O Brasil atravessa um dos momentos mais sombrios de sua história institucional. De um lado, o escândalo do Banco Master expõe vísceras de um sistema financeiro que parece ter ramificações nos gabinetes de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). De outro, a fraude bilionária no INSS retira o sustento de aposentados para alimentar esquemas de corrupção que chegam ao entorno do próprio governo Lula. No centro desse redemoinho, surge uma pergunta que ecoa de Norte a Sul: onde está o Senado Federal? A Constituição é clara: o Senado é o único órgão capaz de exercer o freio sobre os excessos do Judiciário. Contudo, o que se observa é uma “Casa Alta” que se diminuiu. Sob a liderança de Davi Alcolumbre, o Senado deixou de ser um poder revisor para se tornar uma correia de transmissão de interesses obscuros e blindagens políticas. Esse é exatamente o tema da nova edição da Revista A Verdade. Para ler a reportagem na íntegra, clique no link abaixo: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/79235/cade-o-senado-quando-o-brasil-esta-a-deriva
Torcida organizada do Corinthians planejou invadir a Globo para soltar panfletos da Supercopa – motivo absurdo
O portal Metrópoles revelou que integrantes da torcida organizada do Corinthians no Rio de Janeiro elaboraram um plano para levar informações sobre o ex‑jogador Edilson “Capetinha” para dentro da casa do BBB 26. O plano foi interrompido na manhã deste sábado, 14 de fevereiro, quando a produção do reality expulsou Edilson Capetinha. Segundo o portal, membros da torcida pretendiam usar um helicóptero para soltar panfletos sobre a sede do programa da TV Globo, contendo o resultado da Supercopa Rei, competição vencida pelo Corinthians no início do mês. “A informação que nóis conseguiu puxar (…) é que a casa é lá, no meio daqueles morro. Se for verdade, o bagulho vai acontecer, viado”, disse um torcedor em vídeo obtido com exclusividade. Outro vídeo mostra a caixa dos panfletos que seriam distribuídos aos confinados do BBB 26: “Ei, Capetinha! Sem sinal aí dentro? Mas aqui é sinal de campeão! Supercopa é do Coringão”, acrescenta o material, que ainda traz foto do ex‑jogador. A coluna constatou que os planos foram frustrados após a expulsão de Edilson Capetinha, que recebeu duas pancadas no rosto do participante Leandro, violando as regras da atração. Vale lembrar que, no início do mês, o ex‑brother chegou a perguntar ao apresentador Tadeu Schmidt qual havia sido o resultado da final da Supercopa Rei entre Corinthians e Flamengo; o jornalista não informou. O Corinthians venceu o Flamengo por 2 a 0.
TRUMP RECUSA TRÉGUA, IMPÕE BLOQUEIO DE COMBUSTÍVEL E DEIXA 50% DAS GRANDES CIDADES CUBANAS NO ESCURO
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs um bloqueio nos carregamentos de combustível destinados a Cuba, afetando 60 % dos cerca de 100 mil barris de petróleo bruto diários necessários ao sistema energético cubano. A medida, adotada em janeiro de 2026, reduziu a iluminação noturna nas grandes cidades do leste da ilha em até 50 % em relação às médias históricas, conforme dados da Bloomberg News. A crise energética apresenta desigualdades marcantes no território cubano. Enquanto Santiago de Cuba e Holguín registram quedas expressivas na iluminação, a capital Havana mantém luz na maior parte de sua zona central, onde se concentram instalações industriais, militares e governamentais relevantes. Havana abriga aproximadamente um quinto dos dez milhões de habitantes de Cuba. Imagens de satélite analisadas pela Bloomberg revelam que os subúrbios da capital, como Cojímar e Alamar, também sofrem com a redução da iluminação, evidenciando a priorização das áreas centrais pelo governo do presidente Miguel Díaz‑Canel. A situação atual segue problemas estruturais no sistema elétrico cubano. Em dezembro de 2025, uma falha na linha de transmissão interrompeu temporariamente a conexão entre Havana e as principais usinas termelétricas situadas em Matanzas. O bloqueio de petróleo integra a estratégia de Trump para pressionar o regime cubano após a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela. Em 3 de janeiro, forças americanas capturaram Nicolás Maduro em Caracas e o conduziram a Nova Iorque para responder a acusações de narcoterrorismo. Após a captura, Trump ordenou ao governo interino venezuelano, liderado por Delcy Rodríguez, a interrupção de todos os envios de energia e financiamento destinados a Havana. Cuba recebeu uma pequena carga de petróleo em 9 de janeiro, segundo dados da empresa Kpler. O navio‑tanque Pastorita, que navega sob bandeira cubana, chegou ao porto de Havana nessa data, em meio à crise energética agravada pela paralisação do suprimento venezuelano. A Unión Eléctrica, autoridade estatal cubana, confirma que o colapso no fornecimento de energia coincide com a captura do principal aliado de Havana na Venezuela. O México conseguiu entregar apenas uma carga reduzida no início de janeiro, mas, semanas depois, o presidente americano ameaçou impor tarifas a qualquer nação que forneça combustível à ilha. Como consequência dessas ações, Havana completa um mês sem receber entregas significativas de combustível. Especialistas estimam que as reservas petrolíferas cubanas seriam suficientes para menos de 20 dias, segundo a Bloomberg, embora não existam dados oficiais que confirmem o real nível dos estoques. Na semana passada, o governo cubano anunciou medidas de contingência para enfrentar a escassez energética. Entre as ações adotadas estão a redução das linhas de transporte público, a diminuição da semana de trabalho para quatro dias, o fechamento de resorts turísticos e a limitação da venda de gasolina apenas a consumidores que possam pagar em dólares americanos. Trump sustenta que o regime cubano está tão enfraquecido que entrará em colapso naturalmente, justificando o corte de todas as fontes de apoio externo para acelerar esse processo. O presidente cubano Miguel Díaz‑Canel sinalizou abertura para negociações com os Estados Unidos, mas mantém a posição de preservação do sistema de partido único. A população cubana enfrenta pressões crescentes em razão dessa situação.
