De acordo com informações, nos bastidores da ala do Supremo Tribunal Federal (STF) que defende Dias Toffoli, o clima é de forte irritação com o petista Lula. Diz a colunista Andreia Sadi: Ministros relatam que cresceu a percepção de que o Palácio do Planalto estaria deixando — ou até estimulando — que o desgaste político recaia sobre a Corte no contexto da crise envolvendo o ministro e o chamado “caso Master”. A ala que hoje atua em defesa de Toffoli avalia que o governo tenta se afastar do problema, empurrando o ônus para o STF. Para esse grupo, Lula “lava as mãos” e permite que o Supremo fique sozinho no centro da crise. Esse sentimento tem unido magistrados. Ministros passaram a se mobilizar para “salvar” Toffoli e defender uma saída institucional: que o caso desça para a primeira instância, mas que ele permaneça no âmbito do Supremo. A avaliação é que uma explosão completa de Toffoli teria custo alto para toda a Corte, abrindo um precedente e deixando o STF vulnerável. Confusão toma conta de julgamento, juíza manda retirar advogados e diz: “OAB que se dane” (veja o vídeo) O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta, a partir de hoje, será ainda maior. O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.
Mulher atingida por raio quebra narrativas da esquerda em única frase
Lúcia Helena Canhada Lopes, de 68 anos, foi uma das pessoas atingidas por um raio durante a caminhada liderada por Nikolas Ferreira. Sobre o risco de morte no incidente, ela respondeu com uma frase que, segundo o relato, “destruiu as narrativas da esquerda e da velha mídia”: “Se eu tivesse morrido, também não teria problema. Morreria por uma causa justa, nobre”. No X, Nikolas Ferreira comentou a declaração da senhora: “O que essa mulher disse escancara uma verdade que muita gente foge: a vida não vale nada quando é vivida sem sentido. Quem acha exagero é porque já trocou a própria consciência pelo conforto. Ela não está flertando com a morte — está rejeitando a ideia de viver como um animal domesticado, cuja única virtude é continuar respirando. Quando alguém entende que há causas mais altas que o próprio medo, essa pessoa já deixou de ser massa e voltou a ser indivíduo. O desespero do nosso tempo não é o risco, é a covardia travestida de prudência. E a fala dela lembra algo simples e incômodo: quando a consciência desperta, o corpo deixa de ser o centro do mundo. Isso é o que assusta tanto. Jamais esquecerei de você, Lúcia.” O deputado afirmou que a caminhada atingiu seu objetivo, ao fazer o país parar para observar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro, e que a luta continuará ainda mais intensa.
PGR recebe pedido de investigação sobre vínculo de Ricardo Lewandowski com o Banco Master
A Procuradoria‑Geral da República (PGR) foi acionada nesta terça‑feira, 27, para analisar possíveis irregularidades envolvendo o ex‑ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, atualmente sócio de um escritório de advocacia contratado pelo Banco Master. O pedido busca esclarecer se houve tráfico de influência ou violação à Lei de Conflito de Interesses. A iniciativa partiu do deputado estadual paulista Guto Zacarias (União), que apresentou uma notícia de fato — instrumento usado para provocar a apuração de eventuais crimes. O parlamentar se baseia em reportagem do portal Metrópoles que revelou a existência de um contrato entre o Banco Master e o escritório de Lewandowski, com pagamentos mensais de R$ 250 mil, totalizando mais de R$ 5 milhões, inclusive em período posterior à posse do ex‑ministro no governo federal. Lewandowski deixou o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em abril de 2023 e passou a integrar o governo Lula em fevereiro de 2024, assumindo posição de destaque no primeiro escalão. Para o deputado, esse histórico torna indispensável uma investigação aprofundada sobre a relação contratual. Segundo Zacarias, “a apuração se mostra indispensável para verificar eventual nexo entre os valores recebidos, os serviços prestados e o exercício pretérito de função pública estratégica”. Ele acrescenta que “o interesse público na apuração decorre não apenas do expressivo valor financeiro envolvido, mas, sobretudo, do risco institucional inerente à eventual utilização indevida de prestígio, influência ou informações obtidas durante o exercício do mais alto cargo da política de justiça e segurança pública do país”. Na representação encaminhada à PGR, o deputado solicita que sejam examinadas a compatibilidade entre os valores pagos por Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e os serviços supostamente prestados pelo escritório, além de eventual participação direta ou indireta de familiares, pessoas próximas ou empresas vinculadas ao ex‑ministro. O pedido ocorre em um contexto recente de negativas da PGR para investigar outros ministros do STF. O procurador‑geral Paulo Gonet rejeitou solicitações de parlamentares para o afastamento do ministro Dias Toffoli da relatoria do caso Master, apesar de reportagens apontarem relações entre o magistrado, investigados e advogados. Na avaliação de Gonet, não houve comprovação de ilegalidade, e o processo segue tramitando regularmente no Supremo. Situ ação semelhante ocorreu em relação ao ministro Alexandre de Moraes. Parlamentares da oposição pediram investigação sobre um contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de Viviane Barci, esposa do ministro, e o Banco Master. A suspeita levantada era de prática de lobby, já que Moraes teria mantido conversas — segundo o jornal O Globo — por ao menos três meses com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, sobre a liquidação do banco. O pedido, no entanto, também foi arquivado sob o argumento de inexistência de indícios de ilicitude.
