A revelação de uma reunião secreta entre o presidente Lula e o empresário Daniel Vorcaro, divulgada logo depois de Lula afirmar que quem defende o banqueiro “não tem vergonha na cara”, trouxe à tona a própria postura do presidente. O texto acusa Lula de não ter escrúpulos e de agir para “fritar” o ministro Toffoli, sugerindo que o mandatário pretende que o ministro arque com as consequências do escândalo do Banco Master. O Radar da revista Veja analisou a situação da seguinte forma: “Candidato à reeleição, Lula se antecipa a informações de que figuras do governo e do petismo se misturaram no caldeirão de negociatas que marcam o escândalo”. Segundo a publicação, um dos principais ministros de Lula – que já não ocupa cargo no governo – esteve na folha de pagamento de Vorcaro. Também foi apontado que o escritório de Ricardo Lewandowski, enquanto presidente do STF, recebeu parcelas de um contrato milionário firmado com o dono do Master, conforme apurou o Metrópoles. Se Lewandowski ainda fosse ministro, as relações comerciais poderiam gerar constrangimentos para Lula. Com a saída do ex‑ministro do STF, a estratégia teria mudado de figura. O presidente teria assistido, em silêncio, ao vazamento de conteúdo de uma conversa sigilosa que manteve com o ministro Toffoli no final do ano, sobre o caso. De acordo com versões palacianas, Lula teria oferecido ao ministro do Supremo um “sermão constrangedor”, sugerindo que o magistrado precisasse “resgatar sua biografia”, como reportado por diferentes veículos. A crítica implícita seria de que quem se perdeu nas funções públicas é quem precisa “resgatar a biografia”. Em um almoço sigiloso, Lula teria evitado expor ao público o que sabe sobre a atuação de Toffoli no STF. A condução de uma investigação sobre um escândalo bilionário, a partir de um inquérito formal no STF, não deveria ser tema de discussão no gabinete presidencial. Mesmo fora de lugar, a movimentação chamou a atenção dos aliados de Lula no Congresso. Segundo dois senadores ouvidos pelo Radar, Lula agiria para se antecipar a críticas e revelações que possam surgir contra uma ala do PT que se movimentou por Vorcaro no governo. Nos últimos dias, investigadores da Polícia Federal circularam em Brasília alertando que o caso Master ainda pode gerar desdobramentos graves, com fraude estimada em R$ 50 bilhões. Em uma visão ideal para o petista, o escândalo Master recairia apenas sobre políticos da oposição, como o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e caciques do centrão próximos a Vorcaro, sem atingir o próprio governo. MP e polícia do Paraná recebem pedido para investigar cassino no “Resort de Toffoli”.
AO VIVO: CAIADO DESESTABILIZA O TABULEIRO POLÍTICO EM BRASÍLIA (VEJA O VÍDEO)
O movimento recente do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, não foi apenas mais uma declaração política. Foi um gesto calculado, com endereço certo e impacto direto sobre o tabuleiro nacional. Ao antecipar posicionamentos, sinalizar independência e ocupar um espaço que estava vago dentro do campo da direita institucional, Caiado alterou a lógica do jogo — e forçou adversários e aliados a se reposicionarem. Em Brasília, o gesto foi lido como um recado claro: o ciclo de 2026 começou antes do previsto. Um movimento que rompe a inércia da direita tradicional Desde o fim do último ciclo eleitoral, o campo conservador vive um impasse estratégico. De um lado, há uma base social mobilizada, porém fragmentada. Do outro, lideranças tradicionais permanecem cautelosas, esperando o cenário jurídico, institucional e econômico se consolidar antes de assumir protagonismo. Caiado rompe essa inércia ao: Assumir um discurso mais nacional, deixando de falar apenas como gestor estadual; Sinalizar autonomia em relação às grandes lideranças que hoje polarizam o debate; Reposicionar a direita como força administrativa, institucional e pragmática — e não apenas reativa. Na prática, ele ocupa um espaço que estava vazio: o da direita com verniz institucional, discurso técnico, mas capacidade de enfrentamento político. Isso incomoda tanto o campo