Amigos, ao observar o cenário atual, vejo: A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro ganhando força; O Executivo se desestabilizando diante dos resultados dos institutos de pesquisa; O Partido das Trevas concentrando sua campanha em impedir o avanço dos candidatos de direita, sobretudo nas eleições para o Senado Federal; Milhões de pessoas mobilizando‑se pela caminhada “ACORDA BRASIL”, liderada por Nikolas Ferreira, até Brasília, com milhares aderindo à marcha nas estradas; Políticos considerados “sujos” temendo e sucumbindo ao movimento popular; Até a imprensa militante enfraquecendo suas narrativas; Instituições como o STF, a PGR e a PF enfrentando impasses; Ministros do STF, antes arrogantes, começando a perder o controle; Uma luz surgindo no fim do túnel. Chego à conclusão de que Jair Bolsonaro é um fenômeno político sem precedentes no Brasil. Mesmo ofendido, maltratado e perseguido há quase oito anos; Mesmo torturado, desqualificado e maculado; Mesmo injustiçado, sequestrado e isolado do mundo; A força que ele exerce junto ao povo torna‑se cada vez mais descomunal.
TARCÍSIO REPROGRAMA ENCONTRO COM BOLSONARO EM NOVA DATA
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou novamente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a visitar o ex‑presidente Jair Bolsonaro. A visita está programada para a próxima quinta‑feira, 29. No início da semana, o ministro já havia concedido a permissão ao governador paulista. Contudo, Tarcísio cancelou a visita alegando que tinha compromissos em São Paulo. Além de Tarcísio, Moraes permitiu que o senador Rogério Marinho (PL‑RN) e o ministro do Tribunal de Contas da União, Jorge Antônio de Oliveira Francisco, visitem o ex‑presidente, em 4 de fevereiro e 28 de janeiro, respectivamente. A visita de Rogério Marinho foi autorizada um dia depois de Flávio Bolsonaro anunciar que o senador faria parte de sua campanha ao Palácio do Planalto.
Delação de Toffoli na Lava Jato volta a viralizar nas redes (Veja o vídeo)
O ministro Dias Toffoli foi delatado pelo empresário Marcelo Odebrecht durante a Operação Lava Jato. Segundo a denúncia, esse fato teria contribuído para a destruição da maior investigação anticorrupção da história do país. O texto alega que o sistema judicial interveio em favor do ministro, desmontou a operação, libertou diversos réus que haviam confessado e anulou o processo contra o ex‑presidente Lula, que já havia sido condenado em três instâncias. Na época, o caso de Toffoli foi censurado; a imprensa, de modo geral, silenciou a reportagem e tudo ficou abafado. Agora, o mesmo ministro protagoniza um novo escândalo. Desta vez, a imprensa parece relutante em calar a história. O depoimento em que ele foi delatado na Lava Jato está sendo republicado, sem censura. Veja o vídeo:
Parlamento Europeu bloqueia acordo UE‑Mercosul sob pressão de agricultores
Em votação apertada que revelou as divisões internas da União Europeia, o Parlamento Europeu aprovou nesta quarta‑feira a suspensão do processo de ratificação do acordo comercial com o Mercosul. A medida também encaminhou o texto para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE). A moção foi aprovada por 334 votos a favor, 324 contra e 11 abstenções, atendendo a pressões de agricultores e de governos protecionistas, especialmente da França, Irlanda, Polônia e Áustria. O acordo, assinado no sábado, dia 17, em Assunção, Paraguai, após 25 anos de negociações, criaria uma das maiores zonas de livre comércio do mundo, abrangendo mais de 700 milhões de consumidores e eliminando tarifas sobre 92 por cento das exportações do Mercosul para a União Europeia. Representantes da Comissão Europeia, liderada por Ursula von der Leyen, e do Conselho Europeu, presidido por António Costa, defenderam o pacto como um avanço estratégico para o multilateralismo em um cenário de crescente protecionismo global. Contudo, a decisão do Parlamento representa um duro revés para a Comissão e para os exportadores sul‑americanos, que esperavam maior