O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, após passar mal na cela da Penitenciária da Papuda, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por suposta tentativa de golpe de Estado. Alexandre de Moraes, do STF, determinou reforço imediato na segurança do hospital: pelo menos dois policiais militares na porta do quarto, equipes de vigilância dentro e fora da unidade, e proibição total de celulares ou dispositivos eletrônicos. O ministro suspendeu a visita de aliados do ex-presidente, permitindo apenas a presença de familiares próximos. O deputado federal Osmar Terra (PL-RS), que também é médico, revela que já tinha alertado para os riscos que Bolsonaro corre na prisão. “É um homem de 70 anos, já fez oito cirurgias, por conta de uma facada, uma tentativa de assassinato por um homem ligado à esquerda, e sofre com muitas complicações decorrentes disso. A perícia da Polícia Federal, que foi demandada pelo Supremo, disse que ele tinha risco de morte súbita. Nada mais humano e lógico, do ponto de vista médico, que ele vá para casa, para estar acompanhado pela família e por profissionais médicos”, ressaltou o parlamentar. Veja o vídeo:
Laudo da Papudinha revela que Bolsonaro caminhou 5 km um dia antes de internação por infecção
Um laudo elaborado pelos médicos responsáveis pelo acompanhamento de Jair Bolsonaro (PL) na unidade conhecida como Papudinha aponta que o ex-presidente caminhou cerca de 5 quilômetros no dia anterior ao episódio em que apresentou mal-estar. De acordo com o documento, na tarde de 12 de março Bolsonaro encontrava-se “com bom estado de saúde, lúcido e orientado”. O relatório médico também descreve registros feitos durante o plantão noturno na unidade. Segundo o relato assinado por um médico responsável pelo plantão, o ex-presidente apresentou posteriormente “um pouco de crise de soluço”, mas decidiu não tomar medicação naquele momento. Ainda conforme o registro, ele teria informado à equipe: “Informou que ia tomar após o jogo”. O documento também aponta que, por volta das 6h15, os médicos do complexo prisional foram acionados para prestar atendimento após Bolsonaro relatar calafrios. Diante da situação, as medidas médicas iniciais foram adotadas imediatamente. Durante a avaliação, foi constatado que o ex-presidente estava com febre, o que levou ao encaminhamento ao hospital por meio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Bolsonaro foi levado ao Hospital DF Star após apresentar sintomas como febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. Segundo os três médicos particulares que acompanham o caso, o ex-presidente chegou a apresentar saturação de oxigênio de 80% e pressão arterial de 9 por 5. “Isso mostra que uma infecção estava se iniciando com critérios de gravidade. O fato de ter atendimento muito rápido fez toda a diferença”, afirmou um dos médicos.
Suplente de Alcolumbre é flagrado pela PF com R$ 350 mil em espécie e entra na mira de investigação por fraude em licitações
A Polícia Federal registrou em relatório de investigação que o empresário Breno Chaves Pinto, segundo suplente do senador Davi Alcolumbre (União-AP), foi flagrado deixando uma agência bancária com R$ 350 mil em dinheiro vivo. O episódio ocorreu durante monitoramento relacionado a um inquérito que apura suspeitas de fraude em licitações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) no Amapá. Segundo os investigadores, após sair do banco, o empresário entrou em um veículo registrado em nome de uma empresa pertencente a primos do presidente do Senado. O caso consta em documentos de vigilância elaborados pela Polícia Federal ao longo das apurações sobre um possível esquema envolvendo contratos públicos. A investigação teve início após alerta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que identificou movimentações consideradas atípicas nas contas ligadas ao empresário. De acordo com o órgão, havia saques frequentes em espécie realizados pouco tempo depois do recebimento de recursos provenientes de contratos públicos, o que levantou suspeitas de possível lavagem de dinheiro. Os agentes passaram então a monitorar os deslocamentos e operações financeiras de Breno Chaves Pinto. Conforme os registros da investigação, uma das retiradas acompanhadas ocorreu em 7 de novembro de 2024, em uma agência bancária no município de Santana (AP), localizado a cerca de 20 quilômetros de Macapá. Na ocasião, a PF foi informada de que o empresário havia solicitado previamente a retirada de R$ 350 mil em espécie. Agentes posicionaram-se nas proximidades da agência para acompanhar a movimentação. Segundo o relatório, Chaves Pinto chegou ao local às 13h14, no banco do passageiro de uma SUV branca, carregando uma mochila azul. Ele permaneceu aproximadamente 30 minutos dentro da agência. Ao sair, retornou ao mesmo veículo