Faleceu nesta quinta-feira (23), em Cuiabá (MT), Paula Proença Castela Ribeiro, prima da cantora sertaneja Ana Castela. A advogada, de 36 anos, estava grávida no momento do falecimento. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a causa da morte de Paula, nem informações sobre o estado de saúde do bebê. A notícia foi confirmada pela Igreja Assembleia de Deus Nova Aliança, de Cáceres (MT), comunidade religiosa que Paula frequentava. Na véspera do ocorrido, quarta-feira (22), a própria Ana Castela havia recorrido às redes sociais pedindo ajuda e orações, além de solicitar doações de sangue em favor de sua prima. A notícia provocou grande comoção entre amigos, familiares e fãs da artista. Em nota oficial, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Mato Grosso lamentou profundamente o falecimento de Paula, destacando que ela “deixa esposo, filhos e familiares profundamente tristes com esta perda irreparável”. Paula era reconhecida por colegas de profissão e pela comunidade religiosa como uma mulher dedicada, de fé firme e muito querida.
Bolsonaro e PL Rompem Trégua: Anistia do 8 de Janeiro Volta à Pauta Urgente da Câmara
A trégua acabou. O Partido Liberal (PL), liderado por Jair Bolsonaro, anunciou o fim do acordo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e está retomando com força total a pressão pela votação do projeto de anistia aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. A decisão foi confirmada pelo líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), que já comunicou a Motta a intenção de recolocar o tema na pauta das negociações políticas a partir da próxima reunião de líderes, prevista para a próxima semana. A urgência para o avanço da pauta ganhou novo fôlego após o Supremo Tribunal Federal (STF) publicar, na última quarta-feira (22/10), o acórdão do julgamento de Jair Bolsonaro no caso da suposta “trama golpista”. Essa publicação abriu o prazo final para a defesa apresentar seus últimos recursos. A estratégia do PL é clara: intensificar as articulações para que a proposta de anistia seja votada já nas sessões plenárias da primeira semana de novembro, revertendo o recuo momentâneo da bancada e buscando uma solução definitiva para os envolvidos.
TSE ARQUIVA INQUÉRITO CONTRA BOLSONARO: Falta de novos elementos encerra caso das urnas eletrônicas
Atenção! O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu pelo arquivamento do inquérito administrativo que investigava o ex-presidente Jair Bolsonaro. A apuração se referia a supostos ataques às urnas eletrônicas e dúvidas sobre a integridade das eleições de 2022. A ministra Isabel Gallotti, corregedora-geral da Justiça Eleitoral, encerrou o processo. Ela justificou a decisão pela ausência de novos elementos que pudessem sustentar a continuidade da investigação, além do encerramento do prazo para eventuais ações eleitorais pertinentes. A investigação teve início em 2021, após uma transmissão ao vivo realizada por Bolsonaro no Palácio do Planalto. Na ocasião, o então presidente levantou questionamentos públicos sobre a segurança do sistema de votação. O ministro Luis Felipe Salomão, corregedor do TSE na época, instaurou o inquérito, classificando a conduta como uma “possível conduta criminosa”. Durante a live, Bolsonaro e o deputado Filipe Barros (PL-PR) apresentaram um relatório da Polícia Federal (PF). O documento detalhava uma invasão ao sistema do TSE por um hacker, sendo utilizado como base para questionar as vulnerabilidades do sistema eletrônico. A divulgação do relatório causou debate, pois estava ligado a um inquérito da PF que, inicialmente, parecia sigiloso. No entanto, tanto a Procuradoria-Geral da República (PGR) quanto a Procuradoria da Câmara dos Deputados confirmaram que o material não possuía sigilo formal. Mesmo assim, Bolsonaro e o deputado se tornaram alvo da investigação no âmbito do TSE. O Ministério Público Eleitoral também se posicionou favoravelmente ao arquivamento, indicando a inexistência de provas adicionais para prosseguir. Com o encerramento do procedimento pelo TSE, as informações serão encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), que continuará a analisar possíveis implicações criminais, sobretudo em relação à alegada disseminação de notícias falsas.
