O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu não participar do julgamento de dois recursos nos quais o Banco Santander aparece como parte interessada. O impedimento foi oficializado por meio de despachos assinados na quinta‑feira (5), conforme registro nos autos. A decisão tem como base regras previstas no Código de Processo Civil, que vedam a participação de magistrados em casos que envolvam clientes de escritórios de advocacia ligados a cônjuges ou parentes próximos. No caso específico, a filha do ministro, Melina Fachin, atua como advogada do Santander em processos que tramitam no Superior Tribunal de Justiça (STJ), circunstância que levou ao afastamento voluntário. O posicionamento do ministro ocorre em um contexto sensível dentro da própria Corte. Fachin tem conduzido debates internos sobre a elaboração de um código de conduta voltado aos ministros do STF, com o objetivo de estabelecer parâmetros mais claros sobre conflitos de interesse e transparência institucional. Essa movimentação acabou estimulando reportagens e levantamentos jornalísticos sobre a atuação de familiares de integrantes do Supremo em tribunais superiores. O tema ganhou repercussão justamente por envolver questões éticas e a imagem pública do Judiciário. De acordo com um levantamento divulgado pela BBC, além de Edson Fachin, outros oito ministros do STF possuem parentes que exercem a advocacia em instâncias superiores. A lista inclui Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Nunes Marques, Luiz Fux, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, evidenciando que a situação não é isolada dentro da Corte.
Recall de M&M’s: mais de 6 mil pacotes com risco de alergia são recolhidos
Uma ação de recolhimento iniciada em 26 de janeiro mobiliza mais de 6 mil pacotes de M&M’s nos Estados Unidos após falhas na rotulagem de ingredientes que podem provocar alergias alimentares. O recall abrange sachês de 37 g de duas versões do confeito: o M&M’s tradicional e o M&M’s Peanut, este último contendo amendoim. De acordo com as informações oficiais, os doces contêm leite, soja e amendoim, substâncias reconhecidas por causar reações alérgicas em parte da população. Segundo o comunicado, os pacotes não seriam comercializados diretamente ao consumidor final. Trata‑se de embalagens promocionais e personalizadas, produzidas pela empresa Beacon Promotions Inc e destinadas a empresas e organizações para ações institucionais ou de marketing. Esses itens podem ser identificados pela frase “Make your mark” presente na embalagem, além do lote M1823200, com prazo de validade até 30 de abril de 2026. A distribuição ocorreu em 20 estados dos Estados Unidos, entre eles Texas, Flórida e Califórnia. A Food and Drug Administration (FDA), agência responsável pela regulação de alimentos e medicamentos no país, classificou o recall como Classe II. Esse enquadramento indica a possibilidade de efeitos adversos temporários ou clinicamente reversíveis, ainda que exista um risco remoto de consequências mais graves. A situação chama a atenção de pessoas com alergias alimentares. Estimativas apontam que cerca de seis milhões de americanos têm alergia a amendoim, número semelhante ao de indivíduos sensíveis ao leite. A alergia à soja afetaria aproximadamente 1,9 milhão de pessoas nos Estados Unidos. As reações alérgicas podem variar bastante, desde manifestações leves, como urticária e inchaço, até quadros severos de anafilaxia, condição potencialmente fatal que exige atendimento médico imediato.
Lindbergh denuncia a “preguiça” de Túlio Maravilha ao bloquear filha nas universidades públicas (Veja o vídeo!)
O deputado federal Lindbergh Farias (PT‑RJ) criticou a decisão do ex‑jogador Túlio Maravilha de impedir que sua filha, Tulliane, se matriculasse em universidades públicas. A manifestação ocorreu neste sábado (7), quando o parlamentar compartilhou um vídeo em sua conta na plataforma X com comentários sobre o caso. Na publicação, o deputado do Rio de Janeiro usou a palavra “preguiça” para classificar a atitude do ex‑atleta. Lindbergh afirmou que o vídeo em que Túlio explica por que não permitiu que a filha estudasse em instituições públicas provoca “vergonha alheia”. Abaixo, os dois vídeos.
Tabata Amaral é condenada a pagar R$ 30 mil a Ricardo Nunes por danos morais
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ‑SP) condenou a deputada federal Tabata Amaral (PSB‑SP) a pagar indenização de R$ 30 mil ao prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). Nunes requereu reparação por danos morais após debate eleitoral de 2024, no qual a deputada afirmou que o adversário deveria usar o slogan “rouba e não faz”. A primeira instância havia rejeitado o pedido em maio de 2025, mas o prefeito recorreu. Na última quarta‑feira (4), a 8ª Câmara de Direito Privado do TJ‑SP decidiu pela condenação. O desembargador Ronnie Herbert Barros Soares, relator, considerou que a declaração de Tabata “fere o bom senso” e não se trata de mera crítica ou exercício da liberdade de expressão. Em nota, a assessoria da deputada informou que tomou conhecimento da decisão e que pretende recorrer aos tribunais superiores.