que o aguardava do lado de fora e seguiu em direção à sede de uma de suas empresas. Durante a apuração, a Polícia Federal identificou que o automóvel utilizado na ocasião estava registrado em nome da empresa Lojas 2A Ltda., que atua no comércio de produtos importados em Macapá. A companhia tem como sócios Alberto Brasil Alcolumbre e André Luiz Brasil Alcolumbre, primos de primeiro grau do senador Davi Alcolumbre. Documentos obtidos durante a investigação indicam que o veículo foi oficialmente transferido para Breno Chaves Pinto apenas em julho de 2025, cerca de nove meses após o episódio monitorado pela PF. A comunicação da transferência foi registrada no dia 24 daquele mês, dois dias depois de o empresário ter sido alvo de buscas e apreensões durante a Operação Route-156. Procurado, André Alcolumbre afirmou que o carro teria sido vendido ao empresário ainda em 2022, com o valor da transação devidamente depositado em conta bancária. Segundo ele, a formalização da transferência junto aos órgãos de trânsito não ocorreu na época por um “erro material”. O Código de Trânsito Brasileiro estabelece que o comprador de um veículo tem prazo de até 30 dias para realizar a transferência de propriedade junto ao órgão responsável, sob pena de multa. As investigações da Polícia Federal apontam que Breno Chaves Pinto seria um dos líderes de um suposto esquema de fraude em licitações realizadas pela superintendência do DNIT no Amapá. Segundo o inquérito, ele teria exercido influência institucional dentro do órgão, utilizando sua condição de suplente de senador para, em tese, praticar tráfico de influência. De acordo com relatório da PF, as análises financeiras identificaram saques sucessivos em dinheiro que, somados, ultrapassariam R$ 3 milhões nas contas de empresas ligadas ao empresário. Essas retiradas teriam ocorrido em datas próximas a pagamentos de contratos públicos. Em nota, Breno Chaves Pinto afirmou que os valores retirados em espécie foram utilizados para pagamento de funcionários e prestadores de serviço de suas empresas. Ele também ressaltou que o processo tramita sob segredo de Justiça, motivo pelo qual as manifestações da defesa ocorrem exclusivamente nos autos. O senador Davi Alcolumbre, por sua vez, declarou que não possui qualquer relação com as atividades empresariais de seu segundo suplente. A investigação também apura suspeitas de fraude em licitações voltadas à manutenção e recuperação de trechos da BR-156, principal rodovia do Amapá, que possui cerca de 823 quilômetros de extensão entre os municípios de Laranjal do Jari e Oiapoque. Os contratos sob análise somam aproximadamente R$ 60,2 milhões. Segundo a decisão da Justiça Federal que autorizou as medidas da operação, há indícios de que empresas investigadas teriam simulado concorrência em licitações para direcionar contratos públicos. Auditorias da Controladoria-Geral da União apontaram ainda atrasos na execução das obras e possíveis irregularidades na aplicação dos recursos. A apuração também identificou troca de mensagens e compartilhamento de documentos sigilosos entre representantes de empresas e gestores do DNIT antes mesmo da publicação de editais de licitação. Em uma das conversas interceptadas em 25 de outubro de 2023, o superintendente do DNIT no Amapá agradece a Breno Chaves Pinto pelo aumento de recursos destinados ao órgão, atribuindo o envio de verbas às “tratativas do nosso senador”, referência que, segundo os investigadores, seria ao presidente do Senado. Em outro trecho da investigação, o gestor solicita ao empresário que peça ao senador Davi Alcolumbre para pressionar o governo pela liberação de pagamentos relacionados às obras. Procurado, o DNIT não comentou especificamente os fatos investigados. Em manifestações anteriores, o órgão afirmou que colabora com as autoridades e que suas instâncias internas de integridade estão analisando o caso para eventual adoção de medidas administrativas. A autarquia destacou ainda que mantém políticas internas de prevenção à fraude e corrupção, reiterando que repudia práticas ilícitas envolvendo contratos públicos. Breno Chaves Pinto já havia sido alvo de outra operação da Polícia Federal em dezembro de 2022. Na ocasião, agentes apreenderam cerca de R$ 800 mil em dinheiro vivo na sede de uma de suas empresas, durante investigação sobre suspeitas de superfaturamento em obras rodoviárias no Amapá. Segundo a PF, naquele inquérito também foram analisadas possíveis irregularidades envolvendo créditos florestais no sistema do Ibama e suspeitas de sobrepreço estimado em R$ 6,1 milhões em contratos relacionados às obras. À época, o empresário declarou que a Justiça havia autorizado a devolução dos bens apreendidos e afirmou que a suspeita
A VERDADEIRA HISTÓRIA DE LAMPIÃO: O CRIMINOSO VIOLENTO ADMIRADO POR LULA (VEJA O VÍDEO!)
