Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Flávio Dino foram vistos juntos neste domingo (1º) durante a disputa da Supercopa Rei em Brasília (DF). O jogo entre Flamengo e Corinthians, vencedores do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil, respectivamente, aconteceu na arena BRB Mané Garrincha. O time paulista foi campeão. Dino, Moraes e a esposa de Moraes, Viviane Barci, comemoraram.
Nikolas Ferreira descarta candidatura ao governo de Minas e foca na reeleição ao Congresso
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG) afirmou que não pretende disputar o governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. Em declaração feita nesta segunda‑feira (2/2), o parlamentar deixou claro que seu objetivo é a reeleição à Câmara dos Deputados, reforçando sua atuação no cenário político nacional. “Vou para a reeleição no Congresso. Agora, mais do que nunca, está provado que minha voz em âmbito nacional é muito importante. E estamos trabalhando para achar um nome para o governo de Minas”, disse Nikolas. A manifestação ocorreu após reportagem da Folha de S. Paulo indicar que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), pré‑candidato à Presidência da República, avaliava a possibilidade de lançar Nikolas como candidato ao Palácio da Liberdade, em uma articulação que envolveria setores do Centrão. Acabaram as especulações…
Alcolumbre ignora CPMI e retém dados sigilosos de Daniel Vorcaro
A Advocacia do Senado Federal deixou de atender a um pedido formal da CPMI do INSS que buscava acesso a informações sigilosas do empresário mineiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Com isso, os dados permanecem sob a guarda do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União‑AP), sem compartilhamento com o colegiado responsável pela investigação. Na prática, Alcolumbre concentra documentos sensíveis enviados pela Meta, incluindo a quebra do sigilo telemático de Vorcaro — que abrange registros de contatos e grupos no WhatsApp — além de informações detalhadas sobre sua movimentação financeira. Conforme já revelado anteriormente, esses arquivos indicariam despesas consideradas fora do padrão, como faturas mensais de cartão de crédito que chegaram a R$ 2,4 milhões. A retenção das informações decorre de uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 12 de dezembro, o magistrado determinou que todo o material sigiloso de Daniel Vorcaro remetido à CPMI do INSS fosse transferido para o gabinete da Presidência do Senado. Com a medida, a comissão ficou impedida de acessar os dados que ela própria havia solicitado. Diante disso, ainda em dezembro, integrantes da CPMI acionaram a Advocacia do Senado para que fosse apresentada uma petição ao STF solicitando a liberação do conteúdo. No entanto, quase dois meses depois, parlamentares foram informados de que nenhuma manifestação havia sido protocolada junto a Toffoli, o que gerou surpresa e insatisfação entre os membros da comissão.
PRÉ-CANDIDATO RENAN SANTOS (MISSÃO) RECEBE AMEAÇAS DE MORTE DO COMANDO VERMELHO, DIZ ASSESSOR
Renan Santos, pré‑candidato à Presidência da República pelo partido Missão, teria sido alvo de ameaças de morte atribuídas ao Comando Vermelho (CV) durante uma agenda no Ceará, realizada em 26 de janeiro. A informação foi confirmada por Pedro Arthur de Souza Lima, assessor próximo ao político, que relata que as intimidações começaram após críticas públicas feitas por Santos ao poder da facção no estado. O caso foi formalizado no sábado, 31 de janeiro, quando o assessor registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil do Ceará. No documento, ele descreve que, “no dia 26 de janeiro de 2026, o pré‑candidato à Presidência da República, Renan Santos, juntamente com sua equipe, incluindo Pedro Arthur e outro integrante de nome Arthur do Val, iniciou uma série de visitas a cidades do Ceará que enfrentam problemas relacionados à criminalidade”. Segundo o registro policial, a situação se agravou durante a passagem da comitiva pelo município de Santa Quitéria. Na ocasião, o grupo fez denúncia pública sobre a presença e a atuação do Comando Vermelho na região. A partir desse momento, as ameaças teriam começado a chegar, principalmente nas transmissões ao vivo realizadas diariamente pelo pré‑candidato em suas redes sociais. O boletim de ocorrência registra que “durante a passagem pelo município de Santa Quitéria, a equipe realizou denúncia pública sobre a atuação da organização criminosa Comando Vermelho na região. Após a referida denúncia, durante as transmissões ao vivo que o pré‑candidato realiza diariamente em suas redes sociais, ele e sua equipe passaram a receber diversas ameaças”. “O fim de vocês será triste. Eu e os manos estamos indo atrás dos três. Já podem meter o pé do Ceará”, dizia o texto, assinado com a sigla “TD2”. A expressão “Tudo 2” é utilizada pelo Comando Vermelho para indicar domínio territorial em determinadas áreas. O boletim também aponta que as intimidações não se limitaram a um único episódio. Conforme relatado por Pedro Arthur, as ameaças continuaram de forma recorrente nas redes sociais, especialmente por meio de mensagens diretas no Instagram. “As intimidações também foram enviadas por meio de mensagens diretas nos perfis pessoais de Renan Santos, Pedro Arthur e Arthur do Val na plataforma Instagram. Diante da gravidade e da continuidade das ameaças, que visam intimidar e cercear a atividade de denúncia e fiscalização que vêm realizando, os envolvidos decidiram registrar o presente boletim de ocorrência para solicitar a apuração dos fatos e garantir a sua segurança”, afirma o documento.
