As Forças Armadas dos Estados Unidos estão elaborando planos para possíveis operações militares contra o Irã que podem durar várias semanas. A informação foi divulgada nesta sexta‑feira (13), enquanto o porta‑aviões USS Gerald R. Ford navega em direção ao Golfo Pérsico, intensificando as tensões entre Washington e Teerã. O planejamento militar ocorre paralelamente às negociações diplomáticas entre os EUA e o Irã sobre um novo acordo nuclear. A revelação dos preparativos foi feita por fontes que falaram sob condição de anonimato, pressionando as conversações em andamento, num momento em que a Casa Branca busca resultados nas tratativas com o governo iraniano. O presidente Donald Trump confirmou o deslocamento do porta‑aviões para o Oriente Médio. Segundo informações do New York Times obtidas com fontes anônimas, a tripulação recebeu ordens de deslocamento emitidas pelo Pentágono na quinta‑feira, com previsão de chegada à região entre o final de abril e o início de maio. Durante discurso às tropas americanas em uma base na Carolina do Norte na sexta‑feira, o presidente comentou sobre as negociações com o Irã, afirmando que “tinha sido difícil chegar a um acordo”. Trump acrescentou: “Às vezes você precisa ter medo. Essa é a única coisa que realmente resolverá a situação”. Os oficiais indicaram que o planejamento atual é mais complexo que a operação denominada “Martelo da Meia‑Noite”, executada em junho de 2025, quando os Estados Unidos bombardearam instalações nucleares iranianas. Uma das fontes explicou que, em uma campanha militar prolongada, as forças americanas poderiam atingir não apenas a infraestrutura nuclear, mas também instalações estatais e de segurança do Irã. Especialistas em segurança internacional avaliam que um ataque americano de maior escala aumentaria as chances de retaliação iraniana. Tal resposta representaria riscos para tropas e bases dos EUA próximas ao território iraniano, bem como para aliados de Washington na região do Golfo. Um dos oficiais mencionou que os Estados Unidos já antecipam uma retaliação do Irã, o que poderia desencadear uma sequência de ataques e contra‑ataques por um período prolongado. Quando questionados sobre esses riscos, nem a Casa Branca nem o Pentágono comentaram. Nas últimas semanas, o presidente dos EUA tem feito ameaças de bombardear o Irã, citando como justificativas os programas nucleares e de mísseis balísticos do país, além da repressão do regime iraniano contra os protestos que se espalham pelo país desde o final de 2025. Na quinta‑feira, Trump advertiu que, caso uma solução diplomática não seja alcançada, a alternativa seria “muito traumática, muito traumática” para Teerã. O deslocamento do USS Gerald R. Ford para o Golfo Pérsico representa um reforço ao arsenal militar que os Estados Unidos já mantêm na região. A presença desse porta‑aviões eleva a capacidade militar dos EUA em caso de escalada do conflito com o Irã. Benjamin Netanyahu, primeiro‑ministro de Israel, esteve com Trump na Casa Branca na quarta‑feira. A reunião a portas fechadas durou aproximadamente três horas. Após o encontro, Trump classificou a conversa como “muito boa” e revelou ter comunicado a Netanyahu que continuará buscando uma solução diplomática com o Irã, apesar do ceticismo existente no governo israelense.
Justiça impõe prazo de 24 horas ao deputado Rogério Correia para retractar fake news
O deputado federal Rogério Correia (PT‑MG) divulgou, por meio de inteligência artificial, uma imagem que simulava um encontro inexistente entre o ex‑presidente Jair Bolsonaro, o banqueiro Daniel Vorcaro e o ex‑presidente do Banco Central Roberto Campos Neto. Na legenda, o parlamentar descreveu a montagem como “retrato da roubalheira do Banco Master”. A publicação foi rapidamente desmascarada e a imagem foi apagada. Apesar da retirada, a justiça concedeu ao parlamentar o prazo de 24 horas para publicar retratação em todas as suas redes sociais, reconhecendo que a foto era falsa e criada com IA. O prazo expira no dia de hoje.
