Luana Piovani simula ou fuma maconha em vídeo publicado, alegando ser exemplo de impunidade e crime no Brasil. Trata‑se de uma mulher de meia‑idade que, segundo a crítica, pretende influenciar jovens a usarem drogas. Essa atitude é considerada apologia a um crime, e, no Brasil, a apologia a crime constitui crime. Piovani representa um caso de mulher que, na juventude, recebeu intensa atenção por sua beleza, a ponto de despertar inveja em outras mulheres e atrair o desejo dos homens. O problema, segundo a análise, seria que, ao envelhecer e perder a beleza que a destacava, ela não aceitou a nova realidade, na qual não recebe mais atenção, tornando‑se amargurada e ressentida, e projetando sua frustração em todos. A crítica ainda afirma que esses comportamentos refletem, em sua visão, as bases do feminismo: mulheres sem valor que buscam se vingar de um mundo que, segundo elas, não lhes concede o que consideram ser seu direito. Veja o vídeo:
“Stalinácio” chega ao limite: eleições de 2026 serão guerra total
“Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar a eleição”. José Dirceu. José Dirceu proferiu essa frase enigmática em 2018, quando ainda não sabíamos exatamente com quem estávamos lidando. Hoje, após as dolorosas experiências dos últimos anos, compreendemos plenamente o recado. Jair Bolsonaro venceu as eleições de 2018, mas não chegou ao poder. Desde o primeiro dia de mandato foi atacado e, atualmente, encontra‑se preso. O Sistema venceu. Aprendemos que ganhar as urnas não basta, mesmo que o eleitorado deseje, se o Sistema não aceitar. Em 2018, a vitória de Bolsonaro representava um claro repúdio ao petismo. O Sistema, porém, mobilizou‑se imediatamente para derrubá‑lo, a qualquer custo. Foi o mesmo Sistema que tirou Lula da prisão e o reconduziu à Presidência, acreditando que, com ele no comando, a “banda” teria liberdade para atender seus próprios interesses. Escândalos recorrentes mostram que a “gangue” que atua no país há décadas não aceitaria jamais um presidente que a impedisse de continuar a rapinagem iniciada quando a esquerda chegou ao poder, em 2002. Mas quem é o “Sistema”? É um conjunto de instituições que dominam o país, pairando em patamares inacessíveis ao cidadão comum e determinando quem vence e quem perde. Entre elas estão as instituições financeiras, as universidades públicas, o Poder Judiciário, o Poder Legislativo, o Poder Executivo, a imprensa escrita e falada, as Forças Armadas e as entidades de classe. Essas instituições escolheram Lula como seu representante, pois acreditam que ele permite a dilapidação dos recursos públicos. Com Lula no poder, a esbórnia se intensifica: o contribuinte paga impostos em silêncio enquanto os privilegiados se banqueteiam nos benefícios do cargo, desprezando a população. Uma nova eleição se aproxima, e o que nos espera é a candidatura de Lula, símbolo desse Sistema que oprime sem pedir licença. Lula abandonou, de forma definitiva, a fachada de “Lulinha paz e amor” construída em 2002. Aos 80 anos, tem pouco a perder. Durante a comemoração dos 46 anos do PT na Bahia, Lula perdeu a compostura, gritou, xingou, ameaçou e incitou seus apoiadores a agredirem quem discordasse de sua tese, orientando-os a “mandar essa gente para aquele lugar”. Ele declarou, sem rodeios, que as eleições deste ano serão uma guerra, que “não há como perder”, e que é preciso criar “nossa narrativa política” – o que ele próprio define como mentiras e mais mentiras – incentivando seus seguidores a atacar sem trégua, ponto a ponto, com um olhar furioso e ressentido. Quatro anos depois, o Brasil parece um Titanic afundando em escândalos que chegam até membros do Supremo Tribunal Federal, revelando um país que se assemelha a uma República bananeira latino‑americana, corrupta