O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou detalhes sobre a situação do Banco Master e sobre a conversa entre o presidente Lula e o ministro do STF, Dias Toffoli. O encontro aconteceu durante um almoço realizado em dezembro do ano passado, e Haddad comentou o episódio em entrevista ao portal Metrópoles. Segundo o ministro, Lula transmitiu a Toffoli uma mensagem de caráter institucional, ressaltando a importância do momento para as instituições brasileiras. “O presidente deu um recado conceitual de que nós temos a oportunidade de fazer um trabalho bem‑feito, de entregar para o país, um país melhor. Deu vários exemplos desse trabalho que a polícia (Federal), o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e o Ministério Público estão fazendo conjuntamente”, afirmou Haddad. “É uma questão interna do STF, que, conforme eu disse, pode sair grande desse episódio todo, se agir com a altivez que o caso merece, porque é um caso grave”, frisou. Haddad também comentou a atuação do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. De acordo com o ministro, muitas pessoas foram enganadas ao confiar na imagem de um empresário em ascensão. “Tem muita gente de boa‑fé que foi envolvida. Imaginava que ali se tratava de um grande empresário, um banqueiro emergente. O cara [Vorcaro] levou muita gente no bico. Quem agiu de má‑fé tem de responder”, declarou.
Presidente socialista da Colômbia lança declaração absurda sobre Jesus
Uma fala do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, provocou forte reação de setores religiosos e da Igreja Católica. Durante um discurso público, o chefe do Executivo colombiano fez comentários interpretados como uma insinuação de que Jesus Cristo e Maria Madalena teriam mantido relações sexuais, o que gerou ampla controvérsia no país. Ao se dirigir ao público, Petro afirmou que Jesus “não poderia existir sem amor” e, no mesmo contexto, fez referências históricas que incluíram Simón Bolívar. As declarações, embora apresentadas como reflexões pessoais, foram vistas por líderes religiosos como inadequadas e ofensivas às crenças cristãs predominantes na Colômbia. Diante da repercussão negativa, a Conferência Episcopal Colombiana (CEC) divulgou uma nota oficial manifestando reprovação ao conteúdo do discurso presidencial. No comunicado, os bispos destacaram os limites entre a atuação do poder público e as convicções religiosas da população. “Nenhum funcionário ou outra pessoa está autorizado a emitir opiniões teológicas sobre as convicções religiosas ou doutrinais dos cidadãos e, pelo contrário, o poder público tem a obrigação de proteger as pessoas em suas crenças e manter relações harmoniosas e entendimento comum com as denominações religiosas”, afirmaram os representantes da Igreja no texto divulgado. A nota também reafirma a posição oficial da Igreja Católica sobre a fé em Jesus Cristo e enfatiza a necessidade de respeito às crenças religiosas, especialmente em um país marcado pela diversidade de confissões. Segundo a CEC, a Constituição colombiana e a legislação sobre liberdade religiosa garantem a proteção das convicções individuais e coletivas. No encerramento do comunicado, os bispos convidaram a população a buscar esclarecimentos diretamente nos evangelhos e no Catecismo da Igreja Católica, além de reforçarem o apelo pelo respeito à fé cristã e ao direito de professá‑la publicamente.
