Após a suposta fraude eleitoral, supostamente realizada com recursos públicos, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos de Niterói colocou na passarela uma sátira dirigida a uma figura considerada nociva ao Brasil e aos brasileiros. Em um evidente caso de propaganda eleitoral antecipada, a escola divulgou que a comissão julgadora do carnaval carioca teria, de maneira irônica, antecipado as notas em diversos quesitos. Não pareceu encontrar grande dificuldade para isso. Veja os quesitos e as notas atribuídas: – Crime eleitoral – Nota Deeeezzzzzzz! – Hipocrisia – Nota Deeeezzzzzzz! – Abuso do poder econômico – Nota Deeeezzzzzzz! – Cara de pau – Nota Deeeezzzzzzz! – Enganação – Nota Deeeezzzzzzz! – Ridicularidade – Nota Deeeezzzzzzz! – Populismo barato (que custou caro) – Nota Deeeezzzzzzz! Qual será a atitude do Tribunal Superior Eleitoral? Inelegibilidade, devolução de recursos públicos ou abertura de inquérito criminal pelo Ministério Público Federal?
EXCLUSIVO: HADDAD, “O MAIOR MINISTRO DA ECONOMIA DO PARAGUAI” (VEJA O VÍDEO)
Nos últimos meses, um movimento silencioso tem ganhado força: empresas brasileiras, especialmente pequenas e médias indústrias e negócios dos setores de tecnologia e comércio, cruzam a fronteira rumo ao Paraguai. O motivo é direto e objetivo: custo. Empresários afirmam que a soma de tributos federais, estaduais e municipais no Brasil, aliada à complexa burocracia, tem comprimido margens e dificultado investimentos. No Paraguai, o cenário é diferente. O país adota um modelo tributário mais simples, com imposto de renda empresarial em torno de 10 % e regras consideradas mais estáveis para quem produz e exporta. Não se trata apenas de discurso nas redes sociais. Cidades de fronteira como Ciudad del Este registram aumento na instalação de empresas de capital brasileiro, sobretudo nos setores de confecção, tecnologia, importação e montagem industrial. O regime de maquila paraguaio, que permite produção voltada à exportação com carga tributária reduzida, é um dos principais atrativos. Empresários consultados por entidades empresariais declaram que não abandonam o Brasil por convicção ideológica, mas por necessidade econômica. “Não dá para competir pagando o dobro de imposto”, resume um industrial do Sul que transferiu parte da produção para o país vizinho. Enquanto isso, o debate tributário no Brasil segue marcado por discussões sobre aumento de arrecadação e novas formas de compensação fiscal. Para críticos da política econômica atual, o efeito colateral indesejado é a migração de capital produtivo para ambientes mais previsíveis. O Paraguai, que há anos aposta em carga tributária baixa como estratégia de atração de investimentos, colhe os frutos. O Brasil, por sua vez, enfrenta o desafio de equilibrar arrecadação e competitividade. Surgindo entre os empresários, uma ironia: se a tendência continuar, o ministro da Fazenda do Brasil acabará ajudando mais o crescimento do PIB paraguaio do que o brasileiro. O movimento ainda é gradual, mas constante. A questão que ecoa nos bastidores do setor produtivo é simples: até que ponto o Brasil pode tolerar a saída de empresas antes que o debate sobre competitividade saia do papel? Veja o vídeo:
Lula ampliou o estrago e pode ter agido de forma calculada
Existem duas hipóteses: ou Lula está deliberadamente criando uma justificativa para não concorrer à próxima eleição, evitando o vexame de perder para Flávio e planejando encerrar sua trajetória como um mártir injustiçado; ou então há uma escalada alarmante do autoritarismo, com seus canhões apontados até os tribunais que já o advertiram sobre as consequências de violar as regras eleitorais. Muitos perceberam que se trata do maior crime eleitoral já transmitido, não apenas por constituir propaganda antecipada, mas também por exaltar o governo e antecipar jingle eleitoral, tudo financiado com recursos públicos. Não parece uma homenagem, mas sim publicidade encomendada que, em qualquer outro período, já configuraria crime pela origem dos recursos; em ano eleitoral, porém, isso se mostra impensável. Ele já havia sido alertado, então por que prosseguiu? Por que ampliou o dano ao deixar o camarote de homenageado e participar presencialmente da avenida? Que conhecimento ele possui para agir com tamanha segurança? Ou o Brasil está se livrando de Lula, ou estamos assistindo ao anúncio oficial do fim de um país democrático, algo que muitos já anteciparam e que agora será declarado oficialmente.
