A Polícia Militar prendeu, na tarde deste domingo (8), um homem suspeito de invadir o aeroporto de Caxambu, no Sul de Minas Gerais, e de tentar fazer um helicóptero particular decolar. A prisão ocorreu em São Lourenço, cidade onde o suspeito reside, após trabalho de identificação e levantamento de informações realizado pelos policiais. De acordo com a PM, o homem foi localizado por volta das 15h em sua residência e conduzido à delegacia. Em depoimento, afirmou que entrou no aeroporto apenas para “testar” a aeronave. A tentativa aconteceu durante a madrugada; o helicóptero chegou a sair do solo, mas caiu antes de ganhar altitude. Apesar do impacto, ninguém ficou ferido. Durante o interrogatório inicial, o suspeito declarou ser entusiasta da aviação e alegou possuir brevê de piloto, embora o registro estivesse vencido. Relatou ainda que, há alguns anos, teria realizado ato semelhante no estado da Califórnia, nos Estados Unidos, conseguindo voar por alguns minutos, pousando em uma praia e fugindo em seguida. A polícia informou que essa versão ainda será apurada. Segundo as autoridades, a aeronave não pertence a nenhuma escola de aviação e encontrava‑se fora do hangar no momento da invasão. Para acessar a área restrita, o homem teria cortado a tela de proteção do aeroporto e fugido logo após a queda do helicóptero. O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado para atender a ocorrência e encontrou apenas um pequeno vazamento de combustível, sem registro de incêndio ou explosão. A área foi isolada, avaliada e o combustível removido como medida preventiva. O caso está sendo acompanhado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), que irá apurar as circunstâncias da tentativa de decolagem e o acesso irregular às dependências do aeroporto.
Senador de esquerda Otto Alencar, 78, tem mal‑estar e passa por cirurgia de marca‑passo
Após apresentar um mal‑estar durante compromissos políticos no interior da Bahia, o senador Otto Alencar (PSD‑BA) precisou passar por uma cirurgia cardíaca para a implantação de um marca‑passo. O parlamentar, que tem 78 anos, sentiu‑se indisposto enquanto cumpria agenda no município de Lapão (BA), no sábado (7). Antes do episódio, Otto havia participado das comemorações pelos 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT). Em seguida, foi encaminhado ao Hospital Aliançae, em Salvador, onde exames apontaram um quadro de bradicardia — condição caracterizada pela redução do ritmo normal dos batimentos do coração, o que pode exigir intervenção médica imediata. O procedimento foi realizado com sucesso, e o senador permanece internado para acompanhamento clínico. Segundo informações divulgadas por sua assessoria, a expectativa é de que ele receba alta hospitalar já nesta segunda‑feira (9). Além de exercer mandato no Senado Federal, Otto Alencar ocupa atualmente a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No cenário político nacional, ele também é reconhecido como um dos aliados do presidente Lula na Casa. Promoção relâmpago vira afronta contra o “sistema” com COMBO PROIBIDO Último dia da promoção relâmpago da loja que desafiou o “sistema” com conteúdo sobre o 8/1 por apenas R$ 9,90 Uma promoção relâmpago acaba de ser lançada! Um COMBO com cinco livros que abordam os bastidores do poder, decisões judiciais controversas e disputas ideológicas recentes está sendo vendido por apenas R$ 29,90, para alcançar todo o país. Caso queira conhecer os livros e não perder essa oportunidade, clique no link abaixo: https://conteudoconservador.news/kit-5-livros-digitais/ Aproveite enquanto esses livros ainda estão disponíveis… Nunca se sabe do que a censura é capaz!
Direita vence as eleições no Japão, consolidando a liderança de Sanae Takaichi
A eleição geral realizada neste domingo (08) no Japão teve repercussão imediata no cenário internacional. Após a confirmação da vitória de Sanae Takaichi, primeira‑ministra e líder do Partido Liberal Democrata (direita), diversas autoridades estrangeiras enviaram mensagens de felicitação, destacando o peso político do resultado e a continuidade do atual projeto de poder no país. Sob o comando de Takaichi, o Partido Liberal Democrata conquistou uma maioria expressiva na Câmara dos Representantes, garantindo não apenas a permanência da legenda no governo, mas também uma margem mais confortável para a condução da agenda política e econômica nos próximos anos. Entre as manifestações de apoio, a primeira‑ministra da Itália, Giorgia Meloni, utilizou a rede social X para afirmar que a vitória da líder japonesa representa um “importante sucesso”, ressaltando a afinidade política entre os dois governos. O primeiro‑ministro da Índia, Narendra Modi, também se pronunciou por meio do X e classificou o resultado como uma vitória “histórica”. Modi destacou que a Parceria Especial Estratégica e Global entre Índia e Japão “desempenha um papel vital no fortalecimento da paz, da estabilidade e da prosperidade globais” e afirmou estar confiante de que, sob a liderança de Takaichi, a relação bilateral alcançará “patamares ainda mais elevados”. Do lado norte‑americano, o embaixador dos Estados Unidos no Japão, George Glass, parabenizou a premiê e declarou que “espera dar continuidade ao fortalecimento da parceria entre Estados Unidos e Japão, promovido pelo presidente [dos EUA] Donald Trump (Partido Republicano)”. A sinalização reforça a expectativa de manutenção do alinhamento estratégico entre Tóquio e Washington. O próprio Trump, antes do pleito, já havia manifestado apoio público a Takaichi. Em publicação na rede Truth Social, afirmou: “Em minha visita ao Japão, eu e todos os meus representantes ficamos extremamente impressionados com ela. Além da segurança nacional, os Estados Unidos e o Japão têm trabalhado de forma estreita na construção de um acordo comercial muito substancial, que beneficia fortemente ambos os países”.
