O encontro de lula com Donald Trump em Washington foi um verdadeiro balde de água fria para o petista, que saiu do evento com as mãos abanando e sem qualquer resultado. Chegando com a expectativa de emplacar suas ‘falácias e delírios’, lula – ainda preso mentalmente à sua era sindical – não conseguiu nada. Sua postura foi de ‘chapéu na mão’, implorando para que os EUA ‘aliviassem’ a pressão sobre seus ‘comparsas’, base de seu poder ilusório. Em vez disso, lula recebeu uma clara alusão à sua parceria com Maduro, o ‘assassino socialista da Venezuela’, que os EUA estão prestes a pulverizar. Para piorar, teve de ouvir, visivelmente desconcertado, os elogios de Trump a Bolsonaro – um golpe direto em sua imagem de ‘grande líder’. Desamparado e atônito por não ver seu roteiro cumprido, lula gesticulou, talvez percebendo a gravidade da situação. Sua tentativa de ignorar a verdadeira natureza política das sanções americanas, considerando Trump e sua equipe ‘otários desinformados’, foi um erro fatal. A imagem patética de Mauro Vieira, gaguejando à imprensa para explicar a ‘química’ que não existiu, selou o fracasso óbvio. Enquanto a imprensa ‘das chacretes’ tenta amenizar o fiasco, lula se consolida como um fardo para o Brasil e até para seus próprios apoiadores.
Donald Trump na Malásia: Líder entra na dança em recepção tradicional em Kuala Lumpur
Donald Trump demonstrou seu inegável carisma mais uma vez. Sua chegada em Kuala Lumpur, na Malásia, neste domingo (26), marcou um momento de destaque. No aeroporto, uma cerimônia de boas-vindas esperava o ex-presidente. Dançarinos malaios, com suas vestes tradicionais, recepcionaram Trump, que, sorridente, não hesitou em se juntar aos artistas e participar da dança. A espontaneidade do líder norte-americano gerou um impacto positivo, reforçando a imagem de um político próximo às pessoas. Sensacional!
Estratégia para a Direita: O perigo da ‘pureza’ ideológica e a urgência de alianças
A história demonstra que nenhum grupo político ou social sobreviveu sem concessões e coalizões. Aqueles que se consideravam mais fortes ou ‘puros’ sempre acabaram canibalizados por suas próprias divisões internas. É um fato inegável que se repete em todas as civilizações e épocas. Uma liderança eficaz se fundamenta na realidade, por vezes, crua. Não faz sentido criticar a esquerda por cenários utópicos se a própria direita adota a mesma postura. Sem uma liderança estratégica, os grupos fragmentam-se, lutando por migalhas e se autodizimando. Para evitar ser sempre o grupo que ‘perdeu com orgulho’, a direita precisa do Centro e de satélites políticos. A construção de pontes e a busca por alianças são fundamentais para a sua sobrevivência e para a conquista de vitórias.
Bolsonaro reage à condenação de 27 anos e protocola recurso no STF pelo 8 de janeiro
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro acaba de apresentar um recurso crucial no Supremo Tribunal Federal (STF), buscando reverter a condenação de 27 anos imposta pelos atos de 8 de janeiro de 2023. O movimento indica uma ofensiva contra as bases da decisão judicial. O recurso protocolado pela equipe jurídica de Bolsonaro levanta graves questionamentos sobre o processo. A defesa aponta a existência de falhas processuais, o que poderia comprometer a legalidade da condenação. Além disso, alega uso indevido de provas, colocando em xeque a validade do material utilizado para fundamentar a sentença. Outro ponto central contestado é a dosimetria da pena, ou seja, a forma como os 27 anos de prisão foram calculados e aplicados. Este questionamento ocorre em um momento em que, no Congresso Nacional, o projeto que trata justamente da dosimetria de pena perde força. A bancada do PL, partido de Bolsonaro, reduziu a pressão sobre o presidente da Câmara, Hugo Motta, para avançar com essa matéria legislativa. A situação levanta debates sobre a aplicação da justiça e a necessidade de clareza e correção nos processos penais.
Kiss em Luto: Chefe de Segurança Danny Francis morre menos de um mês após guitarrista Ace Frehley
Um novo golpe atinge a banda Kiss. Menos de um mês após o falecimento do guitarrista e cofundador Ace Frehley, o grupo lamenta a perda de Danny Francis, chefe de segurança e membro fundamental da equipe por mais de 30 anos. A triste notícia foi confirmada por Paul Stanley, também cofundador do Kiss, em uma publicação no X (antigo Twitter), onde prestou uma homenagem ao amigo e colega de longa data. Danny Francis iniciou sua jornada com o Kiss na década de 1980, tornando-se uma figura indispensável na segurança da banda em turnês e grandes eventos. Sua trajetória foi marcada por profissionalismo e lealdade, colaborando também com outros ícones da música como Paul McCartney, Led Zeppelin, Bon Jovi e Cher. A morte de Francis ocorre em um momento delicado, com o Kiss ainda de luto por Ace Frehley. O lendário guitarrista, um dos fundadores do grupo, faleceu aos 74 anos devido a complicações de uma queda que causou sangramento cerebral. A sequência de perdas comoveu fãs e colegas, e as redes sociais foram tomadas por homenagens a Danny Francis.