Ministro acusado de assédio pode ter salário suspenso pelo STJ
O Ministério Público, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), solicitou que o órgão acione o Superior Tribunal de Justiça (STJ) para suspender a remuneração do ministro Marco Aurélio Gastaldi Buzzi, que se encontra afastado da Corte em razão de denúncias de assédio sexual. O ministro foi denunciado por duas mulheres. Uma delas, com 18 anos, afirmou ter sido molestada pelo ministro em uma praia de Santa Catarina. A outra, ex‑secretária do gabinete do ministro no STJ, também relatou ter sofrido assédio no ambiente de trabalho. O Ministério Público requer que o TCU adote as medidas necessárias para apurar os valores já pagos ao ministro Marco Buzzi desde o início de seu afastamento, com vistas à eventual restituição ao erário, e que determine ao STJ a imediata suspensão de qualquer remuneração ao ministro enquanto perdurar o afastamento cautelar. O pedido fundamenta‑se na gravidade das acusações e na necessidade de resguardar os princípios constitucionais da moralidade, eficiência e economicidade. Os pedidos do Ministério Público ao TCU são: – Adotar medida cautelar, reconhecendo o fumus boni iuris e o periculum in mora, determinando ao STJ a imediata suspensão do pagamento de qualquer remuneração ao ministro Marco Buzzi enquanto perdurar seu afastamento cautelar, considerando a gravidade das acusações e a necessidade de proteger os princípios constitucionais da moralidade, eficiência e economicidade; – Apurar os valores já pagos ao ministro Marco Buzzi desde o início de seu afastamento, com vistas à eventual restituição ao erário, caso seja constatada irregularidade; – Encaminhar cópia da presente representação e da decisão que vier a ser proferida ao Ministério Público Federal (MPF) para adoção das medidas de sua competência; – Encaminhar cópia da presente representação e da decisão que vier a ser proferida ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para ciência. SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
Dias Toffoli grava reunião de ministros e fica com a mão na jogada
Se realmente foi Dias Toffoli quem gravou a reunião dos ministros, trata‑se de uma verdadeira jogada de mestre. Segundo o autor, ele teria sido orientado por outro ministro mais experiente que permaneceu em silêncio durante o encontro. Toffoli teria gravado a íntegra da reunião e divulgado apenas um pequeno trecho, que não compromete ninguém, mas deixa claro que a sessão foi gravada. O conteúdo completo, que ele supostamente conserva, poderia conter confissões e informações que não podem ser publicadas. Assim, Toffoli ficaria com todos na mão. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Explosão de ódio contra judeus no Reino Unido – veja o vídeo
O Reino Unido, que no passado foi visto como refúgio para judeus durante o Holocausto, agora enfrenta uma onda crescente de antissemitismo que alarma comunidades religiosas e autoridades internacionais. Relatos recentes apontam judeus agredidos nas ruas, residências pichadas com suásticas, estudantes universitários ameaçados e empresas judaicas cercadas por manifestantes hostis. Também se multiplicam outdoors com mensagens antissemitas e campanhas de boicote a produtos de origem judaica. O programa evangélico norte‑americano The 700 Club, da Christian Broadcasting Network (CBN), destacou que judeus britânicos são obrigados a se reunir em segredo ou sob forte segurança e, em alguns casos, são proibidos de assistir a partidas de futebol. A situação remete a episódios da Alemanha nazista, como os pogroms e a Noite dos Cristais, que precederam o Holocausto. O cenário atual pode ser visto como prenúncio de novas tensões globais. O momento exige reflexão, solidariedade e oração. Para muitos evangélicos, os acontecimentos são interpretados sob uma perspectiva bíblica como parte de um “reajuntamento” dos judeus à sua terra, sinal de restauração espiritual e nacional. O aumento do antissemitismo na França, Alemanha, Itália e no próprio Reino Unido reforça a gravidade da crise. Comunidades judaicas relatam medo constante e preocupação com o futuro, em um ambiente que já não oferece a segurança de décadas anteriores.
