O prefeito de Vista Alegre do Alto, no interior de São Paulo, Nelson Rozani, faleceu nesta terça-feira (24) em um acidente de carro. O engenheiro agrimensor e técnico agrícola pela Universidade Estadual de São Paulo estava acompanhado de sua esposa, a primeira-dama Fátima Rozani, e da secretária de Desenvolvimento Social, Rita Rozani. O acidente ocorreu na altura do quilômetro 9 da Rodovia Engenheiro Thyrso Micali (SP-319), por volta das 22h35. O veículo em que estavam colidiu na traseira de um caminhão carregado com amendoim. Nelson Rozani foi socorrido e levado a uma unidade de saúde de Taquaritinga, mas chegou ao hospital sem vida. Fátima Rozani faleceu no local do acidente. Rita Rozani sofreu ferimentos leves e foi transferida para atendimento médico em Vista Alegre do Alto, onde permanece internada. Em nota oficial, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) manifestou pesar pela morte do casal e solidariedade aos familiares e à população de Vista Alegre do Alto. “Recebi com profunda dor a notícia do falecimento do prefeito de Vista Alegre do Alto, Nelson Antônio Rozani, e de sua esposa, a primeira-dama Rosa de Fátima, vítimas de um trágico acidente. É difícil encontrar palavras diante de uma perda tão repentina e dolorosa. Um casal que construiu uma história de dedicação, trabalho e amor pela sua cidade, e que hoje deixa um vazio imenso no coração de todos. Nossas orações seguem pela recuperação da Rita Rozani, secretária de Desenvolvimento Social da cidade, que ficou ferida e segue internada. Me solidarizo com os familiares, amigos e com toda a população de Vista Alegre do Alto. Que Deus, em sua infinita misericórdia, conforte cada coração e dê forças neste momento”, escreveu Tarcísio em publicação nas redes sociais.
“Michel Temer me tirou da ROTA para eu não caçar mais bandido”, revela deputado oficial da polícia de elite
O deputado estadual Conte Lopes (PL-SP) conhece profundamente os desafios da segurança pública. Em entrevista ao jornalista Ricardo Roveran, o parlamentar, que também é oficial da ROTA – a polícia de elite de São Paulo -, relembrou o início da expansão do PCC e do Comando Vermelho, e revelou os bastidores de sua transferência para a Assembleia Legislativa paulista. “Eu era da ROTA, mas me tiraram de lá. O Michel Temer, quando era Secretário de Segurança Pública, me colocou no Hospital Militar, para eu não caçar mais bandido, porque na ROTA bandido não se criava. Eu fui encostado no Hospital Militar e o Paulo Maluf me chamou para ser candidato. Ganhei dez eleições até hoje”, relembrou o deputado. Conte Lopes também se posicionou de forma contundente sobre o sistema penal brasileiro. O deputado afirmou ser favorável à pena de morte: “Se o bandido pode matar, obviamente ele devia pagar com a morte, mas estamos no Brasil, um país cristão, o cara vai virar santo… Então tinha que ter prisão perpétua pelo menos, o Brasil é uma piada. O Brasil é o único país do mundo que o cara mata gente e recebe um salário, a esquerda acha bonito isso”, lamentou. Veja o vídeo: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Flávio Bolsonaro ganha camisetas de apoio antes mesmo do início da campanha presidencial
Flávio Bolsonaro já é uma realidade no cenário político nacional. As pesquisas mostram um crescimento avassalador do senador contra o petista Lula. Em poucas visitas que fez pelo país, Flávio já demonstrou grande capacidade de atrair multidões. O movimento em torno de seu nome ganhou até uma música que viralizou: “Meu Amigo Flávio”. Agora, surgem as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República. Os apoiadores já podem estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir as camisetas, basta acessar o link: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Alcolumbre se diz “estarrecido” com declarações de Valdemar sobre CPI do Banco Master. Veja o vídeo!
