Alguns setores do governo apontam a ministra Simone Tebet como possível candidata ao governo de São Paulo. A própria ministra também cogita concorrer novamente ao Senado, representando o estado de Mato Grosso do Sul. Ambas as hipóteses são complicadas e apresentam poucas chances de sucesso. No Mato Grosso do Sul, onde antes se destacou como adversária do PT, Simone Tebet acabou se aproximando do governo Lula, tornando‑se “lulista”. Essa mudança a deixou extremamente enfraquecida politicamente em um estado onde a maioria do eleitorado se inclina à direita. Em São Paulo, o MDB, partido da ministra, mantém aliança com o governador Tarcísio de Freitas. Para disputar a disputa estadual, Tebet teria que mudar de legenda. Segundo informações, ela tem mantido conversas com a deputada Tabata Amaral, que demonstrou interesse em trazê‑la para o PSB. Mesmo assim, no confronto eleitoral, as perspectivas contra Tarcísio são desfavoráveis. No fim do mês, Simone Tebet tem um encontro marcado com o presidente Lula para definir seu futuro político. Até o momento, a situação parece sem saída, sem direção e sem perspectivas de futuro. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Atriz da Globo persegue ladrão após roubo de celular (veja o vídeo)
Uma atriz da TV Globo viralizou nas redes sociais ao ser filmada por câmera de segurança correndo atrás de um bandido. Trata‑se da atriz Nina Baiocchi, que teve o celular roubado enquanto utilizava um carro de aplicativo na região da Santa Cecília, no centro de São Paulo. O crime ocorreu na noite de 10 de janeiro, por volta das 23h, na rua Jaguaribe. Nas imagens, o ladrão, vestindo moletom azul, aparece caminhando pela calçada, desaparecendo do quadro e, em seguida, correndo na direção oposta enquanto é perseguido pela atriz. Nina Baiocchi chegou a atravessar a rua, mas não conseguiu alcançar o suspeito. A atriz, que interpreta Vânia na novela “Coração Acelerado”, registrou boletim de ocorrência na delegacia eletrônica na noite de sexta‑feira, 16 de janeiro. Veja o vídeo:
Esposa do ministro do TCU, relatora do caso Master, era “funcionária fantasma” na Câmara
O ministro do Tribunal de Contas da União, Jhonatan de Jesus, que foi deputado federal antes de assumir o cargo no TCU, determinou que o seu suplente, que acabou ocupando o mandato em definitivo, concedesse um emprego à sua esposa, Thallys Mendes dos Santos de Jesus. A denúncia feita pelo jornal O Estadão provocou a demissão de Thallys, que recebia um salário mensal de R$ 12.139,40. Jhonatan de Jesus assumiu a vaga de ministro do TCU aos 39 anos, em 2023. O deputado Gabriel Mota, que ofereceu o cargo à esposa do ministro, justificou que “a servidora mencionada exercia atribuições diárias basicamente em atividades externas, me acompanhando diretamente em minhas agendas institucionais externas, razão pela qual sua presença física no gabinete não era permanente na Câmara dos Deputados”. Essa versão não corresponde à realidade. Funcionários que realmente trabalhavam no gabinete de Gabriel Mota afirmam não conhecer a esposa do ministro do TCU. Ela cursava medicina em período diurno e não comparecia ao expediente na Câmara.
Médico mata dois colegas após discussão em restaurante de luxo em Barueri (SP)
Uma discussão terminou em homicídio de dois médicos no restaurante El Uruguayo, localizado em Barueri (SP). Os profissionais eram Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35 anos, assassinados por Carlos Alberto Azevedo Silva Filho. Vinicius foi atingido por dois disparos, um no abdômen e outro nas costas. Foi socorrido pelo resgate municipal e encaminhado ao pronto‑socorro do Parque Imperial, mas não resistiu aos ferimentos. Luís Roberto recebeu oito tiros, que atingiram a axila esquerda, o braço esquerdo, a cintura, a coxa direita, as costas e o abdômen. Também foi socorrido, porém não sobreviveu. De acordo com a versão apresentada, Carlos teria entrado no banheiro e se envolvido em uma confusão física com Vinicius e Luís, chegando a levar socos. A Guarda Civil Municipal foi acionada para atender a ocorrência. Na presença da equipe da GCM, Carlos pegou a arma que estava em uma bolsa e efetuou os disparos contra as vítimas. O restaurante El Uruguayo divulgou nota afirmando que mantém política de “tolerância zero à violência”. “Esclarecemos que, após discussões entre os envolvidos, de maneira desproporcional e inesperada o agressor efetuou disparos contra as vítimas na presença da equipe da GCM que já estava no local atendendo ocorrência e foi prontamente detido”, disse o estabelecimento. O restaurante também se solidarizou com os familiares e amigos das vítimas e informou que permanece à disposição das autoridades para colaborar integralmente com as investigações. O autor foi preso em flagrante por duplo homicídio.