Ecochatos do aquecimento global somem quando o resfriamento global aparece
Onde estão os ecochatos que não aparecem no resfriamento global, mas, na primeira oportunidade, surgem defendendo o aquecimento global? Abro esta discussão apenas para a reflexão dos incautos e doutrinados pelo medo e pela ignorância. Há seis dias, o mundo testemunhou a maior nevasca em 120 anos em Nova York, nos Estados Unidos, que, segundo o último levantamento, deixou ao menos 30 mortos. Veja na matéria da CNN: Onde estão os ecochatos? Os mantenedores da narrativa do aquecimento global, sob o manto da falsa defesa do planeta, continuam a patrocinar, pela imprensa velha e parcial, uma hipocrisia que nunca é colocada em debate. Os opositores dessa narrativa, muitos com formação científica e argumentos de alto nível, raramente são convidados a expor suas posições. O Grupo Globo (TV Globo, G1, GloboNews), entre outras mídias do consórcio, divulgou manchetes sobre o uso de neve artificial nos próximos Jogos Olímpicos de Inverno, que serão realizados em Milão‑Cortina, Itália. E não hesitam em publicar em letras garrafais que o “aquecimento global” seria o culpado pela escassez de neve. Sem nos aprofundar demais, podemos afirmar que, em 1964, os Jogos Olímpicos de Inverno, realizados em Innsbruck, Áustria, e, em 1980, na vila de Lake Placid, Nova York, sofreram o mesmo problema de falta de neve. Ou seja, há 62 e 46 anos, respectivamente, o clima não favoreceu os jogos por falta de neve. Naquela época não se falava em aquecimento global. Em 1980, pela primeira vez, foi utilizada a tecnologia de produção de neve artificial. Desde o final do século XIX, por volta de 1856, até meados da década de 1980, a questão climática era debatida apenas nos círculos acadêmicos, abordando expansão de gases, efeito estufa e, posteriormente, a queima de combustíveis fósseis. Foi a partir do início da década de 1990 que surgiram os ecochatos e as narrativas alarmistas de que o planeta está condenado, de que a ação humana exterminará a vida na Terra – um debate que ainda tem muito a ser discutido. Ouça o professor Luiz Carlos Molion a respeito e reflita sobre o tema. Mas, neste breve ensaio, quero colocar a imprensa sob escrutínio à luz do exposto acima. Afinal, o resfriamento global também existe, ou não?
EUA intensificam ação contra Moraes e avançam para fase decisiva
As empresas Rumble e Trump Media, autoras de ação contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitaram à Justiça Federal dos Estados Unidos autorização para notificá‑lo por meio eletrônico. O pedido foi protocolado nesta segunda‑feira (2) na Justiça da Flórida e busca destravar o andamento do processo, no qual o magistrado é acusado de emitir supostas “ordens secretas de censura” direcionadas à plataforma de vídeos. A iniciativa surge após meses de paralisação do caso. O processo está suspenso desde agosto de 2025, quando uma tentativa de intimação de Moraes foi encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Posteriormente, em outubro do mesmo ano, a Procuradoria‑Geral da República (PGR) emitiu parecer recomendando a rejeição da notificação. De acordo com as empresas, a notificação por e‑mail seria válida porque o próprio ministro teria utilizado esse meio institucional para encaminhar ordens de remoção de conteúdo à Rumble. Com base nesse argumento, o advogado Martin de Luca, que representa as autoras da ação, sustenta que o canal eletrônico já foi usado para afirmar jurisdição fora do território brasileiro. “Tendo usado o email para tentar afirmar jurisdição extraterritorial, o réu agora não pode negar que o email lhe forneça notificação efetiva”, argumenta o defensor na petição.