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, contestou em Plenário declarações do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, a respeito de um suposto acordo que estaria impedindo a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito para investigar o escândalo do Banco Master. Em resposta a questionamento do senador Eduardo Girão (Novo-CE), Alcolumbre se disse “estarrecido” com as declarações de Costa Neto. Confira o momento: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Governador do Paraná desiste de disputar Presidência em 2026
O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), oficializou nesta segunda-feira (23/3) sua decisão de não disputar a Presidência da República em 2026. Com isso, ele também se retira das discussões internas do partido sobre a definição de um candidato para a eleição nacional. De acordo com comunicado divulgado por sua assessoria, a decisão foi tomada na noite de domingo (22/3), após conversas com familiares. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, foi informado no dia seguinte sobre a escolha. “O governador Ratinho Junior decidiu concluir seu mandato no Paraná até dezembro deste ano. Portanto, ele deixa de participar da discussão interna do PSD (Partido Social Democrático), que escolherá um candidato disposto a concorrer às eleições presidenciais deste ano. A decisão foi tomada na noite deste domingo, 22, após profunda reflexão com sua família. O fato foi levado ao conhecimento do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, nesta segunda, 23”, informa a nota oficial. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Ratinho Jr. representa risco para Flávio Bolsonaro na disputa presidencial
Em novembro já se previa que Ratinho desistiria da corrida presidencial. A decisão não ocorreu por pressão da família, mas sim pelas articulações políticas envolvendo o ex-juiz Sergio Moro e problemas relacionados entre a política e o grupo de comunicação de seu pai. A desistência representa um golpe duro para Kassab, que terá de trabalhar com o fraco Leite em sua estratégia eleitoral. Há uma movimentação intensa no PL para tentar viabilizar Ratinho como vice de Flávio Bolsonaro. No entanto, essa estratégia não é inteligente, considerando que Tanure tende a aparecer mais nas investigações do Master, o que pode atingir a família Massa no Paraná. Uma aproximação entre as partes é bem-vinda, mas não para a função de vice-presidente.
Moraes pode colocar Bolsonaro em prisão domiciliar — e o timing levanta suspeitas (Veja o vídeo!)
Nos bastidores de Brasília, um movimento ganha força e pode alterar significativamente o cenário político: a possibilidade de concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O ponto de partida é o posicionamento da Procuradoria-Geral da República, que, ao se manifestar no caso, abre espaço para uma reavaliação do regime de cumprimento de eventual medida restritiva. A decisão, no entanto, não está nas mãos da PGR. Cabe ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, avaliar se há elementos jurídicos suficientes para uma mudança de regime — o que, na prática, significaria retirar Bolsonaro de um cenário de maior restrição e colocá-lo sob prisão domiciliar. Do ponto de vista técnico, trata-se de uma medida prevista no ordenamento jurídico. Não é absolvição, tampouco encerramento de processo. É, essencialmente, uma alteração na forma de cumprimento de uma restrição. Mas reduzir essa discussão ao campo jurídico seria ignorar o contexto. A eventual concessão de domiciliar para Bolsonaro ocorre em um momento delicado: pressão institucional crescente, ambiente político tensionado e um cenário pré-eleitoral que já começa a se desenhar nos bastidores. Uma decisão como essa pode cumprir múltiplos objetivos simultaneamente. De um lado, pode funcionar como um mecanismo de descompressão institucional, reduzindo o nível de conflito entre Poderes e evitando a escalada de tensões que já demonstraram potencial de mobilização social. De outro, recoloca Bolsonaro — ainda que parcialmente — no centro do jogo político, reorganizando sua base, reativando sua presença simbólica e pressionando adversários que vinham operando em um cenário de maior previsibilidade. Não por acaso, o timing chama atenção. Se confirmada, a medida não apenas altera a condição jurídica do ex-presidente, mas também impacta diretamente a dinâmica eleitoral que se constrói para 2026. No xadrez político, movimentos como esse raramente são neutros. Eles reorganizam peças, redesenham estratégias e, sobretudo, mudam o cálculo de risco de todos os envolvidos. A pergunta que fica não é apenas se Bolsonaro irá ou não para prisão domiciliar. A questão central é outra: Quem ganha — e quem perde — com essa decisão agora?