e decadente. Surpreende ainda a existência de milhões de seguidores cegos que continuam a sustentar esse “mestre da infâmia”, o que revela muito sobre a índole do brasileiro, disposto a aceitar e proteger quem o engana há décadas. Essa figura traumatizante pretende permanecer no poder por mais um mandato, e devemos permanecer vigilantes quanto ao que está por vir. O Sistema ainda necessita desse elemento no comando, e o número de votos já não garante governabilidade, como ficou evidente no governo Bolsonaro, que foi cercado, atacado, desestabilizado e acabou preso. Como afirma “Stalinácio”, as eleições de 2026 serão uma guerra; nem a vitória da Direita, por si só, trará alívio, podendo ser apenas o início de uma batalha maior: a necessidade de derrotar o próprio Sistema. Lula é apenas mais um funcionário desta engrenagem de poderes corruptos que precisam ser expurgados da vida pública brasileira. Não se esqueça disso nem por um minuto. Sílvia Gabas. @silgabas
Investidores podem perder tudo depois que Fictor pediu recuperação judicial antes de comprar o Banco Master
A Fictor comunicou aos investidores o encerramento unilateral dos contratos de Sociedade em Conta de Participação (SCP). O anúncio ocorreu logo após a empresa protocolar pedido de recuperação judicial, declarando dívidas de R$ 4,3 bilhões, o que coloca em risco todo o capital aplicado pelos investidores. As SCPs representavam o principal modelo de negócio da empresa, que ganhou visibilidade ao anunciar a compra do Banco Master por R$ 3 bilhões, um dia antes da operação policial que prendeu os principais executivos da instituição financeira. “Por meio do presente, Fictor Invest, na qualidade de sócia ostensiva, vem, formalmente, comunicar a decisão de promover o distrato da Sociedade em Conta de Participação”, informa o documento enviado aos investidores que aplicaram recursos na empresa. Neste formato de negócio, os investidores assinavam contratos como sócios ocultos da Fictor, recebendo promessas de retornos fixos proporcionais ao valor investido. Essa configuração jurídica os classifica como sócios e não como clientes, colocando-os em posição desfavorável na fila de credores durante o processo de recuperação judicial. A empresa justifica a decisão citando os impactos recentes sobre sua imagem. “A deliberação decorre do atual cenário enfrentado pelo Grupo Fictor, impactado pelos acontecimentos amplamente divulgados na mídia relacionados à tentativa de aquisição do controle acionário do Banco Master S.A. liderado pelo sócio fundador do grupo. O evento produziu efeitos colaterais relevantes sobre a confiança do mercado e sobre o ambiente reputacional da Fictor, os quais, de maneira reflexiva e inevitável, acabaram por alcançar as Sociedades em Conta de Participação, ainda que tais SCPs não estejam diretamente envolvidas nos fatos que deram origem às referidas notícias”, explica o documento. A Fictor reforça o tratamento dos investidores como sócios ao afirmar: “Diante desse contexto, visando preservar o direito e manter equanimidade no tratamento entre os sócios, a sócia ostensiva [Fictor], por entender que a formalização do distrato das SCPs representa a medida mais adequada para preservar a segurança jurídica, os interesses dos sócios participantes e a escorreita prestação de contas, informa desde já a rescisão unilateral por parte da Fictor Invest.” O comunicado não apresenta informações sobre a devolução do capital investido. “O distrato é válido desde a presente data (1/2), e o seu instrumento será devidamente encaminhado com detalhamento das condições aplicáveis, incluindo, quando pertinente, a forma de encerramento das atividades, eventuais ajustes patrimoniais, quitações, renúncias e demais disposições necessárias.”
