O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomou nesta terça‑feira (10) o julgamento do senador catarinense Jorge Seif, ex‑ministro do governo Jair Bolsonaro. Trata‑se de mais um capítulo da perseguição intensa contra representantes da direita no país. Seif está sendo acusado de abuso de poder econômico nas eleições. A acusação ainda não apresenta provas concretas. A denúncia parte da suspeita de que o empresário Luciano Hang teria utilizado a frota aérea da Havan e parte de sua equipe para favorecer a candidatura do senador. Nas eleições de 2022, Seif recebeu 1,48 milhão de votos, o que corresponde a 39,79 % dos votos válidos em Santa Catarina, ultrapassando a soma dos votos do segundo colocado, Raimundo Colombo (608 mil), e do terceiro, o ex‑senador Dário Berger (605 mil).
Ex‑diretor do Datafolha impressionado com sinal fora da curva que pode mudar o jogo para Flávio (Veja o vídeo)
Uma “força inédita”, jamais vista, tomou conta da pré‑campanha de Flávio Bolsonaro, segundo a nova pesquisa da Real Time Big Data, que aponta um número capaz de mudar o jogo. Mauro Paulino, ex‑diretor do Instituto Datafolha, declarou estar impressionado. “O sobrenome Bolsonaro demonstra uma força inédita de transferência de votos”, avaliou. Ele acrescentou: “A gente não sabe até onde ele pode chegar”, ressaltando que esse será um dos principais pontos de observação ao longo da campanha. Para o especialista, o avanço de Flávio Bolsonaro trata‑se de um “fenômeno raro”. Veja o vídeo:
TRUMP É O INIMIGO NÚMERO UM DE EPSTEIN, SEGUNDO CRONOLOGIA DOS FATOS
Uma cronologia dos fatos elaborada detalhadamente por um perfil na rede social X demonstra, com absoluta clareza, que o presidente Donald Trump perseguiu Jeffrey Epstein por 20 anos e utilizou toda a força do governo americano para derrubá‑lo, fechar suas operações, confiscar sua ilha e colocá‑lo na cadeia. A seguir, transcrevemos o texto publicado. “As únicas pessoas que acreditam no envolvimento de Trump são aquelas que desconhecem a cronologia dos fatos entre Trump e Epstein: 2005: Trump proíbe Epstein de entrar em todas as propriedades de Trump por assediar uma garota menor de idade. 2006: Epstein foi preso na Flórida depois que Trump ajudou as vítimas a processá‑lo. 2008: Epstein foi condenado por acusações mínimas e sentenciado a 18 meses por um juiz nomeado por Bush, sendo absolvido pelo FBI, aliado de Clinton. 2008‑2016: Obama e os democratas não fizeram absolutamente nada em relação a Epstein. A mídia não tocou no assunto. Era considerada uma “teoria da conspiração”. 2017: Menos de três semanas após a posse, Trump assina a Ordem Executiva 13773, que visa “organizações criminosas transnacionais e previne o tráfico de pessoas”. Foi uma das primeiras medidas tomadas por Trump como presidente. Trump não mirou apenas na operação de Epstein, mas em outras semelhantes ao redor do mundo. 2019: O Departamento de Justiça de Trump prende Epstein, confisca sua ilha e o coloca na prisão por crimes contra crianças. 2020: O Departamento de Justiça de Trump prende Maxwell e a coloca na prisão por crimes contra crianças. 2021‑2024: Os democratas sob a liderança de Biden não dizem uma palavra sobre Epstein. Qualquer pessoa que espalhe a ideia de que Trump está envolvido em crimes relacionados a Epstein está simplesmente demonstrando ignorância sobre toda a situação e cronologia dos fatos. Trump não era cúmplice de Epstein. Trump usou toda a força do governo americano para derrubar Epstein, fechar suas operações, confiscar sua ilha e colocá‑lo na cadeia. Trump perseguiu Epstein por 20 anos. Depois que Trump descobriu o monstro que ele era, Trump soube o que tinha que fazer. Trump é o inimigo número 1 de Epstein.”
