A cada dia os escândalos envolvendo o Banco Master aumentam. Malu Gaspar, jornalista do O Globo, resolveu tocar no “ponto fraco” do ministro Dias Toffoli que precisa ser explicado: “As conversas entre Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel sobre o pagamento do fundo Arleen para o ministro Dias Toffoli foram de dezembro de 2024 e não de 2021, como disse o ministro”, afirmou. Veja:
Revista denuncia a inércia de Davi Alcolumbre no Senado como nunca antes
O Brasil atravessa um dos momentos mais sombrios de sua história institucional. De um lado, o escândalo do Banco Master expõe vísceras de um sistema financeiro que parece ter ramificações nos gabinetes de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). De outro, a fraude bilionária no INSS retira o sustento de aposentados para alimentar esquemas de corrupção que chegam ao entorno do próprio governo Lula. No centro desse redemoinho, uma pergunta ecoa de Norte a Sul: onde está o Senado Federal? A Constituição é clara: o Senado é o único órgão capaz de exercer o freio sobre os excessos do Judiciário. Contudo, o que se observa é uma “Casa Alta” que se diminuiu. Sob a liderança de Davi Alcolumbre, o Senado deixou de ser um poder revisor para se tornar uma correia de transmissão de interesses obscuros e de blindagens políticas. É exatamente esse o tema da nova edição da Revista A Verdade. Para ler a reportagem na íntegra, clique no link abaixo: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/79235/cade-o-senado-quando-o-brasil-esta-a-deriva
Ao vivo: Toffoli é abandonado pelos ministros de Lula (veja o vídeo)
Material explosivo encontrado pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, gerou grande preocupação entre os ministros do governo Lula. O episódio levou o Executivo a buscar distância do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Alexandre de Moraes Toffoli, e alimentou especulações sobre uma possível “dança das cadeiras” no STF, que poderia abrir vaga para o ministro Jorge Messias. O Partido Novo já tomou providências e protocolou pedido de impeachment contra Toffoli, intensificando o clima de tensão no Congresso Nacional. Paralelamente, o debate se estende à escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageia o presidente Lula. Comentadores da Globo apontam possíveis irregularidades e propaganda eleitoral antecipada, enquanto o Tribunal Superior Eleitoral acabou de impedir liminares favoráveis ao PT e ao presidente. Para destrinchar esse cenário complexo, recebemos o deputado federal José Medeiros, o jornalista Julio Ribeiro e a vereadora Ellen Miziara. Assista, compartilhe e apoie o jornalismo independente. Assista ao vivo em poucos instantes: A perseguição contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro e seus aliados tem sido descrita como cruel, absurda e desumana. Há quem afirme que há planos para eliminar o ex‑mandatário, ocultar fatos de 2022, decisões judiciais controversas e uma campanha ideológica de perseguição. Apesar da tentativa de silenciar, a verdade, segundo os críticos, não será apagada.
Fachin confronta Toffoli e encaminha pedido de suspeição à PGR
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou resposta formal ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, após receber relatório da Polícia Federal (PF) que citou seu nome em mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. O documento foi remetido à Procuradoria‑Geral da República (PGR), que deverá se manifestar sobre eventual pedido de suspeição do magistrado. Depois do recebimento do ofício, foi protocolado no STF um pedido para que Toffoli fosse declarado suspeito no caso. Em sua manifestação, o ministro descartou a hipótese de afastamento e reiterou os termos de nota já divulgada. Ele afirmou ter recebido um “pedido de declaração de suspeição” elaborado pela PF, mas qualificou o relatório como baseado em “ilações”. Além de encaminhar o caso à PGR, Fachin informou que dará ciência do conteúdo aos demais ministros ainda nesta quinta‑feira. Em meio à repercussão do caso Master, o presidente do STF anunciou, no início da sessão de julgamentos, que haverá um “diálogo” entre os integrantes da Corte ao longo do dia, indicando articulação interna para tratar do tema. A permanência de Toffoli na Corte ficou insustentável.