Toffoli detecta a jogada de Lula e revida imediatamente
O ministro Dias Toffoli atribui a Luiz Inácio Lula da Silva a iniciativa da Polícia Federal de entregar ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, um relatório que detalha supostas conexões entre o presidente e o empresário Daniel Vorcaro. A informação foi fornecida por Malu Gaspar. Segundo a matéria, Andrei Rodrigues seria um “pau‑mandado” de Lula, tendo entregado pessoalmente o documento a Fachin. Toffoli afirma que Lula pretende ocupar a vaga do ministro para resolver a controvérsia envolvendo a indicação de “Bessias”. “A pessoas próximas, Toffoli tem dito que não tem dúvidas de que o petista busca se vingar, embora ambos tenham se reconciliado no fim de 2024 após seis anos de distanciamento.” Toffoli teria reagido imediatamente e, por ora, estaria protegido por gravações da reunião com os demais ministros, que teriam em mãos. O texto descreve a ação como “uma jogada de mestre, cobra engolindo cobra”. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Presidente da CPMI do INSS coloca o 1º grande teste na mesa de André Mendonça
O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou, nesta sexta‑feira (13), que solicitou ao novo relator do caso Master, ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a devolução ao colegiado de todos os documentos referentes às quebras de sigilo bancário, fiscal e telefônico do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Com esses documentos em mãos, a CPMI poderá realizar uma investigação aprofundada das relações do banqueiro e avançar nas apurações. O senador Viana destacou a importância desse material: “Esses elementos são fundamentais para a continuidade dos trabalhos da CPMI, para a consolidação das provas já colhidas e para o avanço responsável do relatório final. A Comissão tem o dever constitucional de apurar os fatos com profundidade, respeito ao devido processo legal e total transparência”. O senador também anunciou que haverá uma audiência com Mendonça na primeira semana após o Carnaval. “Na ocasião, trataremos pessoalmente da importância da cooperação entre os Poderes para que a CPMI possa cumprir integralmente sua missão”. Trata‑se, sem dúvida, do primeiro grande teste de coragem para o novo relator.
Pai mata filha de 15 anos com machado e tira a própria vida
A adolescente Beatriz Alves Moraes, de 15 anos, foi morta com golpes de machado na noite de quinta‑feira (12) em Irará, Bahia. O pai da menina, Danilo Moraes da Silva, de 39 anos, suspeito do crime, cometeu suicídio logo em seguida. Seu corpo foi encontrado em um imóvel da família, localizado em um loteamento residencial da cidade. Segundo familiares, a jovem saiu de casa acompanhada do pai para ir a uma pizzaria, mas o homem retornou sozinho. Diante do desaparecimento, policiais militares iniciaram buscas na região e localizaram o corpo da adolescente em um terreno baldio na área central da cidade, próximo ao Loteamento Jardim das Flores. A perícia constatou que a vítima foi atingida por golpes de machado. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia e a remoção dos corpos. Em nota, a Prefeitura de Irará lamentou o falecimento de Beatriz Alves, ressaltando que a adolescente era muito querida pelos moradores e que deixava uma marca de alegria e bondade por onde passava.