Amazon demite 16 mil funcionários apesar de lucro recorde
A Amazon anunciou nesta quarta‑feira (28) uma nova rodada de cortes, dispensando cerca de 16 mil funcionários da área corporativa. A medida faz parte de um programa mais amplo de redução de pessoal iniciado em outubro, quando a empresa já havia demitido aproximadamente 14 mil colaboradores. Mesmo registrando lucro robusto – US$ 21,2 bilhões no terceiro trimestre de 2025, 38 % superior ao mesmo período de 2024 – a companhia decidiu cortar despesas operacionais e direcionar recursos para projetos estratégicos, sobretudo em inteligência artificial. Segundo a própria Amazon, o objetivo é “fortalecer a organização”, diminuir a burocracia e ampliar a responsabilidade individual nas equipes. Os desligamentos atingem apenas funcionários corporativos e já eram esperados desde outubro, quando a empresa estimava um total de cerca de 30 mil cortes. A empresa também deixou claro que novas demissões não estão descartadas. Em comunicado interno, a vice‑presidente sênior de Pessoas, Experiência e Tecnologia, Beth Galetti, afirmou que não pretende que reduções frequentes se tornem rotina, mas que cada equipe continuará avaliando responsabilidade, velocidade e capacidade de inovar para os clientes, realizando os ajustes necessários. “Isso nunca foi tão importante quanto hoje, em um mundo que muda mais rápido do que nunca”, concluiu Galetti.
Moraes é chamado de mentiroso pelo Metrópoles ao negar reunião na mansão de Vorcaro
Enfurecido, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que não se encontrou com o ex‑presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, na residência do empresário mineiro Daniel Vorcaro, em Brasília. A suposta reunião foi divulgada na coluna de Andreza Matais, publicada no portal Metrópoles, nesta terça‑feira. O Metrópoles manteve a apuração, repetindo informações já apresentadas na reportagem original, que descrevia encontros anteriores, uma relação de amizade e até o consumo de charutos entre Moraes e Vorcaro. “A ida mais recente de Moraes ao local foi em um fim de semana do primeiro semestre de 2025. Além do ministro e de Paulo Henrique, estavam presentes Daniel Vorcaro e um assessor de Moraes.” “A outra visita ocorreu no fim de semana da eleição norte‑americana de 2024, em novembro daquele ano, quando o republicano Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos.” Na prática, o Metrópoles qualificou o ministro de “mentiroso”, configurando‑se como o mais novo algoz de Alexandre de Moraes. Assista ao vídeo relacionado:
Moraes rebate acusação de encontro com Vorcaro e Costa e chama reportagem de mentira
O ministro Alexandre de Moraes, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), veio a público para negar que tenha participado de uma reunião com o presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, na residência do ex‑presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro. A versão contestada foi divulgada por testemunhas ouvidas pelo portal Metrópoles. Segundo o conteúdo publicado, o suposto encontro teria ocorrido no ano passado, em um fim de semana. Ainda conforme a reportagem, Daniel Vorcaro teria solicitado que Paulo Henrique se dirigisse até sua casa sob a justificativa de que “o homem estava lá”, referência direta ao ministro do STF. Moraes, de acordo com esse relato, estaria acompanhado de um assessor no momento em que teria sido apresentado ao então presidente do BRB. Diante da repercussão, o ministro divulgou uma nota oficial rebatendo a narrativa. No comunicado, afirmou que a reportagem “sobre uma suposta reunião do ministro Alexandre de Moraes, acompanhado por um assessor, com o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, em um fim de semana do primeiro semestre de 2025, na casa do banqueiro Daniel Vorcaro, é falsa e mentirosa”. Moraes também reforçou que o encontro jamais ocorreu e criticou o que classificou como prática recorrente de ataques direcionados à Corte. “Essa reunião não ocorreu e, lamentavelmente, segue um padrão criminoso de ataques desqualificados contra os integrantes do Supremo Tribunal Federal”, declarou, enfatizando a gravidade das acusações infundadas contra membros do STF. A reportagem revelou detalhes sobre suposta amizade, bebidas, charutos, eleição de Donald Trump e outros assuntos. Assista:
Poucos perceberam a manifestação que exigiu prisão domiciliar de Bolsonaro no último domingo
