Parece que mais podres estão prestes a ser reveladas no escândalo envolvendo o Banco Master. A jornalista Andreza Matais informou, nesta sexta‑feira (16), que existem “laços” entre o Master e a BTA Finance, empresa sediada em Dubai. Segundo a nota divulgada, “figuras do meio político e empresarial que se beneficiaram de transações heterodoxas envolvendo o Master torcem para que os vínculos do banco com uma instituição financeira em Dubai permaneçam discretos”. A BTA Finance Limited, com sede nos Emirados Árabes Unidos, é apontada como uma ponte entre o Master e Dubai. Seu fundador é o português Humberto Coelho, que, a partir de 2016, oferece serviços de gestão patrimonial e de investimentos. Há relatos de que dinheiro confiado ao Master no Brasil teria sido encaminhado para contas de beneficiários da BTA em Dubai, de forma quase milagrosa. No portfólio da BTA, o Brasil aparece em destaque. A instituição afirma: “Nossos especialistas vêm de diferentes formações no setor financeiro e nos mercados de capitais, e de localidades como Portugal, Brasil, Chipre/Grécia, Índia, entre outras”. O fundador da BTA, Humberto Coelho, foi investigado no maior escândalo financeiro de Portugal, ligado ao Banco Espírito Santo (BES). O BES colapsou em 2014 e se tornou o maior caso de fraude bancária da história do país. Coelho foi acusado de participar de um esquema de pagamentos a funcionários venezuelanos, com o objetivo de favorecer o banco em negócios com a petrolífera estatal PDVSA. Documentos judiciais dos Estados Unidos indicam que, já em 2010, ele efetuava pagamentos em Dubai a pessoas‑chave envolvidas no esquema de corrupção na Venezuela. Quando procurado, a BTA não respondeu ao pedido de entrevista.
Enxurrada arrasta veículos com ocupantes na Avenida Carlos Caldeira, SP (Veja o vídeo)
Um forte temporal atingiu a cidade de São Paulo na tarde de sexta‑feira, 16, e provocou enxurrada na Avenida Carlos Caldeira Filho, no Campo Limpo, zona sul da capital. A água do córrego Morro do S arrastou dois veículos que trafegavam na mesma via. De acordo com atualização do Corpo de Bombeiros, um Renault Sandero vermelho, com duas pessoas a bordo, e um HB20 branco, com quatro ocupantes, foram levados pela correnteza. As equipes de resgate atuaram no local para localizar e atender as vítimas, enquanto a ocorrência permanecia em andamento. Veja o vídeo:
EUA emitem alerta de risco aéreo que alcança companhias brasileiras
As autoridades de aviação dos Estados Unidos passaram a alertar companhias aéreas sobre riscos elevados ao sobrevoar áreas da América Central e de partes da América do Sul, citando a possibilidade de ações militares e interferências em sistemas de navegação por GPS. Os avisos começaram a valer nesta sexta‑feira (16) e terão duração inicial de 60 dias. A Administração Federal de Aviação (FAA) informou que os alertas abrangem o espaço aéreo do México, dos países da América Central até o Equador, além da Colômbia e de regiões do leste do Oceano Pacífico. Segundo a agência, o objetivo é reforçar a cautela das empresas diante de um cenário de instabilidade crescente na região. Companhias aéreas brasileiras também foram notificadas. As advertências surgem num contexto de aumento das tensões entre Washington e líderes regionais, após o governo de Donald Trump montar uma grande força militar no sul do Caribe, realizar ataques contra a Venezuela e prender Nicolás Maduro. O próprio Trump já declarou publicamente a possibilidade de novas ações militares na região, inclusive eventuais operações contra a Colômbia.