governista quanto setores da própria direita que apostavam em um vácuo prolongado até 2027. O efeito dominó no sistema político O impacto da jogada de Caiado não está apenas no que ele disse — mas em como o sistema reagiu. Três movimentos já começam a aparecer nos bastidores: Reorganização de alianças regionais: governadores, prefeitos e lideranças locais passam a enxergar em Caiado uma possível âncora nacional para projetos estaduais, principalmente no Centro‑Oeste, Sul e parte do Sudeste. Incômodo no campo governista: a emergência de um nome competitivo fora do eixo tradicional obriga o governo e seus aliados a anteciparem narrativas, ataques e estratégias de neutralização. Pressão sobre outras lideranças da direita: nomes que operavam em silêncio agora são empurrados para uma escolha — entram no jogo ou perdem espaço político e simbólico. O tabuleiro deixa de ser binário, mudando completamente a lógica da disputa futura. O que Caiado está realmente jogando Mais do que uma pré‑candidatura explícita, Caiado trabalha três ativos estratégicos: Autoridade administrativa – segurança pública, gestão fiscal e estabilidade institucional; Imagem de previsibilidade – algo raro num ambiente político marcado por rupturas e improvisos; Capacidade de diálogo transversal – relacionamento com empresários, setor produtivo, Congresso e parte do eleitorado conservador moderado. Ele não disputa apenas votos; disputa confiança institucional, um ativo escasso no Brasil atual. Projeções: o que pode acontecer a partir daqui Curto prazo (próximos 6 a 12 meses) Aumento da exposição nacional de Caiado em eventos, entrevistas e articulações políticas; Intensificação de ataques indiretos e tentativas de rotulagem ideológica; Aproximação de grupos empresariais e setores produtivos que buscam previsibilidade política. Médio prazo (2026 se consolidando) Consolidação de um bloco político que pode funcionar como terceira via real — não retórica; Redefinição das alianças partidárias, especialmente em legendas de centro‑direita; Disputa interna no campo conservador por protagonismo e narrativa. Longo prazo (cenário estrutural) Se bem executada, a estratégia pode reposicionar a direita brasileira para um novo ciclo institucional, menos emocional e mais estratégico; Se houver erro de leitura de timing ou excesso de exposição precoce, o movimento pode gerar desgaste antes da largada oficial. O jogo está aberto — e não existe mais zona de conforto para ninguém. Conclusão A jogada de Caiado não é improviso. É leitura de cenário, ocupação de espaço e antecipação de poder. Ao bagunçar o tabuleiro, ele obriga o sistema político a sair da defensiva e a revelar suas cartas antes do tempo. Em política, quem força o adversário a se mexer primeiro já está, na prática, uma jogada à frente. 2026 começou — mesmo que oficialmente ainda não. Veja o vídeo:
Rumores de delação de Daniel Vorcaro apontam que enviou condições à PGR para obter imunidade
Daniel Vorcaro estaria negociando delação premiada e já teria enviado condições à PGR — incluindo imunidade total para ele e para a família. A informação foi divulgada pelo site R7. “A informação gera tensão no ambiente político, uma vez que a menção a qualquer proximidade com o empresário é vista hoje como ‘tóxica’, e com potencial de gerar desgaste e levantar suspeitas. Além da investigação policial, hoje comandada pelo Supremo, há dois pedidos de CPI – uma mista e uma de deputados – submetidos à cúpula do Congresso.” “Até a liquidação da instituição financeira, Vorcaro manteve ampla rede de relações entre agentes públicos e financeiros, inclusive com trocas de ‘favores e gentilezas’, cuja revelação hoje constrange os envolvidos, em função da gravidade dos casos apurados.” O rombo do Master é, sem dúvida, o maior escândalo bancário da história do Brasil, ultrapassando a marca de R$ 41 bilhões. Os rumores ganharam força após a saída do advogado Walfrido Warde, que se opunha à delação e abandonou a defesa no auge das notícias sobre supostas ligações com o ministro Toffoli. Se Vorcaro decidir falar, o “castelo de cartas” pode desmoronar.