Ao vivo: Lula afunda no Nordeste e vê apoio político evaporar (veja o vídeo)
O presidente Lula começa a sentir, de forma cada vez mais clara, a perda de tração política nos estados do Nordeste que historicamente sustentaram o projeto petista. Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte e Sergipe apresentam hoje um cenário de desgaste, impopularidade de aliados e ruptura silenciosa com o eleitor – um alerta grave para o Planalto. No Ceará, a situação do governador Elmano de Freitas tornou‑se emblemática. Eleito sob a forte influência de Lula e do PT nacional, Elmano governa agora sem identidade própria, com baixa capacidade de articulação política e crescente rejeição popular. Pesquisas e movimentações nos bastidores já indicam que, em um eventual confronto eleitoral, Ciro Gomes desponta como favorito, capitalizando o sentimento de frustração com a atual gestão. O Ceará, que por anos foi apresentado como vitrine do petismo, hoje expõe o esgotamento desse modelo político. Na Bahia, o governador Jerônimo Rodrigues vive um dos momentos mais delicados desde o início do mandato. Apesar do alinhamento total com Lula, Jerônimo enfrenta altos índices de impopularidade, dificuldades na gestão da segurança pública e incapacidade de responder às demandas econômicas do estado. O eleitor baiano, tradicionalmente fiel ao PT, demonstra sinais claros de cansaço. A marca Lula já não basta para sustentar a popularidade do governo estadual, e a desconexão com a realidade local começa a cobrar seu preço. O Rio Grande do Norte apresenta um quadro ainda mais simbólico do desgaste petista. A governadora Fátima Bezerra sofre forte rejeição popular, agravada por problemas fiscais, infraestrutura precária e desgaste político acumulado. O sinal mais claro da crise vem de dentro: o próprio vice‑governador não demonstra interesse em assumir o comando do estado, fato raro e revelador. O gesto escancara a percepção de que o governo se tornou um fardo político, e não uma plataforma de continuidade. Em Sergipe, o eleitor parece ter “acordado de vez”. O estado, que por muito tempo acompanhou o movimento político regional, agora demonstra maior independência eleitoral. Cresce o distanciamento do discurso governista e a rejeição à lógica de alinhamento automático com Brasília. A população cobra resultados concretos e demonstra menos tolerância a narrativas ideológicas ou promessas futuras. Esses quatro casos revelam um padrão preocupante para Lula: a dependência excessiva do capital político do passado e a aposta em lideranças locais frágeis. O governo federal falhou em fazer a leitura correta do território, subestimou o desgaste econômico e ignorou sinais claros de mudança no humor do eleitor nordestino. O Nordeste continua decisivo, mas já não responde automaticamente ao discurso petista. A base que parecia sólida mostra rachaduras profundas. E, como a história eleitoral ensina, quando o eleitor começa a se afastar em silêncio, a derrota costuma chegar antes do que o poder imagina. Veja o vídeo!
Padre Flávio Ferreira Alves é duramente repreendido pela Diocese de Caratinga após ataque a Nikolas Ferreira durante missa
O padre Flávio Ferreira Alves declarou estar “doente” pela ideologia esquerdista e, sem cautela, pediu que fiéis que apoiam o deputado Nikolas Ferreira deixem a igreja. A declaração provocou imediata reação da própria Igreja Católica, que aplicou repreensão ao sacerdote. “A Igreja Católica de nossa Diocese de Caratinga reafirma seu compromisso inabalável com o livre exercício da democracia e com o respeito à pluralidade de opiniões. O ambiente litúrgico deve ser, primordialmente, um espaço de acolhida, paz e oração, onde todos os fiéis se sintam integrados à comunhão de Cristo, independentemente de suas convicções políticas individuais.” Confira a íntegra: O ataque do padre:
Revelado o terrível mal que matou o nadador paralímpico Adriano Lima, um dos maiores medalhistas do Brasil, no sábado
O país perdeu neste final de semana um de seus maiores medalhistas paralímpicos: o nadador Adriano Lima, detentor de nove medalhas olímpicas. A causa da morte não foi divulgada, mas o atleta estava em tratamento contra um sarcoma, câncer ósseo que o acompanhava desde 2024. Nascido em Natal, Adriano participou de seis edições das Paraolimpíadas – Atlanta 1996, Sydney 2000, Atenas 2004, Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016 – conquistando nove medalhas (um ouro, cinco pratas e três bronzes). Ele começou a nadar como parte da reabilitação após um acidente que o deixou paraplégico aos 17 anos, quando caiu de um telhado enquanto trabalhava em uma obra. Em nota oficial, a Confederação Brasileira de Desportos (CPB) destacou a relevância do atleta para o esporte nacional: “Adriano está entre os grandes medalhistas paralímpicos da história do Brasil, com um ouro, cinco pratas e três bronzes, conquistadas em seis edições dos Jogos”. Além das nove medalhas paralímpicas, o nadador disputou cinco edições dos Jogos Parapan‑Americanos, somando 30 medalhas. Nos Campeonatos Mundiais de natação paralímpica, subiu ao pódio em 12 ocasiões, reforçando seu status como um dos maiores nomes da modalidade no país.