Academia cede à pressão e inicia exclusão de Pedro Turra das franquias
Após a confirmação da morte de Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, ocorrida no sábado (7), vítima de agressões praticadas por Pedro Arthur Turra Basso, ex‑piloto da Fórmula Delta, a Skyfit Academias se manifestou a respeito da relação do investigado com a rede. Pedro Turra é sócio‑administrador de uma unidade da academia, juntamente com a namorada. Desde que as imagens das agressões se tornaram virais, internautas inundaram as redes sociais da empresa, exigindo providências. Com a morte do adolescente, as críticas e a campanha de boicote à marca ganharam ainda mais intensidade. Entre os comentários publicados pelos usuários, destacam‑se mensagens como: “Quem tiver o mínimo de sentimento não pisa nessa academia”, “Tem que boicotar” e “Vamos fechar essa academia”. Alguns ainda insinuaram que a empresa poderia ser usada para beneficiar financeiramente o investigado. Diante da forte repercussão, a Skyfit divulgou nota oficial anunciando que já havia iniciado o processo de exclusão de Pedro Turra do sistema de franquias. “Repudiamos de forma veemente e absoluta o ato de violência que resultou nesse desfecho tão doloroso e informamos que o processo de exclusão de Pedro Turra do sistema de franquias Skyfit já foi iniciado.” A Skyfit ressaltou que “não admite associação da marca ao caso. Atitudes dessa natureza não têm e jamais terão espaço em nossa comunidade. Não toleraremos, sob nenhuma circunstância, qualquer associação da nossa marca a atos de violência.” Por fim, a empresa reafirmou sua solidariedade com os familiares, amigos e todas as pessoas afetadas pela morte do adolescente. “Reiteramos nosso compromisso inabalável com a ética, a paz e o respeito ao próximo, bem como nossa esperança de que a justiça seja plenamente realizada, para que a família de Rodrigo possa, com o tempo, encontrar conforto e paz.” Pedro Turra permanece preso em cela individual no Complexo Penitenciário da Papuda, após decisão do diretor do presídio, oficializada pelo diretor‑geral do Centro de Detenção Provisória (CDP) na terça‑feira (3). Surge expectativa de que Pedro Turra seja denunciado pelo crime de homicídio.
Ator desaparece depois de sair de bar com homem desconhecido; polícia amplia investigação
Os fatos ocorreram em 15 de dezembro de 2025, em Peruíbe, no litoral de São Paulo, quando Roger da Cunha Matos, de 35 anos, foi visto pela última vez. Nesta terça‑feira (10), o caso já está sem solução há quase dois meses. De acordo com o boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, o ator desapareceu depois de deixar um estabelecimento noturno na companhia de um homem desconhecido. Antonio Jorge de Matos, de 53 anos, pai de Roger, começou a procurar o filho quando, no dia seguinte ao desaparecimento, não recebeu respostas às mensagens enviadas. A investigação avançou quando o pai procurou a Polícia Civil em 19 de dezembro, após conversar com a gerente do restaurante onde Roger trabalhava. A funcionária informou que, ao terminarem o expediente por volta das 2 h da madrugada do dia do desaparecimento, ela e o ator foram a uma adega, onde permaneceram cerca de uma hora. Imagens de segurança da Guarda Civil Municipal mostram Roger saindo do veículo da colega e entrando em um bar. Cerca de duas horas depois, outro registro capturou o ator entrando em um carro prata acompanhado de um homem que a família não reconhece. O pai descobriu que o carro prata pertencia a um motorista de aplicativo, chamado por Roger às 5h24 da manhã. O condutor declarou que a corrida tinha como destino inicial Iguape (SP), mas que o percurso foi alterado. Segundo o relato do motorista, Roger pediu para ser deixado com o homem desconhecido na entrada da estrada que dá acesso ao bairro Guaraú, em Peruíbe. Antonio então contatou a Guarda Civil Municipal de Peruíbe e obteve imagens que mostram seu filho e o homem saindo do bar e caminhando em direção à praia. “A câmera, que fica girando na praia, os registrou. Mas, quando fez o círculo novamente, eles já tinham desaparecido”, afirmou Antonio. Os guardas encaminharam as gravações à Polícia Civil, responsável pela investigação. O namorado de Roger registrou oficialmente o desaparecimento em 16 de dezembro de 2025. No boletim de ocorrência, ele informou que o ator consumia bebidas alcoólicas em excesso. Antonio contestou a afirmação, dizendo que o filho bebia, porém não a ponto de comprometer suas responsabilidades. “Ele é uma pessoa do bem, faz amizades por onde vai, não vê maldade nas pessoas, o que pode ser muito perigoso”, declarou o pai.
