Na Câmara, o deputado Chico Alencar (PSol) apresentou um projeto que quer trocar o lema da bandeira. Em vez de “Ordem e Progresso”, ele propõe “Amor, Ordem e Progresso”. Ele diz que o lema, que está em uso desde a Proclamação da República, acabou simplificando demais a frase original dos positivistas. Para ele, cortar parte da frase tirou o sentido completo que os positivistas queriam, que unia três ideias que dependem uma da outra. Se deixarem isso rolar, logo vão querer mudar até as cores da nossa bandeira.
Moraes já escolheu o seu próximo alvo
O ministro Alexandre de Moraes não larga a briga contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro e a família dele. Agora, tudo indica que já tem a próxima pessoa na mira. O jornalista Cláudio Dantas esclarece o caso. Veja abaixo:
URGENTE: Surge novo elemento que pode estar por trás da prisão de Bolsonaro
O pastor Silas Malafaia comentou a prisão preventiva do ex‑presidente Jair Bolsonaro. Ele diz que a prisão não tem base legal e serve apenas para desviar a atenção do público do caso do Banco Master. Para Malafaia, a justificativa no despacho é ‘conversa fiada’ e é ‘absurdo’ usar risco de fuga como motivo. Ele afirma que a prisão é uma ‘cortina de fumaça’ para esconder as investigações do banco. Ele ainda rebateu a ideia de que a vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) tem peso constitucional, dizendo que a interpretação é equivocada. Aproveite enquanto os livros ainda estão à venda… nunca se sabe o que a censura pode fazer!
Michelle grava vídeo e manda recado diretamente a Alexandre de Moraes (veja o vídeo)
Michelle Bolsonaro, ex‑primeira‑dama, estava no Ceará para participar de um evento quando, na manhã de sábado (22), soube que Jair Bolsonaro foi preso. Ela tinha programado estar em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, no encontro do PL Mulher Nacional, mas acabou cancelando a viagem. Pouco depois, Michelle publicou um vídeo comentando a prisão do ex‑presidente. No fim da gravação, ela aproveita para dar uma lição de fé e perdão, enviando um recado direto ao ministro Alexandre de Moraes. Jair Bolsonaro tem sido vítima de tudo que o “sistema” pode fazer contra ele, e ainda corre risco de vida.
Conselheiro de Trump abre o verbo contra Moraes após prisão de Bolsonaro
Nova informação surge e revela o que aconteceu de madrugada na casa de Bolsonaro
Na madrugada de sábado, 22, a polícia do DF trocou a tornozeleira eletrônica que Bolsonaro usava em sua casa em Brasília. A substituição foi feita poucos minutos depois que, às 0h08, o sistema apontou uma falha – fato que precedeu a prisão preventiva do ex‑presidente algumas horas depois. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, viu o alerta técnico como sinal de tentativa de violação. Ele usou esse fato como um dos motivos para decretar a prisão, alegando que o ocorrido levantava suspeitas de interferência na tornozeleira. O Centro de Integração de Monitoração Integrada do DF, que depende da Secretaria de Administração Penitenciária, registrou o fato. Quando o aviso de violação saiu, equipes foram ao local sem demora para trocar a tornozeleira, segundo a Folha de S.Paulo. Moraes anotou que, depois da troca, Bolsonaro disse aos agentes que não tentou danificar nada e que o problema poderia ter surgido enquanto ele dormia. O ex‑presidente voltou a dormir, mas foi acordado novamente por volta das 6h quando a Polícia Federal chegou, já com a ordem de prisão feita na noite anterior. A Polícia Federal formalizou o pedido na sexta‑feira, 21, depois que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) divulgou um vídeo pedindo que apoiadores ficassem em vigília de oração no condomínio da família. Quem convive com o ex‑presidente disse que, quando o pedido foi feito, ainda não havia registro de falha no monitoramento. Moraes, no entanto, chamou o ato de “criminoso”, dizendo que esse tipo de manifestação poderia causar tumulto e atrapalhar a aplicação das decisões judiciais. Bolsonaro tem sido vítima de tudo que o “sistema” pode fazer. Ainda hoje sua vida corre risco. Por isso, uma loja decidiu desafiar esse “sistema” e lançou uma promoção limitada que atrai quem se interessa por política, liberdade de expressão e censura no Brasil. Um combo de cinco livros que revelam os bastidores do poder, decisões judiciais polêmicas e disputas ideológicas está à venda por R$ 79,90, com frete grátis em todo o país. Os livros tratam de censura, perseguição política, o papel do STF, juristocracia, polarização e manipulação de narrativas. Se quiser conferir e aproveitar a oferta, clique no link a seguir: https://www.conteudoconservador.com.br/pages/combo-5-livros Corra e garanta seu combo enquanto ainda há estoque… nunca se sabe até onde a censura pode chegar!