Humorista quebra a web com o single provocativo “Meu Amigo Flávio” (Veja o vídeo)
O humorista Murilo Couto usou as redes sociais para transformar em sátira um episódio curioso que ocorreu em seu perfil no Instagram. A inspiração surgiu depois que ele contou ao público, durante um show de stand‑up, que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) passou a segui‑lo na plataforma, fato que surpreendeu e gerou comentários entre os fãs. A reação do público acabou impulsionando a criação de um conteúdo musical carregado de ironia. Em tom assumidamente brincalhão, o comediante decidiu explorar a situação de forma criativa, usando a inesperada aproximação virtual como matéria‑prima para o humor. No vídeo divulgado, Murilo Couto apresenta uma composição leve e satírica, marcada por um refrão de fácil assimilação que repete a expressão “Meu amigo Flávio”. A frase funciona como eixo central da piada, reforçando o contraste entre o humorista e o parlamentar e sublinhando o caráter inusitado da interação. O próprio Bolsonaro já conhece o livro:
PF prende suspeito de ligação ao Estado Islâmico com plano de atentado no Brasil
A Polícia Federal prendeu, nesta quinta‑feira (29), em Bauru, interior de São Paulo, um homem apontado como integrante de uma organização terrorista internacional e suspeito de preparar um ataque terrorista em território brasileiro. A operação resultou de investigação conjunta entre a PF e o Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos (FBI). Segundo informações divulgadas pela corporação, o investigado encontrava‑se em fase avançada de preparação, com indícios de que planejava confeccionar um colete carregado de explosivos para a realização de um atentado suicida. A prisão preventiva foi decretada para impedir a execução do plano e garantir a segurança da população. No cumprimento da operação, a Justiça Federal autorizou mandados de prisão temporária, além de buscas pessoais e domiciliares, expedidos pela 3ª Vara Federal de Bauru. Durante a ação, os agentes apreenderam dispositivos eletrônicos, como celular e computador, que serão submetidos a perícia técnica. A PF também informou que foram autorizadas medidas de acesso imediato a dados digitais e de quebra de sigilo telemático, permitindo a análise de comunicações armazenadas e a identificação de eventuais vínculos do suspeito com outros membros ou células da organização terrorista. As investigações apontam para possíveis conexões do homem com o Estado Islâmico, grupo extremista que, embora tenha perdido o controle territorial nos últimos anos, continua atuando por meio de redes e células espalhadas em diversos países. Até o momento, o Brasil não registra histórico de ataques jihadistas consumados em seu território.
Revelado o maior medo de Moraes: pressões ao Senado e contrato de R$ 130 milhões
Malu Gaspar, colunista do O Globo, divulgou novas informações sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. De acordo com a jornalista, o principal temor do magistrado seria a pressão exercida sobre integrantes do Senado, em especial sobre o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), para impedir a instalação da CPMI do Master. Além disso, Moraes supostamente temia a convocação de seus familiares para prestar esclarecimentos à referida comissão. O blog de Gaspar revelou que o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, teria firmado contrato com o Master que previa o pagamento de R$ 3,6 milhões por mês, ao longo de três anos, totalizando R$ 130 milhões. Essa questão não foi abordada no depoimento de Vorcaro, prestado em dezembro do ano passado no STF. Uma cláusula do contrato estabelecia a atuação da advogada em quatro órgãos do Executivo – Banco Central, Cade, Receita Federal e Procuradoria‑Geral da Fazenda Nacional – porém, a natureza dessas atividades permanece desconhecida. Outro medo apontado por Gaspar seria o lançamento do polêmico livro “Supremo Silêncio”. A obra denuncia perseguições contra parlamentares, jornalistas e outros episódios iniciados no Inquérito das Fake News, e a autora alerta que a censura já está de olho na publicação.