DEPOIS DE BOLSONARO, NIKOLAS FERREIRA ASSUME A PRINCIPAL LIDERANÇA DA DIREITA BRASILEIRA
Desde a ascensão de Jair Bolsonaro ao protagonismo nacional, a direita brasileira passou a se organizar em torno de uma liderança de forte apelo popular, marcada por mobilização de massas e intenso engajamento digital. Bolsonaro continua sendo, indiscutivelmente, a maior liderança da direita, porém impedido de se manifestar publicamente por sua prisão, que a base considera ilegal, imoral e injusta. Nesse cenário, um nome desponta: Nikolas Ferreira. Deputado federal mais votado do Brasil em 2022, Nikolas construiu uma trajetória meteórica iniciada na Câmara Municipal de Belo Horizonte e rapidamente ampliada ao cenário nacional. Jovem, combativo e com linguagem direta, consolidou uma base fiel entre conservadores, especialmente jovens e evangélicos, tornando‑se um dos parlamentares com maior alcance e engajamento nas redes sociais. Sua força vai além do ambiente digital. Nikolas demonstra capacidade de pautar debates, influenciar narrativas e mobilizar militância de forma orgânica e veloz. Seus discursos frequentemente ultrapassam a própria base ideológica, alcançando repercussão nacional e provocando forte reação no debate público, característica típica de lideranças centrais. Nos últimos meses, essa capacidade de mobilização ganhou expressão concreta. O deputado realizou uma marcha partindo de Minas Gerais em direção a Brasília, gesto simbólico que reforçou sua conexão direta com apoiadores. Mais recentemente, convocou manifestações em todo o país para o dia 1º de março, sob o lema “Acorda Brasil – Fora Lula, Fora Moraes e Fora Toffoli”. A iniciativa reforça seu papel como articulador de rua e principal voz da oposição conservadora. Diferentemente de lideranças com perfil mais técnico ou institucional, Nikolas combina identidade ideológica firme com domínio da comunicação digital e forte presença popular. Esse conjunto o coloca hoje como o nome de maior capacidade mobilizadora dentro da direita brasileira, enquanto Bolsonaro permanece em cárcere político. Para a base conservadora, há ainda um elemento estratégico adicional: Nikolas apoia a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República em 2026. O gesto sinaliza alinhamento político e fortalece a articulação de um projeto nacional que busca manter coesa a base bolsonarista. Em termos de carisma, alcance, influência narrativa e capacidade de ativação popular, Nikolas Ferreira se consolida como a maior liderança da direita brasileira depois de Jair Bolsonaro. ACORDA BRASIL! 1º de março, o povo nas ruas!
Fachin quer abrir inquérito no STF usando o mesmo artifício das fake news
Edson Fachin pretende instaurar um inquérito para investigar a suposta gravação clandestina da reunião dos ministros do Supremo Tribunal Federal realizada nesta quinta‑feira (12), reunião que decidiu afastar o ministro Dias Toffoli da relatoria do caso Master. Fachin considera que a possível gravação constitui ameaça à segurança do tribunal e avalia empregar o mesmo procedimento que o próprio Toffoli utilizou para abrir o inquérito das fake news, isto é, iniciar a investigação de ofício e, se necessário, notificar a Procuradoria‑Geral da República. Após a reunião, alguns ministros passaram a suspeitar que foram gravados por Toffoli, conforme noticiou a jornalista Mônica Bergamo. A suspeita tem como base uma reportagem publicada na madrugada de sexta‑feira (13) pelo portal Poder360, que reproduziu fielmente as falas dos ministros no encontro, entre aspas. A informação foi fornecida pelo jornalista Guilherme Amado.
