No X, lancei uma enquete. Vote: https://x.com/AndersonHecalt/status/2022409909929939391 Sequestraram o Carnaval no Brasil: a alegria do povo corre o risco de ser engolida pela política rasteira. Escola de samba ataca covardemente Bolsonaro em desfile. A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer. Querem tirar a vida dele, esconder o que aconteceu em 2022, as decisões judiciais controversas, a disputa ideológica e a perseguição covarde contra Bolsonaro… Porém, para o “terror” do “sistema”, a verdade não vai morrer.
PF celebra nomeação de André Mendonça como relator do Caso Master, apontando rumo à estabilidade institucional
A definição do ministro André Mendonça como novo relator do Caso Master no Supremo Tribunal Federal foi recebida de forma favorável pelos integrantes da cúpula da Polícia Federal. Nos bastidores, a avaliação é de que a mudança pode contribuir para um ambiente institucional mais estável na condução do processo. Mendonça foi sorteado para assumir a relatoria na noite de quinta‑feira, 12 de fevereiro, depois que o ministro Dias Toffoli foi, indiretamente, levado a deixar o caso. A troca ocorreu em meio a desdobramentos que envolveram a própria PF e repercutiram dentro do Supremo. Segundo relatos de interlocutores, o diretor‑geral da corporação, Andrei Rodrigues, afirmou manter relação “ótima” com Mendonça. A declaração chama a atenção pelo fato de o ministro ter sido indicado ao STF pelo ex‑presidente Jair Bolsonaro, o que, em tese, poderia sugerir distanciamento político — algo que, na prática, não se confirmou no âmbito institucional. Diferentemente do cenário atual, a relação entre a Polícia Federal e Toffoli foi marcada por tensão ao longo do Caso Master. A condução do episódio gerou atritos e acabou colocando o diretor‑geral no centro das movimentações que culminaram na mudança de relatoria. A saída de Toffoli ocorreu após Andrei entregar pessoalmente ao presidente do STF, Edson Fachin, um relatório no qual constavam menções ao ministro extraídas do celular do empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Esse gesto foi interpretado como decisivo para o redesenho do caso dentro da Corte. Com Mendonça à frente da relatoria, integrantes da PF acreditam que a tramitação poderá seguir de maneira mais previsível, sob parâmetros estritamente técnicos e jurídicos, reduzindo desgastes institucionais e reforçando a condução formal do processo no Supremo.
AO VIVO: Toffoli grava ministros às escondidas e clima no STF fica insustentável (Veja o vídeo)
O clima esquentou nos bastidores do Judiciário, e o Jornal da Cidade Online traz todos os detalhes em uma transmissão ao vivo que não pode ser perdida. Os ministros do Supremo Tribunal Federal vivem um cenário de total desconfiança após surgirem suspeitas de que o ministro Dias Toffoli teria gravado clandestinamente seus pares durante uma sessão secreta. O estopim foi a decisão que o retirou da relatoria do caso do Banco Master – um processo envolvendo um bilionário – e transferiu a condução do processo para o ministro André Mendonça. Paralelamente, a economia brasileira sofre um duro revés: atraídas pela Lei de Maquila, mais de 200 indústrias brasileiras migraram para o Paraguai em busca de custos até 40 % menores. Há quem afirme que o ministro da Economia, Fernando Haddad, seria o melhor ministro que o Paraguai já recebeu. Para agravar a crise institucional, foi protocolado no Senado o 80º pedido de impeachment contra membros da Corte. Para analisar esse cenário explosivo, a mesa contou com a participação do deputado Maurício Marcon, do advogado André Marsiglia e dos jornalistas José Carlos Bernardi e Bárbara Kogos. Assista, compartilhe e apoie o jornalismo independente! Veja o vídeo: A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro e seus aliados não tem fim. Tudo indica que, em breve, o pior pode acontecer: tentativas de silenciar o ex‑mandatário, esconder decisões judiciais controversas e conduzir uma perseguição ideológica covarde. Contudo, a verdade não será apagada pelo “terror” do “sistema”.