Brasil se volta contra Israel e mergulha em tempos de escuridão
Em Israel, desde a guerra de 7 de outubro, assistimos a acontecimentos históricos, enquanto milhões de igrejas permanecem em um silêncio ensurdecedor. Vivemos a maior perseguição contra cristãos da história, enquanto Israel passou pela maior guerra da era moderna. O sofrimento vivido pelos judeus foi terrível, a ponto de muitos acreditarem que seria o fim da nação israelita. Contudo, de forma milagrosa, conquistaram a vitória — uma vitória que teve um preço altíssimo: o custo foi sangue. Enquanto isso, milhões de cristãos perecem, e a mídia secular permanece em silêncio ensurdecedor. Israel não é apenas uma nação; está firmada em alianças eternas (Abraâmica, Davídica e Palestina), assim como o povo judeu, descendente de Abraão, Isaque e Jacó. Judeus, gentios e a igreja viverão unidos sob a jurisdição do Messias, em seu trono davídico, que será estabelecido em Jerusalém como capital mundial. Através de Israel e das sinagogas, o evangelho alcançou o mundo! Um judeu alterou o curso da história, dividiu o calendário em antes e depois de Cristo, e, dois mil anos depois, continua a estremecer a terra. O Brasil tem se posicionado contra Israel, e isso representa um dos sintomas da apostasia da igreja brasileira. Não tenho dúvida de que colheremos as consequências dessa apostasia também no âmbito político e republicano. Neste podcast abordo o assunto com o israelense brasileiro Miguel Nicolaevsky.
Flávio Bolsonaro faz turnê internacional e expõe a distância de Lula
Enquanto Lula é considerado persona non grata em Israel, defende Irã, Hamas e Hezbollah, aproxima‑se da Rússia e da China e recebe visitas suspeitas de navios e aeronaves desses regimes sem justificativa, Flávio Bolsonaro foi recebido pelo Primeiro‑Ministro e pelo Parlamento de Israel, prometendo restabelecer as relações entre os países e acusando Lula de antissemitismo, reforçando que essa posição não representa o povo brasileiro, que admira e convive pacificamente com o povo judeu. Flávio também foi recebido no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos, pavimentando futuras relações comerciais e diplomáticas. Ele seguirá para a Europa, reforçando alianças com políticos conservadores do continente, e será recebido por cerca de 70 empresários na França, país tradicionalmente esquerdista. O itinerário se encerra com mais uma passagem pelos Estados Unidos. Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo têm atuado como verdadeiros embaixadores da campanha de Flávio. O caminho a ser definido será decidido em outubro próximo. O Brasil pode alinhar‑se às democracias, ao livre comércio mundial e às liberdades políticas e de expressão; ou permanecer vassalo do que chamam de “Eixo do Mal”, das ditaduras, do terrorismo, do narcotráfico, da censura e da miséria. Ainda faltam muitos a se conscientizarem, inclusive entre os que se dizem “bolsonaristas”. Cadê o apoio explícito e a dedicação à campanha de figuras como Dona Michelle, Malafaia, Nikolas e demais eleitos na trilha aberta pelo nome Bolsonaro? Não vejo o mesmo empenho na divulgação dos importantes contatos feitos por Flávio, enquanto se dedicaram espontaneamente a divulgar a caminhada de Nikolas. Divulguem Nikolas. Mas não se esqueçam de que Nikolas não existiria na política sem Bolsonaro. Líder da direita só há um: Jair Messias Bolsonaro. A força desse homem é tão extraordinária que, mesmo preso e forçadamente calado, continua dando as cartas na política nacional e representa o maior pavor das esquerdas. O candidato apontado pelo líder é Flávio Bolsonaro. Não há outro e nem outra solução. Pedro Possas. Médico.
Urgente: Esposa de ministro do STJ reage em choque ao saber de suposto assédio sexual do marido. Veja o vídeo!
