O piloto Mauro Caputti Mattosinho, ex‑funcionário da empresa de táxi‑aéreo Piracicaba (TAP), afirmou em depoimento que pilotou aeronaves que transportaram cargas suspeitas, incluindo “cargas perigosas”, envelopes e caixas contendo dinheiro. Em seu relato, ele menciona nomes como o ministro Dias Toffoli, o senador Davi Alcolumbre, o empresário Antonio Rueda, o ex‑governador Danilo Trento, a empresa Reag, o Banco Master, o Resort Tayayá e o Primeiro Comando da Capital (PCC), entre outros. O conteúdo é, de fato, explosivo. Veja o vídeo:
Juristas de esquerda defendem hipocritamente juíza que soltou criminoso que deixou garoto de 16 anos em coma
Um grupo autodenominado “Candangas”, supostamente formado por mulheres juristas, saiu em defesa da juíza que concedeu liberdade ao sociopata Pedro Turra. O grupo alega que a juíza se baseou em informações limitadas disponíveis no momento, ignorando o histórico violento do acusado. Em nota, os integrantes lamentam, de forma que o autor considera hipócrita, o estado de saúde da vítima, um adolescente de 16 anos que se encontra em coma e com a caixa craniana fraturada. Questiona‑se, porém, se a juíza tinha conhecimento desses detalhes ao assinar a ordem de soltura, o que o autor julga um total absurdo. Para o autor, trata‑se de mais do mesmo: um grupinho de esquerda que defende o “direito do bandido” e tenta encobrir criminosos, esquecendo‑se das vítimas. Felizmente, a decisão da juíza foi anulada e Pedro Turra retornou à prisão no sábado, dia 31.
IBGE é alvo do PT com exoneração da coordenadora de Contas Nacionais
A exoneração da coordenadora de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo do Produto Interno Bruto (PIB), gerou um novo foco de tensão dentro do principal órgão de estatísticas do país. Rebeca Palis, servidora de carreira que estava à frente da área há mais de uma década, foi comunicada da decisão pela direção do IBGE no dia 19 de janeiro, sem que motivos detalhados fossem divulgados oficialmente. A troca ocorre a pouco mais de um mês da divulgação dos dados de crescimento econômico de 2025, marcada para o início de março. A decisão provocou reação entre técnicos e dirigentes sindicais, que veem a movimentação como um sinal de desgaste na relação entre corpo técnico e gestão. Vários funcionários da área técnica deixaram seus cargos em solidariedade à ex‑coordenadora nas semanas seguintes à exoneração. O Sindicato Nacional dos Trabalhadores do IBGE (Assibge‑SN) também criticou a direção do instituto, liderada pelo lulopetista Márcio Pochmann, classificando os atos como expressão de um clima de retaliação e falta de transparência. Em nota, a entidade relatou episódios que considerou arbitrários e destacou um ambiente de “caça às bruxas” contra servidores que levantam críticas ou questionam decisões da atual gestão. Ainda segundo o sindicato, a troca na coordenação técnica foi realizada sem um plano de transição claro, o que teria fragilizado equipes já sobrecarregadas. A crise interna levanta questionamentos sobre possíveis efeitos na produção de estatísticas oficiais e sobre a condução técnica do órgão, justamente em um momento crítico para a economia brasileira.
