A pesquisa Apex/Futura realizada em São Paulo indica um cenário extremamente favorável à reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ele mantém a liderança, com resultados entre 40,4% e 42,5%, dependendo do cenário de primeiro turno considerado. No segundo turno, o governador supera com folga todos os possíveis rivais. No segundo turno, Tarcísio atinge 56,5% contra 31,2% de Fernando Haddad (PT); 53,9% contra 35,4% de Geraldo Alckmin (PSB); e 60,1% contra 26,6% de Simone Tebet (MDB). A pesquisa ouviu 1.200 pessoas em 257 cidades do estado, entre 20 e 23 de janeiro, com margem de erro de 2,8 pontos percentuais. O levantamento também perguntou sobre a intenção de voto para a presidência entre os eleitores paulistas. Em cenário de segundo turno, Flávio Bolsonaro venceria o atual presidente por 50,5% a 38,2%. Lula também seria derrotado por Tarcísio (54,2% a 34,9%) e por Ratinho Jr. (49,2% a 37%).
Lula e Daniela Lima formam um par de mediocridade na sua pequenez
A jornalista Daniela Lima entrevistou o ex‑presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro foi descrito como um espetáculo deprimente de pura mediocridade de ambos os lados. “Sinto exaustão de ver a mesma encenação repetida: ele, um personagem gasto que se leva a sério demais; ela, a caricatura do jornalismo que desistiu de si próprio. Não há grandeza ali, apenas a mediocridade confortável de quem sabe que não será confrontado.” “Eles formam um par perfeito na sua pequenez. Ele fala como quem jamais prestará contas. Ela escuta como quem não ousaria perguntar. O resultado é esse teatro ridículo, onde o poder se sente amado e o jornalismo aceita, feliz, o papel de figurante obediente. Não provoca indignação – provoca desprezo. E desprezo, ao contrário do ódio, é definitivo.”
PF executa mandado de busca controverso na residência do governador do Acre
A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta‑feira (5), mandado de busca e apreensão na casa do governador do Acre, Gladson Cameli (PP). Segundo o governador, os agentes buscavam informações sobre uma denúncia relacionada ao processo de avaliação para a obtenção do registro de piloto em uma escola de aviação local, onde ele foi aluno. “Com tranquilidade e transparência, prestei todas as informações solicitadas. Os policiais recolheram dispositivos eletrônicos e uma quantia em dinheiro, de origem privada, que mantinha como reserva financeira e cuja comprovação será apresentada às autoridades”, escreveu em publicação na rede social X. Cameli afirmou que está se mantendo sereno perante o ocorrido e agradeceu as manifestações de apoio da população. “Reiterando minha confiança na Justiça, lamento as tentativas de perseguição e, mais uma vez, de estratégia política com o objetivo de me atingir na proximidade das eleições”, declarou. O governador virou réu no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pelos crimes de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e fraude em licitação. A acusação envolve suposto desvio de recursos públicos por meio de empresas que tinham contrato com o governo estadual. De acordo com as investigações da PF, as empresas contrataram outras firmas nas quais familiares do governador eram sócios e, por meio delas, os desvios teriam sido realizados. Cerca de R$ 11 milhões teriam sido desviados, conforme a investigação. Ele deve deixar o governo no final de março para ser candidato a uma das vagas ao Senado pelo Estado do Acre. Pesquisa Real Time Big Data realizada de 11 a 12 de dezembro de 2025 mostra que ele lidera a disputa em todos os cenários em que seu nome foi testado.
Correios de Lula, em crise, pagam R$ 800 mil a advogado sem licitação
A balbúrdia tomou conta deste último ano do governo Lula. O desespero domina a companheirada que perdeu a noção e avança como verdadeiros abutres sobre o dinheiro público. Essa é a triste realidade. Sob o impacto do maior abalo financeiro da história dos Correios, a empresa contratou, sem licitação, um escritório privado de advocacia e representação, pagando R$ 800 mil para defender dirigentes e ex‑dirigentes em processo no Tribunal de Contas da União (TCU). Em vez de usar o quadro interno, que conta com cerca de 300 advogados, a estatal optou por contratar o escritório externo, configurando mais um caso de absurdo. O cheiro de falcatrua é evidente. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa do livro.