Adriano Lima, um dos maiores medalhistas do esporte brasileiro, morre após enfrentar sarcoma
O país perdeu neste final de semana um de seus maiores medalhistas paralímpicos: o nadador Adriano Lima, detentor de nove medalhas. A causa da morte não foi divulgada, mas ele enfrentava um sarcoma, câncer ósseo que o acompanhava desde 2024. Nascido em Natal, o ex‑nadador participou de seis edições das Paralimpíadas (Atlanta 1996, Sydney 2000, Atenas 2004, Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016), conquistando nove medalhas — uma de ouro, cinco de prata e três de bronze. Adriano começou a nadar como parte de sua reabilitação após um acidente que o deixou paraplégico aos 17 anos, quando caiu de um telhado enquanto trabalhava em uma obra. Em nota oficial, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) ressaltou a importância do atleta para o esporte nacional: “Adriano está entre os grandes medalhistas paralímpicos da história do Brasil, com um ouro, cinco pratas e três bronzes, conquistadas em seis edições dos Jogos”. Além das nove medalhas paralímpicas, o atleta disputou cinco edições dos Jogos Parapan‑Americanos, acumulando 30 medalhas. Nos Campeonatos Mundiais de natação paralímpica, subiu ao pódio em 12 ocasiões, confirmando seu status como um dos maiores nomes da modalidade no país.
Adriano Lima, ícone da natação paralímpica, morre após batalha contra sarcoma
O país perdeu, neste final de semana, um dos seus maiores medalhistas paralímpicos: o nadador Adriano Lima, detentor de nove medalhas. A causa da morte não foi divulgada, mas o atleta enfrentava um sarcoma ósseo, diagnóstico feito em 2024. Nascido em Natal, Adriano Lima participou de seis edições das Paraolimpíadas — Atlanta 1996, Sydney 2000, Atenas 2004, Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016 — onde conquistou um ouro, cinco pratas e três bronzes. Ele iniciou a natação como parte de sua reabilitação após um acidente que o deixou paraplégico aos 17 anos; na ocasião trabalhava em uma obra e caiu de um telhado. Em nota oficial, a CPB destacou a relevância do atleta para o esporte nacional: “Adriano está entre os grandes medalhistas paralímpicos da história do Brasil, com um ouro, cinco pratas e três bronzes, conquistadas em seis edições dos Jogos”. Além das nove medalhas paralímpicas, o atleta disputou cinco edições dos Jogos Parapan‑Americanos, somando 30 medalhas. Em Campeonatos Mundiais de natação paralímpica, subiu ao pódio em 12 ocasiões, reforçando seu status de um dos maiores nomes da modalidade no país.