O maior medo de Moraes, ligado à pressão no Senado e a contratos milionários, é finalmente revelado
Malu Gaspar, colunista do O Globo, trouxe ao público novas revelações envolvendo Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a jornalista, o maior temor do ministro era a pressão exercida sobre integrantes do Senado, especialmente o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), para impedir a instalação da CPMI do Master. “Moraes teme a convocação de seus familiares para apresentar esclarecimentos à CPMI”, escreveu Gaspar. Ela acrescentou que o contrato do escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, com o Master previa o pagamento de R$ 3,6 milhões mensais ao longo de três anos, totalizando R$ 130 milhões. Essa questão ficou de fora do depoimento de Vorcaro, prestado em dezembro do ano passado no STF. Uma das cláusulas do contrato de Viviane estabelecia a atuação em quatro órgãos do Executivo – Banco Central, Cade, Receita Federal e Procuradoria‑Geral da Fazenda Nacional (PGFN) – porém, em todos eles, a natureza das atividades da esposa de Moraes permanece um mistério. Outro grande medo de Moraes seria o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A obra denuncia a perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros episódios que tiveram início no chamado Inquérito das Fake News, alertando que a censura já vigia o conteúdo.
Malu Gaspar denuncia pressão de Moraes e Toffoli para bloquear CPMI do Master
A jornalista Malu Gaspar afirmou que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, têm pressionado integrantes do Senado, sobretudo o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), para impedir a instalação da CPMI do Master. Segundo o texto, os dois ministros e seus familiares mantêm conexões com o dono do banco, Daniel Vorcaro, e temem a abertura de uma nova frente de investigação no Congresso Nacional. A pressão de uma ala do Supremo contra a CPMI foi confirmada pela equipe da coluna por meio de três fontes que acompanham de perto a discussão nos bastidores, entre interlocutores de Alcolumbre e membros do próprio Senado. Quando contactados, os ministros não se manifestaram. O pedido de instalação da comissão mista foi protocolado na última terça‑feira (3), com o apoio de 281 parlamentares – 42 senadores e 239 deputados – superando o número mínimo exigido para que o projeto saia do papel (27 senadores e 171 deputados, equivalente a um terço de cada Casa). O PL de Jair Bolsonaro reúne o maior número de assinaturas, com 89. De acordo com relatos obtidos pelo blog, os ministros alegam que a CPMI, caso seja criada, poderia aprofundar o desgaste da imagem do Supremo, num momento em que a atuação de Toffoli, relator do caso Master, está sob a mira da opinião pública e de colegas do próprio tribunal. Toffoli tomou uma série de decisões controversas, entre elas a imposição de sigilo às investigações, a convocação de uma acareação antes mesmo da colheita de depoimentos e a ordem para que o material apreendido na segunda fase da Operação Compliance Zero fosse remetido diretamente ao seu gabinete. Posteriormente, ele recuou, determinando que o material fosse enviado à Procuradoria‑Geral da República (PGR) para análise. Os magistrados também temem a convocação de seus familiares para prestar esclarecimentos à CPMI. Conforme revelou o blog, o contrato do escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, com o Master previa o pagamento de R$ 3,6 milhões por mês durante três anos, totalizando R$ 130 milhões. Essa questão foi deixada de fora no depoimento de Vorcaro prestado ao STF em dezembro do ano passado. Uma das cláusulas do contrato de Viviane previa atuação em quatro órgãos do Executivo: o Banco Central, o Cade, a Receita Federal e a Procuradoria‑Geral da Fazenda Nacional (PGFN) – mas a efetiva atividade da mulher de Moraes nesses órgãos permanece desconhecida. Se a CPMI for instalada, a oposição também pretende investigar as ligações de Toffoli com o resort Tayayá. Conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo, o pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado do dono do Master, controla fundos de investimento que adquiriram parte da participação de dois irmãos de Toffoli no resort situado em Ribeirão Claro, Paraná. O local é chamado de “resort do Toffoli” – e o ministro dispõe de uma casa em uma área reservada para hóspedes de alto padrão, como informou a colunista Andreza Matais no site Metrópoles. Até o momento, nem Hugo Motta, na Câmara, nem Alcolumbre, no Senado, indicaram intenção de instalar a CPMI. Nos bastidores, Alcolumbre afirmou que, se a pressão pela comissão se tornar insustentável, ele poderá autorizar uma CPI composta apenas por senadores, já que tem maior controle sobre a Casa do que Hugo Motta tem sobre a Câmara. “A CPMI não tem competência para convocar ministros, mas pode convocar aqueles que estão no entorno dos ministros, que têm indícios de participação, envolvimento e relações promíscuas no caso Banco Master”, declarou o deputado federal Carlos Jordy (PL‑RJ), autor do requerimento de abertura da comissão. “Não dá para varrer a sujeira para debaixo do tapete. Toffoli não poderia ser relator do caso Master no STF; tinha de ser investigado.” No requerimento da CPMI, Jordy também defende a “necessidade de investigar eventuais conexões entre gestores privados, intermediários financeiros, agentes públicos e autoridades” – ponto que os investigadores do caso Master não quiseram explorar no depoimento de Vorcaro ao STF. Jordy ainda quer que a CPMI apure “a eventual existência de omissões regulatórias, pressões institucionais ou tentativas de interferência indevida no processo de supervisão, decisão e atuação do Banco Central do Brasil, especialmente no tocante à liquidação extrajudicial do Banco Master e à tentativa de sua aquisição por instituição financeira estatal”. O parlamentar cita a ofensiva de Moraes, que teria procurado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípoli, ao menos quatro vezes para exercer pressão em favor do Banco Master, conforme revelou o blog.