Poucos perceberam, mas além de Brasília, houve uma grande concentração de manifestantes na Avenida Paulista, em São Paulo, no último domingo (25). Durante o protesto, os participantes defenderam que o ex‑presidente Jair Bolsonaro passe a cumprir prisão domiciliar, alegando motivos humanitários e questionando decisões judiciais recentes. Faixas, cartazes e palavras de ordem reforçaram a cobrança por mudanças na situação do ex‑presidente. O ato na capital paulista foi convocado pelo deputado estadual Paulo Mansur (PL‑SP) e ocorreu de forma paralela ao encerramento de uma caminhada realizada em Brasília, liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG). As duas mobilizações tiveram discursos semelhantes e foram articuladas por parlamentares aliados. Na Avenida Paulista, discursaram o deputado estadual Gil Diniz (PL), que também divulgou imagens do evento nas redes sociais, além de Sonaira Fernandes (PL), vereadora da capital, Benê Lima (PL), vereador de Campinas, e Mazinho Soares (PL), vereador de Mauá. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL‑SP) participou do ato por meio de videochamada. Em publicações nos stories do Instagram, ele exibiu trechos da manifestação e agradeceu aos organizadores, destacando a mobilização dos apoiadores em São Paulo. O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta, a partir de hoje, será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo. O povo, mais do que nunca, precisa estar ao lado de Nikolas nesse momento.
Os equilibristas da velha e putrefata imprensa: Globo e Consórcio de Imprensa divididos sobre o STF
É impressionante observar como o Grupo Globo de Comunicação e seus afins do Consórcio de Imprensa se comportam como equilibristas de um circo itinerante. Essa imprensa, que se mostra venal e militante, precisa, por um lado, expor supostas verdades sobre o Supremo Tribunal Federal e alguns de seus ministros para atender a interesses da Faria Lima e do caso Master; por outro, deve defender e elogiar o mesmo STF e os mesmos ministros para satisfazer ordens do chamado sistema e de quem se autodenomina pai dos podres, além de perpetuar a narrativa de um falso golpismo e censura. O resultado é uma verdadeira bagunça, uma várzea que transformou a já envelhecida e decadente imprensa brasileira. Os editores da casa certamente estão fazendo hora extra.
Jurista Amaury Saad considera caso Lewandowski crime e pede prisão
O jurista Amaury Saad, doutor e mestre em direito, autor de obras jurídicas, analisou a situação do ex‑ministro Ricardo Lewandowski e o seu suposto envolvimento com o Banco Master. Em sua breve explanação, Saad declarou: “Vamos entender a coisa. Jacques Wagner divulgou nota dizendo que foi consultado pelo Master se conhecia um ‘bom jurista’, indicou Lewandowski e o banco adorou a indicação. Lewandowski confirmou, também em nota, que foi contratado pelo Master, e disse que abandonou todos os casos do seu escritório quando foi para o Ministério da Justiça. Mais: não negou que continuou recebendo dinheiro enquanto era ministro.” Conjugando as duas notas, Saad concluiu que a contratação de Lewandowski foi “personalíssima”. O Banco Master teria buscado especificamente o “bom jurista” Lewandowski, e não os demais advogados de seu escritório. O pagamento teria continuado enquanto ele exercia a função de ministro, o que, segundo o jurista, indica prestação de serviço durante o mandato. “Está tudo aí, confessado, incontroverso. É caso de cadeia”, afirmou Saad, indicando que o fato configura crime passível de prisão.
Toffoli autoriza R$ 200 milhões em honorários à entidade ligada ao genro de outro ministro, apesar da oposição da Justiça de SP
Dias Toffoli enfrentou forte resistência da Justiça de São Paulo e do Ministério Público, que buscavam impedir a celebração de um contrato bilionário de royalties. Em decisão unilateral, o ministro autorizou o pagamento inicial de R$ 200 milhões, com possibilidade de chegar a R$ 900 milhões, a uma entidade vinculada ao genro de outro ministro. O Ministério Público qualificou a operação como “engenharia artificial”, alegando ausência de prestação efetiva de serviço. Mesmo assim, o pagamento foi mantido. As provas solicitadas foram devolvidas, evidenciando que a decisão individual sobrepôs as investigações em curso. Exige‑se transparência e responsabilidade, e o STF deve obedecer à lei.