Jornalista respeitado afirma que STF perdeu reputação ilibada e se tornou tóxico ao país
Um excelente texto do jornalista Adalberto Piotto faz uma análise extremamente coerente sobre a atual situação da Suprema Corte. A realidade apresentada é dolorosa para a sociedade. O Poder 360 traz reportagem que desmonta qualquer vestígio de ilibada reputação do STF na reunião de quinta‑feira para tratar do caso Toffoli, depois que a Polícia Federal levou ao presidente Edson Fachin informações que colocariam a relatoria do ministro no caso do Banco Master sob elevada suspeição. As investigações trariam conteúdo ainda mais grave, na verdade. Tomando pelo valor de face os bastidores da reunião de ontem, trazidos pelo Poder, há duas coisas que se pode ressaltar. A primeira é ruim, de gênese. O STF teria se tornado tóxico ao país, uma instituição sem moral para julgar segundo as duas exigências que se requer de postulantes à corte: reputação ilibada e notável saber jurídico, requisitos que obrigam os ministros a respeitar e defender a Constituição de maneira inequívoca. Mais perigoso ainda é que se trata de uma instituição desmoralizada de dentro para fora, mas ainda detentora de muito poder. Com 85 % de decisões monocráticas, a maioria das quais tergiversa sobre a Constituição, o STF assemelha‑se a um monarca sem controle. É um caso notório de decadência político‑institucional no pior sentido para uma corte de justiça que não se submete ao voto popular a cada quatro anos para escrutínio do eleitor. O Brasil ficaria refém de juízes à margem da lei e do mínimo decoro. A parte moderadamente boa de toda essa história é que a corte perdeu a áurea de poder moderador e garantidor da República – falsa, sabemos, mas que convencia e interessava a muita gente que também havia perdido o senso de civilidade democrática e jurídica. Em política, o STF se colocou sob esse guarda‑chuva ao se afastar da tecnicidade da Justiça; todo mundo deve prestar contas a alguém, seja de forma legítima e pública, ao povo, ou de modo estranho e impresso nos bastidores. Todos devem satisfação. Em determinado momento, o STF, ao adquirir um poder anormal concedido por tantos que foram omissos ou interesseiros, passou a dar de ombros a essa regra. Ao impor medo e perseguição, ultrapassou os limites da Constituição, acima de tudo, acima do Brasil. O escândalo atual – de dentro para fora, insisto – devolveu o tribunal à regra dos mortais na política. Em perspectiva moderadamente otimista, é importante notar que fatos recentes colocam o STF nas cordas como jamais esteve. Está sendo questionado por mais gente, inclusive pela parte da imprensa e da sociedade que antes o apoiava mesmo nos abusos. O principal: o escândalo vem de dentro, dos próprios ministros, e não de inimigos externos, como quando se mirou Bolsonaro e os presos do dia 8, cometendo atrocidades jurídicas sob a justificativa de “salvar a democracia”. Nunca houve tal intenção. Por fim, diante do corporativismo que se observou nas supostas declarações da reunião fechada dos ministros, a torcida agora é por mais bastidores, mais vazamentos e por ministros sensíveis que não queiram manter a aparente união sob um mau cheiro insuportável.