Todos os ministros são suspeitos, mas provas técnicas apontam Toffoli como o responsável
Os diálogos divulgados pelo site Poder360 reproduzem, de forma literal, as falas dos ministros. Não restam dúvidas de que as conversas foram gravadas. Os magistrados enviaram a reportagem ao ministro Dias Toffoli, demonstrando que a gravação ocorreu. Toffoli nega: “Não gravei e não relatei nada para ninguém”, afirma ele. Em tese, todos os que estavam presentes na reunião são suspeitos. O encontro foi restrito aos ministros da Corte; ninguém fora deles tinha autorização para entrar no local, o que leva à conclusão de que o registro foi feito por algum integrante do STF. A hipótese de que Toffoli seja o responsável ganha sustentação. Veja a análise do jornalista Guilherme Amado: Ministros do STF apontaram Dias Toffoli como o responsável por vazar o conteúdo das reuniões que ocorreram a portas fechadas no Supremo ontem. A gravação das reuniões, cujo teor foi divulgado pelo site Poder 360, é considerada um fato porque as frases citadas na reportagem estão transcritas literalmente. O ministro negou que tenha gravado os colegas. Um ministro ouvido pela coluna pontuou, porém, alguns dados que reforçam a tese de que foi Toffoli quem gravou os colegas. A reportagem do Poder360 traz informações de duas reuniões que ocorreram na quinta‑feira, 12. O primeiro encontro, iniciado por volta das 13h30, contou com Edson Fachin, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes, além de Toffoli. A segunda reunião, iniciada por volta das 16h30, resultou no afastamento do ministro do caso Master e contou com todos os ministros. Ou seja, Toffoli estava nas duas reuniões, e na primeira não havia ninguém além dos ministros. E a tese de que um funcionário da informática do STF poderia ter gravado a conversa? Este mesmo ministro considera pouco plausível. Neste segundo encontro, que se estendeu à noite, dois ministros participaram virtualmente, André Mendonça e Luiz Fux, enquanto os outros oito estavam reunidos na mesma sala do STF. A videoconferência utilizou apenas três computadores: o da sala onde estavam os oito ministros, o de Mendonça e o de Fux. Um técnico do STF entrou virtualmente na sala da videoconferência antes da reunião para conectar os ministros e saiu da chamada após a entrada de Fux e Mendonça. A videoconferência não foi gravada nem acompanhada presencialmente por outra pessoa. O que aponta ainda mais para Toffoli são as declarações positivas a ele presentes em todo o conteúdo vazado ao site Poder360, enquanto, segundo o próprio ministro, havia frases negativas direcionadas a ele.
Fachin corre risco de praticar nova ilegalidade e aprofundar a crise no STF
O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), está avaliando a possibilidade de instaurar inquérito para apurar a suposta gravação clandestina da reunião dos ministros ocorrida na quinta‑feira (12), quando foi decidido o afastamento de Dias Toffoli da relatoria do caso Master. Fachin entende que o episódio pode representar ameaça à segurança da Corte e pensa em utilizar o mesmo procedimento adotado por Dias Toffoli para abrir o inquérito das chamadas “fake news”, ou seja, instaurar o inquérito de ofício, por iniciativa própria. A questão que se coloca é se o presidente do STF tem legitimidade para abrir inquérito sobre a gravação clandestina da reunião. A juíza exilada Ludmila Lins Grilo, reconhecida especialista em direito, apresentou uma breve análise sobre o assunto. Confira: “O artigo 43 do Regimento Interno do STF, usado por Toffoli para abrir o inquérito das fake news, dispõe que ‘ocorrendo infração à lei penal na sede ou dependência do Tribunal, o Presidente instaurará inquérito, se envolver autoridade ou pessoa sujeita à sua jurisdição, ou delegará esta atribuição a outro Ministro’.” “Toffoli nunca poderia ter aberto inquérito com base nesse artigo, porque os atos que ele pretendia investigar não foram praticados nas dependências do tribunal. Já a gravação clandestina poderia ter ocorrido lá dentro (digo ‘pode’ porque havia participantes online).” “Para que haja inquérito, o ato investigado deve ser criminoso. Qual seria o delito cometido por quem gravou e divulgou a reunião?” “No Brasil, não é crime gravar conversa da qual se participa, seja presencial ou remotamente. A jurisprudência admite esse tipo de gravação, inclusive como prova em processos judiciais.” “Se a gravação, por si só, não constitui crime, resta analisar se a divulgação seria ilícita. Caso exista dever de sigilo funcional, o agente poderia incorrer no artigo 325 do Código Penal (mesmo artigo que está sendo imputado ao Tagliaferro).” “Entretanto, esse cenário não se aplica. O desejo dos ministros de manter a reunião em segredo não caracteriza sigilo funcional no sentido jurídico.” “Adicionalmente, mesmo que a conversa fosse realmente sigilosa, se a gravação tivesse o objetivo de registrar crimes que possam ter sido praticados, quem gravou estaria amparado por excludente de ilicitude, na condição de whistleblower (denunciante).” “Portanto, não há crime que justifique a aplicação do artigo 43 do Regimento Interno, sobretudo porque o regimento, datado de 1980, não foi recepcionado pela Constituição Federal de 1988, que atribui ao Ministério Público a titularidade da ação penal. O Código de Processo Penal, em seu art. 3°‑A (incluído em 2019), reforça o sistema acusatório, o que constitui outro argumento contra a possibilidade de instauração de inquéritos pelo STF.” “Seria irônico ver um ministro do STF sendo investigado por inquérito de ofício fundado no mesmo argumento, mas, tecnicamente, Fachin incorreria em abuso de autoridade, assim como Toffoli e Moraes.”