Fachin decide encerrar sessão do STF antes do horário (Veja o vídeo)
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, anunciou que a sessão plenária desta quinta‑feira (12/2) será encerrada antes do horário habitual. A medida, segundo ele, tem por objetivo viabilizar um diálogo interno entre os ministros da Corte. O anúncio foi feito sem a divulgação de justificativas detalhadas, mas ocorre logo após a Polícia Federal (PF) encaminhar documento indicando que, ao analisar os aparelhos do empresário Daniel Vorcaro, foram encontradas mensagens que fazem referência ao ministro Dias Toffoli, relator do inquérito sobre o caso Master. Na abertura dos trabalhos, Fachin afirmou: “Anuncio e informo aos advogados que os demais feitos não serão chamados nesta sessão. Iremos apenas realizar as primeiras sustentações orais e, em seguida, encerrarei a sessão, pois haverá um diálogo entre os ministros deste tribunal.” Veja:
TSE, sem Moraes, mantém senador bolsonarista Jorge Seif no cargo por vitória unânime e alimenta esperança nas eleições
Por decisão unânime, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou provimento ao recurso que buscava a cassação do mandato do senador Jorge Seif (PL‑SC). A análise do caso foi concluída nesta quinta‑feira (12), quando a Corte entendeu que não havia elementos suficientes para retirar o parlamentar do cargo. Seif era acusado de ter recebido supostas doações irregulares do empresário Luciano Hang, proprietário da rede varejista Havan. O ministro Floriano de Azevedo Marques, relator do processo, avaliou que o conjunto probatório apresentado na ação não demonstrou de forma consistente a ocorrência de abuso de poder econômico durante as eleições de 2022. O posicionamento foi acompanhado integralmente pelos ministros Kassio Nunes Marques, André Mendonça, Cármen Lúcia, Estela Aranha e Villas Bôas Cueva, formando unanimidade no julgamento. A ação foi movida por uma coligação integrada por União Brasil, Patriota (extinto após fusão com o PRD) e PSD. As legendas alegaram que o senador teria se beneficiado da estrutura de comunicação da Havan, além de utilizar cinco aeronaves pertencentes ao empresário Luciano Hang ao longo da campanha eleitoral. Antes de chegar ao TSE, o caso já havia sido examinado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE‑SC), que absolveu Seif por unanimidade. Inconformados com o resultado, os partidos autores recorreram à instância superior. A legislação eleitoral brasileira veda o financiamento empresarial de campanhas. Conforme a acusação, as contribuições teriam ocorrido por meio da cessão de voos em aeronaves, do uso da estrutura de mídia da Havan para divulgação da candidatura e do custeio de propaganda eleitoral por um sindicato patronal catarinense. Durante o julgamento, a ministra Cármen Lúcia destacou: “Há comprovação de fatos com provas indiciárias do ocorrido. O que não há é prova cabal que pode levar à cassação de mandato neste caso”. A observação reforçou o entendimento predominante de que indícios, por si só, não bastam para aplicação de sanção tão severa. Em seu voto, Azevedo reconheceu que é “inegável que paira uma zona cinzenta sobre o meio de transporte utilizado por Jorge Seif” nos deslocamentos realizados durante a campanha de 2022 e que “não é possível afastar a hipótese” de que parte dos trajetos tenha ocorrido em aeronaves da Havan. Ainda assim, ponderou ser “impossível afirmar com certeza, dada a ausência de provas”, que o senador estivesse nos voos das aeronaves da empresa. O relator acrescentou que diligências como a oitiva de testemunhas e a produção de provas materiais deveriam ter sido realizadas ainda nas instâncias iniciais do processo. Segundo ele, “Nada houve, ou veio aos autos, que vinculasse o candidato a algum dos voos da Havan”. Após a decisão, Jorge Seif se manifestou por meio de nota pública, na qual comemorou o desfecho favorável: “Houve dias de angústia. Dias em que o peso da espera parecia grande demais, em que a fé foi colocada à prova. Não pela consciência de ter feito algo errado, porque eu sempre soube da correção dos meus atos, mas pela possibilidade de ver a vontade soberana do povo catarinense ser colocada em dúvida por narrativas que não correspondiam à verdade”. Em outro trecho, afirmou: “Hoje não venceu um político. Hoje venceu o voto do povo. E quando o voto do povo é respeitado, a democracia se fortalece”.
Ministros dão ultimato a Toffoli: esclareça os fatos ou perca apoio
Nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF), cresce a avaliação de que o ministro Dias Toffoli precisa apresentar esclarecimentos objetivos sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro caso queira manter o respaldo dos colegas. Integrantes da Corte afirmam que, diante do relatório da Polícia Federal (PF), não há espaço para confronto retórico com os fatos. Até o momento, Toffoli divulgou duas notas públicas a respeito do documento da PF, que sugere a existência de vínculos negociais entre ele e Vorcaro. As manifestações, porém, foram consideradas insuficientes por ministros ouvidos reservadamente. Segundo relatos, o ministro afirma que não recebeu recursos diretamente de Vorcaro, mas não detalha a origem exata dos valores nem os montantes envolvidos. Há, entre alguns magistrados, a percepção de que vazamentos podem ter componente político e até representar uma tentativa de desgaste articulada a partir do Planalto, possivelmente em razão de posicionamentos anteriores de Toffoli favoráveis à Lava Jato. Ainda assim, a disposição predominante na Corte é de cautela: ninguém pretende assumir uma defesa incondicional sem compreender plenamente o alcance dos fatos. O histórico de Toffoli, descrito por colegas como reservado em momentos de pressão, é visto como um obstáculo adicional. O fechamento diante de críticas, avaliam, dificulta a construção de uma estratégia institucional de resposta. Mesmo que se confirmem suspeitas de articulação política para fragilizar o Supremo, ministros ponderam que isso perderá relevância caso os elementos concretos indiquem efetivamente uma relação de negócios entre Toffoli e Vorcaro. Daí a máxima que circula no tribunal: “Certo ou errado, não brigue com os fatos. Esclareça.” O relatório da PF, com cerca de 200 páginas, reúne conversas extraídas do celular de Vorcaro que mencionam o nome de Toffoli. O conteúdo foi debatido em reunião conduzida pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, com os demais integrantes da Corte. Na ocasião, Toffoli apresentou sua versão. Ele declarou ter sido sócio da empresa Maridt, proprietária do resort Tayaya, e afirmou ter recebido valores provenientes do “fundo do fundo do fundo” ligado ao Master pela venda do empreendimento. Segundo explicou, seu nome não consta formalmente na operação por se tratar de sociedade anônima, sustentando que a transação foi legítima, caso tenha ocorrido nos termos relatados. O ministro nunca havia detalhado publicamente sua ligação com o resort. Assim, não se pode afirmar que tenha mentido anteriormente; se jamais declarou ser proprietário, também não negou essa condição. Informações apuradas indicam que as relações comerciais entre o resort e o chamado “grupo Vorcaro” teriam se restringido à aquisição do empreendimento por valor inferior a R$ 50 milhões. Com o tempo, os vínculos teriam esfriado, e o resort acabou sendo vendido a um advogado associado à J&F. Toffoli já atuou como relator em processos envolvendo empresas dos irmãos Batista, inclusive em decisão que cancelou multa bilionária aplicada ao grupo. Toffoli age como “advogado do Master” e deixa “batom na cueca”, diz jurista (veja o vídeo).
