O Escritório Ibaneis Advocacia e Consultoria comercializou aproximadamente R$ 155 milhões em créditos de precatórios entre 2008 e 2024. A banca fundada pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), realizou 13 contratos com fundos de investimento, uma empresa e pessoas físicas. Após o deságio, o escritório recebeu efetivamente R$ 73,8 milhões. Os honorários vendidos são originários de processos judiciais nos quais o escritório representou associações de servidores do Congresso, do Poder Judiciário, do Ministério Público do Trabalho e do Ministério Público da União. As decisões favoráveis resultaram em pagamentos da União por meio de precatórios. Ibaneis Rocha suspendeu sua inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil em 2019, ao assumir o governo do Distrito Federal. As operações ganharam destaque após a revelação de que pelo menos R$ 81 milhões foram vendidos a fundos administrados pela Reag. O Banco Central liquidou a instituição, investigada pela Polícia Federal no caso do Banco Master. O Escritório Ibaneis Advocacia e Consultoria divulgou nota sobre as operações. A banca afirmou que “trata-se de negócio jurídico regular, lícito e reiteradamente praticado no mercado por escritórios de advocacia, credores da fazenda pública e instituições financeiras, como forma de abreviar o recebimento, com deságio, de valores decorrentes de ações judiciais contra entes públicos”. O escritório informou que desenvolveu especialização em litígios contra a União Federal nos Tribunais Regionais Federais ao longo de mais de três décadas. A banca representa diversas associações de servidores públicos e os próprios servidores nessas demandas. “Dentre as causas patrocinadas pelo escritório, dá-se destaque para demandas envolvendo gratificações, reajustes e outras verbas devidas pelos órgãos que integram a União Federal aos Servidores Públicos. O Escritório, desde sua origem, patrocina diversas dessas demandas, sendo remunerado mediante honorários de sucumbência devidos pela União diretamente ao escritório, bem como por honorários contratuais. Os honorários devidos pela União ao escritório de advocacia possuem natureza alimentar e são direito autônomo do advogado”, declarou o escritório. A nota destaca que a banca está estabelecida em Brasília desde 1994. O escritório afirma que sempre pautou sua atuação por meio de uma visão objetiva na solução de conflitos e na busca de efetividade da prestação jurisdicional.
Combustível dispara e mentiras de Lula vêm à tona. Veja o vídeo!
Motoristas de São Paulo começaram a semana enfrentando novos aumentos no preço dos combustíveis, com a gasolina se aproximando da marca de R$ 10 por litro em alguns postos da capital. Em determinados estabelecimentos, a gasolina premium já é vendida a R$ 9,99, enquanto o diesel também registra valores elevados, acima de R$ 9. Em outros estados do país, a situação se repete e tende a piorar. Com isso, é inevitável que velhas mentiras de Lula venham à tona. Nesse sentido, o deputado Mario Frias elaborou um vídeo com diversas situações em que Lula prometeu “abrasileirar” o preço dos combustíveis. Era mentira. Confira:
Polícia desmantela centro de treinamento de guerrilha do Comando Vermelho em aldeia indígena de Mato Grosso
O Comando Vermelho (CV) mantinha um centro de treinamento de guerrilha dentro de uma aldeia indígena em Mato Grosso, localizada em Santo Antônio do Leverger, a apenas 27 km da capital, Cuiabá. A Polícia Civil de Mato Grosso, em uma operação de extrema competência, conseguiu desmantelar esse verdadeiro laboratório do crime. Enquanto isso, com seu discurso capenga e ultrapassado, Lula insiste em proteger as facções criminosas brasileiras da reclassificação para organizações terroristas. A Operação Argos apurou que o “CT” da facção do Rio de Janeiro preparava bandidos para sobreviver na selva e ensinava táticas de guerrilha. As investigações da Polícia Civil apuravam tráfico de drogas do grupo na região, mas desvendaram os “cursos” de guerrilha com armamento bélico. Eram usadas pistolas .40, 9mm, fuzis .556 e .762, metralhadora e arma com tripé .30 — armamentos de uso restrito às forças armadas e policiais. Um “retrato do fracasso do Estado”, aponta o deputado federal José Medeiros (PL-MT).
Flávio Bolsonaro evita encontro com ator esquerdista Lázaro Ramos em hotel no Rio
Na manhã de quinta-feira (19), o senador Flávio Bolsonaro chegou a um hotel na Zona Sul do Rio de Janeiro no mesmo horário em que o ator Lázaro Ramos também estava no local. O ator chegava ao hotel para participar de uma coletiva de imprensa de um novo filme. Flávio, por sua vez, compareceria a um concorrido almoço para empresários, onde discursaria. Ao perceber a presença de Lázaro Ramos, que estava rodeado de fãs, Flávio optou por aguardar no carro até que o ator entrasse no estabelecimento, evitando qualquer confronto desnecessário. Essa postura cautelosa será decisiva para que Flávio consiga definitivamente conquistar os chamados “isentões”.