Banco Central liquida a REAG e família de Toffoli adquire resort: duas leituras sobre os fatos
O Banco Central assumiu uma posição firme ao decretar a liquidação judicial da REAG, gestora citada no caso do Banco Master. Em paralelo, o país ficou estupefato ao saber que, em abril, um resort associado à família do ministro Toffoli foi adquirido por um advogado com vínculos à J&F, em operação realizada por um fundo administrado pela própria REAG. O jurista André Marsiglia apresenta duas leituras sobre esses acontecimentos: 1) O Banco Central ainda parece respirar algum grau de independência. 2) A permanência de Toffoli à frente do caso Master representa uma vergonha e uma desmoralização para o Judiciário brasileiro.
Meloni rejeita Lula e assina acordo comercial com presidente do Paraguai
A União Europeia e o Mercosul assinaram neste sábado (17) em Assunção, Paraguai, o acordo de livre comércio entre os dois blocos. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, participaram da cerimônia, que ocorreu depois que a primeira‑ministra italiana, Giorgia Meloni, liberou o tratado em janeiro, revertendo a decisão de bloqueá‑lo em dezembro passado. Von der Leyen esteve na sexta‑feira (16) no Rio de Janeiro para se encontrar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente brasileiro, porém, não compareceu à cerimônia em Assunção, ao contrário dos demais líderes do Mercosul. Em novembro de 2025, Lula havia afirmado que o acordo seria concluído antes do final daquele ano, durante a presidência brasileira do bloco sul‑americano. A cúpula do Mercosul estava prevista para 20 de dezembro, em Foz do Iguaçu, onde o Brasil seria anfitrião. O plano original foi interrompido quando Meloni considerou “prematuro” assinar o acordo naquele momento, exigindo mais proteções para os agricultores europeus. Na cúpula de Foz do Iguaçu, o presidente argentino Javier Milei criticou a chamada “lentidão” do Mercosul. No início de janeiro, a União Europeia propôs antecipar o acesso a fundos agrícolas a partir de 2028. Essa concessão foi suficiente para que Meloni mudasse de posição apenas 23 dias depois de ter bloqueado o tratado. O equilíbrio entre países favoráveis e contrários ao acordo dentro da UE tornava a posição italiana decisiva. A reversão de Meloni transferiu o protagonismo da assinatura para o Paraguai, que detém a presidência rotativa do Mercosul sob a liderança de Santiago Peña. Durante a cúpula de dezembro, em Foz do Iguaçu, Peña comparou o Mercosul a “noivo esperando a noiva no altar”. Agora, ele será o anfitrião da cerimônia que oficializa o acordo. A reviravolta também beneficia Milei, que mantém proximidade com a primeira‑ministra italiana. O presidente argentino é opositor político de Lula no cenário regional. Meloni demonstrou sua influência no contexto europeu ao conseguir tanto bloquear quanto viabilizar o acordo. Sua posição de liderança se fortalece enquanto outros dirigentes tradicionais enfrentam dificuldades políticas. O presidente francês Emmanuel Macron está politicamente enfraquecido a pouco mais de um ano do fim de seu segundo mandato. O chanceler alemão Friedrich Merz, embora à frente de uma potência econômica, está no cargo há apenas oito meses e conta com apoio limitado no parlamento.