Moraes cede ao pedido de Bolsonaro e autoriza entrega de marmitas
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes autorizou, nesta sexta‑feira (16/1), a entrega de refeições ao ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL), que está custodiado no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”. A decisão permite que cinco pessoas façam a entrega das marmitas, entre elas o irmão da ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro. A possibilidade de receber alimentação externa já existia quando Bolsonaro estava detido na Superintendência da Polícia Federal, desde novembro. O pedido foi apresentado pela defesa e pela família do ex‑presidente, que alegaram a necessidade de uma dieta específica devido a problemas gástricos que ele enfrenta. Conforme a determinação judicial, a administração penitenciária definirá os horários das entregas e fiscalizará o conteúdo dos alimentos. Todos os responsáveis deverão assinar um termo de responsabilidade detalhando o que será levado ao local. A situação tem gerado críticas intensas, com alegações de perseguição ao ex‑presidente e seus aliados. Segundo alguns, há um esforço para silenciar a verdade sobre os acontecimentos de 2022. Tudo isso foi documentado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, best‑seller no Brasil. O livro, que funciona como um documento, reúne relatos sobre supostas manobras do “sistema” para favorecer o ex‑presidiário Lula, bem como sobre a perseguição a Bolsonaro, eleições, prisões, mídia, censura e manipulação. O próprio Bolsonaro já conhece o livro:
Lula tentou esconder sua aliança com Maduro: a verdade finalmente revelada
Na vasta arena política da América Latina, onde as ideologias se entrelaçam como raízes de uma árvore venenosa, surge uma parceria que ultrapassa fronteiras e escândalos, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ditador venezuelano Nicolás Maduro. Tal relação não se trata de um mero acidente diplomático, mas do núcleo de uma visão compartilhada de poder – um socialismo do século XXI que prioriza alianças ideológicas em detrimento das democracias genuínas. Com o castelo de cartas desmoronando sob pressões externas, sobretudo dos Estados Unidos, torna‑se necessário expor como esses líderes representam a mesma face autoritária que dominou o continente por décadas, agora encaminhada ao colapso. Foi exatamente isso que a nova edição da Revista A Verdade traz à luz. Para ler a reportagem completa, clique no link abaixo: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/78011/maduro-e-lula-a-face-do-foro-de-sao-paulo
Toffoli recua e aceita prorrogação de investigação sobre o Banco Master
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, recuou ao atender a um pedido da Polícia Federal e autorizou a prorrogação, por mais 60 dias, das investigações que apuram supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. A decisão foi tomada nesta sexta‑feira, 16, e divulgada pelo tribunal, mantendo o inquérito sob sigilo no gabinete do magistrado, onde tramita desde o ano passado. Ao justificar a medida, Toffoli ressaltou que o pedido partiu da autoridade policial e considerou adequadas as razões apresentadas para a extensão do prazo. “Trata‑se de manifestação da autoridade policial, requerendo nova prorrogação do prazo para conclusão das investigações por mais 60 (sessenta) dias. Posto isso, considero que as razões apontadas para prorrogação, por mais 60 (sessenta) dias, devem ser deferidas.” Segundo as regras internas do STF, após a instauração de um inquérito a Polícia Federal dispõe inicialmente de 60 dias para reunir os elementos necessários à apuração dos fatos, incluindo depoimentos e outras diligências. O regimento também prevê que esse prazo pode ser ampliado pelo relator, desde que haja requerimento fundamentado da PF ou do procurador‑geral da República, com a indicação das etapas ainda pendentes. Como o procedimento corre em sigilo, os argumentos detalhados apresentados pela corporação não foram divulgados. Sabe‑se, porém, que os investigadores ainda precisam colher os depoimentos dos envolvidos ao longo deste mês, além de acompanhar a extração e a análise do material apreendido recentemente.
Diretor‑geral da PF critica decisão de Toffoli de lacrar provas da Operação Compliance Zero
O diretor‑geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que a decisão de manter lacrados os bens e materiais apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero compromete o avanço das investigações que apuram suspeitas de fraude envolvendo o Banco Master. A manifestação da PF ocorreu após determinação de Toffoli, na quarta‑feira (14), para que as provas ficassem sob a custódia direta de seu gabinete no STF. Embora reconheça a legitimidade do controle judicial, a corporação avalia que a medida impede o aproveitamento das chamadas “horas de ouro”, período imediatamente posterior à apreensão, considerado crucial para evitar a perda automática de dados por sistemas de segurança e mecanismos de proteção dos equipamentos. Os esclarecimentos foram apresentados depois que o ministro cobrou explicações sobre o fato de a operação não ter sido deflagrada dentro das 24 horas seguintes à autorização judicial. Na mesma resposta, a PF solicitou que Toffoli reconsiderasse a decisão de lacrar o material e mantê‑lo sob a guarda do Supremo, argumentando que a falta de acesso integral aos autos também prejudicou o andamento dos trabalhos. Paralelamente ao pedido da Polícia Federal, a Procuradoria‑Geral da República também se manifestou, solicitando a revisão da medida. Diante disso, Toffoli decidiu que as provas fossem encaminhadas à PGR. Com essa definição, a PF permanece impedida de analisar imediatamente os equipamentos apreendidos, enquanto a Procuradoria, responsável por eventuais denúncias, poderá examinar o conteúdo. Mesmo sem acesso direto, o ministro determinou que a Polícia Federal mantenha os aparelhos carregados e isolados de redes telefônicas e de Wi‑Fi, como forma de preservar os dados armazenados. A orientação busca evitar qualquer alteração no material até que a análise seja autorizada. Sobre a alegada demora na deflagração da operação, Andrei Rodrigues negou que tenha havido inércia ou intenção de descumprir ordem judicial. Segundo ele, informações sensíveis precisavam ser confirmadas antes do cumprimento das medidas, o que demandou mais tempo, especialmente porque alguns alvos estavam em deslocamento ou viagem, dificultando a confirmação de endereços. O diretor‑geral também citou a realização de outras grandes operações já programadas para o mesmo período, como a Operação Overclean, que investiga desvios de emendas parlamentares. Por fim, afirmou que todas as informações foram devidamente comunicadas ao STF antes do prazo inicialmente fixado, inclusive por ligação telefônica ao gabinete de Toffoli e por mensagens, reiterando que as limitações de acesso ao material impactaram diretamente o ritmo da investigação. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, a censura persiste há quase um ano, suscitando dúvidas sobre o que se pretende ocultar. A CIDH alertou que outros títulos críticos ao STF podem estar na mira da censura. Citou dois exemplos claros: os livros “A Máquina Contra o Homem” e “O Fantasma do Alvorada”, que tratam justamente de censura, acontecimentos estranhos dentro do STF e da perseguição contra Bolsonaro.