Vorcaro manda ‘recadinho’ via imprensa, mas cabe a Mendonça recusar delação amputada
Daniel Vorcaro teria informado a interlocutores que não pretende incluir ministros do Supremo Tribunal Federal em sua delação premiada. A exceção seria “se for inevitável”. A informação foi divulgada na coluna da jornalista Mônica Bergamo. A declaração sugere que Vorcaro possui informações sobre integrantes da Corte e indicou que essas informações poderiam ser omitidas na delação. Os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes são alvos de seríssimas suspeitas relacionadas ao caso. Antes da troca da equipe de defesa de Vorcaro, advogados apresentaram uma proposta ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF. A informação consta em coluna do jornalista Mário Sabino no portal Metrópoles. A proposta consistia em uma delação parcial. Ela atingiria um ministro do Supremo enquanto pouparia outro. A sugestão foi feita pela equipe de defesa anterior de Vorcaro. Essa equipe foi posteriormente substituída. O ministro André Mendonça e a Polícia Federal têm a responsabilidade de estabelecer que o processo de delação premiada não funcione como negociação seletiva. A obrigação de Vorcaro é fornecer todas as informações relevantes. Caso contrário, ele não receberá os benefícios da colaboração. O cumprimento integral dessas obrigações pode definir o desfecho do caso. O processo envolve as fraudes bilionárias do banco Master e eventuais conexões com autoridades. A comunicação através da imprensa tem sido utilizada por diferentes atores em casos de repercussão nacional. Ministros do STF já recorreram a colunas jornalísticas para transmitir “recadinhos” em diversas ocasiões anteriores.
Bolsonaro completa mais um ano de vida e recebe manifestação de apoio de milhões de brasileiros
Jair Messias Bolsonaro completa mais um ano de vida nesta data e recebe o clamor de milhões de brasileiros que lhe enviam força, desejam sua recuperação e pedem, com firmeza, saúde e liberdade. O ex-presidente permanece vivo na memória e nas palavras do povo brasileiro — amado com intensidade, questionado com a mesma força, mas jamais ignorado. Neste dia, porém, o momento não é de disputa. É dia de união. É dia de enviar força. Em um leito de hospital, no silêncio, longe das multidões que sempre o acompanharam, permanece algo que não se cala: a voz de milhões de brasileiros que, nesta data, se levantam em pensamento para lhe desejar vida. A manifestação de apoio expressa o desejo de que essa força alcance Bolsonaro. Que o abraço coletivo o envolva. Que ele sinta, onde estiver, que não está só. Os apoiadores pedem que a saúde seja restaurada com vigor. Que o corpo se reerga. Que a mente permaneça firme, serena e inabalável. O desejo é de que a esperança se renove — não apenas nele, mas em todos aqueles que ainda acreditam em dias melhores para o Brasil. E que a liberdade, tão desejada, chegue como presente maior — concreta, plena, incontestável. Neste aniversário, mais do que nunca, o que se envia não é apenas uma mensagem. É um clamor. É um abraço. É fé. Parabéns pela vida. Parabéns pela história. Feliz aniversário. Força. Saúde. E liberdade.
Morre aos 54 anos astro de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ durante o sono
O ator Nicholas Brendon faleceu aos 54 anos. A família do artista confirmou a morte ao portal The Hollywood Reporter neste sábado (21). Brendon ficou marcado por interpretar personagens em séries de televisão norte-americanas como “Buffy, a Caça-Vampiros” e “Criminal Minds”. Conforme comunicado divulgado pelos familiares, Brendon morreu durante o sono na noite de sexta-feira (20), por causas naturais. Nascido em Los Angeles em 1971, o artista inicialmente planejava seguir carreira como jogador de beisebol. A mudança para a atuação aconteceu enquanto enfrentava dificuldades com gagueira. Posteriormente, Brendon tornou-se um defensor público sobre essa condição. Três anos antes de sua morte, o ator revelou ter sofrido um ataque cardíaco. Na ocasião, recebeu o diagnóstico de cardiopatia congênita. Brendon vinha tratando essa condição desde então. O ator também enfrentava síndrome da cauda equina, uma compressão das raízes nervosas localizadas na base da coluna lombar. Esse quadro clínico o levou a passar por procedimentos cirúrgicos. “Embora não seja segredo que Nicholas tenha enfrentado dificuldades no passado, ele estava em tratamento medicamentoso para controlar seu diagnóstico e estava otimista em relação ao futuro no momento da sua morte”, afirma o texto dos familiares divulgado à imprensa. A declaração reconhece os desafios de saúde enfrentados pelo ator nos últimos anos de vida. Durante os anos 2000, Brendon teve sua vida pessoal exposta pela mídia devido a problemas relacionados ao uso de drogas e questões de saúde mental. Em 2010, o ator foi detido em diversas ocasiões por acusações de vandalismo, dano ao patrimônio e lesão corporal grave contra a esposa. A atuação de Brendon em “Buffy, a Caça-Vampiros” o tornou uma figura conhecida do público. O trabalho do ator em séries televisivas deixou registro na indústria do entretenimento. A família não divulgou informações sobre cerimônias fúnebres ou homenagens planejadas.