Suzane von Richthofen vence segunda batalha e dá passo gigantesco na disputa pela herança do tio
A Justiça de São Paulo decidiu que Suzane von Richthofen, condenada por ter mandado matar os próprios pais, será a inventariante do espólio do médico aposentado Miguel Abdalla Netto, encontrado morto em sua residência em janeiro de 2026. A prima e ex‑companheira de Miguel, Silvia Magnani, também reivindicava o cargo de inventariante. Na primeira disputa entre as duas primas, Silvia conseguiu liberar o corpo do médico no Instituto Médico‑Legal (IML) e providenciou o sepultamento. Desta vez, a juíza Vanessa Zapater, da 1ª Vara da Família e Sucessões do Foro Regional II de Santo Amaro, destacou que, embora seja prima do falecido, Silvia é parente colateral de quarto grau e, portanto, não tem preferência sucessória. Conforme o Código Civil, sobrinhos e parentes colaterais de terceiro grau precedem os primos na ordem de vocação hereditária. Por isso, a alegação de que ela seria ex‑companheira de Miguel foi desconsiderada. Como apenas Suzane se habilitou formalmente nos autos como herdeira, ela foi considerada a única pessoa apta a exercer o encargo de inventariante. A magistrada deixou claro que o histórico criminal de Suzane não tem relevância jurídica para a definição da inventariança. Miguel era irmão de Marísia von Richthofen. Seus bens podem passar para Suzane porque ele não tinha pais vivos, irmãos, filhos, companheira e não deixou testamento registrado em cartório. A decisão que favoreceu Suzane foi proferida logo após ela ser formalmente investigada pela polícia por furto. Segundo boletim de ocorrência registrado por Silvia, Suzane teria se apropriado indevidamente de uma lavadora de roupas, um sofá, uma cadeira ou poltrona e de uma bolsa contendo documentos e dinheiro. Silvia sustenta que os objetos foram retirados sem autorização da casa de Miguel após a morte dele. Em nota, as advogadas de Silvia, Aline Oliveira e Vanessa Piai, afirmaram ter sido surpreendidas com a nomeação de Suzane como inventariante antes do término do prazo concedido para a apresentação de documentos que comprovariam a união estável entre Silvia e Miguel. O prazo estipulado pela juíza encerrava‑se em 10 de fevereiro. As defensoras anunciaram que irão recorrer da decisão e ressaltaram que a nomeação não convalida atos praticados sem autorização judicial, como a retirada de bens e do veículo pertencentes ao espólio. Miguel morreu no dia 9 de janeiro de 2026, na casa onde morava sozinho, no bairro do Campo Belo, na zona sul de São Paulo. O corpo foi encontrado em avançado estado de decomposição, sentado em uma poltrona, após um vizinho notar a ausência prolongada e entrar no imóvel com uma chave reserva. O atestado de óbito apontou causa da morte como indeterminada e indicou a necessidade de exames complementares, motivo pelo qual o caso passou a ser tratado como morte suspeita pela Polícia Civil. Acusada de novo crime, Suzane von Richthofen está na iminência de voltar para a prisão.