Valdemar aponta “peça‑chave” que garante vitória de Flávio Bolsonaro
O presidente do PL afirma que sabe exatamente o que é indispensável para a vitória de Flávio Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2026. “Michelle, Tarcísio e Nikolas precisam estar na linha de frente da candidatura do Flávio, porque eles têm voto. Eles são importantíssimos para nós, a Michelle com as mulheres, o Tarcísio no maior colégio eleitoral. Ninguém ganha a eleição sem esse povo trabalhando, não”. Valdemar concorda com essa avaliação e reconhece que Flávio está ciente da importância do trio. Ele garante que Michelle, Tarcísio e Nikolas serão posicionados na linha de frente da campanha, que será histórica e que o crescimento de Flávio nos próximos meses será avassalador. “Quem viver, verá.” Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Jovem de 26 anos, antes considerada acidente, tem morte reclassificada como homicídio
A morte de Beatriz Callegari de Paula, de 26 anos, encontrada ao lado de uma piscina no quintal de uma casa em Lins (SP), no dia 16 de janeiro, passou de suspeita de acidente para investigação de homicídio após um laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontar afogamento como causa da morte. Uma amiga da vítima, Grazielli de Barros Silva, de 40 anos, foi presa temporariamente na terça‑feira (27), sob suspeita de envolvimento no caso. As duas trabalhavam como operadoras de caixa em um supermercado e eram consideradas bem próximas. Segundo Allexandre Callegari de Paula, irmão de Beatriz, foi Grazielli quem a convidou para ir à festa onde ela foi encontrada morta. Inicialmente, a principal hipótese era de descarga elétrica, pois Beatriz foi encontrada caída de costas, vestindo biquíni, com parte do corpo sobre a tampa metálica do motor da piscina e próxima a uma caixa de energia contendo disjuntores, registros metálicos, botão liga/desliga e ducha. Os bombeiros chegaram a desligar a energia do local antes de constatar o óbito. Entretanto, com a divulgação do laudo do IML, que descartou a eletrocussão e indicou afogamento, a Polícia Civil passou a tratar o caso como homicídio.
Médico insulta policial de folga, o chama de “corno”, e acaba recebendo tiro – Veja o vídeo!
Uma discussão entre um médico e um policial militar de folga, ocorrida dentro de um barco, terminou com um disparo. O médico, de porte avantajado, avançou contra o policial e o chamou de “corno”, além de proferir outros insultos. A esposa do policial, presente na confusão, questionou a atitude do médico. “Por que você deu um tapa nele? Por que esse tapa nele?”, perguntou, referindo‑se ao tapa que o médico teria desferido contra o policial no início da altercação. Ela é ex‑esposa do médico e atualmente convive com o policial. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, e a Brigada Militar abriu procedimento para apurar o episódio. Veja o vídeo:
PT arma arapuca contra Simone Tebet
Para o presidente do MDB, Baleia Rossi, a investida do PT para que a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), deixe seu partido para concorrer ao governo ou ao Senado em São Paulo na chapa de apoio a Lula (PT) é uma “arapuca”. “O PT não age corretamente e está armando uma arapuca para Tebet.” E completou: “O PT não está agindo corretamente ao usar Simone para uma aventura de um partido que não tem liderança em São Paulo. É um desrespeito com o MDB”. Nesta sexta‑feira (30), a ministra afirmou que deixará a pasta até o dia 30 de março e que será candidata na eleição deste ano em São Paulo ou Mato Grosso do Sul, mas sem especificar o cargo. Na realidade, Simone está completamente perdida. Em seu estado, Mato Grosso do Sul, destruiu sua popularidade. Em São Paulo, parte para uma aventura – fantasiada de petista – que certamente será desastrosa, tanto para ela quanto para o PT.
Delegado chora indignado ao ver sociopata reincidente solto por decisão irresponsável de juíza
O “braziu” do governo atual chama atenção. Em um país onde um delegado que cumpre seu dever se emociona ao se deparar com um sociopata reincidente que tortura uma adolescente de 16 anos, agride e deixa outro menino em coma, e ainda há outros processos em andamento, a justiça parece fechar os olhos. É ainda mais revoltante constatar que uma juíza, ao que tudo indica, agiu de forma irresponsável ao liberar esse indivíduo mediante pagamento de fiança. A magistrada Ana Claudia Loiola considerou que a conduta do agressor “não evidencia periculosidade exacerbada” e, assim, concedeu a soltura. Os fatos são alarmantes. Na madrugada de 22 de janeiro, Pedro Arthur Turra, de 19 anos, espancou um adolescente de 16 anos após uma discussão por um chiclete. A vítima sofreu parada cardíaca por 12 minutos, precisou que a calota craniana fosse removida e permanece em coma na Unidade de Terapia Intensiva. Pedro foi preso em flagrante, mas, no dia seguinte, pagou R$ 24,3 mil de fiança e foi liberado. Enquanto isso, o delegado Pablo Aguiar conduzia as investigações. Ele descobriu que existem quatro inquéritos policiais contra o mesmo agressor. Em junho de 2024, Pedro forçou uma adolescente a beber vodka e, em seguida, a torturou com um taser, descarregando o aparelho completamente enquanto ria. No mesmo mês, ele espancou um jovem em uma praça. Em julho, agrediu um homem de 49 anos. Na sexta‑feira, 30 de janeiro, durante coletiva de imprensa, o delegado Pablo Aguiar chorou ao relatar o depoimento da adolescente torturada. “Sinto a dor de um pai”, disse, com a voz embargada. “Ele não tem condição de viver em sociedade.” O delegado ressaltou a diferença entre quem analisa processos e quem vê pessoas. A juíza considerou que havia “ausência de periculosidade” nos quatro inquéritos, enquanto o delegado identificou um sociopata que tortura rindo. Pablo Aguiar cumpriu seu papel: reuniu provas, documentou padrões, ouviu vítimas e constatou que mais de dez pessoas têm medo de denunciar Pedro. Agora, deposita esperança no Ministério Público, especialmente no GAECOP, e no Judiciário, para que “enxerguem o caso com mais seriedade”. Um delegado não deveria precisar chorar em público para que o sistema leve a sério um torturador. Talvez suas lágrimas sirvam como o alerta que faltava: não se trata de mera burocracia, mas de vidas destroçadas.