Greve na TVT revela a desmoralização sindical
Na sexta‑feira, 6, funcionários da Televisão dos Trabalhadores (TVT) iniciaram greve na sede da empresa, situada na Avenida Paulista, em São Paulo. A emissora, que costuma cobrir paralisações do ponto de vista dos grevistas, contratou freelancers para manter a grade de programação no ar. A TVT é financiada pelos sindicatos dos Bancários de São Paulo e dos Metalúrgicos do ABC. Os grevistas exigem o reajuste do Vale‑Refeição (VR) para R$ 35, bem como o pagamento do benefício durante as férias, alegando que o valor atual não permite alimentação adequada nas imediações da Paulista. A direção afirma que já chegou a R$ 34 e que não tem condições de pagar o VR nas férias. O estopim da greve não está ligado diretamente a questões financeiras. Os trabalhadores solicitaram estabilidade de quatro anos para um representante da empresa em causas trabalhistas, medida que, segundo eles, garantiria transparência e impediria demissões arbitrárias. A empresa respondeu que já conta com uma funcionária com estabilidade, por ser dirigente do sindicato dos jornalistas, e que não seria possível conceder o mesmo benefício a outro empregado. O presidente da TVT, Maurício Júnior, recordou que, em anos anteriores, os trabalhadores criaram um comitê, organizaram‑se junto ao sindicato, apresentaram demandas à direção sem estabilidade e “nunca ninguém foi prejudicado por conta disso”. A TVT possui 43 funcionários contratados sob o regime CLT e 15 prestadores de serviços como pessoa jurídica. Os grevistas contestam a contratação de freelancers para manter a emissora no ar, questionando: “Tem dinheiro para freela, mas não para pagar o nosso VR?”. “Tem dinheiro para freela, mas não para pagar o nosso VR?”, questionam.
Defesa de Eduardo Tagliaferro rejeita citação e nega ordem do STF
A defesa de Eduardo Tagliaferro, ex‑assessor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigado no caso “Vaza Toga”, comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não apresentará defesa prévia no processo. O prazo para essa manifestação encerra‑se nesta segunda‑feira (9). Os advogados de Tagliaferro alegam que não houve citação válida do acusado, razão pela qual não seria necessária a apresentação de defesa neste momento processual. A controvérsia recai sobre o método de citação adotado. Na petição dirigida ao tribunal, a defesa contestou a determinação do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, que ordenou a citação por edital – procedimento habitualmente utilizado quando o paradeiro do réu é desconhecido. “Não praticaremos atos que possam convalidar o que consideramos ilegalidades processuais no andamento do caso”, declarou a equipe jurídica de Tagliaferro em comunicado. Os procuradores fundamentam seu argumento no próprio reconhecimento do STF de que Tagliaferro se encontra em outro país, tendo inclusive sido requerida sua extradição. Segundo a defesa, o procedimento adequado seria a expedição de carta rogatória, medida que suspenderia automaticamente os prazos processuais até a sua conclusão. Para a defesa, abrir prazo para manifestação antes do cumprimento adequado da citação internacional violaria o devido processo legal. Consideram a publicação de edital uma medida excepcional, aplicável apenas quando não há informações sobre a localização do acusado. Como há conhecimento oficial do país onde Tagliaferro reside atualmente, os advogados sustentam que a chamada “citação ficta” (por edital) é juridicamente inválida. Por esse motivo, solicitaram ao STF a anulação do edital publicado e de todos os atos processuais subsequentes. Em 2025, a Primeira Turma do STF aceitou denúncia contra o ex‑assessor do TSE por suposta violação de sigilo funcional. As investigações apontam Tagliaferro como responsável pela divulgação não autorizada de informações internas que originaram o escândalo conhecido como “Vaza Toga”. Os advogados também informaram que encaminharam representação ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O documento requer providências diante do que consideram violações às prerrogativas profissionais da advocacia e às garantias constitucionais do direito de defesa.