TRUMP DIVULGA VÍDEO QUE MOSTRA OBAMA REPOSTADO COMO MACACO (VEJA O VÍDEO)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou em sua conta na rede social Truth Social um vídeo que apresenta o ex‑presidente Barack Obama e sua esposa Michelle como macacos. O material, com duração de 62 segundos, contém alegações de fraude nas urnas eletrônicas e encerra com uma montagem na qual os Obama aparecem com corpos de macacos por cerca de um segundo, ao som da música “The Lion Sleeps Tonight”, da banda The Tokens. Barack Obama, filiado ao Partido Democrata, apoiou a adversária de Trump, Kamala Harris, na campanha presidencial de 2024. Veja o vídeo:
PF mira mais um órgão de previdência de estado pobre por investimentos no Banco Master
A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Zona Cinzenta na manhã de sexta‑feira (6) para investigar supostas irregularidades na gestão dos recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá. A operação concentra‑se em investimentos de cerca de R$ 400 milhões realizados pela Amapá Previdência (Amprev) em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master. Policiais federais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em Macapá, autorizados pela 4ª Vara Federal do Amapá, visando documentos, equipamentos eletrônicos e outros materiais que possam esclarecer como foram aprovadas e executadas as aplicações. As decisões que autorizaram os aportes no Banco Master foram tomadas em três reuniões do Comitê de Investimentos da Amprev, ocorridas em 12, 19 e 30 de julho de 2024. Entre os investigados estão o diretor‑presidente da Amprev, Jocildo Lemos, e dois membros do comitê de investimentos, Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves, que votaram a favor das aplicações nas referidas reuniões. A investigação, conduzida pela PF em parceria com o Ministério Público, procura saber se a autarquia estadual recebeu alertas formais sobre os riscos das operações e se eventuais pareceres técnicos contrários foram desconsiderados. O inquérito analisa possíveis práticas de gestão temerária ou fraudulenta na administração dos recursos previdenciários. Os crimes em apuração referem‑se à realização de investimentos de alto risco, incompatíveis com a natureza previdenciária dos fundos da Amprev. O processo tramita na primeira instância da Justiça Federal do Amapá, não havendo, até o momento, investigados com foro privilegiado. Trata‑se da segunda previdência estadual alvo da PF por investimentos no Banco Master. Na terça‑feira (3), o ex‑presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, foi detido temporariamente na segunda fase da Operação Barco de Papel, que também apura aplicações na mesma instituição financeira.
“Meu Amigo Flávio”: a piada que virou troféu dos bolsonaristas (Veja o vídeo!)
O humor às vezes cumpre um papel que a política tradicional não consegue: atravessar bolhas. Foi exatamente isso que aconteceu nesta semana com o comediante Murilo Couto, ao apresentar, em um de seus shows, uma música criada depois que o senador Flávio Bolsonaro passou a segui‑lo no Instagram. O que começou como uma piada despretensiosa, típica do stand‑up, baseada no absurdo da situação e na ironia do cotidiano digital, ganhou rapidamente dimensão inesperada. O trecho do show circulou nas redes sociais, viralizou e, em poucos dias, transformou‑se em um verdadeiro hit entre os apoiadores do bolsonarismo. A canção, informalmente chamada “Meu Amigo Flávio”, passou a ser compartilhada em perfis conservadores, grupos de WhatsApp e páginas políticas, recebendo entusiasmo. O curioso é que o humor não era panfletário nem militante; o tom irônico, leve e aparentemente descompromissado foi justamente o que permitiu que a música encontrasse ressonância fora do circuito habitual da direita. Esse fenômeno revela algo maior que um simples viral. Ele demonstra como a cultura pop, o humor, o entretenimento e a internet tornaram‑se vetores centrais da disputa simbólica no Brasil. Enquanto discursos políticos formais encontram resistência imediata fora de suas bolhas ideológicas, uma piada bem construída pode circular livremente, gerar identificação e despertar curiosidade até mesmo em públicos historicamente refratários. Outro elemento relevante é a figura de Murilo Couto. Conhecido por um humor ácido, irreverente e, em muitos momentos, crítico, o comediante nunca foi associado diretamente a um campo político específico. Essa neutralidade impediu que a música fosse rejeitada imediatamente por setores da esquerda, permitindo que “furasse a bolha” e chegasse a públicos diversos, algo cada vez mais raro em um ambiente de polarização extrema. Para os bolsonaristas, o episódio foi rapidamente apropriado como símbolo cultural, quase um troféu: um artista popular, ainda que involuntariamente, gerando conteúdo que dialoga com seu universo político. Para a esquerda, o sucesso da música acendeu um alerta incômodo sobre como o humor pode driblar filtros ideológicos e conquistar espaços onde o discurso tradicional já não entra. No fim das contas, “Meu Amigo Flávio” é mais do que uma piada musical. É um retrato do Brasil conectado, polarizado e, ao mesmo tempo, surpreendentemente permeável quando a linguagem certa é utilizada. Mostra que, em tempos de radicalização, o riso pode ser uma arma poderosa, não por convencer, mas por atravessar, desarmar e, sobretudo, circular. Se a política insiste em falar apenas para os seus, o humor continua fazendo aquilo que sempre fez de melhor: falar com todos. Veja o vídeo!