Sem dinheiro, Roberto Jefferson pede isenção de multa milionária a Moraes
Roberto Jefferson solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que seja liberado do pagamento da multa de 970 mil reais que recebeu como parte de sua condenação. Caso o pedido seja negado, os advogados solicitaram ao menos um recálculo da punição. Jefferson foi condenado pelo STF a nove anos, um mês e cinco dias de prisão por incitar a prática de crimes e atentar contra o exercício dos Poderes, além dos crimes de calúnia e homofobia. Posteriormente, Moraes considerou que os crimes de incitação e calúnia estavam prescritos e reduziu a pena. A defesa alegou que o valor é excessivo e desproporcional aos crimes que levaram à condenação. Além disso, destacou que Jefferson está afastado de suas funções partidárias e que por isso não recebe salário. Os advogados também contestaram uma alegação de Moraes de que o político viveria em uma casa de “luxo” e afirmaram que a residência é de propriedade de sua esposa.
Deputado esquerdista come banana ao citar Neymar e é acusado de racismo nas redes sociais
Túlio Gadêlha, deputado que namora a apresentadora Fátima Bernardes, publicou um vídeo em seu perfil oficial no Instagram comentando a ausência de Neymar na convocação da Seleção Brasileira. O parlamentar mencionou que setores da direita comemoraram o fato de Wagner Moura não ter conquistado o Oscar. Em seguida, citou o jogador Neymar. “Vocês da direita estão comemorando que o Wagner Moura não levou o Oscar, eu só queria dizer uma coisa: o Neymar, ele não foi convocado para a Seleção”. Ele finalizou a gravação comendo uma banana. A atitude foi entendida como racismo contra o craque brasileiro.
CPMI aperta o cerco: registro de linha telefônica do STF foi ativado no dia da nomeação de Moraes e consta como ‘Alexandre de Moraes Brasília’ no celular do banqueiro preso
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS avançou nesta sexta-feira (20) na investigação sobre as relações entre o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e autoridades públicas. Dados cadastrais revelam que um número telefônico salvo no celular do empresário como “Alexandre de Moraes Brasília” foi ativado precisamente em 22 de fevereiro de 2017. Nesta mesma data, o Senado Federal aprovou a nomeação de Alexandre de Moraes como ministro do Supremo Tribunal Federal. As informações foram divulgadas pelo SBT News e têm origem no Sistema de Investigação de Registros Telefônicos e Telemáticos (Sittel), plataforma do Ministério Público. A documentação oficial identifica a operadora telefônica. O Supremo Tribunal Federal aparece como titular da linha funcional. O registro não indica qual pessoa específica utilizava o número. Mensagens trocadas antes da prisão A Polícia Federal localizou o registro na agenda do empresário. A apuração sobre esse contato telefônico começou após essa descoberta. O jornal O Globo publicou reportagem mostrando que esse número trocou mensagens com Vorcaro em novembro passado. As mensagens foram enviadas poucas horas antes da prisão do banqueiro por determinação judicial. Uma das mensagens enviadas por meio de visualização única perguntava: “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?” O ministro substituiu seu aparelho celular em fevereiro deste ano. Parlamentares que mantêm comunicação regular com Moraes confirmaram que o número encontrado no telefone de Vorcaro correspondia ao utilizado pelo magistrado naquele período. Ministro nega irregularidades Alexandre de Moraes divulgou nota pública refutando as acusações. O ministro informou que uma “análise técnica” realizada internamente pelo Supremo verificou que as imagens transmitidas por Vorcaro no dia de sua detenção “não conferem” com seus registros de contatos autênticos. A explicação apresentada pelo ministro não satisfez os membros da comissão investigativa. O senador Carlos Viana (Podemos-MG) preside a CPMI. Ele encaminhou ofício ao Supremo Tribunal Federal solicitando informações oficiais sobre quem utilizou a linha funcional nos últimos cinco anos. O parlamentar estabeleceu prazo de dois dias úteis para o recebimento da resposta. O prazo vence na segunda-feira (23). Viana requer que a Corte forneça dados sobre a utilização do número telefônico desde janeiro de 2021 até quinta-feira (19). O objetivo é verificar se ocorreram comunicações inadequadas entre membros do Supremo e o proprietário do Banco Master.