Escândalo das “estripulias” de Lewandowski com o Banco Master abala o Governo
Integrantes do Palácio do Planalto e do Ministério da Justiça e Segurança Pública demonstraram (ou fingiram) surpresa com a revelação do contrato milionário do ex‑ministro Ricardo Lewandowski com o Banco Master. Autoridades do governo juram que não tinham conhecimento dessa ‘estrepulia’ do ex‑ministro. Mesmo assim, tentaram minimizar a gravidade dos fatos, alegando que o ex‑ministro havia se afastado das atividades em seu escritório de advocacia desde fevereiro de 2024, quando assumiu o cargo no governo. O próprio Lula comentou o episódio na semana passada, durante agenda em Maceió (AL). Na ocasião, o petista afirmou que “tem muita gente” que defende o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, por “falta de vergonha na cara”. No momento seguinte foi revelada uma reunião secreta entre ele e Daniel Vorcaro. Ou seja, os vínculos do PT com o escândalo vão ficando evidentes e um certo desespero já começa a atormentar o partido.
Nikolas Ferreira revela os próximos ataques do Movimento Acorda Brasil (veja o vídeo)
O movimento que começou com a Caminhada pela Liberdade e Justiça, sob a liderança do deputado Nikolas Ferreira, não pretende recuar. A intenção é seguir adiante, e as próximas etapas já estão sendo planejadas. O primeiro passo será a revogação do veto ao Projeto de Lei da dosimetria. Em seguida, outras mobilizações serão organizadas, com o objetivo de promover o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal que, segundo o movimento, não têm condições de permanecer no cargo.
Direita assume a presidência de Honduras (veja o vídeo)
Ao tomar posse nesta terça‑feira (27), Nasry “Tito” Asfura prometeu ao povo de Honduras que não decepcionará o país, afirmando que “tudo ficará bem”. O novo presidente, de perfil conservador e apoiado pelo norte‑americano Donald Trump durante a campanha, direcionou seu discurso a temas considerados urgentes, como saúde, educação, emprego e segurança. A cerimônia ocorreu no Parlamento. Durante o pronunciamento, Asfura reforçou seu compromisso de atuar com humildade e esforço total para entregar soluções concretas à população. Segundo ele, não há tempo a perder: é necessário responder rapidamente às demandas sociais. Entre as medidas anunciadas está a redução do tamanho do Estado, com o fechamento de cerca de 38 órgãos públicos, buscando mais eficiência e o redirecionamento de recursos para áreas prioritárias. Na saúde, o mandatário declarou que vai enfrentar o atraso de procedimentos cirúrgicos e a escassez de medicamentos. Na educação, destacou que já foi autorizada a produção de dez milhões de livros para mais de 1,2 milhão de estudantes hondurenhos. Asfura também sinalizou investimentos em infraestrutura para estimular o desenvolvimento, defendeu o fortalecimento da agricultura como estratégia econômica e afirmou que o turismo será tratado como gerador de empregos e de valorização das belezas naturais do país. Ele garantiu que os programas sociais terão alcance nacional sem distinção partidária e fez um apelo para superar divisões internas. Segundo o presidente, os hondurenhos desejam paz e prosperidade, e o governo deve trabalhar por isso. Sem mencionar relações internacionais ou temas externos, Asfura encerrou o discurso dizendo que dedicará totalmente sua vida ao país, que possui cerca de dez milhões de habitantes e enfrenta índices elevados de pobreza. O novo governo sucede a gestão de Xiomara Castro e inicia sob a promessa de descentralização administrativa e estímulo à economia via investimentos estruturais.
Senador solicita à MP e à polícia do Paraná investigação de cassino no resort ligado a Toffoli
O senador Carlos Portinho (PL‑RJ) enviou nesta terça‑feira (27) ofícios ao procurador‑geral de Justiça do Paraná, Francisco Zanicotti, e ao delegado geral da Polícia Civil do estado, Silvio Rockembach, pedindo a adoção das providências cabíveis e a eventual abertura de investigação sobre a existência de um cassino com máquinas de apostas e jogo de blackjack dentro do resort Tayayá, associado ao ministro Dias Toffoli. Líder do PL no Senado, Portinho afirmou que as práticas “em tese não se encontram em conformidade com a legislação brasileira vigente”. Ressaltou ainda que a realização de jogos de cartas com apostas em dinheiro, bem como a atuação de dealers, não está abrangida por qualquer autorização, permanecendo vedada pelo ordenamento jurídico brasileiro. Citou ainda a presença de crianças em máquinas caça‑níqueis, registradas por reportagem, e exigiu a apuração dos fatos e a adoção de medidas destinadas à proteção dos direitos infantojuvenis.