Os pais da jovem de 18 anos, que afirmam ter sido assediada sexualmente pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça Marco Buzzi, relataram o fato à esposa do magistrado. A reação da esposa foi de descrença e comoção. Conversas de WhatsApp vazaram. Em um dos trechos da troca, a esposa de Buzzi escreveu: “Não sei o que dizer. Nunca imaginaria isso nem nos meus piores pesadelos. Ainda não sei o que fazer. Estou tentando entender. Estou casada há 43 anos e nunca aconteceu nada dessa natureza. Está difícil, acabou com minha vida.” Veja o vídeo:
Laudo médico de Bolsonaro: farsa que humilha metade do Brasil
O laudo médico do ex‑presidente Jair Bolsonaro representa uma afronta à ética médica e aos direitos fundamentais dos idosos com mais de 70 anos. O documento descreve um homem com o corpo adoecido, fragilizado por múltiplas comorbidades, mas, paradoxalmente, afirma que sua saúde mental está plenamente preservada: nada de depressão, nada de solidão, nada de sofrimento psíquico. Curiosamente – e convenientemente – a avaliação indica que sua saúde mental está “ótima”. Essa conclusão desafia não apenas a medicina moderna, mas também o bom senso. Como aceitar que um idoso submetido a intenso estresse físico, isolamento, ambiente prisional e perseguição política prolongada não apresente qualquer impacto emocional? A narrativa não é apenas inverossímil; é desumana. Enquanto isso, o ocupante do poder faz declarações públicas que revelam desprezo, sarcasmo e crueldade. Ele afirma que o brasileiro “tem orgulho de ser brasileiro”, ao mesmo tempo em que se refere ao ex‑presidente como um “cachorro louco preso, que, se sair, vai morder”. Palavras que envergonham a nação e expõem um espírito vingativo incompatível com a dignidade do cargo. A vergonha aprofunda‑se quando se observa dinheiro público sendo utilizado em comemorações carnavalescas que exaltam essa retórica rancorosa, em escolas de samba que transformam perseguição política em espetáculo. Não se trata de arte nem de crítica: trata‑se de escárnio institucionalizado. Inventaram um crime, prenderam o principal opositor e agora celebram a dor, o luto político e o desgosto de metade da nação – metade que existe, vota e tem seus votos comprovadamente registrados. Ignorar esse contingente não é democracia; é autoritarismo disfarçado. O Brasil enfrenta, neste ano eleitoral, uma missão histórica: garantir eleições verdadeiramente limpas e devolver o país ao caminho da justiça. É preciso colocar os verdadeiros corruptos em seus devidos lugares. O país não suportará mais quatro anos de perseguição a inocentes, de impunidade para culpados e de banalização da injustiça. Se a esquerda permanecer no poder, o Brasil corre o risco de uma condenação irreversível – não apenas à miséria econômica, mas a algo ainda mais grave: à miséria moral, ética e humanitária. Quando um país perde esses pilares, não é apenas o futuro que está em risco – é a própria alma da nação. É preciso reagir: negar audiência ao carnaval financiado pelo poder, ampliar as frentes pela anistia dos inocentes e retirar Bolsonaro da prisão antes que o transformem em mártir – não precisamos de mártires, precisamos resgatar o Brasil das garras do socialismo.
PEDRO TURRA PODE SER DENUNCIADO POR HOMICÍDIO NA MORTE DE RODRIGO CASTANHEIRA (VEJA O VÍDEO)
Logo após a divulgação da notícia da morte de Rodrigo Castanheira, adolescente que foi violentamente agredido pelo piloto Pedro Turra, surgiram discussões sobre a tipificação penal mais adequada ao caso. Uma das hipóteses consideradas é a de lesão corporal seguida de morte, prevista no artigo 129, § 3º, do Código Penal. Esse delito preterdoloso ocorre quando há intenção de agredir, mas o resultado morte acontece sem intenção direta. A pena prevista varia de quatro a doze anos de reclusão. Outra possibilidade é o enquadramento pelo crime de homicídio, previsto no artigo 121 do Código Penal, cuja pena pode variar de seis a vinte anos de reclusão. Veja o vídeo:
Líder da 3 Doors Down sucumbe ao câncer renal aos 47 anos
Brad Arnold, líder e fundador da banda americana de rock 3 Doors Down, faleceu neste sábado, dia 7, aos 47 anos. O cantor lutava contra um câncer renal em estágio avançado, que já havia se disseminado para os pulmões. A banda confirmou o falecimento em um comunicado divulgado nas redes sociais, afirmando que Arnold morreu serenamente, ao lado da esposa Jennifer e de familiares próximos. Na mensagem, o grupo ressaltou não só a trajetória artística do vocalista, mas também sua personalidade. “Ele foi um marido dedicado, e a sua gentileza, senso de humor e generosidade tocaram todos que tiveram a sorte de conhecê‑lo”. A família agradeceu as manifestações de apoio e solicitou respeito à sua privacidade neste momento.