Ao vivo: Caso Master sacode governo Lula (veja o vídeo)
O cenário político em Brasília está em ebulição. O que começou como um imbróglio financeiro no Banco Master ultrapassou a esfera do mercado e se transformou em um problema político de proporções alarmantes. Conexões com nomes do alto escalão, como Mantega, Lewandowski e Jaques Wagner, ligam Daniel Vorcaro ao governo Lula. Além disso, as declarações contundentes de Renan Santos (MBL) sobre o polêmico “Surubão de Trancoso” e a pressão exercida pelo senador Carlos Viana, que recorreu ao STF para garantir o depoimento de Vorcaro na CPMI do INSS, intensificam a crise. O ministro Fachin, por sua vez, continua cobrando a adoção de um código de conduta para o Judiciário. A questão permanece: trata‑se de verdade ou de encenação? Para analisar os fatos, o Jornal do JCO recebeu o vereador Olímpio Araújo, o jornalista Diogo Forjaz e o professor Marcos Pizzolatto. Assista, compartilhe e apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online! Veja o vídeo:
Fachin ataca indiretamente Toffoli e retoma o “pé na porta” citando o caso Master
Na sessão de abertura do ano judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Edson Fachin, surpreendeu a todos ao afirmar ser “necessário reconhecer o protagonismo do sistema político” e reforçou a proposta de adoção de um código de conduta para os integrantes da Corte. “Talvez seja mais difícil do que os desafios anteriores. Porque exige não a coragem de agir, mas a sabedoria de calibrar a ação, a paciência da construção institucional”, declarou. Sem citar nomes diretamente, Fachin fez referência ao caso Master, cujo inquérito está sob relatoria do ministro Dias Toffoli. Na avaliação do presidente da Corte, é preciso “rememorar limites” e assegurar que “eventuais práticas irregulares encontrem resposta adequada nos mecanismos próprios de supervisão, fiscalização e sanção”. O ministro alertou ainda que soluções adotadas fora das regras institucionais podem gerar efeitos negativos relevantes. Segundo ele, iniciativas desse tipo “comprometem a segurança jurídica, a previsibilidade regulatória e a separação de Poderes, com potencial de erosão da confiança pública e do próprio funcionamento do mercado”. Quase todos os ministros do STF estiveram presentes à cerimônia. A exceção foi Luiz Fux, que acompanhou o evento de forma remota para manter tratamento de saúde em casa. Diagnosticado com pneumonia dupla causada pelo vírus influenza, o ministro apresenta quadro estável, conforme informou a Secretaria de Comunicação do STF.
FACHIN SURPREENDE AO RETOMAR OS TRABALHOS NO STF COM “PÉ NA PORTA”
Na sessão de abertura do ano judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Edson Fachin, surpreendeu ao afirmar que é necessário reconhecer o protagonismo do sistema político e reforçou a proposta de adoção de um código de conduta para os magistrados. Para ele, o tema é central ao fortalecimento institucional da Corte. Fachin reiterou o compromisso com um código de ética e informou que a ministra Carmen Lúcia apresentará a proposta. “Talvez seja mais difícil do que os desafios anteriores. Porque exige não a coragem de agir, mas a sabedoria de calibrar a ação, a paciência da construção institucional”. O ministro ressaltou que, em períodos de maior tensão institucional, é indispensável responsabilidade e definição clara de limites, sem que isso signifique passividade do Tribunal. “Isso não significa que o Tribunal seja agente passivo das circunstâncias. Ao contrário, o protagonismo tem seus ônus e efeitos para a legitimidade institucional. Os ministros respondem pelas escolhas que fazem. As decisões que tomamos, os casos que priorizamos, a forma como nos comunicamos – tudo isso importa”. Veja:
Influenciador brasileiro que apoiou Trump é detido nos EUA por descumprir ordem judicial
Junior Pena, influenciador digital conhecido nas redes sociais por produzir conteúdo sobre imigração e a vida de brasileiros nos Estados Unidos, foi detido por autoridades migratórias norte‑americanas. Com mais de 480 mil seguidores, ele também ficou marcado por manifestações públicas favoráveis ao então presidente Donald Trump. A informação sobre a detenção foi divulgada por Maycon MacDowel, amigo de Pena, que afirmou que o influenciador está sob custódia no Delaney Hall, centro de detenção para imigrantes localizado em Nova Jersey. Segundo ele, a prisão ocorreu no sábado, dia 31. De acordo com MacDowel, o caso não envolve acusação criminal. A explicação apresentada aponta para um problema administrativo no processo migratório, relacionado à ausência de Junior Pena em uma audiência judicial. “O Junior estava com tudo aprovado, dentro da legalidade, mas, quando não vai à Corte, eles prendem”, disse. Junior Pena vive nos Estados Unidos desde 2009 e construiu sua audiência ao tratar de temas ligados à imigração, regras migratórias e ao cotidiano de brasileiros que residem no país. Ao longo dos anos, passou a comentar também ações do governo norte‑americano na área migratória. Em publicações anteriores, o influenciador demonstrava apoio às políticas do governo Trump e chegou a afirmar que operações do ICE atingiriam apenas pessoas envolvidas em crimes. “Tem uma matéria que mostra o ICE pegando, tem até brasileiro no meio, mas é tudo bandido”, declarou em um desses conteúdos. No entanto, esse posicionamento mudou com o tempo. Em dezembro de 2025, Junior Pena passou a criticar parte das ações do órgão migratório. Em uma publicação feita naquele mês, ele reagiu a um vídeo e classificou a atuação de agentes do ICE como “desumanas”, demonstrando um tom mais crítico em relação às operações.