A trajetória criminosa do PT revelada
Sequestro de Abílio Diniz, então milionário dono do Pão de Açúcar, em plena campanha presidencial de 1989. O cativeiro foi interrompido e, ao ser libertado, foram encontrados panfletos do PT. Os sequestradores vestiam camisetas com a imagem de Lula; a maioria eram estrangeiros ligados a organizações terroristas da América Latina, havendo apenas um brasileiro entre eles. O caso foi abafado e ficou proibido estabelecer qualquer relação com o PT. Na campanha presidencial de 2022, Lula confessou, durante comício, que havia pedido ao então presidente Fernando Henrique Cardoso a liberdade para os “meninos” que sequestraram Abílio Diniz na década de 1990. Escândalos envolvendo propinas de empresas de transportes públicos e coleta de lixo culminaram no assassinato de Celso Daniel, tesoureiro da campanha presidencial de Lula, seguido por outros casos que envolveram testemunhas, peritos e criminosos. Toninho, prefeito de Campinas, foi assassinado de forma inexplicável; rumores apontam para corrupção na coleta de lixo, mas o motivo permanece desconhecido. O Mensalão gerou mortes e desaparecimentos que ainda não foram esclarecidos. Não há evidências que liguem Lula ao PT nesses episódios; ao contrário, quem falava sobre o Foro de São Paulo era ridicularizado, e jornalistas que ousavam questionar possíveis vínculos entre Lula, Fidel Castro e Chávez eram ameaçados publicamente. Em entrevista a Boris Casoy, em 2002, Lula chegou a dizer: “Oh, Boris! Eu te aconselho até a não repetir isso em vídeo”. Seguiram‑se o sequestro de executivos da Odebrecht por grupos das FARCs, o escândalo do “Petrólão”, mortes suspeitas, a Operação Lava Jato, as “pedaladas fiscais”, supostos desvios de recursos para Cuba, Venezuela e a doação de refinaria à Bolívia, obras superfaturadas na África, o impeachment, a anulação de condenações, eleições contestadas e graves denúncias de interferência externa, inclusive publicadas pelo The New York Times. Hoje, ainda se fala de INSS, “Lulinha”, irmão, “Tofolão”, “Xandão”, “Lewandowiskão”, “Vorcarão” e de toda a suposta podredão que, segundo o autor, se mostra escancarada. Quem ainda não compreende quem é Lula e o PT, segundo o texto, não teria condições de conviver em uma sociedade minimamente civilizada. O autor defende que Lula deveria ser preso ou internado em um manicômio, rejeitando a “luta antimanicomial”, que, na sua visão, teria deixado os pobres sem leitos hospitalares, enquanto quem tem dinheiro continua sendo internado em clínicas particulares. Segundo a argumentação, o PT, ao dizer “defender os mais pobres”, na prática manteria a população em situação de pobreza, sem saúde, educação ou informação suficiente para compreender o partido e continuar votando nele. Pedro Possas. Médico.
Fundador da Aça Aí no Grau morre em São Paulo após infcepção bacteriva n
O empresário, piau, Daniel Rocha, 43, fundou da A A Aí no Grau, faleceu na noa madrugada desta sexta (30) no Hospital Síry‑Libib, em São Paulo. Natural de Picos, 0 apresentou complicações de de saúde depois de de voltar de um crume familiar com.
Kassab busca vingança ao explorar a polarização nas eleições
Kassab é vingativo e acreditava até o fim que as mensagens plantadas na mídia fariam Tarcísio romper com o bolsonarismo. Ao lançar seu próprio candidato, ele pretende usar a polarização para se apresentar como a solução. Ele entende que eleitores que não votam em Lula ou Flávio escolheriam facilmente Caiado. A aposta é reverter as pesquisas no primeiro turno. Antes, a disputa concentrava‑se contra o PT; agora a população tem uma opção no centro, o que, segundo a análise, representa um risco. Cangurus e bonecos devem parar de atacar Tarcísio e concentrar‑se agora em minar a candidatura de Caiado, sem atacá‑lo diretamente.
Jorge Kajuru, doente, encerra a carreira política
Jorge Kajuru anunciou o fim de sua carreira política. Em razão de problemas graves de saúde, decidiu não disputar a reeleição. Trata‑se de uma decisão que, dadas as circunstâncias, parece sensata. O senador declarou que está desgostoso com a política. Contudo, a doença de Parkinson foi decisiva para a sua escolha. Além do Parkinson, Kajuru convive com insônia, ansiedade e depressão. Em 2019, foi tratado por um câncer de pâncreas. Desejamos que ele se recupere, embora sua saída não deixe saudades entre os eleitores.
