o petista Lula e incluiu um carro alegórico que mostrava um palhaço atrás das grades, trajando uniforme de presidiário e com uma tornozeleira eletrônica aparentemente danificada. A reação foi publicada por Michelle em seu perfil no Instagram, por meio dos stories. Ao comentar a representação, ela afirmou que o presidente petista foi quem enfrentou condenação e prisão por corrupção. “Só pra registrar um fato histórico: quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva. Isso é registro judicial, não opinião”.