Delação de Vorcaro promete ser devastadora e ameaça derrubar os três Poderes em Brasília
O banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, encontra-se no epicentro de uma reviravolta que pode abalar profundamente as estruturas do poder em Brasília. Preso desde o início de março por suspeitas de fraudes bilionárias, lavagem de dinheiro e conexões perigosas, Vorcaro deu o passo mais concreto até agora rumo a uma delação premiada que promete não poupar absolutamente ninguém. Nos últimos dias, o banqueiro assinou termo de confidencialidade com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República, foi transferido da penitenciária federal para a sede da PF em Brasília e abriu negociações formais para colaborar com as investigações. O movimento marca uma mudança radical no desenrolar do caso. A operação começou com a troca estratégica de advogado. Vorcaro dispensou a defesa anterior e contratou José Luís Oliveira Lima, conhecido como Juca, um especialista em delações premiadas que atuou em casos de grande impacto na Lava Jato. Essa mudança não foi casual e evidencia a intenção clara de fechar acordo. O novo advogado se reuniu diretamente com o ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, para discutir explicitamente a possibilidade de acordo. Mendonça ouviu, analisou e deixou claro: qualquer delação só será homologada se for completa, consistente e sem proteções seletivas a aliados políticos, empresários ou figuras do Judiciário. Na sequência, o ministro prorrogou o inquérito da Operação Compliance Zero por mais 60 dias, proporcionando tempo necessário para que as tratativas avancem. Na noite de 19 de março, Vorcaro assinou o termo de confidencialidade com PF e PGR. Esse documento cria um ambiente protegido para que ele comece a falar, apresente provas e negocie os benefícios do acordo. Horas depois, Mendonça autorizou a transferência do preso para a superintendência da Polícia Federal na capital federal. A operação, realizada inclusive por helicóptero, facilita depoimentos reservados, acesso irrestrito a advogados e investigadores, e acelera o processo de forma dramática. O que torna essa delação especialmente explosiva é a possibilidade de que ela venha casada, ou seja, coordenada com outro nome central do mesmo esquema: João Carlos Mansur, ex-controlador da Reag Investimentos. A Reag gerenciava centenas de bilhões de reais em fundos e tinha o Banco Master como cliente principal. Os dois estão sendo defendidos pelo mesmo advogado, o que alimenta a suspeita de uma colaboração conjunta. Vorcaro e Mansur poderiam cruzar informações, entregar documentos, mensagens e transações que um sozinho não conseguiria apresentar. Provas complementares tornam o acordo muito mais robusto e difícil de ser desmontado ou contestado. Vorcaro já sinalizou que não pretende fazer acordo pela metade. Ele promete entregar todo o esquema, incluindo fatos que vão além do que a Polícia Federal já apreendeu. Isso significa que podem cair na mesa nomes de parlamentares do Centrão que teriam recebido recursos por meio de empréstimos suspeitos, doações indiretas ou favores regulatórios. Empresários envolvidos em operações financeiras duvidosas também estariam na mira. Há ainda o temor de que surjam menções a autoridades do Judiciário ou do Banco Central, com revelações sobre decisões questionáveis, contratos com familiares de ministros e possíveis interferências. O esquema do Banco Master envolveu fraudes em escala bilionária, inflação artificial de ativos, empresas de fachada e suspeitas de lavagem de dinheiro em grande volume. O prejuízo ao Fundo Garantidor de Créditos já é imenso e o impacto no sistema financeiro pode ser devastador. Se a delação for homologada, abre-se um caminho para novas investigações com foro privilegiado no Supremo, cassações de mandatos no Congresso ou no Tribunal Superior Eleitoral, e fases adicionais de operação da Polícia Federal. Estamos em 2026, ano pré-eleitoral. Uma delação ampla e sem filtros pode desestabilizar alianças políticas, atingir o governo Lula e o centrão, e provocar um efeito dominó maior que partes da Operação Lava Jato. O pânico em Brasília é real e justificado. Muita gente que se sentia protegida agora percebe que o jogo mudou. O processo ainda está na fase de depoimentos iniciais e validação de provas, mas o ritmo é acelerado. Se Vorcaro e possivelmente Mansur entregarem tudo o que prometem, o Brasil pode assistir ao desmoronamento de uma rede que capturou instituições e fragilizou a confiança no sistema. Os próximos dias ou semanas serão decisivos. O que está em jogo não é apenas a punição de um banqueiro. É a possibilidade de expor como o poder econômico e político se entrelaçam de forma perigosa. Brasília prende a respiração.