Em mais uma de suas declarações polêmicas, Lula enalteceu a figura de Lampião, o cangaceiro mais famoso do Brasil e também um criminoso extremamente violento, como aponta o professor Marcos Pizzolatto, no quarto episódio da série A Verdade por Trás da História. “Lampião não foi um criminoso simpático como a Globo pinta. Lampião era chefe de um bando armado no sertão brasileiro nas décadas de 20 e 30. Eles saqueavam, executavam sumariamente, extorquiam e mutilavam publicamente seus adversários.” “A violência era uma política de gestão do bando. Fato é que o Brasil adora romantizar bandido, chapéu de couro vira estética, fuzil vira símbolo de resistência, violência pura e simples vira rebeldia!”, ressaltou o professor. Veja o vídeo: Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Escândalos como esse e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos estão no “documento” recém lançamento: o livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra vai estar em circulação. O “sistema”, certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda Veja a capa:
Bolsonaro tem piora na função renal e eleva marcadores inflamatórios, segundo novo boletim médico
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou piora na função renal neste sábado (14), conforme novo boletim médico divulgado. Em nota, o hospital informou que, apesar da piora registrada, o ex-presidente permanece internado na UTI em estado estável. “Encontra-se estável clinicamente, porém apresentou piora da função renal e elevação dos marcadores inflamatórios”, diz a nota. Veja:
Morre aos 46 anos Lorena Batista, filha do cantor Amado Batista
Lorena Alves Batista, filha do cantor Amado Batista, morreu na noite de sexta-feira (13/2), aos 46 anos. A informação foi confirmada pelo próprio artista por meio de suas redes sociais, onde publicou uma emocionada mensagem de despedida. A filha do cantor estava internada no Hospital São Francisco de Assis, localizado em Goiânia (GO). Segundo Amado Batista, Lorena enfrentava uma doença grave e vinha travando uma batalha contra o problema de saúde nos últimos tempos. Ao comentar a perda, o artista expressou a dor de um pai diante da morte da filha e utilizou uma metáfora para descrever o sentimento vivido pela família. “É como uma música que termina antes da hora, deixando um silêncio profundo e um vazio que nada consegue preencher. Para um pai, ver uma filha partir é algo que parece contrariar a própria ordem da vida”, escreveu. Na mesma publicação, Amado Batista destacou características marcantes da personalidade de Lorena, relembrando a força e a forma como ela lidou com a doença. De acordo com o cantor, a filha manteve a serenidade, a doçura e a determinação que sempre fizeram parte de sua história. Ao final da mensagem, o artista agradeceu as manifestações de apoio recebidas após a divulgação da notícia, ressaltando o carinho demonstrado pelos fãs e pelas pessoas próximas à família. “Agradeço do fundo do meu coração por todas as mensagens de carinho, pelas orações e pelo respeito que vocês, meu público querido, têm demonstrado com a minha família neste momento de luto. A música continua, pois ela era alegria, e eu seguirei cantando por ela e para vocês”. Lorena era a única filha mulher de Amado Batista e nasceu do relacionamento do cantor com sua segunda esposa, Lenice.
MTST bloqueia acesso ao SBT e pressiona emissora após comentário de Ratinho sobre Erika Hilton
Na sexta-feira (13), militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) realizaram um protesto em frente à sede do SBT, bloqueando temporariamente o acesso principal ao prédio da emissora. A ação foi registrada em vídeos e imagens divulgados nas redes sociais do próprio movimento. Segundo publicações feitas pelo grupo, a mobilização teve como objetivo pressionar o SBT a se manifestar oficialmente sobre declarações feitas pelo apresentador Ratinho envolvendo a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). O episódio que motivou o protesto ocorreu na última quarta-feira (11). Na ocasião, Ratinho comentou a eleição de Erika Hilton para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. Durante sua fala, o apresentador afirmou que o posto deveria ser ocupado por uma mulher. Para o MTST, a declaração caracteriza um ataque de natureza transfóbica. O movimento afirmou que decidiu ir até a emissora para cobrar providências e um posicionamento público sobre o caso. “Hoje fomos ao SBT em SP cobrar uma resposta concreta da emissora após o ataque transfóbico de Ratinho contra a deputada Erika Hilton. (…) Não vamos tolerar o machismo e a transfobia”, publicou o movimento em uma das mensagens divulgadas nas redes sociais. Em outro vídeo publicado pelo grupo, os integrantes reforçaram o motivo da manifestação e relataram que houve avanço nas conversas com representantes da emissora. “Contra o machismo e a transfobia, ocupamos o SBT. As falas do apresentador Ratinho contra a deputada Erika Hilton passam longe de ser opinião. São falas criminosas e devem ser tratadas como tal. Fomos ao SBT cobrar uma resposta concreta, além de uma nota pública. Saímos com reunião marcada para a próxima quarta-feira, às 10h, com a emissora e a equipe da @hilton_erika Não vamos deixar barato. Chega de impunidade para transfóbico.”