Enxurrada em SP arrasta casal de 46 anos de casamento; marido morre e esposa desaparece
O motorista de aplicativo Marcos da Mata Ribeiro, 68, e sua esposa Maria Deusdete Bezerra Ribeiro, 67, foram arrastados por uma enchente na zona sul de São Paulo. O corpo de Marcos foi localizado neste sábado (17) no rio Pinheiros, próximo à ponte Edson de Godoy Bueno, na Vila Andrade. Maria Deusdete, que trabalhava como costureira, continua desaparecida. O incidente ocorreu na tarde de sexta‑feira (16) quando o casal seguia pela avenida Carlos Cadeira Filho, a menos de dois quilômetros de sua casa no Capão Redondo. Marcos havia acabado de buscar a esposa na oficina de costura onde ela trabalhava, na Vila Andrade, rotina que mantinha diariamente. O filho do casal, Hugo Bezerra da Mata Ribeiro, 45, gerente comercial, conseguiu falar com o pai por telefone minutos antes do veículo ser engolido pela água. “Eu disse: pai, saia do carro, saia do carro”, relatou Hugo. Testemunhas afirmaram que o nível da água subiu rapidamente em poucos minutos. O córrego Morro do S, localizado entre a pista e as residências da comunidade Campo Novo do Sul, transbordou e surpreendeu os motoristas que passavam pelo local. “Eu só voltei a ver meus pais nas imagens que mostravam moradores tentando jogar uma corda para minha mãe”, declarou Hugo. O Hyundai HB20 do casal foi arrastado pela força da enxurrada. Equipes do Corpo de Bombeiros continuam as buscas por Maria Deusdete nas áreas próximas ao rio Pinheiros. Marcos e Maria Deusdete estavam juntos há 46 anos e deixam dois filhos e dois netos. A Defesa Civil registra 11 mortes relacionadas às chuvas no estado de São Paulo desde o início de dezembro de 2025.
Arte ou farsa? O conluio entre cultura, Estado e esquerda
A verdade é que, ao refletirmos, não podemos afirmar que fomos enganados. Tudo sempre esteve diante de nossos olhos, embora estivéssemos vendados. Fomos nós os inocentes úteis, ajoelhados perante as narrativas da época, que se perpetuam até hoje. O conluio entre arte e Estado tem raízes antigas, atravessando décadas e diferentes lugares, manifestando‑se na falsidade que transforma pessoas em farsantes que apenas representam um papel. Nelson Rodrigues descreveu, em textos escritos em 1968, que esse esquema já funcionava há mais de sessenta anos. Naquela época, ele afirmava que o intelectual era um canalha e que o aviltamento começou quando o intelectual se politizou. Quando falava de intelectuais, referia‑se a poetas, dramaturgos e escritores que possuíam consistência mental para refletir a realidade, o mundo, o passado e o futuro, muito diferente dos dias atuais, em que qualquer figura mediana, decorando falas e fazendo caretas, se autoproclama grande pensador da raça humana e não se envergonha de abrir a boca sem roteiro, lançando bobagens que acredita serem revelações, como se falasse por todo o país, quando na verdade busca apenas saciar sua vaidade e desejo de reconhecimento, usando artimanhas imorais e aprofundando a divisão de um país já cindido. Quem os autorizou a ocupar os tronos onde permanecem há décadas fomos nós, numa reverência que hoje parece um tapa na cara, ao papel de palhaços que criamos ao dar guarida a esses personagens, que sobreviveram décadas à custa de seus papéis de vítimas do arbítrio estatal e, ainda hoje, vivem dos louros de perseguidos do sistema, acreditando ser oráculos sobrenaturais que tudo sabem, quando na realidade são apenas farsantes tratados como deuses, lucrando com a bajulação midiática. Já se aproxima o momento da despedida física de muitos deles, já entrados em idade avançada; porém, outra geração parece desejar assumir o bastão de ladainhas que se perdem no tempo, enxergando‑o como mina de ouro para encher os bolsos sedentos por dinheiro que acompanha todo o processo. Não viveram o passado, não o conhecem, não sofreram física nem mentalmente por uma era que já se foi, mas continuam a bater na tecla como netos de uma ditadura que pretendem tornar duradoura o suficiente para lucrar com o comércio de vítimas eternas. São indignados seletivos que cacarejam por um tempo passado, mas silenciam diante das ditaduras do presente e dos horrores perpetrados por seus agentes nas mais variadas partes do mundo, onde os direitos individuais são sequestrados e a liberdade é diariamente violada. Ninguém diz nada. Se, porventura, caímos na lorota e na pilhagem dessas pessoas, hoje acordamos lúcidos, com os olhos atentos a esses verdadeiros narcisistas, adoradores eternos do próprio umbigo, embriagados por prêmios que não aplaudiremos e por elogios que jamais concederemos. É a esquerda em plena ação, símbolo maior da degradação da raça humana. Com ela no poder, o mundo não tem futuro. Silvia Gabas. @silgabas URGENTE: EUA emitem alerta aéreo militar que atinge companhias do Brasil. Parlamentar é preso e o motivo é revoltante. Michelle surpreende, faz 1ª manifestação sobre transferência e apaga a publicação logo depois.
Trump ameaça com tarifas e força UE a convocar reunião de emergência dos 27 países amanhã
Embaixadores dos 27 países da União Europeia realizarão reunião de emergência neste domingo (18) para elaborar resposta coordenada às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas a oito aliados europeus como forma de pressionar a venda da Groenlândia aos EUA. A convocação foi feita pelo Chipre, atual detentor da presidência rotativa do bloco. O plano anunciado por Trump prevê taxa de 10 % sobre produtos da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Holanda e Finlândia a partir de 1º de fevereiro. As tarifas subirão para 25 % em 1º de junho se não houver acordo para a aquisição da ilha. Trump afirmou que as cobranças permanecerão “até que um acordo seja firmado para a compra total da Groenlândia”. Todos os países ameaçados são membros da OTAN e tradicionalmente aliados dos Estados Unidos. A medida gerou reações imediatas entre líderes europeus. O presidente da França, Emmanuel Macron, classificou as medidas como “inaceitáveis” e declarou: “Nenhuma intimidação nem ameaça nos influenciará, nem na Ucrânia, nem na Groenlândia.” O primeiro‑ministro britânico Keir Starmer considerou “completamente errada” a estratégia de Trump de impor tarifas como retaliação à oposição europeia ao controle americano sobre a Groenlândia. A Suécia iniciou articulações diplomáticas com o Reino Unido e outros países europeus para desenvolver uma resposta conjunta. O primeiro‑ministro sueco, Ulf Kristersson, escreveu nas redes sociais: “Não vamos nos deixar chantagear”. Kristersson também ressaltou a questão da soberania ao afirmar que “apenas a Dinamarca e a Groenlândia decidem sobre questões relativas à Dinamarca e à Groenlândia”. A Groenlândia, território autônomo pertencente à Dinamarca, está no centro da disputa diplomática que pode afetar as relações comerciais transatlânticas. A ilha, situada no Ártico, possui abundantes recursos naturais e já havia despertado o interesse de Trump durante seu primeiro mandato.
Impeça que o professor Tassos Lycurgo da UFRN vire o Charles Kirk brasileiro
O assassinato de Charlie Kirk, em setembro de 2025, marcou um dos capítulos mais sombrios da história política recente, enviando um alerta global sobre os limites da violência ideológica. Kirk, figura central do conservadorismo cristão nos Estados Unidos, foi morto em um ato de barbárie que chocou o mundo: um tiro no pescoço, disparado por um militante de extrema‑esquerda dentro de uma universidade, diante de sua família. Esse crime ecoa agora de forma perigosa no Brasil, nos corredores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O alvo da vez é o professor Tassos Lycurgo, jurista, pastor e um dos principais intelectuais conservadores do país, que enfrenta uma campanha de desumanização e tentativa de expulsão que lembra o clima de hostilidade que antecedeu a tragédia americana. A tentativa de afastar Lycurgo do ambiente acadêmico não se baseia em sua competência técnica ou em seu currículo, mas sim em sua fé e em suas convicções científicas e políticas. Sob o pretexto de “combate ao fascismo”, grupos de extrema‑esquerda, que o autor descreve como lulofascistas, utilizam táticas de cerceamento que ferem a liberdade de cátedra e o pluralismo que deveriam sustentar a universidade pública. Quando a divergência de ideias é tratada como crime e o detentor de uma visão de mundo cristã é marcado para o expurgo profissional, o caminho para a violência física se encurta cada vez mais. Não se trata apenas de uma disputa administrativa na UFRN, mas de uma luta pela sobrevivência do direito ao dissenso. Se a sociedade brasileira permitir que a militância radical transforme professores em alvos, estará consentindo com a mesma mentalidade que vitimou Kirk. Defender Tassos Lycurgo é, portanto, defender a integridade de todos os cidadãos contra a tirania da opinião única e a barbárie política.