PT se torna piada nas mãos de Baleia Rossi, presidente do MDB
O medo se instalou no PT ao perceber que Lula caminha para uma derrota eleitoral diante do filho de Jair Bolsonaro. Essa perspectiva gera pavor. Sem estratégia definida e em clima de desespero, a meta passa a ser buscar alianças que reforcem a chapa de Lula. Nesse sentido, os petistas tentam atrair o MDB. Contudo, para o deputado Baleia Rossi, presidente do MDB, a situação virou motivo de piada. Questionado se apoiaria o vice do MDB na chapa de Lula, respondeu com ironia: “Eu topo. Desde que seja o Temer.”
Michelle Bolsonaro invoca Ester e acusa fake news do Estadão
Existe uma pressão quase obsessiva para que Michelle Bolsonaro reafirme, a todo instante, apoio ao senador Flávio Bolsonaro para a Presidência da República. Ela já declarou seu apoio, mas parte da imprensa continua insistindo, tentando fabricar factoides e narrativas artificiais. Durante o Carnaval, o Estadão publicou um artigo com o título mentiroso “Michelle decide não fazer campanha para Flávio Bolsonaro”. Michelle prontamente desmentiu a informação. Contudo, a manchete falsa circulou rapidamente, enquanto a correção recebeu muito menos destaque. Em suas redes sociais, Michelle foi clara ao afirmar que sua prioridade é o marido, Jair Bolsonaro, que se encontra preso de maneira ilegal, injusta e motivada politicamente. Essa é a realidade que sua família enfrenta. Michelle é esposa e mãe de duas filhas, uma delas adolescente. Ela vive um momento pessoal delicado, mas mantém serenidade e firmeza. Quando declara “tudo a seu tempo”, demonstra uma prudência rara na política atual. A postura dela lembra Ester, a personagem bíblica que suportou pressão, manteve a fé e esperou o momento certo para agir, sem se deixar influenciar pelo ruído externo. Michelle Bolsonaro não deve satisfações a uma imprensa que insiste em distorcer suas palavras. Ela já se posicionou e foi clara; o resto é mera tentativa de gerar desgaste onde não há. Quem tem convicção não se curva à pressão e aguarda o tempo oportuno.
Carmen Lúcia mente em plena reunião com os demais ministros
Não é curioso que, em uma suposta gravação clandestina vazada no Supremo, uma ministra tenha dito que anda de táxi? Só faltou dizer que ela paga a corrida com o próprio salário. Os ministros do STF utilizam carros blindados. O Gabinete de Segurança Institucional do STF administra essa proteção. Por exemplo, apenas em 2023‑2024, o STF adquiriu 11 SUVs Toyota SW4 blindados, ao custo aproximado de R$ 5 milhões, para uso dos ministros. Também há aluguel de veículos blindados para viagens. O orçamento do STF para 2026, aprovado em agosto de 2025, é de aproximadamente R$ 1,047 bilhão, dos quais R$ 72 milhões são destinados especificamente à segurança institucional – proteção do prédio, dos 11 ministros, tecnologia de vigilância, pessoal de segurança, entre outros itens. Esse valor representa um aumento significativo: em 2020, a rubrica correspondia a cerca de R$ 40 milhões. Na época, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, justificou o crescimento com “fatores externos”, como o aumento de hostilidades e ameaças ao tribunal nos últimos anos. Em 2025, foram realizados reforços adicionais por meio de Medida Provisória, que destinou R$ 27,4 milhões a mais para a segurança do prédio. O STF não divulga um número fixo e oficial de seguranças por ministro. O efetivo varia conforme o risco percebido, tipo de deslocamento (Brasília, viagens, residências) ou ameaças específicas. De acordo com reportagens e dados públicos, em 2018 – período anterior ao aumento recente de ameaças – o STF contava com 85 seguranças privados para proteger os 11 ministros, o que custava R$ 831 mil por mês. Em 2025, após aprovações orçamentárias e projetos de lei, o tribunal ampliou consideravelmente a segurança, contratando 230 profissionais dedicados à proteção pessoal privada e armada dos ministros, entre eles 114 seguranças armados e 60 motoristas. Isso não significa que cada ministro tenha um número fixo de seguranças em escala de 24 horas ou equipes rotativas. Também foram criados 40 novos cargos de Agente da Polícia Judicial (efetivos, aprovados em 2025), focados na segurança institucional e dos ministros. A proteção inclui equipes de escolta em carros blindados (geralmente de 2 a 4 agentes por veículo), vigilância em residências oficiais ou particulares em turnos, reforço em viagens ou eventos de risco – por exemplo, quatro seguranças em uma viagem de Réveillon custaram R$ 200 mil em diárias – e a segurança do prédio. O STF não divulga números exatos por questões de segurança operacional, e não foram mencionados agentes federais ou estaduais.