Ivete Sangalo é denunciada ao MP por expor criança à letra sugestiva de “Vampirinha”
A cantora Ivete Sangalo foi alvo de representação encaminhada ao Ministério Público da Bahia (MPBA) após a participação de uma criança no palco durante a execução da música “Vampirinha”, em um de seus shows. A informação foi divulgada pela TV Bahia e gerou debate nas redes sociais sobre a adequação do conteúdo apresentado a um público infantil. O ponto central da denúncia envolve o teor da canção e da coreografia. O refrão da música diz: “Vou te chupar/ Chupar teu pescoço/ Te chupar todinho/ Chupar, chupar, chupar com gosto”, trecho considerado sugestivo por parte do público, que questionou a presença de menor de idade na performance ao lado da artista. Procurado, o Ministério Público da Bahia esclareceu que qualquer cidadão pode apresentar esse tipo de denúncia. Segundo o órgão, a iniciativa inicial consiste em coletar informações para avaliar se há elementos que justifiquem a abertura de um procedimento formal de apuração. Em nota, o MPBA afirmou que acompanha casos que possam envolver possíveis violações de direitos de crianças e adolescentes. Por se tratar de situação envolvendo menor de idade, eventuais investigações ou procedimentos administrativos tramitam sob sigilo, conforme determina a legislação. Imagens que circulam nas redes sociais mostram a criança cantando e dançando no palco junto com Ivete Sangalo, o que intensificou a repercussão do episódio. Até o momento, não houve confirmação oficial sobre a cidade em que o show ocorreu. A música “Vampirinha” foi apresentada ao público pela primeira vez no dia 31 de dezembro de 2025, durante o Festival Virada Salvador, e passou a estar disponível nas plataformas digitais a partir de 12 de janeiro.
Contratos de R$ 303,65 milhões da Biomm, controlada por Daniel Vorcaro, são revelados e assustam Brasília
A Biomm, empresa em que o banqueiro Daniel Vorcaro é acionista majoritário, firmou contratos de, no mínimo, R$ 303,65 milhões com o governo Lula (PT) para o ano de 2025. O acordo prevê o fornecimento de insulina ao Ministério da Saúde. Em 26 de abril de 2024, o presidente Luiz Inácio Lula participou da inauguração da fábrica de insulina da Biomm, localizada em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais. Apesar de ser o principal acionista, Vorcaro não compareceu ao evento. Lula encontrou‑se na cerimônia com Walfrido dos Mares Guia, acionista com 5,53 % da empresa, e com Lucas Kallas, da Cedro Participações, detentor de 8 % da Biomm. Não obstante a ausência na inauguração, Daniel Vorcaro passou a frequentar assiduamente o Palácio do Planalto nos anos de 2024 e 2025. Em ao menos uma dessas ocasiões, ele foi recebido pelo próprio presidente Lula em reunião prolongada, na qual, segundo fontes, foram tratados assuntos que não foram divulgados publicamente.
Ao vivo: Acareação de Vorcaro expõe contradições e aumenta tensão nos bastidores do caso. Veja o vídeo!
A acareação envolvendo Daniel Vorcaro, figura central do caso que tem movimentado os bastidores políticos e institucionais do país, foi realizada ao vivo, gerando forte impacto no cenário político e jurídico. Vorcaro foi confrontado com Paulo Henrique Costa, ex‑presidente do Banco de Brasília (BRB). O conteúdo do confronto direto entre as versões, agora conhecido, elevou a pressão sobre as autoridades envolvidas e reavivou debates que pareciam temporariamente silenciados. A acareação, procedimento adotado quando há contradições relevantes entre depoimentos, foi solicitada após divergências consideradas “insustentáveis” nos relatos apresentados ao longo da investigação. O que antes circulava apenas nos bastidores e em análises reservadas passou a integrar o debate público, com repercussões imediatas. Confronto de versões e desgaste institucional De acordo com informações apuradas, o ponto central da acareação foi o choque direto entre narrativas sobre decisões estratégicas, reuniões e responsabilidades. O embate expôs inconsistências que, até então, eram tratadas como interpretações distintas dos fatos, mas que agora assumem contornos mais graves. Analistas avaliam que a divulgação da acareação fragiliza versões anteriormente sustentadas com segurança e abre espaço para questionamentos sobre eventuais omissões, alinhamentos políticos e