Ministro do STJ é denunciado por jovem de 18 anos por importunação sexual
A jovem de 18 anos que acusa o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Marco Aurélio Buzzi, de importunação sexual declarou à Polícia Civil de São Paulo que ele a conduziu a uma área isolada de uma praia, a tocou sem consentimento e, depois, a aconselhou a ser “menos sincera”. O depoimento foi prestado no dia 14 de janeiro. Marco Buzzi, de 68 anos, está afastado do cargo por questões de saúde e nega as acusações. Em nota divulgada na quarta‑feira (4), afirmou que foi surpreendido pelas “insinuações” veiculadas por um site, que “não correspondem aos fatos”, e repudia “toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”. Segundo o relato da jovem, ela considerava o ministro “um avô e confidente”. A mãe da adolescente é advogada reconhecida, atuante nos tribunais superiores, e a relação profissional evoluiu para amizade entre as famílias. O STJ abriu sindicância para apurar o caso. A comissão é composta pelos ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antônio Carlos Ferreira. No Supremo Tribunal Federal, a investigação criminal está sob relatoria do ministro Kassio Nunes Marques.
Ramagem reaparece, depoimenta a juíza de Moraes e desmonta acusação
Alexandre Ramagem prestou depoimento nesta quinta‑feira (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF). A oitiva ocorreu no âmbito da retomada da ação penal que investiga supostos crimes praticados após a sua diplomação na Câmara dos Deputados: dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado nas manifestações de 8 de janeiro de 2023. Enquanto ainda era deputado, parte da ação que o acusava de crimes cometidos após a diplomação foi suspensa pela Câmara, com base na imunidade parlamentar. Com a cassação do mandato, em dezembro de 2025, a suspensão perdeu eficácia. O ministro Alexandre de Moraes, então, determinou a retomada do processo no STF contra o ex‑deputado. Ramagem encontra‑se nos Estados Unidos, onde se mudou em setembro de 2025, antes de ser julgado no STF pelas acusações de tentativa de golpe de Estado. Ele foi condenado a 16 anos, 1 mês e 15 dias de prisão em regime inicial fechado. No depoimento, realizado perante uma juíza auxiliar do gabinete de Moraes, Ramagem negou ter utilizado o programa First Mile de forma ilegal para espionar adversários e críticos do ex‑presidente Jair Bolsonaro. O First Mile é um sistema de monitoramento e rastreamento de celulares por geolocalização, empregado para identificar deslocamentos de pessoas a partir de dados de telefonia. Ramagem contestou a acusação com base em fatos: “Pela peça acusatória, a tal organização criminosa, que não tem como eu ter fazer parte dela, se iniciou em julho de 2021. Ora, eu encerrei o First Mile em maio de 2021. Não renovei, não contratei. Encerrei o contrato colocando o procedimento na Corregedoria e não contratei nenhum procedimento ou instrumento semelhante”. Ele também afirmou que não teve acesso aos dados capturados pelo First Mile: “Esse instrumento, eu não tinha acesso a ele, não tinha senha dele. Apenas um local dentro da ABIN, que eu estava auditando, possuía a senha. A Polícia Federal e o próprio Ministério Público, não sei se foi ardil, completa incompetência ou falsificação de provas, utilizaram registros da minha entrada na catraca da ABIN, dizendo nos autos que era o meu registro de acesso ao sistema. Facilmente constatado isso. Isso só demonstra que tudo foi armado contra mim.” Ramagem ainda negou ter determinado o monitoramento de autoridades, seja pelo First Mile ou por qualquer outra ferramenta, em benefício de Bolsonaro: “O presidente Bolsonaro, por uma questão de confiança e por me conhecer, me indicou ao diretor‑geral da ABIN. Ele nunca me pediu nada de First Mile, nunca me pediu nada.”