Jogador sofre convulsão e Pedro, de joelhos, rouba a cena (Veja o vídeo)
O Flamengo derrotou o Sampaio Corrêa por 7 a 1, na noite de sábado, no Maracanã. O placar garantiu ao clube rubro‑negro a classificação às quartas‑de‑final do Campeonato Carioca, afastando‑o da disputa do quadrangular de rebaixamento. O jogo ficou marcado por um susto nos primeiros minutos. O volante Alexandre, do Sampaio Corrêa, caiu no gramado e sofreu uma convulsão. Enquanto Alexandre era atendido, o centroavante Pedro apareceu de joelhos, orando. Veja: Alexandre foi socorrido de ambulância e encaminhado ao Hospital Quinta D’Or, em São Cristóvão. Posteriormente, a diretoria informou que ele estava consciente e em condição estável. Em 2024, Pedro sofreu um grave acidente de moto que quase o deixou tetraplégico; não há confirmação de vínculo entre o acidente e o episódio de hoje.
PRESIDENTE DA CPMI ATACA FLÁVIO DINO APÓS DECISÃO QUE CHAMOU DE REVOLTANTE
Carlos Viana, presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), fez críticas duras à recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que concedeu habeas corpus a um dos investigados do caso. A manifestação ocorreu depois que o ministro Flávio Dino garantiu a Paulo Camisotti o direito de permanecer em silêncio durante eventual depoimento à comissão. Paulo Camisotti é filho e sócio de Maurício Camisotti, apontado como um dos principais personagens do escândalo de corrupção investigado pela CPMI. Segundo o presidente do colegiado, a decisão do STF, embora constitucional, não pode servir como mecanismo para comprometer o avanço das apurações. “O ministro Flávio Dino assegurou ao senhor Paulo Camisotti o direito de permanecer em silêncio diante da CPMI do INSS”, declarou Viana. Em seguida, reforçou sua posição: “Faço um registro claro e responsável: o direito ao silêncio é uma garantia constitucional, mas não pode ser utilizado como instrumento para frustrar, atrasar ou esvaziar investigações, especialmente diante de fatos graves que atingem aposentados, órfãos e viúvas.” Além da autorização para permanecer em silêncio, a defesa de Paulo Camisotti também solicitou que ele não compareça à oitiva marcada para a segunda‑feira, dia 9. Para Viana, a presença do convocado é um ato formal e obrigatório, que não será flexibilizado. “Mesmo diante de pedidos da defesa pelo não comparecimento, mantenho a decisão de que o convocado deverá comparecer nesta segunda‑feira”, afirmou. Ele ainda ressaltou a postura do Legislativo: “O Congresso Nacional não abre mão de suas prerrogativas constitucionais nem aceitará manobras protelatórias.” A CPMI também enfrenta resistência de outros convocados. No mesmo dia, está prevista a oitiva de Edson Queiroz, deputado estadual do Maranhão. De acordo com Viana, a defesa do parlamentar tentou adiar o depoimento ao solicitar avaliação médica, o que foi interpretado como estratégia para postergar os trabalhos da comissão. “No caso do senhor Edson Araújo, registro que não houve comparecimento à perícia médica previamente agendada junto à Junta Médica do Senado. Aguardo o parecer oficial para a adoção das medidas cabíveis.” Ao abordar o conjunto de episódios, Viana deixou claro que a comissão não aceitará justificativas informais nem o descumprimento de deliberações oficiais. “Quero ser absolutamente claro: não aceitarei o descumprimento de atos formais da CPMI.” Reforçando o tom, o presidente concluiu que, diante de eventuais recusas injustificadas, todas as medidas legais serão adotadas. “Se houver recusa injustificada, adotarei todas as medidas legais, inclusive a condução coercitiva, como prevê a legislação. Seguirei conduzindo a CPMI do INSS com firmeza, responsabilidade e respeito à Constituição, fazendo valer o direito dos aposentados, órfãos e viúvas.”