Vereador de São João da Urtiga é preso por suposta extorsão a família
Um vereador da cidade de São João da Urtiga, no Rio Grande do Sul, foi preso preventivamente sob suspeita de integrar um esquema organizado de extorsão contra membros de uma mesma família. A prisão ocorreu na quinta‑feira, 15 de janeiro, durante operação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS). Segundo a investigação policial, o parlamentar faria parte de um grupo que cobrava valores elevados alegando dívidas supostamente contraídas em casas noturnas. A ação contou com a participação conjunta de agentes das delegacias de Sananduva, da Regional, da DP e da DPPA de Lagoa Vermelha, além das unidades de Cacique Doble, Ibiaçá, São José do Ouro e Barracão. Ao todo, três homens, residentes de São João da Urtiga e Sananduva, tiveram mandados de prisão preventiva cumpridos. Na mesma operação foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cinco residências e em duas casas noturnas. Como medida judicial, duas contas bancárias foram bloqueadas e dois veículos foram apreendidos pelas autoridades. As investigações tiveram início após o registro de uma ocorrência de extorsão envolvendo uma família de São João da Urtiga. De acordo com a polícia, os suspeitos passaram a exigir quantias que consideraram abusivas de um jovem e de seus familiares, alegando débitos em estabelecimentos noturnos acrescidos de juros muito elevados. Para atender às exigências, as vítimas realizaram diversas transferências bancárias, recorreram a empréstimos e até venderam terras para levantar os valores solicitados. No decorrer da investigação, foram apreendidos celulares, dinheiro e veículos. A Polícia Civil informou que as apurações continuam, com o objetivo de esclarecer todos os detalhes do esquema e identificar outros possíveis envolvidos.
AO VIVO: Lula realiza reunião de emergência (Veja o vídeo)
Escárnio: durante evento de colação de grau na USP, o ministro Alexandre de Moraes ironizou a transferência do ex‑presidente Jair Bolsonaro para o Complexo da Papuda: “Acho que hoje eu já fiz o que tinha que fazer”. Enquanto isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou uma reunião de emergência depois que o ministro Alexandre de Moraes abriu inquérito para investigar possíveis vazamentos de dados fiscais envolvendo a família do ministro no escândalo do Banco Master. Gilberto Kassab está se reunindo com Ratinho Júnior para discutir a candidatura do governador do Paraná à presidência da República em 2026. Para analisar tudo isso com profundidade, sem papas na língua, o Jornal do JCO recebeu a advogada Carolina Siebra e os jornalistas José Carlos Bernardi e Thiago Cortês — nomes que não fogem do debate. Assista, compartilhe, apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online! Veja o vídeo:
TOFFOLI REDUZ DE CINCO PARA DOIS DIAS O PRAZO DA PF NO CASO MASTER
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, decidiu reduzir de cinco para dois dias o prazo concedido à Polícia Federal para a realização dos depoimentos dos investigados no caso envolvendo o Banco Master. A medida, considerada estranha, foi justificada por limitações operacionais do STF, como a disponibilidade de salas e de pessoal para acompanhar as oitivas, segundo o próprio ministro. Inicialmente, os depoimentos estavam previstos para ocorrer entre 23 e 28 de janeiro. Com a nova determinação, a PF deverá apresentar um cronograma revisado, concentrando os trabalhos em dois dias consecutivos. A ordem original, expedida em 15 de dezembro, havia estabelecido prazo máximo de 30 dias para a conclusão das oitivas. De acordo com o ministro, os depoimentos são essenciais “para o sucesso das investigações” e também funcionam “como medida de proteção ao Sistema Financeiro Nacional e às pessoas que dele se utilizam”. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar de o ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, a censura permanece há quase um ano. Atualmente, muitos outros livros parecem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são “A Máquina Contra o Homem” e “O Fantasma do Alvorada”, obras que tratam da censura, de acontecimentos estranhos dentro do STF e da perseguição contra Bolsonaro.