Operação Chuvas 2025/26 registra a 15ª morte fatal em São Paulo
A Defesa Civil do estado de São Paulo confirmou nesta segunda‑feira (9) a 15ª morte relacionada às chuvas desde o início da Operação Chuvas 2025/26. Um homem morreu após ser arrastado por uma cabeça d’água no córrego Barnabé, área central de Indaiatuba, na região de Campinas, no domingo (8). O acidente aconteceu durante trabalhos de contenção de vazamento de resíduo químico e óleo mineral no córrego. A embarcação utilizada pela equipe tombou quando foi atingida pela súbita elevação do nível da água nas proximidades da rua Bernardino de Campos. “Durante o incidente, um dos trabalhadores foi arrastado pela força da água. O Corpo de Bombeiros atuou na ocorrência com quatro viaturas e respectivas equipes, localizando a embarcação ainda no mesmo dia”, informou a Defesa Civil em comunicado oficial. O corpo da vítima foi encontrado na tarde desta segunda‑feira (9), após a diminuição da correnteza, próximo ao local do tombamento da embarcação. Familiares fizeram o reconhecimento no local. A perícia foi chamada para avaliar as circunstâncias do acidente, e a área permaneceu isolada sob vigilância policial. A Operação Chuvas 2025/26 começou em 1º de dezembro do ano passado e vai até 31 de março deste ano. O estado de São Paulo registrou nove mortes em dezembro e cinco em janeiro, além da ocorrência mais recente em fevereiro. Em dezembro, as fatalidades incluíram um homem em Campos do Jordão por deslizamento de terra e uma mulher na zona leste de São Paulo por queda de muro, ambos no dia 10. Em 12 de dezembro, uma mulher morreu em Guarulhos quando uma árvore caiu sobre um ponto de ônibus. Ilhabela registrou duas mortes no dia 16 de dezembro: um homem faleceu após queda de muro e outro foi vítima de enxurrada. No mesmo dia, em Guarulhos, um homem morreu quando seu carro foi arrastado pela força das águas. Em janeiro, uma mulher faleceu em Taubaté no dia 14 quando uma árvore caiu sobre seu veículo. Dois dias depois, um casal perdeu a vida na zona sul de São Paulo quando seu carro foi arrastado pela enxurrada. No dia 25, na zona norte da capital, um homem também foi vítima de enxurrada. O balanço da operação mostra que as enxurradas causaram sete óbitos até o momento. Outros fatores incluem quedas de muros (dois casos), quedas de árvores (dois casos), deslizamentos (um caso), descargas elétricas (um caso), desabamento de telhado (um caso) e o fenômeno de cabeça d’água em Indaiatuba. A Defesa Civil mantém alerta para os riscos associados às chuvas intensas que atingem o estado neste período, especialmente em áreas próximas a córregos e encostas.
Relator da CPI do Crime Organizado esclarece medidas contra ministros do STF (veja o vídeo)
O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira, esclareceu hoje as medidas que pretende adotar contra os ministros do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O senador enfatizou que a apuração será estritamente técnica. Segundo ele, os dois ministros mantêm suposta proximidade com os controladores do Banco Master e adotaram posturas consideradas incomuns. Vieira enumerou os procedimentos que serão adotados: quebra de sigilos bancários, realização de depoimentos de pessoas ligadas aos magistrados, inclusive da advogada Viviane Barci, esposa de Moraes, e de parentes de Toffoli. “Que assim seja…”, concluiu o relator. Veja o vídeo:
Ex-prefeito de 78 anos é esfaqueado por duas travestis em posto de combustíveis na Lapa (Veja o vídeo)
Uma câmera de segurança registrou o momento em que Rubens de Lorenzo Barreto, ex-prefeito de Pirapozinho, foi esfaqueado por duas travestis em um posto de combustíveis na Lapa, zona oeste de São Paulo. O ataque ocorreu em 2 de fevereiro. As duas agressoras foram detidas pela polícia e o ex‑prefeito permanece internado. Nas imagens, as travestis deixam o banco traseiro do veículo de Barreto, agredindo‑o com tapas, socos e, posteriormente, com facas. Segundo a polícia, Barreto havia combinado um encontro amoroso com as vítimas na Avenida Marquês de São Vicente. No vídeo, pode‑se observar o carro estacionado no estabelecimento. Barreto foi socorrido de ambulância e encaminhado ao Hospital Samaritano Paulista. Ele tem 78 anos e foi prefeito de Pirapozinho, no interior de São Paulo, na região de Presidente Prudente, durante a década de 1980. Veja o vídeo: