Uma decisão que levanta questionamentos: o governo federal, através do Ministro da Defesa José Mucio Monteiro, negou ao governador Cláudio Castro (PL) o uso de blindados da Marinha para enfrentar facções criminosas como o Comando Vermelho no Rio de Janeiro. A medida frustra os esforços estaduais para combater a criminalidade. O pedido, documentado em um ofício de 28 de janeiro, solicitava a liberação de blindados do tipo Carro Lagarta Anfíbio (CLAnf), operados por militares, para reforçar as forças de segurança estaduais. Esses veículos são de uso tático da Marinha, conhecidos por sua alta proteção e poder de fogo, essenciais em confrontos com traficantes. Cláudio Castro revelou que não solicitou ajuda federal para operações recentes nos complexos da Penha e do Alemão porque “já tivemos pedidos negados três vezes”. Segundo ele, as negativas anteriores se deram pela exigência de uma Operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), medida à qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é abertamente contrário. Fontes próximas ao governador indicam que o ministro José Mucio orientou Castro a direcionar o pedido ao comandante da Marinha na região. Contudo, o oficial teria recusado, reiterando que o emprego de tropas e blindados só seria possível mediante um decreto presidencial autorizando a GLO. O Ministério da Defesa confirmou, em nota oficial, que o ofício do governo fluminense foi submetido à Advocacia-Geral da União (AGU). O parecer técnico da AGU apontou a necessidade de um decreto presidencial para atender à demanda, reforçando que o apoio dependeria de uma decisão formal do presidente da República.
Megaoperação no Rio: Lindbergh Farias ‘surta’ após 60 CPFs cancelados do Comando Vermelho
Estranhamente, o petista Lindbergh Farias ‘surtou’ ao saber da megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro. A ação terminou com mais de 60 ‘CPFs cancelados’ de traficantes do Comando Vermelho. A intensa operação contra o crime organizado na capital fluminense gerou uma reação forte e inesperada do político. Lindbergh Farias, utilizando sua conta na plataforma X, não poupou críticas e esbravejou publicamente contra os resultados da investida policial.
STF no Encalço: Moraes Cobra Explicações de Filipe Martins por Falha em Tornozeleira Eletrônica
A mira do STF mais uma vez sobre Filipe Martins: o ministro Alexandre de Moraes exigiu, nesta terça-feira (28), que o ex-assessor especial da Presidência apresente explicações em apenas cinco dias. O motivo é um suposto descumprimento das medidas cautelares impostas no processo conhecido como “ação do golpe”. Um relatório da Divisão de Monitoramento Eletrônico da Polícia Penal do Paraná, encaminhado ao STF, apontou um “movimento sem sinal de GPS” na tornozeleira eletrônica de Martins. O incidente teria ocorrido entre 17h50 e 18h53 do dia 23 de outubro, totalizando pouco mais de uma hora. A decisão de Moraes foi emitida logo após a apresentação das alegações finais pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelas defesas dos demais réus envolvidos na controversa ação.
Lewandowski Desmente Castro: Governo Lula Nega Pedido de Apoio em Operação Mais Letal do Rio
A polêmica sobre o apoio federal à segurança pública no Rio de Janeiro se aprofunda. O Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, declarou nesta terça-feira (28/10) que o governador Cláudio Castro (PL) não o procurou para solicitar ajuda na megaoperação policial contra o Comando Vermelho, deflagrada nos complexos do Alemão e da Penha. A fala do ministro contrapõe as graves acusações de Castro. O governador fluminense responsabilizou o governo Lula por negligência, alegando que pedidos de apoio logístico para a ação — especificamente o empréstimo de veículos blindados — foram recusados por três vezes, mesmo diante da urgência da situação. A megaoperação, que mobilizou cerca de 2,5 mil agentes, já contabiliza mais de 60 mortos, incluindo quatro policiais, e se tornou a mais letal da história do estado. Em entrevista coletiva, Castro havia detalhado a recusa federal, intensificando o debate sobre a colaboração entre União e estado. Em resposta, Lewandowski reforçou que o Ministério da Justiça mantém uma cooperação contínua com o governo fluminense desde 2023, por meio da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP). O ministro destacou que o apoio federal ao Rio de Janeiro segue vigente até 16 de dezembro de 2025, com possibilidade de renovação, em uma tentativa de descreditar as queixas de Castro. A ação visa desarticular lideranças do Comando Vermelho e retomar o controle de áreas dominadas pelo tráfico. Criminosos reagiram com barricadas, drones, explosivos e disparos de fuzil, gerando intensos confrontos e um saldo trágico. Já são mais de 60 mortos na operação.