acesso aos mercados europeus para produtos agrícolas, carnes e manufaturados. A revisão pelo TJUE, solicitada por um grupo de eurodeputados, em sua maioria de partidos de esquerda e verdes, questiona a legalidade da divisão do acordo em duas partes – um pacto interino de comércio e um acordo de parceria mais amplo – e analisa cláusulas como o mecanismo de reequilíbrio, que permitiria ao Mercosul adotar medidas compensatórias caso novas normas ambientais ou sanitárias europeias prejudicassem suas exportações. O tribunal pode levar até cinco anos para emitir um parecer, o que, na prática, congela a votação final no Parlamento Europeu. Embora a Comissão tenha a prerrogativa de aplicar provisoriamente as partes comerciais do tratado, como a redução de tarifas e cotas, especialistas consideram essa opção politicamente inviável. O peso dos lobbies agrícolas e o risco de o Parlamento anular a medida mais adiante tornam essa alternativa pouco provável. A vitória temporária dos agricultores reforça o protecionismo interno da União Europeia, que continua priorizando a defesa de setores sensíveis mesmo diante de oportunidades econômicas globais. Países como a Alemanha, principal defensora do acordo, criticaram a decisão e pediram que a Comissão avance com a aplicação provisória do tratado. No Mercosul, sobretudo no Brasil, a decisão reacende críticas ao que muitos consideram amadorismo da diplomacia e do setor empresarial, que teriam aceitado um texto assinado às pressas, sem garantias concretas de aprovação no Parlamento Europeu. O governo brasileiro anunciou que pretende acelerar a tramitação interna do acordo no Congresso Nacional, na tentativa de aumentar a pressão política sobre a União Europeia. O acordo UE‑Mercosul entra para a lista de promessas que não sobreviveram ao teste da realidade. A União Europeia protege seus interesses e encaminha o impasse para os tribunais. O governo Lula, por sua vez, fica com discurso vazio, sem acordo, sem resultados econômicos concretos e sem nada além de retórica diplomática no ano eleitoral.
GONET ARCHIVA PEDIDO DE SUSPEIÇÃO DE TOFFOLI NO CASO BANCO MASTER
O procurador‑geral da República, Paulo Gonet, arquivou o pedido de impedimento e suspeição do ministro Dias Toffoli no caso Banco Master. O requerimento foi apresentado pelos deputados federais Adriana Ventura (Novo‑SP), Carlos Jordy (PL‑RJ) e Caroline de Toni (PL‑SC), que alegaram que Toffoli viajou em jatinho acompanhado de um advogado dos executivos do Banco Master. “O caso a que se refere a representação já é objeto de apuração perante o Supremo Tribunal Federal, com atuação regular da Procuradoria‑Geral da República. Não há, portanto, qualquer providência a ser adotada no momento”, afirmou Gonet. Além desse pedido, Gonet recebeu um requerimento mais recente do senador Eduardo Girão (Novo‑CE), que solicita a suspeição das decisões de Toffoli no mesmo processo.
Toffoli, presidente do STF, usou avião da FAB para curtir o resort Tayayá
O ministro Dias Toffoli aproveitou um voo da Força Aérea Brasileira (FAB) em 2019, quando exercia a presidência do Supremo Tribunal Federal, para se deslocar ao resort Tayayá, atualmente centro da crise vinculada ao escândalo do Banco Master. Em 20 de dezembro daquele ano, ele utilizou um avião da FAB para viajar de Brasília até Ourinhos, interior de São Paulo. Na ocasião, o magistrado participou da inauguração do Fórum Eleitoral de Ribeirão Claro (PR), batizado em homenagem ao seu pai, Luiz Toffoli. Após a cerimônia, Toffoli passou o final de semana no Tayayá, retornando a Brasília em 22 de dezembro, conforme registros da própria Força Aérea. Na época, a imprensa já apontava que parentes do ministro eram sócios do empreendimento, e o resort havia sido incluído no âmbito das investigações da Operação Lava Jato. Desde dezembro de 2022, o ministro acumulou ao menos 168 dias de permanência no resort Tayayá, localizado em Ribeirão Claro (PR). As diárias dos seguranças que o acompanharam custaram ao erário 548,9 mil reais.
Flávio Bolsonaro supera Lula em simulação de segundo turno, gerando alarme no Planalto
Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) aparecem como líderes nas intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, aponta pesquisa Apex/Futura divulgada nesta quinta‑feira (22) após consultar 2.000 eleitores em 849 municípios. A pesquisa, realizada entre 15 e 19 de janeiro, tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95 %, apresentando diferentes cenários eleitorais para o pleito de 2026. No primeiro cenário, o presidente Lula registra 37 % das preferências, enquanto Flávio Bolsonaro obtém 33,3 %. O governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparece em terceiro lugar com 10,5 % das intenções. Os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, e Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, ficam com 3 % e 2,6 % respectivamente. O líder do movimento Missão, Renan Santos, marca 1,2 %, e o ex‑ministro Aldo Rebelo (DC) registra 0,5 %. Em outra configuração, Lula alcança 35,4 % contra 34,3 % de Flávio Bolsonaro, caracterizando empate técnico. Nesse cenário, o governador do Paraná, Ratinho Jr (PSD), soma 9,1 % das intenções. Um terceiro cenário mostra o senador Flávio Bolsonaro à frente, com 39,4 % contra 36,3 % de Lula. Nessa simulação, Caiado e Zema ficam próximos, com 4,9 % e 4,8 %, e o governador gaúcho Eduardo Leite (PSD) obtém 3,1 %. A pesquisa também mediu a rejeição dos possíveis candidatos. Lula lidera o quesito, com 51,7 % dos entrevistados afirmando que não votariam nele em hipótese alguma. Flávio Bolsonaro é rejeitado por 43,4 % do eleitorado consultado. Os demais nomes apresentam índices de rejeição entre 12,8 % e 15,7 %, incluindo Eduardo Leite, Ratinho Jr, Zema, Tarcísio, Aldo Rebelo, Caiado e Renan Santos, todos em empate técnico dentro da margem de erro. Nas simulações de segundo turno, tanto Flávio Bolsonaro quanto Tarcísio de Freitas venceriam Lula em um confronto direto. Os dados indicam que o presidente só superaria Zema e Eduardo Leite em disputas de segundo turno. A pesquisa revelou que 2,8 % dos entrevistados rejeitam todos os nomes apresentados, enquanto apenas 0,9 % afirmam não rejeitar “ninguém”. Indecisos ou quem optou por não responder somam 2,1 % dos consultados.
AO VIVO: IMPRENSA CAPTA TOFFOLI EM REUNIÃO COM BANQUEIRO E EMPRESÁRIO (VEJA O VÍDEO)
O pastor Silas Malafaia concedeu entrevista ao SBT News, criticando a pré‑candidatura de Flávio Bolsonaro. Na entrevista, o pastor afirmou que o senador “não empolga a direita”, que lhe falta “musculatura política” e que o nome forte para unir direita e centro é Tarcísio de Freitas. Em paralelo, a equipe do Metrópoles divulgou vídeo exclusivo que mostra o ministro Dias Toffoli recebendo, no luxuoso Resort Tayayá, o banqueiro André Esteves (BTG Pactual) e o empresário Luiz Pastore. O registro acrescenta mais um capítulo às suspeitas de ligações entre o Supremo Tribunal Federal e o mundo dos negócios. Além disso, a pesquisa Futura/Apex, recém‑publicada, indica que, em eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro venceria Lula com 48,1 % contra 41,9 %, resultando em vantagem de 6,2 pontos. Para comentar os assuntos, o Jornal do JCO recebe hoje um time de peso: o Coronel Mello Araújo (vice‑prefeito de São Paulo), a vereadora Ellen Miziara, o vereador Olímpio Araújo e o analista político Victor Motta. Assista ao vivo, compartilhe com os amigos, ative o sininho e apoie o trabalho independente do Jornal da Cidade Online – a voz que não se cala!
Irmãos Batista avançam em projetos de petróleo na Venezuela após queda de Maduro
Com a saída de Nicolás Maduro do poder, grandes grupos empresariais passaram a observar de perto as oportunidades abertas na Venezuela — entre eles, o conglomerado controlado pelos irmãos Joesley Batista e Wesley Batista. O foco principal está no setor energético, impulsionado por reservas estimadas em cerca de um bilhão de barris de petróleo e pela expectativa de reorganização política e econômica do país. Segundo informações publicadas pela Folha de S.Paulo, os Batistas mantêm ligação indireta com o projeto Petrolera Roraima, por meio de um parceiro comercial. A participação envolve campos petrolíferos que anteriormente pertenciam à ConocoPhillips. A Fluxus, empresa de petróleo da família, avalia a entrada direta nesses ou em outros projetos, condicionando qualquer movimento à consolidação de um ambiente institucional mais previsível. Cautela pública, interesse privado Em nota, a holding J&F SA afirmou não possuir ativos na Venezuela, mas deixou claro que acompanha atentamente o cenário. “Uma vez estabelecido um quadro de estabilidade institucional e segurança jurídica, estaremos prontos para avaliar investimentos”, declarou o grupo. Desde a imposição de sanções pelos Estados Unidos, os Batistas adotaram postura pública de cautela. A prudência também se explica pelo fato de o grupo controlar a Pilgrim’s Pride, uma das maiores processadoras de frango dos EUA. O presidente norte‑americano Donald Trump já acusou o antigo regime venezuelano de confiscar riquezas de empresas americanas, sem sinalizar qualquer reversão das nacionalizações feitas no passado. Enquanto empresas dos EUA e da Europa aguardam garantias mais sólidas para operar, grupos com trânsito político e histórico de atuação na região tentam se posicionar com antecedência. Nesse contexto, Joesley Batista esteve recentemente em Caracas para dialogar com a presidente interina Delcy Rodríguez, ampliando sua influência no período de transição. Relações políticas e histórico controverso A trajetória dos Batistas na Venezuela não é recente. Desde os anos 2000, o grupo mantém relações com o governo local. Um dos episódios mais emblemáticos ocorreu quando assinaram um contrato de US$ 2,1 bilhões para fornecimento de carne e frango em meio à crise alimentar venezuelana. O acordo teve intermediação de Diosdado Cabello, figura central do regime. Em 2024, o Ministério do Petróleo concedeu à A&B Investments — comandada por Jorge Silva Cardona, aliado comercial dos Batistas — direitos de exploração por 25 anos no projeto Petrolera Roraima, anteriormente operado pela ConocoPhillips. A PDVSA mantém 51 % da participação no empreendimento, enquanto a A&B controla os outros 49 %. Após a entrada do novo operador, a produção diária chegou a 32 mil barris entre junho e outubro, mas caiu com o endurecimento das restrições impostas pelos Estados Unidos às exportações venezuelanas. Olho no pós‑Maduro Além do petróleo, o grupo também analisa oportunidades nos setores de mineração e infraestrutura elétrica. A estratégia é clara: ocupar espaço rapidamente no cenário pós‑Maduro, antes que grandes concorrentes internacionais retornem ao país. A movimentação reforça um padrão conhecido: empresários experientes em navegar ambientes politicamente instáveis buscando vantagens estratégicas em momentos de fragilidade institucional — agora, apostando que a Venezuela entrará em uma nova fase, ainda cercada de incertezas.
Nikolas e Carlos abraçados: o circo incendiado para gerar engajamento
Até pouco tempo, Nikolas Ferreira era acusado de traidor. Ver o senador Carlos Bolsonaro aplaudindo‑o no carro de som da Marcha deve ter doído no coração dos apoiadores. Com Tarcísio e Michelle ocorre o mesmo fenômeno: basta uma isca plantada em manchete de grande mídia e já se inicia a picuinha. Em entrevista, Eduardo foi bastante franco ao afirmar que, no fim, todos subirão ao mesmo palanque para se apoiar. Quem gosta de assistir ao “circo pegando fogo” apenas para ganhar engajamento terá de engolir as críticas, de mãos dadas com seus ídolos. Política é para quem tem estômago.