Casa do tio falecido de Suzane von Richthofen é invadida e furtada
A casa onde vivia o médico aposentado Miguel Abdalla Netto, tio de Suzane von Richthofen, foi invadida e furtada após sua morte. O crime foi comunicado por Ricardo Abdala de Freitas, sobrinho de Miguel, que procurou as autoridades depois de encontrar o imóvel arrombado e com diversos bens subtraídos. Conforme o boletim de ocorrência, a residência encontrava‑se desabitada desde o falecimento de Miguel, cujo corpo foi localizado em 9 de janeiro. Um vizinho notou movimentação suspeita no local e alertou a família. Ao chegar, Ricardo deparou‑se com a porta da sala, blindada, violada. No interior, foram levados uma máquina de lavar roupas, um sofá, uma poltrona e uma bolsa contendo documentos e dinheiro, sem que fosse possível especificar quais documentos nem o valor subtraído. A polícia registrou o caso como furto, com autoria ainda desconhecida, e solicitou a realização de perícia no local.
PEGA FOGO NO CABARÉ: Lula, Esteves e Vorcaro no centro da crise
A realidade brasileira, exposta agora com o caso Master, faria qualquer roteirista da Netflix morrer de inveja. Daria série de mafioso, de ficção, e até filme pornô. Em todos os filmes sobre a máfia ou organizações criminosas produzidos por Hollywood, a briga interna por poder costuma destruir as próprias organizações quando crescem demais. Em Brasília, a suposta organização criminosa chamada ORCRIM, liderada por Lula, vem se expandindo desde 2002 e, hoje, teria tomado conta de todo o sistema, sujando o país e desencadeando o incêndio no cabaré do picareta. Segundo a narrativa, quem teria acendido o fogo foi André Esteves, do BTG, que disputa o poder em Brasília com Daniel Vorcaro, do Master. Ao lado de Esteves, de forma informal, estariam o Itaú de Setúbal, apontado como apoiador de Lula, e a Globo, que tem no banco um dos seus maiores anunciantes, patrocinando praticamente tudo, desde o Jornal Nacional até a programação esportiva, o Fantástico, entre outros, há décadas. O Itaú de Setúbal foi acusado, inclusive, em 2019, na delação de Palloci, de fazer doações a campanhas de Lula em troca de favores. Nas mãos desse grupo estaria Lula, que dependeria do silêncio e do apoio dos participantes para manter o poder, agora ameaçado. Lula não se preocuparia tanto com acusações de corrupção, a que já está habituado, mas com a perda de apoio financeiro em ano eleitoral, quando necessita comprar apoio. A situação agravaria com a perda do apoio financeiro de Maduro e com a provável queda de outro aliado de Lula, o líder iraniano Khamenei. Do outro lado, alinhariam-se ministros profundamente envolvidos no caso Master, como Alexandre de Moraes, Lewandowski, Gilmar Mendes e, atualmente, o ministro com alvo na testa — pintado por Lula —, Dias Toffoli. Todos, de um lado ou de outro, parecem ter esquecido que, em algum momento, existiu Constituição neste país, onde o crime parece ser recompensado. É uma briga de grandes criminosos. A sujeira espalhada no ventilador do cabaré de Lula mal começou, mas promete. O fósforo aceso por Esteves estaria espalhando o fogo de maneira inacreditável, expondo as vísceras podres de todo o sistema. O cabaré pegaria fogo, as prostitutas fugiriam desesperadas, num cenário de “salve‑se quem puder”. Existem ainda afirmações, ainda não confirmadas, de que altos oficiais da cúpula do Exército — milionários com fortunas incompatíveis com seus rendimentos — teriam recebido, durante anos, favores de Vorcaro para realizar tarefas que vão além de pintar meio‑fio de calçada em Brasília. Enfim, se fosse roteiro de filme, restariam apenas cinzas do cabaré de Lula, mas ele ainda está de pé na vida real. Se o fogo continuar se alastrando, ao lado de outros incêndios como a suposta fraude contra idosos pelo INSS, uma previsão otimista seria que ele se apagasse em breve. Mas estamos no Brasil, onde tudo parece possível. E onde a realidade supera, de longe, qualquer ficção. Pobre George Orwell, inocente que não sabia de nada.