Investigação revela pagamento de mais de R$ 1 milhão à filha do ministro Marco Buzzi em suposto esquema de venda de sentenças
Novos desdobramentos da investigação que apura um suposto esquema de venda de sentenças no Superior Tribunal de Justiça (STJ) indicam que a Polícia Federal (PF) encontrou indícios de pagamento superior a R$ 1 milhão à filha de um dos ministros da Corte. O inquérito da PF aponta Andreson de Oliveira Gonçalves, que cumpre prisão domiciliar, como um “arquivo vivo” e suspeito de intermediar o contato entre empresários e os gabinetes de ministros e desembargadores do STJ. O rastreamento do suposto esquema teve início após o assassinato do advogado Roberto Zampieri, ocorrido em emboscada no Mato Grosso, em 2023. Zampieri seria parceiro de Andreson na articulação dos pagamentos. Nos celulares de ambos, a PF recuperou mais de 3 500 mensagens, algumas contendo ameaças, extorsões e promessas de que processos judiciais poderiam ser resolvidos mediante pagamento de propina. A Polícia Federal suspeita que ex‑servidores que atuavam nos gabinetes dos ministros Og Fernandes, Paulo Moura Ribeiro, Nancy Andrighi e Isabel Gallotti recebiam dinheiro em troca de informações sensíveis e de minutas de decisões judiciais. Essas informações seriam encomendadas por lobistas para favorecer empresários. A investigação também encontrou menções de pagamentos a Catarina Buzzi, filha do ministro do STJ Marco Buzzi. Um diálogo capturado em foto no celular de Andreson indica que uma pessoa identificada como Carlos Chaves teria repassado R$ 1,2 milhão a Catarina Buzzi e a outra advogada citada. A informação está detalhada em relatório mantido sob sigilo pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa de Catarina Buzzi declara que a tentativa de envolvê‑la na investigação é “descabida e maliciosa”. A advogada nega conhecer Carlos Chaves e Andreson e afirma que não recebeu qualquer pagamento. O ministro Marco Buzzi, por sua vez, afirma que “não acompanha as relações comerciais da filha ou de qualquer outro advogado”.
Ex-jogador do Flamengo e da Seleção, também ex-secretário, é investigado por assédio a menina de 12 anos
Leandro Machado, ex-jogador do Flamengo, Internacional, Santos e da seleção brasileira, e antigo secretário municipal de Esportes de Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, conhecido como “Leandro Piupiu”, está sendo investigado por crimes envolvendo uma menina de 12 anos. Segundo a família da vítima, foram encontradas conversas nas quais Leandro enviava imagens íntimas para a garota e solicitava que ela também se gravasse. Além disso, ele teria incitado a menor a entrar em um carro. As provas foram entregues às autoridades e o celular da vítima está à disposição para perícia. A Polícia Civil confirmou a abertura da investigação, mas não divulgou detalhes, pois o caso está sob sigilo. Em meio à investigação, Leandro foi exonerado do cargo de secretário municipal de Esportes de Santo Amaro da Imperatriz. Em nota, a prefeitura informou que a exoneração ocorreu em 31 de janeiro, após um ano de gestão, e ressaltou que “o Poder Executivo não tolera irregularidades e que a gestão pública permaneça pautada pelo interesse coletivo”. O documento não relacionou a saída ao processo investigativo. Leandro Machado, atualmente com 59 anos, iniciou a carreira no final da década de 1980 nas categorias de base do Avaí. Sua primeira experiência profissional foi no Internacional, em 1994. Em 1996, foi convocado para a seleção brasileira, disputando dois jogos e marcando um gol contra o Canadá na Copa Ouro daquele ano. No mesmo ano, foi contratado pelo Valencia, da Espanha, e também atuou na Europa pelos clubes Sporting (Portugal), Tenerife (Espanha) e Dínamo de Kiev (Ucrânia). Em 1999, retornou ao Brasil para jogar no Flamengo, onde chegou a quase 100 partidas e marcou 39 gols. A trajetória ainda contou passagens pelos Santos e Sport, além de equipes do México, Paraguai e Coreia do Sul. Leandro encerrou a carreira nos gramados em 2008.