interesses cruzados. O episódio reforça a percepção de que o caso extrapolou o campo técnico‑jurídico e passou a impactar diretamente a credibilidade institucional. Repercussão política: Brasília em ebulição A repercussão em Brasília foi imediata. Parlamentares de diferentes espectros passaram a cobrar esclarecimentos públicos, enquanto aliados adotaram postura mais cautelosa, evitando declarações diretas. O clima nos corredores do Congresso é de tensão, com receio de novos desdobramentos capazes de ampliar o desgaste político. Nos bastidores, a avaliação é de que a acareação não encerra o caso — ao contrário, inaugura uma nova fase. A possibilidade de novos depoimentos, convocações e até desdobramentos jurídicos mais profundos passou a ser considerada seriamente por interlocutores próximos às investigações. Opinião pública e narrativa em disputa Com a acareação vindo a público, a disputa agora também ocorre no campo da narrativa. Grupos políticos, comentaristas e formadores de opinião passaram a explorar trechos, interpretações e silêncios do confronto, cada qual buscando consolidar sua versão dos fatos. Especialistas em comunicação política destacam que, a partir deste momento, o impacto do caso deixa de ser apenas jurídico e passa a ser simbólico. A imagem de instabilidade, conflito interno e desgaste institucional tende a se intensificar, sobretudo em um ambiente político já marcado por polarização e desconfiança. O que vem a seguir A expectativa é de que a acareação produza efeitos concretos nos próximos passos do processo. Seja por meio de novas diligências, seja pelo reposicionamento de atores centrais, o episódio marca um divisor de águas no caso. O que antes era tratado como uma controvérsia restrita agora assume dimensão nacional, com potencial de influenciar decisões políticas, estratégias jurídicas e o próprio ambiente institucional de Brasília. A acareação de Vorcaro e Paulo Henrique Costa, ao vir a público, deixa claro que o caso está longe de um desfecho — e que seus efeitos ainda devem reverberar por muito tempo no cenário político brasileiro. Veja o vídeo!
Adolescentes que mataram o cão Orelha retornam dos EUA e são surpreendidos pela polícia no aeroporto
Os dois adolescentes investigados pela morte do cachorro Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, retornaram dos Estados Unidos, para onde haviam viajado após o crime. Eles foram surpreendidos pela polícia no aeroporto de Florianópolis e tiveram os celulares apreendidos. “Sobre o cão Orelha, a Delegacia Especializada de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE) e a Delegacia de Proteção Animal (DPA) da Capital, com apoio da Delegacia de Proteção ao Turista/Aeroporto (DPTUR) e da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), deram cumprimento a dois mandados de busca e apreensão de telefones celulares de dois adolescentes investigados que estavam fora do Brasil, deferidos pela Vara da Infância e Juventude da Capital, com aval da Promotoria da Infância e Juventude”, detalhou o delegado Ullisses Gabriel, delegado‑geral da Polícia Civil de Santa Catarina. Além da apreensão dos aparelhos, ambos já foram intimados a prestar depoimento. “Os equipamentos serão enviados para a Polícia Civil para extração de dados, assim como os demais apreendidos no dia 26 de janeiro. Também foi solicitado a emissão de laudo de corpo de delito do cão Orelha”, completou Ullisses Gabriel. A Polícia Civil investiga a participação de, no mínimo, quatro adolescentes na agressão que resultou na morte do animal, considerado mascote da Praia Brava. O cachorro foi encontrado gravemente ferido em uma área de mata; recebeu atendimento veterinário, mas não resistiu. As investigações permanecem sob sigilo e incluem a análise de imagens de câmeras de segurança, depoimentos de moradores e a apuração de eventual envolvimento de adultos em suposta coação durante o processo. Três parentes dos adolescentes foram indiciados sob a acusação de intimidarem um vigia local que teria presenciado o ataque. O caso gerou uma onda de indignação que ultrapassou os limites de Santa Catarina e trouxe à tona, em âmbito nacional, o debate sobre a eficácia da legislação brasileira de combate aos maus‑tratos contra animais. Famosos, ativistas e políticos reforçaram a revolta nas redes sociais.