Toffoli vaza decisão sigilosa antes de deixar a relatoria do caso Master
Na quarta‑feira (11), o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a separação de dois documentos do processo principal do caso Master, criando processos autônomos. A decisão foi proferida no fim da tarde, poucas horas antes de Toffoli anunciar que deixaria a relatoria do caso. No dia seguinte, quinta‑feira (12), o ministro formalizou sua saída da relatoria do caso Master, com a concordância dos demais membros da Corte. Toffoli solicitou que o processo fosse redistribuído pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin. No despacho sigiloso, além de ordenar a separação dos documentos, Toffoli se autodeclarou relator dos dois novos processos derivados, alegando prevenção, termo jurídico que indica sua competência sobre o assunto naquele momento. O caso Master envolve diversos procedimentos que tramitam independentemente no STF. Ainda não há confirmação de que todos os processos derivados tenham sido transferidos para o ministro André Mendonça, que assumiu a relatoria principal após a saída de Toffoli.
Veja as imagens da encenação de Lula no desfile da Sapucaí, com Paulo Vieira no papel
A tal “homenagem” ao petista Lula já está acontecendo. O ator e humorista Paulo Vieira foi escolhido para dar rosto a Lula no desfile. Assumidamente militante de esquerda, Paulo Vieira já viralizou na web por fazer ataques contra Jair Bolsonaro. Veja as imagens do desfile:
Imagens do bizarro desfile em homenagem a Lula que ofende Bolsonaro
Imagens do carro alegórico da escola de samba que homenageará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Sapucaí já circulam no X. As imagens, consideradas bizarras, apresentam críticas ao ex‑presidente Jair Bolsonaro. Veja: A campanha de perseguição contra Bolsonaro e seus aliados, descrita como cruel, absurda e desumana, continua, segundo os autores, com tentativas de silenciar a verdade sobre os acontecimentos de 2022, decisões judiciais controversas e disputas ideológicas.
Michelle Bolsonaro refuta fake news escancarada do Estadão
A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro contestou informações de que teria se recusado a apoiar a eventual candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) à Presidência da República nas eleições de outubro. Em publicação realizada na tarde deste domingo, 15, em seu perfil no Instagram, ela afirmou que as tratativas relacionadas ao tema ocorrerão no momento apropriado, destacando que “existe um tempo para cada coisa”, sinalizando cautela nas decisões políticas. Mais cedo, o jornal O Estado de S. Paulo divulgou que Michelle teria optado por não participar do palanque do chamado “filho 01” do ex‑presidente Jair Bolsonaro. Em sua manifestação nas redes sociais, Michelle direcionou críticas ao veículo responsável pela reportagem. “Imprensa sem assunto para o final de semana”, escreveu. “A estratégia é sempre a mesma: as fontes imaginárias são ‘correligionários’, ‘aliados’, ‘pessoas próximas’… Daí, imitam o pai da mentira e inventam narrativas.” No mesmo conteúdo, ela aconselhou seus seguidores a evitarem “armadilhas que vêm de inimigos e de falsos aliados”, reforçando o tom de desconfiança em relação a determinados setores da mídia.