Pesquisa judaica mostra que maioria dos católicos erra ao definir o Holocausto
A pesquisa “Conhecimento sobre o Holocausto no Brasil – 2025”, encomendada pela Confederação Israelita do Brasil, pelo Memorial do Holocausto de São Paulo, pelo Museu do Holocausto de Curitiba e pela StandWithUs, e conduzida pelo Grupo ISPO, apresenta seus resultados. Inserida em um contexto global marcado pelo crescimento do antissemitismo, da desinformação histórica e da banalização da violência, a iniciativa busca compreender como a sociedade brasileira conhece — ou desconhece — o Holocausto. O estudo se propõe a mapear as principais fontes de informação utilizadas pela população, analisando também fatores como escolaridade, renda, região e perfil sociodemográfico. Foram realizadas 7.762 entrevistas, com margem de erro de 4,7 % e intervalo de confiança de 95 %. A abrangência cobriu 11 regiões metropolitanas brasileiras. O perfil predominante dos entrevistados foi de 54,2 % mulheres; 31,4 % jovens de 18 a 29 anos; 51,8 % com ensino médio; 54,4 % com renda familiar de até dois salários‑mínimos. As entrevistas foram presenciais, realizadas em pontos de fluxo (estações de transporte, centros comerciais), com controle por cota sociodemográfica. Embora 59,3 % dos entrevistados afirmem ter algum conhecimento sobre o Holocausto, apenas 53,2 % o definem corretamente como o extermínio sistemático de seis milhões de judeus pelo regime nazista. O conhecimento se mostra ainda mais frágil quando são avaliados elementos específicos do tema. Apenas 38,5 % identificaram corretamente Auschwitz‑Birkenau como um campo de extermínio, enquanto 51,6 % declararam não saber responder. (Pergunta aplicada apenas na Etapa 2 – Nacional (Regiões Metropolitanas). A pesquisa foi estruturada em duas etapas: • Primeira etapa – Piloto (Região Sul): realizada em abril de 2025, abrangendo as regiões metropolitanas de Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis. • Segunda etapa – Nacional (Regiões Metropolitanas): realizada entre setembro e outubro de 2025, contemplando oito regiões metropolitanas adicionais, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife. De acordo com a pesquisa, grupos religiosos majoritários apresentam níveis de conhecimento abaixo da média nacional. “O que foi o holocausto?” (Católico) • Conflito militar com 50 milhões de mortos — 7 % • Assassinato sistemático de 6 milhões de judeus — 47 % • Movimento cultural promovendo a diversidade — 3 % • Episódio isolado sem relevância comprovada — 2 % • Não sei / Nenhuma — 41 % “O que foi o holocausto?” (Protestante) • Conflito militar com 50 milhões de mortos — 5 % • Assassinato sistemático de 6 milhões de judeus — 53 % • Movimento cultural promovendo a diversidade — 5 % • Episódio isolado sem relevância comprovada — 0 % • Não sei / Nenhuma — 37 % “O que foi o holocausto?” (Evangélico) • Conflito militar com 50 milhões de mortos — 9 % • Assassinato sistemático de 6 milhões de judeus — 49 % • Movimento cultural promovendo a diversidade — 4 % • Episódio isolado sem relevância comprovada — 2 % • Não sei / Nenhuma — 36 % “O que foi o holocausto?” (Afro‑Brasileiro) • Conflito militar com 50 milhões de mortos — 7 % • Assassinato sistemático de 6 milhões de judeus — 44 % • Movimento cultural promovendo a diversidade — 4 % • Episódio isolado sem relevância comprovada — 3 % • Não sei / Nenhuma — 42 %