Rio em Alerta: Megaoperação Deixa 64 Mortos, Incluindo 4 Policiais, e Apreende Arsenal do Comando Vermelho
O Rio de Janeiro foi palco de uma megaoperação contra o Comando Vermelho nesta terça-feira (28/10), resultando na morte de pelo menos 64 pessoas. Entre os mortos, há quatro policiais – dois civis e dois militares. Cerca de 2,5 mil agentes de segurança atuaram nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte. Os criminosos contra-atacaram com barricadas, drones, bombas e tiros. Até o momento, 81 prisões foram confirmadas. Os policiais apreenderam um verdadeiro arsenal, com pelo menos 75 fuzis recolhidos. Esta já é considerada a operação mais letal do Rio. O governador Cláudio Castro afirma que espera pegar o chefão do tráfico do estado até o final do dia.
Crise no Rio: Tereza Cristina critica e General Mourão divulga imagem chocante
Rio de Janeiro vive momentos de tensão extrema. A grave situação levou senadores a se manifestarem com urgência, expondo a realidade alarmante dos confrontos. A senadora Tereza Cristina não hesitou em classificar a crise como uma verdadeira “guerra” em curso na capital fluminense, indicando a gravidade do cenário. No mesmo sentido, o senador General Hamilton Mourão foi direto ao ponto. Ele publicou uma imagem chocante da operação policial de hoje, que impactou as redes, acompanhada de sua legenda. Assista ao vídeo: O que assistimos hoje no Rio de Janeiro consubstancia a inação e a falência do Estado em querer, verdadeiramente, combater as organizações criminosas que protagonizam o narcoterrorismo no Brasil.O que se vê é uma verdadeira guerra urbana, em que os bravos policiais do Rio de… pic.twitter.com/6cwU8esHKb — General Hamilton Mourão (@GeneralMourao) October 28, 2025 A inação ou a ineficácia das políticas de segurança têm um custo alto para a população, que clama por ordem e justiça. A sociedade exige respostas e ações concretas diante do caos.
Caos no Rio: Lula Blinda Traficantes Enquanto STF Decide Futuro de Bolsonaro
O Rio de Janeiro mergulhou no caos e o Brasil assiste a uma preocupante inversão de valores. Bandidos fecharam as principais vias da capital fluminense em resposta a uma megaoperação com cerca de 2,5 mil policiais civis contra líderes do tráfico. Em um cenário de guerra urbana, o presidente Lula e o ministro Lewandowski emitiram uma declaração polêmica: facções criminosas não podem ser classificadas como terroristas, e traficantes seriam ‘vítimas’ dos usuários de drogas. Uma visão que choca diante da realidade de violência que assola o país. Em Brasília, a Primeira Turma do STF agendou para 7 a 14 de novembro o julgamento virtual do recurso de Jair Bolsonaro. O ex-presidente contesta a condenação a 27 anos e três meses de prisão por supostos crimes contra a democracia, em um processo que define seu futuro político e jurídico. No cenário internacional, o presidente Lula criou mais um impasse ao indicar que negociações cruciais com os Estados Unidos não avançarão enquanto Marco Rubio, o secretário de Estado americano, estiver envolvido. Para dissecar esses temas urgentes, o Jornal da Cidade Online traz convidados especiais: a juíza Ludmila Lins Grilo, o advogado Andre Marsiglia e o empresário Eduardo Prado.