Crise institucional no STF culmina com afastamento de Toffoli da relatoria
O caso Banco Master deixou de ser apenas um escândalo financeiro e passou a ser um teste direto para a credibilidade das instituições brasileiras, sobretudo do Supremo Tribunal Federal. O banco foi liquidado pelo Banco Central após indícios de fraudes contábeis, operações sem lastro e um rombo estimado entre R$ 17 bilhões e R$ 40 bilhões. Diante de números tão alarmantes, o esperado seria uma apuração técnica, firme e transparente. O cenário mudou quando a Polícia Federal encontrou, no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, mensagens que mencionam diretamente o ministro Dias Toffoli, então relator do caso no STF. A PF comunicou o presidente da Corte, Edson Fachin, e solicitou a suspeição de Toffoli, alegando possível comprometimento de sua imparcialidade. O relatório aponta mensagens sobre transferências financeiras à empresa Maridt, da qual Toffoli é sócio. As conversas tratam de negociações envolvendo o resort Tayayá, empreendimento ligado à família do ministro. Um fundo relacionado ao Banco Master teria adquirido participação no negócio, o que, segundo a PF, pode configurar conflito de interesses. Também há registros de ligações telefônicas, convite para evento social e mensagens com tom de proximidade entre o banqueiro e o ministro. Embora o conteúdo das chamadas não tenha sido divulgado, a frequência e o contexto levantaram dúvidas sobre a neutralidade do relator. O nome de Toffoli aparece explicitamente nos diálogos extraídos dos aparelhos, o que fundamentou o pedido formal de suspeição com base na Lei Orgânica da Magistratura e no regimento interno do STF. O relatório, com cerca de 200 páginas, foi entregue pessoalmente pelo diretor‑geral da PF ao presidente do Supremo. Fachin abriu procedimento interno, notificou Toffoli para apresentar defesa e compartilhou o material com os demais ministros. Em nota pública, o gabinete de Toffoli classificou o pedido como baseado em “ilações”. O ministro negou amizade ou recebimento de valores, afirmou que sua participação societária era declarada e questionou a legitimidade da PF para requerer suspeição, por não ser parte no processo. Prometeu resposta formal, mas não detalhou o teor das mensagens. A pressão institucional aumentou nos dias seguintes. Toffoli deixou oficialmente a relatoria do caso, após reunião com os demais ministros do STF. A Corte divulgou nota afirmando que não havia fundamento jurídico para declarar sua suspeição, mas a saída da relatoria foi interpretada como tentativa de reduzir a tensão e preservar a imagem do tribunal. O processo foi redistribuído ao ministro André Mendonça, que agora terá de decidir se mantém o inquérito no STF ou se remete partes relevantes à primeira instância. A decisão será crucial para definir os rumos do caso e o alcance das investigações. Paralelamente, a crise pode ganhar nova dimensão. Informações divulgadas na imprensa indicam que a Polícia Federal prepara outro relatório que mencionaria o ministro Alexandre de Moraes. O documento, ainda não oficializado no STF, reuniria mensagens extraídas do celular de Vorcaro e referências a um contrato envolvendo a esposa do ministro. Se confirmado, o novo relatório ampliará o impacto institucional do caso. O episódio vai além das suspeitas individuais. Ele coloca em discussão o papel do Supremo como guardião da Constituição e a necessidade de preservar não apenas a legalidade, mas a confiança pública. Em tribunais superiores, não basta ser imparcial; é preciso demonstrar, de forma clara e transparente, que não há conflito de interesses nem zonas de proteção. Quando uma investigação alcança a cúpula do Judiciário, a resposta não pode ser corporativa nem defensiva. Precisa ser institucional, fundamentada e aberta ao escrutínio público. O que está em jogo não é apenas o destino de um processo bilionário, mas a credibilidade do próprio Supremo diante da sociedade.
Banda boa da PF lança recado ao STF: vazamentos não vão parar
A saída do ministro Alexandre Toffoli da relatoria indica um esforço de contenção de danos. O recado da chamada “banda boa” da Polícia Federal é de que, independentemente de autorizações para investigação, os vazamentos continuarão. A influência dos banqueiros se demonstra além do âmbito judiciário, e já foi escolhido um bode para assumir a responsabilidade. É evidente que o regime não deseja que essa escolha se arraste para o próximo ano. Acordos serão negociados, segredos serão comprados e personagens deixarão o cenário pela porta dos fundos, em silêncio. Para a direita, a prioridade permanece: garantir o controle do Senado e eleger o próximo presidente.