Cármen Lúcia denuncia população contra o STF após gravação secreta de Toffoli
O que ocorreu no Supremo Tribunal Federal foi inédito e pode gerar graves repercussões. Ministros alegam que foram gravados clandestinamente por Dias Toffoli durante a sessão secreta que decidiu retirar sua relatoria do processo Banco Master. Na mesma sessão, a ministra Cármen Lúcia teria manifestado a intenção de “sacrificar” Toffoli para melhorar a imagem do Supremo. “Todo taxista que eu pego fala mal do Supremo. A população está contra o Supremo”, afirmou. Ela declarou ainda ter confiança em Toffoli, mas ressaltou a necessidade de preservar a institucionalidade. Cármen afirmou que ainda não havia analisado o material da Polícia Federal e que faria a leitura à noite. Defendeu a realização, ainda nesta sexta‑feira, de sessão extraordinária para decidir o caso antes do Carnaval, argumentando que “não é só você [Toffoli] que sangra, é a Corte inteira”.
Divulgam diálogos de ministros gravados clandestinamente por Toffoli em sessão secreta
Uma bomba caiu dentro do Supremo Tribunal Federal… Ministros acreditam que foram gravados clandestinamente por Dias Toffoli na sessão secreta que decidiu pela saída dele da relatoria do processo do Banco Master. Eis os diálogos dos ministros durante a reunião: Gilmar Mendes, segundo a reportagem, afirmou: “Eu acho que o que está por trás disso é que o ministro Toffoli tomou algumas decisões ao longo do seu tempo nesse caso Master aqui no STF que contrariaram a Polícia Federal. E a Polícia Federal quis revidar”. Cármen Lúcia teria dito que a reunião tinha o objetivo de sacrificar Toffoli para recuperar a imagem do STF. Sua fala, conforme citada, foi: “Todo taxista que eu pego fala mal do Supremo. A população está contra o Supremo”. Ela acrescentou que, embora tivesse “confiança” em Toffoli, era necessário “pensar na institucionalidade”. Luiz Fux, de acordo com a reportagem, declarou: “O ministro Toffoli para mim tem fé pública. Meu voto é a favor dele. Acabou. Eu não sei o que vocês estão discutindo”. Moraes não teve falas literais publicadas, mas foi mencionado como crítico da Polícia Federal, que entregou ao presidente da Corte, Edson Fachin, o relatório que culminou na retirada de Toffoli da relatoria. Nunes Marques afirmou: “Para mim, isso é um nada jurídico”. Em seguida, criticou Fachin por querer colocar em votação a suspeição de Toffoli, dizendo: “Isso é um absurdo: o juiz lá da comarca do interior passará a ser comandado pelo delegado local se aceitarmos esse tipo de situação. Acabou o Poder Judiciário do Brasil. O sr. [Fachin] não pode colocar em votação a arguição. Minha sugestão é que o ministro relator do processo faça uma proposição dizendo que não é impedido nem suspeito e coloque os argumentos dele diante do que foi apresentado e a gente vota. E pelo que vi aqui, ele vai ter maioria. O ideal seria unanimidade, presidente. Mas estou falando mais sobre encaminhamento, pois do mérito eu não tenho dúvida”. André Mendonça comentou: “Tem uma questão sobre o que é descrito como relação íntima do ministro Toffoli”. Em seguida acrescentou: “Isso não existe. Está aqui claro que não existe: relação íntima em 6 anos só com 6 minutos de conversa? Como disse o ministro Fux, a palavra do ministro Toffoli tem fé pública. Então, isso está descartado”. Cristiano Zanin declarou: “Sou há 1 ano e meio relator de um caso que envolve 3 ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e a Polícia Federal até hoje mandou para mim muito menos informação do que essas 200 páginas, com fotos de satélite, cruzamento de celulares? Isso aqui tudo é nulo”. Flávio Dino também criticou a PF, afirmando: “Essas 200 páginas [de relatório da PF] para mim são um lixo jurídico. Não adianta discutir esse lixo jurídico. A crise hoje é política, presidente [Fachin]. Em 2035, se Deus me der saúde, eu quero estar nesta cadeira. E esta cadeira tem bônus e ônus. Eu acho que não adianta pensar nesta cadeira só nos bônus. Eu acho, sr. presidente, que o sr. deveria ter resolvido isso dentro da institucionalidade da presidência”.
Moraes nega TV a cabo ao general Braga Netto
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu negar a solicitação apresentada pela defesa do general Walter Braga Netto para a instalação de TV por assinatura na cela onde ele cumpre pena, no Comando da 1ª Divisão de Exército, em Brasília. No pedido encaminhado ao STF, a defesa também requereu autorização para visitas e matrícula em curso superior, além da disponibilização do serviço de televisão por assinatura na unidade militar onde o general está detido. Ao examinar a petição, Moraes destacou que a Lei de Execução Penal assegura aos detentos direitos compatíveis com a condição de privação de liberdade, mas frisou que tais garantias não são ilimitadas. “Não há qualquer previsão legal que assegure ao preso o direito à posse ou instalação de equipamentos eletrônicos, como no caso de TV a cabo”, escreveu o ministro ao indeferir o pedido. Na mesma decisão, o magistrado determinou que a defesa informe, no prazo de cinco dias, qual curso superior o general pretende cursar na modalidade de ensino a distância, condição necessária para eventual remição de pena. O objetivo é analisar a viabilidade do pedido de abatimento da pena por meio do estudo. “O apenado manifestou interesse na remição da pena pelo estudo, requerendo autorização para matrícula em curso a ser realizado na Faculdade Estácio, na modalidade à distância. No entanto, em que pese a defesa ter apresentado a relação de cursos disponíveis, deixou de indicar qual o curso escolhido pelo apenado entre aqueles elencados, sendo a indicação do curso necessária à análise do pedido”, afirmou o ministro. Conforme prevê a Lei de Execução Penal, o preso pode reduzir um dia da pena a cada 12 horas comprovadas de estudo, mecanismo que busca incentivar a ressocialização por meio da educação formal. Ainda na mesma decisão, Moraes autorizou visitas previamente indicadas pela defesa, sempre no horário das 14h às 16h: nesta quinta‑feira (12), do senador e ex‑vice‑presidente Hamilton Mourão (Republicanos‑RS); no domingo (15), de Alexandre Chaves Faria e Ione Souza Braga Chaves Faria; na terça‑feira (17), de Sergio Borges Medeiros da Silva e Flávio Murillo Barbosa do Nascimento; na quinta‑feira (19), de Eduardo José Barbosa e João Batista Souza dos Santos; e no domingo (22), de Eduardo Scalzilli Pantoja.
Nova pesquisa indica que Lula seria superado por Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Ratinho Junior em São Paulo
Um levantamento divulgado nesta quinta‑feira (12) pelo instituto Paraná Pesquisas indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seria ultrapado por três lideranças da oposição quando o recorte é limitado ao eleitorado do estado de São Paulo. De acordo com os números, Lula ficaria atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL‑SP) e dos governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Ratinho Junior (PSD), caso a disputa presidencial fosse realizada hoje apenas em São Paulo. Entre os candidatos testados, o atual governador do estado de São Paulo apresenta a maior diferença em relação ao presidente. Na simulação em que Tarcísio de Freitas aparece como candidato, ele alcança 40,3 % das intenções de voto, enquanto Lula registra 33,9 %, diferença que supera a margem de erro. Em outra simulação de primeiro turno, o senador Flávio Bolsonaro obtém 37 % das preferências, contra 33,7 % do petista. O resultado configura um empate técnico dentro da margem de erro de 2,5 pontos, mas o parlamentar aparece à frente numericamente. No cenário que inclui Ratinho Junior, atual governador do Paraná, o estudo também aponta desempenho competitivo do gestor estadual frente ao presidente, reforçando a tendência de dificuldade para Lula no maior colégio eleitoral do país quando se considera apenas São Paulo. A pesquisa entrevistou 1.580 eleitores distribuídos em 78 municípios paulistas entre os dias 6 e 10 de fevereiro de 2026. O instituto informa margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com grau de confiança de 95 %.