Defesa de Bolsonaro lança ofensiva no STF para reverter condenação de 27 anos
Uma nova e crucial frente jurídica se abre no Supremo Tribunal Federal (STF) para o ex-presidente Jair Bolsonaro, que busca reverter a condenação de 27 anos imposta por uma suposta tentativa de golpe de Estado. Após apresentar embargos de declaração na Primeira Turma nesta segunda-feira (27/10) – composta por Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino –, a defesa já trabalha em um passo mais audacioso: recorrer à Segunda Turma do tribunal. A manobra se dará por meio de um pedido de revisão criminal, um recurso jurídico que permite reavaliar sentenças penais definitivas para corrigir falhas e, potencialmente, anular ou reduzir a pena. Aliados de Bolsonaro consideram essa via mais promissora que os embargos, cujo alcance é limitado. Advogados do ex-presidente fundamentam a estratégia nos artigos 75 e 76 do Regimento Interno do STF, que preveem a distribuição de embargos para ministros de uma turma diferente daquela que proferiu a decisão. Esse dispositivo seria a chave para levar o caso à análise da Segunda Turma. A equipe jurídica planeja apresentar a revisão criminal após o esperado julgamento dos embargos pela Primeira Turma, que, segundo bastidores, deve rejeitar o recurso. A esperança se volta, então, para a Segunda Turma, formada pelos ministros André Mendonça, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques e Luiz Fux. Neste colegiado, aliados veem um cenário mais favorável. Acreditam que André Mendonça e Kassio Nunes Marques — ambos indicados por Bolsonaro — e Luiz Fux, que já votou pela absolvição do ex-presidente em outra ocasião, podem se mostrar receptivos ao pedido. A posição de Dias Toffoli é crucial e ainda imprevisível. Se ele votar pela revisão da sentença, Bolsonaro conquistaria uma maioria favorável, com Gilmar Mendes sendo o único ministro contrário dentro da Segunda Turma. Uma reviravolta está por vir, em um momento em que a justiça para o ex-presidente é aguardada por muitos.
Cláudio Castro DETONA Lula: Rio de Janeiro ‘Isolado’ no Combate ao Crime Organizado
O governador Cláudio Castro (PL) não poupou críticas ao governo federal e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), denunciando que o estado do Rio de Janeiro está completamente isolado no enfrentamento ao crime organizado. As duras declarações ocorreram durante uma coletiva de imprensa, em meio a uma megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão. A ação, que mobilizou 2.500 agentes, já resultou em 60 mortos — incluindo dois policiais civis — e 81 presos até a tarde desta terça-feira (28). Segundo Castro, toda a operação foi conduzida *exclusivamente* com recursos estaduais. Ele revelou que o governo Lula recusou, por três vezes, os pedidos de apoio feitos pelo Rio de Janeiro. Além disso, o estado encontrou dificuldade até mesmo para obter empréstimos de equipamentos essenciais. Apesar das repetidas negativas vindas do governo Lula, o governador fluminense assegurou que o estado continuará agindo com a firmeza necessária para combater a criminalidade.
General Flynn expõe CIA por suposta interferência nas eleições brasileiras
O ex-Conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump, General Michael T. Flynn, fez uma revelação grave: a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) estaria profundamente integrada ao Departamento de Estado americano e teria usado recursos de contribuintes dos EUA para interferir na política interna do Brasil. A denúncia surgiu no X, onde Flynn compartilhou a fala de Mike Benz, ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA. Benz relatou uma suposta interferência da CIA nas últimas eleições presidenciais brasileiras, o que o General Flynn corroborou. Michael Flynn é uma figura de peso no cenário da inteligência americana. Ele já foi diretor da Agência de Inteligência de Defesa (DIA) e ocupou o cargo de primeiro Conselheiro de Segurança Nacional na gestão Trump. Em outro desdobramento, o deputado Gustavo Gayer, nas redes sociais, provou o ministro Alexandre de Moraes.