O Globo tenta minimizar estado de saúde grave de Bolsonaro, mas é desmoralizado por Jair Renan
O jornal O Globo publicou uma matéria sobre a internação do ex-presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira na UTI do hospital DF Star, em Brasília, com quadro de broncopneumonia aguda aspirativa causado por uma gastroparesia, condição em que o trânsito intestinal é mais lento que o normal. “A condição faz com que os músculos do estômago não funcionem corretamente, fazendo com que a comida permaneça no órgão por mais tempo do que o normal. Em geral, isso acontece quando a dieta antes de dormir é pesada ou mal mastigada. Ao deitar-se, o alimento volta para a boca e vai até o pulmão pela traqueia. E o paciente tem a sensação de falta de ar, tosse e cansaço extremo”, publicou o veículo, com o intuito aparente de minimizar a gravidade do quadro clínico do ex-presidente. Jair Renan, filho 04 de Bolsonaro, não poupou críticas à publicação: “É um absurdo! Tentam minimizar a saúde do meu pai com explicações ridículas enquanto ele sofre as consequências desse sistema cruel e injusto. Canalhice sem fim.” A perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro e seus aliados segue sem trégua. As circunstâncias envolvendo os acontecimentos de 2022, as decisões judiciais controversas e a perseguição política contra Bolsonaro permanecem como temas de intenso debate nacional.
General alvo de perseguição confronta Moraes e sugere renúncia antes que provas o forcem
O ministro Alexandre de Moraes acumulou nos últimos anos um número incontável de pessoas que aguardam ansiosamente por sua punição. De fato, o magistrado vem há muito tempo extrapolando suas prerrogativas e abusando de sua autoridade. Incrivelmente, esse dia parece que está se aproximando. Um general que foi alvo de uma ordem de busca e apreensão determinada pelo magistrado fez uma manifestação contundente no decorrer desta semana, confrontando diretamente o ministro do Supremo Tribunal Federal. “Senhor ministro Alexandre de Moraes, segundo as próprias convicções já externadas por Vossa Excelência, o uso de mensagens de visualização única caracteriza tentativa deliberada de ocultação de provas. Se esse entendimento permanece válido, talvez seja o caso de aplicá-lo também a si próprio, com a mesma régua que tem sido utilizada para julgar os demais. Por isso, permito-me uma sugestão respeitosa: considere a possibilidade de reconhecer o equívoco e afastar-se do cargo antes que os fatos e as evidências o façam de forma mais dura. Na vida pública, a admissão do erro costuma ser um gesto de dignidade. Quase sempre é mais nobre, e certamente menos degradante, do que ser constrangido pela prova em contrário. Pense nisso.” A declaração do general representa um confronto direto aos métodos utilizados pelo ministro, usando os próprios critérios de Moraes para questionar sua conduta. A sugestão de renúncia antes que as provas o forcem demonstra a gravidade da situação enfrentada pelo magistrado.
Podcast A Verdade expõe abismo econômico do governo Lula em debate de alto nível – Veja o vídeo!
O Podcast A Verdade apresenta uma edição histórica e necessária para quem busca compreender a gravidade da situação econômica do Brasil. A edição reuniu um time de peso — os economistas Alini Artioli e Igor Morais, o professor Ricardo Zanquin e o jornalista Diogo Forjaz — para analisar as ações desastrosas da gestão de Fernando Haddad à frente da economia. O cenário é alarmante: estatais que antes eram lucrativas agora operam em colapso, enquanto a dívida pública atinge patamares trilionários, sufocando o futuro das próximas gerações. Com o aumento desenfreado de impostos e o endividamento recorde das famílias brasileiras, o governo Lula 3 desenha uma “receita do caos” que ameaça destruir os fundamentos da economia nacional. Neste episódio, os convidados revelam o legado sombrio que será deixado para o próximo sucessor e analisam se ainda resta uma saída para evitar a insolvência nacional. É uma análise técnica e corajosa que expõe as vísceras de um projeto de poder que prioriza o gasto público em detrimento do bem-estar dos brasileiros. O sonho da picanha acabou, agora? Para assistir, clique no link abaixo: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/79499/podcast-a-verdade-desastre-anunciado-o-abismo… Vale ressaltar que o Podcast A Verdade é um conteúdo exclusivo para assinantes. Torne-se um de nossos apoiadores e tenha esse conteúdo na palma da sua mão. Clique no link abaixo: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao