Funcionários do Resort Tayayá afirmam que o ministro Dias Toffoli é o proprietário, contrariando rumores de que o empreendimento pertenceria aos seus irmãos. A informação foi revelada em reportagem do site Metrópoles. Essa declaração traz coerência a outras denúncias, como a suposta blindagem de recursos no Banco Master e a tentativa de manter provas lacradas no Supremo Tribunal Federal. Segundo a análise, Toffoli deixou de ser apenas parte interessada para se tornar parte efetivamente envolvida nos fatos investigados. A percepção pública sobre o ministro, antes considerada insustentável, mudou para um julgamento de “inaceitável, inconcebível e absurdo” por parte de cidadãos que cumprem suas obrigações. Veja o vídeo:
Caminhada convocada por Desembargador Sebastião Coelho cresce e segue para Brasília
Imagine a magnitude dessa caminhada, prevista para chegar a Brasília no próximo domingo. Lá, os participantes que atenderem à convocação do Desembargador Sebastião Coelho se reunirão para se unir em torno da causa. Pessoas de diversas cidades e estados já estão se preparando para participar do evento. Trata‑se de um movimento de proporções gigantescas.
Lira acusa Renan de se especializar em criar fake news
O deputado federal Arthur Lira (PP‑AL) afirmou, na segunda‑feira (19), que o senador Renan Calheiros (MDB‑AL) “tem se especializado em criar fake news” e que tais afirmações visam “chantagear o governo, o Parlamento e tentar limpar a biografia, muito manchada por mal‑feitos”. A fala de Lira foi reação às declarações de Renan Calheiros, que o acusou de pressionar ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) no caso Banco Master. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos‑PB), também foi mencionado nas acusações de Calheiros. Segundo Lira, Calheiros ataca seus adversários sem apresentar provas, apenas para conquistar espaço na mídia. Os dois são rivais diretos em Alagoas na disputa pelas duas vagas do Senado em 2026.
Cunhado de Vorcaro entrega apartamento de luxo de R$ 2,6 milhões a nutricionista
Um apartamento avaliado em R$ 2,6 milhões, localizado em uma das áreas mais nobres de São Paulo, foi doado pelo pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado do ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, à nutricionista Gabriela Amaral Rocha, sob a justificativa de que o imóvel faria parte de um investimento empresarial. A operação, revelada nesta quarta‑feira (21) pela Folha de S. Paulo, ocorreu em novembro de 2024 e foi realizada apenas dias antes de outra doação imobiliária ligada à família, quando a empresa Super Empreendimentos repassou um apartamento de R$ 4,4 milhões a Karolina Trainotti, nome citado em investigação policial sobre tráfico internacional de drogas em 2022. Gabriela afirmou que a transferência do apartamento foi parte de um investimento de Zettel em sua empresa de marmitas saudáveis, a Feed Me Up. Segundo ela, o imóvel teria sido utilizado como aporte financeiro no negócio. A planta tem 94 metros quadrados de área privativa e fica na Alameda Franca, no bairro dos Jardins, região de alto padrão da capital paulista. De acordo com a apuração da Folha de S. Paulo, dados da Receita Federal e da Junta Comercial do Estado não apontam a realização desse investimento como descrito por Gabriela. A Feed Me Up foi criada em abril de 2023 com capital social de R$ 10 mil, e a nutricionista aparece formalmente na sociedade apenas a partir de dezembro de 2024, com participação de R$ 2 mil. O registro definitivo da entrada dela como sócia na Jucesp ocorreu apenas em março de 2025, meses depois da doação do apartamento. Ainda assim, em nota, Gabriela declarou ser “nutricionista, empreendedora e sócia da Feed Me Up”, afirmando que a empresa atua de forma “lícita e transparente”. Em declaração anterior à reportagem, feita por videochamada, ela disse que a empresa teria decretado falência em novembro de 2025. Dados oficiais da Receita Federal, porém, indicam que a empresa segue em atividade. “Em 2024, houve investimento na Feed Me Up por parte do Sr. Fabiano Zettel, realizado de maneira formal e regular”, disse Gabriela em nova nota, citando que o aporte de Zettel teria ocorrido por meio da aquisição de 20 % das cotas sociais via um fundo de investimento, com a transferência do apartamento como parte do acordo. A nota também sustenta que “os fatos ocorreram antes de qualquer notícia pública ou investigação conhecida envolvendo o referido investidor”. Na mesma nota, Gabriela declara que “não é investigada, não possui vínculo com o Banco Master e não teve qualquer participação ou conhecimento acerca dos fatos atualmente apurados”.
Tarcísio cancela visita enquanto Flávio intensifica alianças para a prisão domiciliar de Bolsonaro
Tarcísio está ciente de que há grande possibilidade de que Bolsonaro receba prisão domiciliar até o final de janeiro. Sua articulação com Michelle tem dado bons resultados. Por isso, cancelou a visita na papudinha para evitar críticas após o apoio formal a Flávio. Flávio não revelará o nome da Fazenda antes de abril. Depois de obter bons índices nas pesquisas, garantiu ao PP uma aliança para o primeiro turno, convencendo Ciro Nogueira. ACM Neto já manifestou apoio a Caiado, mas tem reunião marcada com Sabará. O União, por sua vez, também ingressa no cenário.
Caminhada de Nikolas Ferreira se transforma em grande multidão (veja o vídeo)
As imagens mostram que a caminhada de Nikolas Ferreira acabou se transformando em uma verdadeira multidão. O cenário é impressionante. Veja: A perseguição contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro e seus aliados continua, segundo a narrativa apresentada. Segundo a matéria, há quem queira silenciar o que teria acontecido em 2022, mas o “terror” do “sistema” não impediria que a verdade fosse divulgada. Todo esse contexto está registrado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, apontado como best‑seller no Brasil. O autor o descreve como um “documento” que se tornou um arquivo histórico por seu conteúdo corajoso. No volume são detalhadas supostas manobras do “sistema” para devolver ao poder o ex‑presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, bem como os episódios que, segundo a obra, desencadearam a perseguição a Bolsonaro, incluindo eleições, prisões, atuação da mídia, censura, manipulação e outros acontecimentos. O livro estaria sob ameaça de censura, e não há garantia de quanto tempo permanecerá acessível ao público brasileiro. O próprio Jair Bolsonaro já manifestou conhecimento sobre o livro.
Michelle Bolsonaro envia mensagens de apoio nas marmitas de Jair Bolsonaro
A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro compartilhou neste sábado (17), nas redes sociais, imagens das marmitas que preparou para o ex‑presidente Jair Bolsonaro, atualmente custodiado no batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, em Brasília. Bolsonaro foi transferido para a unidade na última quinta‑feira (15). Segundo pessoas próximas, o ex‑presidente precisa manter dieta específica em razão de problemas de saúde decorrentes das sequelas da facada sofrida em 2018. Nas imagens divulgadas, Michelle mostra três refeições acompanhadas de bilhetes escritos à mão, com mensagens de incentivo, carinho e fé. “Bom almoço, meu amor! Não se esqueça: você é forte e corajoso! Eu te amo.” Em outra mensagem, a ex‑primeira‑dama destacou a importância da fé e da leitura bíblica: “Estou aqui por você e para você. Leia a Palavra de Deus, que é viva e traz conforto. Salmos 121.” O terceiro bilhete foi breve: “Meu amado, que Deus te abençoe.” Quando Bolsonaro esteve custodiado na Polícia Federal, em Brasília, ele também recebia alimentação preparada por Michelle, justamente para garantir o controle alimentar recomendado pelos médicos.
OEA recebe acusações de graves violações de direitos humanos contra supostos presos políticos no Brasil
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) cumpre agenda nos Estados Unidos com o objetivo de apresentar à Organização dos Estados Americanos (OEA) um dossiê contendo denúncias de supostas violações de direitos humanos relacionadas ao que ele classifica como prisões políticas em território brasileiro. Durante a viagem, o parlamentar informou que terá encontros institucionais e, entre eles, uma reunião específica na Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Segundo Girão, o relatório entregue ao órgão internacional reúne informações atualizadas sobre a situação de brasileiros detidos. “Tenho uma reunião na OEA, na Comissão Interamericana de Direitos Humanos para denunciar, mais uma vez, um relatório bem robusto, atualizando sobre as torturas que os brasileiros estão sofrendo no Brasil, presos políticos em pleno o século 21.” O senador também fez questão de esclarecer que o deslocamento aos Estados Unidos não gerou qualquer despesa para os cofres públicos. Além do compromisso junto à OEA, sua programação inclui encontros com parlamentares norte‑americanos, tanto da Câmara dos Representantes quanto do Senado, para tratar de temas institucionais e políticos. Outro ponto destacado por Girão em sua agenda internacional é a participação na Marcha pela Vida, manifestação tradicional realizada nos Estados Unidos em defesa da vida e contrária ao aborto. O senador afirmou que essa pauta faz parte de sua atuação política desde antes de assumir o mandato no Congresso Nacional.
Moraes submete 39 quesitos à PF para decidir prisão ou prisão domiciliar de Bolsonaro
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou à Polícia Federal um conjunto de 39 perguntas elaboradas pela defesa do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) para subsidiar a avaliação médica sobre suas condições de saúde. O objetivo é verificar se o ex‑chefe do Executivo reúne condições de cumprir eventual pena em unidade prisional ou se há fundamento para a concessão de prisão domiciliar por motivos clínicos. A PF confirmou o recebimento dos quesitos nesta segunda‑feira (19). A iniciativa integra o processo de análise do quadro médico de Bolsonaro. Na mesma decisão, Moraes validou a indicação do médico particular do ex‑presidente, o Dr. Cláudio Birolini, como assistente técnico da defesa durante a perícia. Caberá agora à Polícia Federal realizar o exame pericial, com prazo de dez dias para concluir os trabalhos e anexar o laudo ao processo. A apuração médica foi determinada após decisão proferida na quinta‑feira (15), quando Moraes autorizou a transferência de Bolsonaro da Superintendência da PF para a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), conhecido como “Papudinha”, também localizado em Brasília. Segundo o ministro, o novo local ofereceria condições mais adequadas ao ex‑presidente. A mudança de local ocorreu logo após a defesa apresentar um novo pedido de prisão domiciliar, fundamentado em alegadas “questões humanitárias” relacionadas à saúde. Ao analisar o pleito, Moraes afirmou que Bolsonaro passaria a contar com “condições ainda mais favoráveis” na Papudinha, onde permaneceria em sala exclusiva e isolada dos demais detentos. Os questionamentos médicos foram protocolados no STF na sexta‑feira (16), depois que o ministro abriu prazo de 24 horas para que tanto a defesa quanto a Procuradoria‑Geral da República (PGR) apresentassem quesitos à perícia. A PGR informou oficialmente que “não tem quesitos complementares a formular”. Conforme revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o documento faz parte da estratégia jurídica para reforçar o pedido de cumprimento de pena em regime domiciliar. Entre os pontos levantados pelos advogados estão dúvidas sobre a complexidade do quadro clínico de Bolsonaro, a existência de múltiplas doenças crônicas e a capacidade do sistema prisional de garantir acompanhamento médico contínuo. A defesa também questiona se a permanência em ambiente carcerário poderia elevar o risco de complicações graves, incluindo eventos fatais súbitos. A lista de quesitos aborda, de forma detalhada, temas como apneia obstrutiva do sono, hipertensão, doenças cardiovasculares, histórico de cirurgias abdominais, risco de quedas, uso contínuo de medicamentos com efeitos no sistema nervoso central, possibilidade de pneumonia aspirativa, fragilidade clínica, sarcopenia e impacto de eventuais falhas no acompanhamento médico. Há ainda perguntas específicas sobre a necessidade de uso permanente de CPAP, dieta fracionada, monitoramento diário e acesso imediato a atendimento de urgência. Do ponto de vista médico‑pericial, a defesa busca demonstrar que o conjunto de doenças, limitações funcionais e riscos associados caracterizaria uma condição grave, nos termos previstos no artigo 117 da Lei de Execução Penal. A conclusão da perícia da Polícia Federal será decisiva para embasar a decisão do STF sobre a viabilidade ou não da prisão domiciliar.
Com o aumento de visitantes nas praias, o conserto de celulares fatura mais
Com o aumento do movimento nas praias, cresce também a procura por assistências técnicas especializadas em conserto de celulares. Entre os principais vilões está a areia. Geralmente, os grãos finos entram nas aberturas do aparelho, como botões e alto‑falantes, provocando falhas no funcionamento e até o travamento de peças, segundo o técnico em conserto de celulares Pedro Lima. “Como o aparelho tem aberturas bem pequenas, o contato com a areia pode causar algum tipo de problema. É mau contato, por exemplo, no conector de carga, na parte onde você conecta o celular para carregar. No auricular também, que pode ficar chiado, e com isso acaba prejudicando o funcionamento. Quando há contato com a areia, o ideal é fazer uma limpeza com álcool isopropílico e uma escovinha, realizando essa limpeza com bastante cuidado, que a areia vai saindo.” Outro risco comum é a água, seja do mar ou da piscina. A água salgada é mais agressiva porque acelera a corrosão dos componentes internos. Já a água de piscina, por conta do cloro, também pode causar danos importantes. O técnico Pedro Lima orienta sobre o que fazer e o que evitar quando o celular molha. “Alguns aparelhos têm IP68, IP69, que são resistentes à água. Eles não são à prova d’água. Alguns fabricantes informam que o aparelho pode ser mergulhado por até 30 minutos em um metro de profundidade, mas muitas vezes esse tempo acaba prejudicando, porque, ao longo do tempo, essa vedação vai perdendo a garantia. E, com isso, acaba entrando água.” Segundo ele, o melhor é não expor o aparelho nem à piscina nem ao mar, porque isso pode causar oxidação. “O ideal é desligar o aparelho e ir diretamente à assistência técnica.” Muitas pessoas apostam nas capinhas impermeáveis vendidas por ambulantes, por serem mais baratas, mas nem sempre elas oferecem a proteção adequada. Além disso, a exposição direta ao sol pode fazer o celular superaquecer, afetando a bateria e o desempenho do aparelho. O técnico alerta sobre os riscos e as formas corretas de prevenção. “A capinha que o pessoal vende como à prova d’água, ao longo do tempo, com o sol, vai ressecando. Com isso, podem surgir fissuras e, na hora em que você está emergindo o celular, ele acaba molhando. Muitas vezes, ela também esquenta o aparelho. Quando o celular já está ligado, o processador começa a trabalhar e esquenta. Com o sol e a capinha, acaba esquentando muito.” Por isso, a orientação é usar a capinha apenas quando necessário: “Utilizou, tirou da capinha e pode usar o aparelho normalmente. Porque, se ficar utilizando a capinha junto com o sol, vai acabar superaquecendo o aparelho e pode ocasionar algum tipo de problema no futuro.”