URGENTE: Rede Social ergue a voz contra a censura no Brasil
Nessa sexta (21), a rede X, que pertence a Elon Musk, soltou um comunicado em sua conta de relações governamentais. No texto, a empresa atacou as ordens dos tribunais brasileiros que obrigaram a tirar publicações que criticam políticos. Um dos que pagaram o preço foi o deputado Nikolas Ferreira, do PL-MG. Ele foi obrigado a excluir um post recente depois que a Justiça mandou. No mesmo comunicado, o X chamou a medida de “censura pura e simples”. Segundo a rede, a decisão ataca a base da liberdade de expressão, cala o debate e enfraquece a democracia. A X apontou um caso que, para ela, ilustra tudo isso: decisões da Vara Cível de Brasília que favoreceram o PT. Os juízes pediram que fossem apagadas no X mensagens que chamavam o Partido dos Trabalhadores de “partido dos traficantes”. O tribunal considerou a frase como “acusação criminal infundada”. A rede justificou que a expressão era um trocadilho crítico, algo que tanto a esquerda quanto a direita costumam usar. O comentário se espalhou depois que o presidente Lula disse: Para fechar, o X reafirmou que defende a liberdade de expressão sem limites, dizendo que “ela é fundamental para a democracia, mesmo quando incomoda”.
General Heleno afirma: “Agora é só esperar eles virem me pegar”
Ao repetir exatamente essa frase, o general Augusto Heleno mostrou estar calmo com a chegada da pena de 21 anos de prisão. Ele fez a declaração em entrevista à CNN. Heleno disse que não deu ordem alguma e que não participou da suposta trama golpista que resultou na sua condenação. Ele contou que, em 8 de janeiro de 2023, estava em casa com a esposa e ficou horrorizado ao ver os ataques aos prédios dos Três Poderes. Quando perguntaram se havia chance de mudar a situação, ele respondeu que não vê possibilidade de alterações relevantes. O ex‑presidente sofreu todas as atrocidades que o “sistema” pode aplicar e, ainda assim, sua vida continua ameaçada. As obras abordam censura, perseguição política, o papel do STF, juristocracia, polarização e a manipulação das narrativas.
Livro que previu a prisão de Bolsonaro, também prevê desfecho final dessa história
Poucos dias antes do julgamento de Jair Bolsonaro, saiu um livro que surpreendeu a todos. O livro chamado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação” descreveu o quadro ridículo e triste que hoje se materializou na prisão do ex‑presidente. Nas denúncias do livro, fica claro que Jair Bolsonaro foi perseguido por um conjunto de instituições, meios de comunicação e grupos progressistas que se juntaram para fraquejar seu governo e calar o movimento conservador que estava crescendo. O autor ainda aponta como tudo vai terminar – e isso é chocante. Hoje, o livro virou um documento histórico, um protesto contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.
Livro que previu a prisão de Bolsonaro, também prevê desfecho final dessa história
Poucos dias antes de Jair Bolsonaro ser julgado, saiu à luz um livro que surpreendeu a todos. No título “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”, o livro descreveu o quadro ridículo e trágico que hoje se materializou com a prisão do ex‑presidente. Segundo o livro, Bolsonaro sofreu uma perseguição organizada: instituições, a imprensa e grupos progressistas se juntaram para minar seu governo e calar o movimento conservador que vinha crescendo. O autor ainda aponta como tudo vai terminar, algo que assusta. Hoje, o livro virou um registro histórico, um manifesto contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.