Policial reage a assalto na Linha Amarela e morre em troca de tiros
Denilson Ribeiro Dias, policial penal, reagiu a um assalto na Linha Amarela, no Rio de Janeiro, neste sábado (31). Ele estava em uma motocicleta acompanhado da esposa quando os criminosos abriram fogo. Durante a troca de tiros, o agente foi atingido e acabou falecendo. Os motoristas que passavam pelo local entraram em pânico. A via foi interditada e Denilson e a esposa foram encaminhados ao Hospital Municipal Salgado Filho. A esposa não sofreu ferimentos físicos, mas permanece internada em estado de choque. A arma de fogo utilizada pelos criminosos foi levada pelos assaltantes. O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A Polícia Militar informou que reforçou a segurança na Linha Amarela com equipes do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE). A Polícia Civil, em nota, confirmou que a DHC foi acionada, que a perícia foi solicitada ao local e que outras diligências seguem em andamento para identificar os responsáveis.
PM expõe razão de Moraes para barrar visita de aliado de Bolsonaro
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) abordou um veículo oficial do Senado Federal utilizado pelo senador Magno Malta (PL‑ES) ao perceber movimentação suspeita nas imediações da Papudinha, unidade prisional onde está detido o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). Durante a ação, os policiais constataram que o motorista do parlamentar havia iniciado a gravação de imagens do entorno do local. O episódio foi registrado em relatório enviado pela PMDF ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o documento, o carro oficial – um GM Equinox com placa institucional nº 38 – estacionou próximo à prisão para deixar o senador. Após a saída de Magno Malta do veículo, o motorista passou a filmar a área externa da Papudinha. A guarnição de serviço flagrou o início das gravações e procedeu à abordagem. Os agentes alertaram que a captação de imagens poderia representar risco à segurança da unidade de custódia, do Complexo Penitenciário da Papuda como um todo, e também à integridade dos próprios policiais. Diante da orientação, o motorista interrompeu imediatamente a filmagem. O fato ocorreu em 17 de janeiro, mesma data em que o senador tentou acessar a Papudinha sem autorização judicial. Atualmente, a Vara de Execuções Penais (VEP) determina a proibição de registros audiovisuais no entorno de estabelecimentos prisionais, independentemente de a custódia de Bolsonaro estar sob responsabilidade direta do STF. Com base nas informações enviadas ao Supremo, o ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos relacionados à tentativa de golpe, decidiu negar o pedido de visita feito por Magno Malta ao ex‑presidente. Segundo relatos da PMDF, ao chegar à unidade prisional, o senador foi informado de que apenas familiares previamente autorizados podem realizar visitas regulares. Qualquer outra visita, inclusive de autoridades, depende de cadastro específico e de autorização judicial expressa. Conforme o registro policial, Magno Malta questionou a restrição e, posteriormente, solicitou permissão para realizar uma oração no 19º Batalhão da Polícia Militar (19º BPM). O pedido também foi negado. O impasse entre o senador e os agentes de segurança teria se prolongado por cerca de 30 minutos, até o encerramento da ocorrência.