Há 10 anos, Deltan alertou PGR sobre suposta ligação entre Toffoli e resort Tayayá
O então procurador da República Deltan Dallagnol comunicou ao então procurador-geral da República Rodrigo Janot sobre indícios de participação societária oculta do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli no malfadado resort Tayayá. A comunicação ocorreu em julho de 2016, por meio de Eduardo Pellella, chefe de gabinete de Janot. O jornal O Globo recuperou as informações. Dallagnol enviou mensagem a Pellella com o seguinte conteúdo: “Pelella, segundo informações, Toffoli é sócio oculto do primo, José Eugênio, no resort Tayayá. Este Resort situa-se em Ribeirão Claro”. A conversa foi divulgada em agosto de 2019. Pellella respondeu ao procurador: “Opa!!!”. Dallagnol manifestou disposição para fornecer informações de inteligência ao gabinete do procurador-geral. O então procurador declarou: “Sei que o competente é o PGR, mas talvez [eu] possa contribuir com vocês com alguma informação, acessando umas fontes”. As conversas da operação Lava Jato chegaram ao conhecimento público através da “Vaza Jato”. A série de reportagens foi baseada em material obtido por Walter Delgatti Neto. O invasor ficou conhecido como “hacker de Araraquara”. Ele acessou contas do aplicativo Telegram de autoridades envolvidas na investigação que levou à prisão do petista Lula. A Folha de São Paulo e o The Intercept organizaram e divulgaram o material. As mensagens forneceram narrativa para que o Supremo Tribunal Federal anulasse a condenação de Lula. A Corte fundamentou a decisão na absurda alegação de parcialidade do então juiz Sérgio Moro.
Erika Hilton é processada por ONG feminista após chamar críticos de ‘esgoto da sociedade’
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) tornou-se alvo de uma ação civil pública protocolada pela ONG feminista Matria. O processo questiona uma publicação feita pela parlamentar na rede social X no dia 11 de março. Na postagem, Hilton chamou seus críticos de “transfóbicos e imbeCIS” e “esgoto da sociedade”. A deputada também escreveu que eles “podem latir”. A publicação ocorreu após sua eleição para presidir a Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados, sendo a primeira pessoa trans a ocupar o cargo. A Matria solicita que a Justiça condene a deputada a apagar a postagem. A ONG pede ainda que Hilton publique uma retratação em até 24 horas após eventual decisão judicial favorável. O texto da retratação solicitada pela organização traz os seguintes dizeres: “Por determinação judicial, venho a público me retratar pelas expressões ‘esgoto da sociedade’ e ‘imbecis’, utilizadas em publicação de 11/03/2026, que ofenderam a honra e a dignidade de uma coletividade de mulheres atingidas pelas ofensas”. A ONG requer que a parlamentar seja condenada ao pagamento de multa de R$ 500 mil. O valor deverá ser destinado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), vinculado ao Ministério da Justiça. Ao fazer a publicação que motivou a ação, a parlamentar comentou sobre sua eleição para a presidência da comissão. Hilton escreveu: “Hoje fiz história por mim, que tive minha adolescência e minha dignidade roubadas pelo preconceito e discriminação”. A organização feminista acusa a deputada de tentar silenciar adversárias políticas por meio das declarações na rede social. A argumentação da Matria aponta que as expressões utilizadas pela parlamentar teriam como objetivo desqualificar pessoas que discordam de suas posições. A advogada Aída Laurete de Souza assina a representação em nome da ONG. No documento, consta a seguinte argumentação: “Este tipo de agressão verbal tem um propósito claro: o silenciamento. Ao desqualificar não a ideia, mas a pessoa (ou o grupo de pessoas), a ré tenta criar um ambiente hostil e intimidatório, onde a discordância é punida com a humilhação pública”. A ação civil pública aguarda análise do Poder Judiciário. O processo envolve questões relacionadas à liberdade de expressão, limites do debate público e responsabilidade de agentes políticos por manifestações em redes sociais.