Mendonça inicia primeira ação como relator do caso Master
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), agendou para a tarde desta sexta‑feira (13) um encontro com os delegados da Polícia Federal responsáveis pelas investigações de supostas fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master. A iniciativa ocorre logo após o magistrado assumir a relatoria do inquérito na Suprema Corte. A reunião tem como objetivo oferecer ao novo relator uma visão abrangente do estágio atual das investigações. Mendonça e sua equipe pretendem obter dos delegados um panorama detalhado do que já foi realizado, além de informações sobre diligências em andamento e eventuais medidas futuras. A estratégia busca assegurar continuidade, organização e transparência na condução do processo. A convocação acontece apenas um dia depois de Mendonça substituir o ministro Dias Toffoli na relatoria do caso. A mudança foi motivada pela repercussão de notícias que apontaram um suposto vínculo de Toffoli com investigados ligados ao Banco Master, de propriedade do banqueiro Daniel Vorcaro. Entre os pontos mencionados está a empresa Maridt Participações, da qual Toffoli integra o quadro societário. De acordo com o próprio ministro, trata‑se de uma companhia de natureza familiar, administrada por seus irmãos. Ele destacou que não exerce função de sócio‑administrador na empresa. A Maridt manteve negócios com um fundo gerido pela empresa Reag, vinculada ao Banco Master. No centro dessa relação está o resort de alto padrão Tayayá, localizado em Ribeirão Claro (PR). Até fevereiro do ano passado, a empresa da família Toffoli figurava entre as proprietárias do empreendimento. Embora já fosse público que os irmãos do ministro atuavam como diretores da companhia, Toffoli confirmou nesta quinta‑feira que também é sócio da Maridt. Segundo explicou, seu nome não constava nos registros públicos em razão do modelo jurídico adotado, uma sociedade anônima de capital fechado.
MENDONÇA ASSUME RELATORIA DO CASO MASTER E BUSCA FAZER JUSTIÇA PELO PAÍS
O ministro André Mendonça, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), foi definido nesta quinta‑feira (12) como novo relator do inquérito que apura supostas fraudes envolvendo o Banco Master. A escolha ocorreu por sorteio eletrônico, conforme prevê o regimento interno da Corte, e marca uma nova etapa nas investigações conduzidas no âmbito da Suprema Corte. A redistribuição do processo foi necessária após o ministro Dias Toffoli solicitar formalmente seu afastamento da relatoria. A decisão foi tomada depois de a Polícia Federal (PF) comunicar ao presidente do STF, Edson Fachin, que o nome de Toffoli aparece em mensagens localizadas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. O aparelho foi apreendido durante operação de busca e apreensão autorizada no curso das investigações. Com a mudança, caberá agora a Mendonça conduzir os próximos atos processuais e deliberar sobre medidas relacionadas ao caso. O ministro também já responde por outro inquérito de grande repercussão nacional, que trata de descontos indevidos de mensalidades associativas aplicados sobre benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o que amplia a relevância de sua atuação no cenário jurídico atual.
Revista expõe a inércia de Davi Alcolumbre como nunca antes
O Brasil atravessa um dos momentos mais sombrios de sua história institucional. De um lado, o escândalo do Banco Master expõe vísceras de um sistema financeiro que parece ter ramificações nos gabinetes de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). De outro, a fraude bilionária no INSS retira o sustento de aposentados para alimentar esquemas de corrupção que chegam ao entorno do próprio governo Lula. No centro desse redemoinho, uma pergunta ecoa de Norte a Sul: Onde está o Senado Federal? A Constituição é clara: o Senado é o único órgão capaz de exercer freio sobre os excessos do Judiciário. Contudo, o que se observa é uma “Casa Alta” que se apequenou. Sob a liderança de Davi Alcolumbre, o Senado deixou de ser um poder revisor para se tornar uma correia de transmissão de interesses obscuros e blindagens políticas. Esse é o tema da nova edição da Revista A Verdade. Para ler a reportagem na íntegra, clique no link abaixo: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/79235/cade-o-senado-quando-o-brasil-esta-a-deriva