Paulo Souza Detona Lula e Expõe a “Imbecilidade” Petista
O que era para ser uma declaração, virou motivo de escárnio. O inigualável humorista Paulo Souza não poupou o petista Lula, transformando sua mais recente fala em uma sátira que ressoa profundamente na internet. Com um tom humorístico certeiro, Souza demonstrou que a “imbecilidade” dita por Lula pode ser, ironicamente, uma ‘obra de arte’ da crítica. Uma performance que expôs, sem meias palavras, a realidade por trás das declarações do petista. Este episódio reforça a percepção de que Lula, em suas aparições, expõe a “verdadeira face” que sempre tentou disfarçar. O desespero se torna evidente, e a máscara cai diante do público, que reage com indignação e humor. Tal comportamento já foi amplamente detalhado. As revelações sobre o passado do petista, desvendando sua natureza, são aprofundadas no polêmico livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”.
Prisão por Injúria Racial: Esquerdogata busca retratação após ofender PM em Ribeirão Preto
A influenciadora digital Aline Bardy Dutra, conhecida como “Esquerdogata”, que foi presa no último sábado em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, por injúria racial, classista e cultural contra um policial militar do 51º Batalhão, agora expressa o desejo de pedir desculpas pessoalmente ao ofendido. A declaração foi feita por sua defesa nesta segunda-feira (27). Segundo nota enviada à imprensa pelos advogados Douglas Eduardo Marques e Roberto Bertholdo, Aline estaria “devastada” após assistir às gravações do incidente que motivou sua prisão. A defesa da influenciadora afirmou que ela reconhece a “necessidade de pedir desculpas ao policial” e “a quem mais se dirigiu de forma hostil”. A própria Aline, segundo o documento, “acredita ser esta sua obrigação humana, no mínimo”. Contudo, este não é um comportamento isolado da “Esquerdogata”. Aline Bardy Dutra é contumaz em episódios do tipo. Recentemente, ela ofendeu, caluniou e difamou a ativista exilada Aline Magalhães, tendo que se retratar por força de uma decisão judicial. Em outro momento, Aline Bardy Dutra foi filmada na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, onde apareceu ajoelhada fazendo declarações. Este padrão de conduta levanta questionamentos sobre a sinceridade de suas intenções.
Regime de Maduro sob pressão: EUA deslocam porta-aviões e elevam tensão no Caribe
O cenário é de alerta máximo no Caribe. Uma movimentação militar sem precedentes eleva a tensão entre Estados Unidos e o regime de Nicolás Maduro na Venezuela. O porta-aviões USS Gerald R. Ford, com seu grupo de ataque, foi deslocado para a região. Um destróier, o USS Gravely, já atracou em Trinidad e Tobago, a poucos quilômetros da costa venezuelana, para exercícios conjuntos. Em resposta direta, Nicolás Maduro ordenou a mobilização de tropas e milícias ao longo de todo o litoral venezuelano. Ele classificou a presença norte-americana como uma “provocação militar” e declarou que seu país está “pronto para o combate”. Especialistas veem esta ação como uma clara demonstração de força dos EUA. Os objetivos vão desde pressionar Caracas a conter redes ilícitas até testar a reação regional. O quadro é agravado pelo colapso econômico venezuelano, o isolamento político do regime e a postura de Washington, que agora trata o governo Maduro como uma ameaça à segurança hemisférica. Os próximos dias serão decisivos para o futuro da crise. Poderá haver uma escalada controlada, com bloqueios e ataques pontuais, ou uma intervenção mais contundente, com forças especiais e apoio de aliados. A América Latina, especialmente Brasil e Colômbia, observa com apreensão os potenciais impactos humanitários, econômicos e geopolíticos. A presença do porta-aviões Ford simboliza o que analistas chamam de “fase de cerco” a Caracas. Este movimento, ainda sem guerra declarada, já redesenha o equilíbrio de poder no continente.
MORRE SERGIO BERMUDES: Advogado de 79 anos, protagonista de caso histórico, falece no Rio de Janeiro
O cenário jurídico brasileiro perde uma figura proeminente: Sergio Bermudes, renomado advogado de 79 anos, morreu ontem no Rio de Janeiro. Sua partida marca o fim de uma trajetória de grande impacto. Bermudes fundou seu escritório em 1969, na capital fluminense, expandindo posteriormente com filiais em São Paulo, Brasília e Belo Horizonte, consolidando uma vasta atuação nacional. Na década de 1970, ele assumiu a defesa de Clarice Herzog, viúva de Vladimir Herzog. A ação resultou na primeira derrota do regime militar no Judiciário, que reconheceu o assassinato do jornalista sob custódia do Exército. O advogado estava internado há sete meses no Hospital Copa Star, também no Rio de Janeiro, onde veio a falecer. O colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, relembrou um episódio envolvendo Bermudes nos Estados Unidos.
Michael Flynn denuncia: CIA interferiu nas eleições do Brasil com dinheiro americano
A Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) está sob forte acusação de interferência na política interna do Brasil. A denúncia veio à tona nesta segunda-feira (27), diretamente de Michael T. Flynn, ex-conselheiro de Segurança Nacional do governo Donald Trump. Flynn afirmou que a CIA estaria profundamente integrada ao Departamento de Estado americano. Ele aponta que recursos de contribuintes dos EUA foram supostamente utilizados para manipular as últimas eleições presidenciais brasileiras. A informação foi compartilhada por Flynn na plataforma X, onde o general citou uma fala de Mike Benz, ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA, que detalhava a suposta operação da CIA. Michael Flynn é uma figura influente no setor de inteligência dos EUA. Ele já foi diretor da Agência de Inteligência de Defesa (DIA) e o primeiro Conselheiro de Segurança Nacional na administração Trump.