Novo pedido de habeas de Bolsonaro é impedido pelo único ministro que poderia conceder a liberdade
O ministro André Mendonça, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), foi designado relator de mais um habeas corpus apresentado em benefício de Jair Bolsonaro. Mesmo após receber a distribuição do caso, Mendonça encaminhou os autos, nesta quarta‑feira, 11, à presidência da Corte, para que seja analisada a eventual redistribuição à ministra Cármen Lúcia. A remessa à presidência ocorre em razão do princípio da prevenção, mecanismo que busca concentrar ações com objeto semelhante sob a condução de um mesmo relator, a fim de garantir coerência nas decisões. Como a ministra Cármen Lúcia apreciou pedidos semelhantes nas últimas semanas, caberá agora à presidência do STF deliberar se este novo habeas corpus deverá permanecer com Mendonça ou ser direcionado à ministra. A iniciativa partiu de um advogado do Rio de Janeiro que não integra formalmente a equipe de defesa de Bolsonaro. No pedido, o advogado Leonel Kimus Esteves afirma que a medida teria natureza preventiva e questiona o que classifica como prisão cautelar. Entretanto, o argumento diverge da situação processual atual do ex‑presidente, que já cumpre sentença definitiva na ala conhecida como “Papudinha”, dentro do complexo penitenciário. Antes de sua transferência para Brasília, efetivada em 15 de janeiro, Bolsonaro estava custodiado na Superintendência da Polícia Federal. Historicamente, iniciativas semelhantes enfrentam resistência no Supremo. Na segunda‑feira, 9, a ministra Cármen Lúcia indeferiu cinco solicitações de liberdade apresentadas por terceiros. Ao justificar a decisão, a magistrada ressaltou que o tribunal não admite a utilização de habeas corpus como instrumento para questionar atos praticados por seus próprios ministros — no caso específico, decisões do ministro Alexandre de Moraes. A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer! Querem tirar a vida dele, esconder o que aconteceu em 2022, as decisões judiciais controversas, disputas ideológicas e perseguição covarde contra Bolsonaro… Porém, para o “terror” do “sistema”, a verdade não vai morrer.
Mourão pressiona o Senado a analisar impedimento de Toffoli
O senador Hamilton Mourão utilizou o X para denunciar as recentes revelações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes Toffoli e o escândalo do Banco Master, classificando‑as como “gravíssimas”. Em sua publicação, o ex‑vice‑presidente afirmou que é imprescindível que o presidente do Supremo Tribunal Federal intervenha para corrigir a condução processual do caso ou, alternativamente, promova a mudança imediata de instância. Mourão também exigiu que o Senado Federal examine, com a máxima celeridade, a abertura de um processo de impedimento contra o ministro, argumentando que o povo brasileiro tem direito à verdade. A perseguição contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro e seus aliados tem sido descrita como “cruel, absurda e desumana”. Segundo Mourão, as investigações pretendem ocultar fatos de 2022, decisões judiciais controversas e uma suposta campanha ideológica contra Bolsonaro, levantando temores de que o pior ainda possa acontecer. Ele afirma que, apesar do “terror” do sistema, a verdade não será silenciada.
Toffoli intensifica pressão e ordena que PF envie todo o conteúdo dos celulares apreendidos
O ministro Dias Toffoli, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta‑feira (12) que a Polícia Federal (PF) encaminhe à Corte todo o conteúdo extraído dos celulares apreendidos e periciados no âmbito da investigação. A medida foi tomada depois que o diretor‑geral da PF, Andrei Rodrigues, entregou ao presidente do STF, Edson Fachin, um relatório técnico sobre a análise dos aparelhos do empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. O relatório apontou que o nome de Toffoli foi mencionado em mensagens encontradas em um dos dispositivos. Na determinação, o ministro estabeleceu que a PF deve remeter, de forma integral, os dados de todos os celulares e demais mídias apreendidas, bem como os respectivos laudos periciais. Isso inclui informações telemáticas, registros informáticos e conteúdos telefônicos, garantindo ao Supremo acesso completo ao material produzido pela investigação. Ao encaminhar o relatório ao STF, a PF citou o artigo 36 da Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que trata da suspeição — situação em que o magistrado pode declarar‑se impedido de atuar em processo quando houver circunstâncias que comprometam sua imparcialidade. A referência ao artigo ocorreu após a identificação das menções ao ministro nas mensagens analisadas. É um absurdo atrás de outro!