Ataque Contundente: Trump Planeja Ações Terrestres Contra Cartéis na Venezuela
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou planos para uma nova e contundente fase na guerra contra o narcotráfico: ataques em terra contra alvos ligados a cartéis na Venezuela. A declaração, feita na Casa Branca, marca uma expansão significativa na campanha militar que, até então, focava principalmente em operações navais. Trump explicou que informará o Congresso sobre os detalhes da ofensiva, reiterando que não vê “nenhum problema em ir — não há motivo para não ir” aos legisladores para esclarecimentos antes de prosseguir com as operações. A discussão sobre esta medida surge no contexto de uma ação federal que, segundo o presidente, resultou na prisão de aproximadamente 3.200 suspeitos ligados a cartéis no último mês. Ele defendeu publicamente uma postura mais rigorosa contra essas organizações criminosas. Ao dirigir-se ao secretário de Defesa Pete Hegseth, Trump reiterou a determinação em combater os grupos ilegais: “Vamos atingir os cartéis com muita, muita força”. As ameaças de ataques em terra, que o presidente vinha sinalizando há semanas, seguem uma série de operações navais e ataques a embarcações atribuídas ao tráfico na região do Caribe e na costa venezuelana. A administração americana já autorizou ações marítimas que, conforme relatos, resultaram na morte de dezenas de suspeitos em confrontos com embarcações de contrabando. Questionado sobre a necessidade de uma declaração formal de guerra, Trump minimizou a exigência, empregando linguagem firme ao se referir aos alvos e à situação na região: “Maduro está desesperado…”
URGENTE: Flávio Bolsonaro Propõe Medida Extrema Para o Rio; Lewandowski Critica Lei Contra PCC e CV
Uma postagem nas redes sociais do senador Flávio Bolsonaro abalou o cenário da segurança pública. O parlamentar comentou um vídeo do secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, que mostra a explosão de um barco de drogas no Pacífico, e sugeriu que ação semelhante fosse aplicada na Bahia de Guanabara, no Rio de Janeiro. A provocação ecoa o caos que assola a segurança pública brasileira. Enquanto isso, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, detonou um Projeto de Lei em tramitação na Câmara que busca equiparar o PCC e o Comando Vermelho a organizações terroristas. A crítica do ministro levanta sérios questionamentos sobre o que está por trás dessa postura. O “toma lá, dá cá” segue sem freios no Congresso Nacional. O ministro do STF, Flávio Dino, foi categórico ao declarar que não haverá “anistia” ou “lavagem” para irregularidades envolvendo as emendas PIX. Para debater esses e outros temas cruciais do dia, o Jornal do JCO recebe a vereadora Fernanda Barth e o jornalista Diogo Forjaz.
Moraes Autoriza Novas Visitas a Bolsonaro sob Prisão Domiciliar
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira (23) uma série de novas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que segue sob prisão domiciliar desde o início de agosto. Entre os nomes liberados para encontrar o ex-mandatário estão Jorge Oliveira, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU); Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado; e o bispo Robson Rodovalho, fundador da igreja Sara Nossa Terra. O deputado Alfredo Gaspar (União-AL), relator da CPI do INSS, também estava na lista. Contudo, Alfredo Gaspar comunicou a Moraes que não comparecerá no momento. A justificativa do parlamentar é que, quando o pedido foi feito pela defesa de Bolsonaro, ele ainda não havia assumido a relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito. Ele visa preservar a isenção necessária à condução das investigações e pretende realizar a visita somente após o encerramento dos trabalhos da CPI. Os demais encontros estão agendados para a próxima semana. Jorge Oliveira, indicado por Bolsonaro ao TCU, visitará na terça-feira (28). O bispo Robson Rodovalho tem encontro marcado para quinta (30), e Rogério Marinho para a sexta-feira (31), todos entre 9h e 18h. Vale lembrar que, em setembro, Moraes havia negado um pedido anterior do bispo Rodovalho para integrar um grupo de orações organizado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Na ocasião, o ministro argumentou que o grupo religioso não poderia ser usado como pretexto para incluir pessoas que não haviam solicitado formalmente a visita. As decisões em torno do ex-presidente ocorrem em meio ao que muitos consideram uma absurda e desumana perseguição contra Jair Bolsonaro, um processo que, para diversos setores conservadores, atingiu seu estágio mais crítico com a liberdade sendo surrupiada e a verdade sendo ocultada.