FORÇAS ARMADAS DOS EUA PREPARAM OPERAÇÃO PROLONGADA CONTRA O IRÃ
As Forças Armadas dos Estados Unidos estão elaborando planos para possíveis operações militares contra o Irã que podem durar várias semanas. A informação foi divulgada nesta sexta‑feira (13), enquanto o porta‑aviões USS Gerald R. Ford navega em direção ao Golfo Pérsico, intensificando as tensões entre Washington e Teerã. O planejamento militar ocorre paralelamente às negociações diplomáticas entre os EUA e o Irã sobre um novo acordo nuclear. A revelação dos preparativos foi feita por fontes que falaram sob condição de anonimato, pressionando as conversações em andamento, num momento em que a Casa Branca busca resultados nas tratativas com o governo iraniano. O presidente Donald Trump confirmou o deslocamento do porta‑aviões para o Oriente Médio. Segundo informações do New York Times obtidas com fontes anônimas, a tripulação recebeu ordens de deslocamento emitidas pelo Pentágono na quinta‑feira, com previsão de chegada à região entre o final de abril e o início de maio. Durante discurso às tropas americanas em uma base na Carolina do Norte na sexta‑feira, o presidente comentou sobre as negociações com o Irã, afirmando que “tinha sido difícil chegar a um acordo”. Trump acrescentou: “Às vezes você precisa ter medo. Essa é a única coisa que realmente resolverá a situação”. Os oficiais indicaram que o planejamento atual é mais complexo que a operação denominada “Martelo da Meia‑Noite”, executada em junho de 2025, quando os Estados Unidos bombardearam instalações nucleares iranianas. Uma das fontes explicou que, em uma campanha militar prolongada, as forças americanas poderiam atingir não apenas a infraestrutura nuclear, mas também instalações estatais e de segurança do Irã. Especialistas em segurança internacional avaliam que um ataque americano de maior escala aumentaria as chances de retaliação iraniana. Tal resposta representaria riscos para tropas e bases dos EUA próximas ao território iraniano, bem como para aliados de Washington na região do Golfo. Um dos oficiais mencionou que os Estados Unidos já antecipam uma retaliação do Irã, o que poderia desencadear uma sequência de ataques e contra‑ataques por um período prolongado. Quando questionados sobre esses riscos, nem a Casa Branca nem o Pentágono comentaram. Nas últimas semanas, o presidente dos EUA tem feito ameaças de bombardear o Irã, citando como justificativas os programas nucleares e de mísseis balísticos do país, além da repressão do regime iraniano contra os protestos que se espalham pelo país desde o final de 2025. Na quinta‑feira, Trump advertiu que, caso uma solução diplomática não seja alcançada, a alternativa seria “muito traumática, muito traumática” para Teerã. O deslocamento do USS Gerald R. Ford para o Golfo Pérsico representa um reforço ao arsenal militar que os Estados Unidos já mantêm na região. A presença desse porta‑aviões eleva a capacidade militar dos EUA em caso de escalada do conflito com o Irã. Benjamin Netanyahu, primeiro‑ministro de Israel, esteve com Trump na Casa Branca na quarta‑feira. A reunião a portas fechadas durou aproximadamente três horas. Após o encontro, Trump classificou a conversa como “muito boa” e revelou ter comunicado a Netanyahu que continuará buscando uma solução diplomática com o Irã, apesar do ceticismo existente no governo israelense.
Justiça impõe prazo de 24 horas ao deputado Rogério Correia para retractar fake news
O deputado federal Rogério Correia (PT‑MG) divulgou, por meio de inteligência artificial, uma imagem que simulava um encontro inexistente entre o ex‑presidente Jair Bolsonaro, o banqueiro Daniel Vorcaro e o ex‑presidente do Banco Central Roberto Campos Neto. Na legenda, o parlamentar descreveu a montagem como “retrato da roubalheira do Banco Master”. A publicação foi rapidamente desmascarada e a imagem foi apagada. Apesar da retirada, a justiça concedeu ao parlamentar o prazo de 24 horas para publicar retratação em todas as suas redes sociais, reconhecendo que a foto era falsa e criada com IA. O prazo expira no dia de hoje.