Moraes mira Paulo Figueiredo nos EUA: STF exige notificação em investigação do 8 de janeiro
A mira do Supremo Tribunal Federal (STF) agora se estende aos Estados Unidos. O ministro Alexandre de Moraes encaminhou um pedido oficial de cooperação internacional às autoridades americanas, então presididas por Donald Trump, com o objetivo de notificar o jornalista e influenciador Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho. Este movimento ocorre no contexto das investigações sobre a participação de Figueiredo nos atos de 8 de janeiro. Residente nos EUA há cerca de dez anos, Paulo Figueiredo foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por crimes como organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de bens tombados. Até o momento, a defesa de Figueiredo tem sido feita pela Defensoria Pública da União (DPU), que havia solicitado a suspensão do processo até que o acusado fosse notificado pessoalmente. Em resposta, Moraes considerou indispensável a emissão de uma carta rogatória para viabilizar essa comunicação oficial. Com a efetiva notificação, Paulo Figueiredo terá um prazo de 15 dias para apresentar sua defesa. O ministro também determinou a suspensão da contagem do prazo prescricional do processo até a entrega do documento. Após a confirmação, os ministros da Primeira Turma do STF decidirão se acolhem ou não a denúncia da PGR. A denúncia contra Figueiredo ganhou robustez após o acordo de colaboração premiada do tenente-coronel Mauro Cid com a Polícia Federal. Em fevereiro, a PGR formalizou a acusação e solicitou a notificação do réu, mas o endereço no Brasil não foi encontrado. Diante da situação, Moraes autorizou a notificação por edital, e com a falta de retorno, a DPU foi designada para representá-lo.
BOMBA! Ex-assessor de Moraes expõe deputados e provas falsas em prisões de inocentes
Uma denúncia explosiva acaba de abalar os bastidores do poder em Brasília. Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes, concedeu entrevista exclusiva ao Jornal do JCO e não poupou detalhes. Tagliaferro revelou um grave esquema de criação de provas falsas, que teria resultado diretamente na prisão de pessoas inocentes. A acusação é séria e aponta para a manipulação da justiça. Segundo o ex-assessor, deputados e senadores estariam diretamente envolvidos nessa articulação, que visa incriminar indivíduos sem base real. Entre os citados nominalmente, está Alexandre Frota, que atualmente é ex-deputado. Tagliaferro prometeu ir além, afirmando que há mais nomes a serem expostos publicamente, o que sugere uma rede ainda maior de envolvidos.
Ricardo Nunes Provoca Lula sobre Boulos e Alerta para ‘Falta de Moderação’ no Governo
A nomeação de Guilherme Boulos (PSOL-SP) como ministro da Secretaria-Geral da Presidência, oficializada por Lula na segunda-feira (20), não passou despercebida pelo prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). Em um comentário irônico feito nesta terça-feira (21), Nunes questionou a natureza do cargo, lembrando que a posição de ministro não tem vínculo empregatício e, portanto, não é regida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O prefeito, cujo tom provocativo rapidamente repercutiu, elevou as críticas ao governo, apontando para o que ele chamou de “falta de moderação” na gestão de Lula.
Candidata ao Governo indiciada: Juliana Brizola acusada de desviar dinheiro da avó idosa de 99 anos
Uma acusação gravíssima abala a política gaúcha: A ex-deputada estadual Juliana Brizola foi indiciada pela Polícia Civil por suposta apropriação de dinheiro de sua avó, Dóris Daudt, de 99 anos. A investigação teve início quando Alfredo Daudt Júnior, tio da parlamentar, assumiu a responsabilidade legal pela mãe por cerca de um mês. Nesse breve período, entre o fim de janeiro e fevereiro, ele detectou que a conta bancária da idosa estava negativa em R$ 44 mil. Isso chamou atenção, já que Dóris Daudt havia recebido uma indenização de R$ 1,8 milhão e conta com uma pensão mensal de R$ 25 mil. Daudt Júnior apresentou extratos que comprovam empréstimos e transferências realizados em nome da avó, que possui sequelas de um AVC. Em resposta, Juliana Brizola alega cuidar da avó há 20 anos e atribui a exposição a desavenças familiares. Ela afirma dividir rendimentos e despesas com a avó na mesma conta. A defesa da ex-deputada discorda das conclusões da autoridade policial, classificando os fatos como distorcidos e fruto de divergências familiares. Os advogados garantem que tudo será esclarecido na esfera competente. Juliana Brizola é atualmente candidata ao governo do estado do Rio Grande do Sul pelo PDT. Diante de tal acusação, a questão que se impõe é clara: se há dúvidas sobre sua capacidade de gerir os recursos da própria família, como poderá ser capaz de administrar as finanças de um estado já tão castigado por gestões incompetentes?