O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda‑feira (12) a progressão de regime do hacker Walter Delgatti Neto, que deixa o regime fechado e passa a cumprir pena no semiaberto. Com a mudança, Delgatti – considerado um dos principais algozes de Jair Bolsonaro – passa a ter direito a um regime menos rigoroso. No regime semiaberto, o condenado deve pernoitar na unidade prisional, mas pode sair durante o dia para exercer atividades como trabalho ou estudo, conforme as regras estabelecidas pela Justiça. Walter Delgatti está preso desde agosto de 2023 e foi condenado a 8 anos e 3 meses de prisão por ter acessado ilegalmente o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e inserido documentos falsos. Entre os registros inseridos estava uma ordem de prisão contra o próprio ministro Alexandre de Moraes, “assinada” em nome dele. Enquanto isso, Bolsonaro segue sob o que Carlos Bolsonaro descreveu como “tortura”. No domingo (11), Carlos afirmou que um médico foi chamado à prisão porque as crises persistentes de soluços de Jair Bolsonaro “evoluíram para um quadro de azia constante, o que o impede de se alimentar adequadamente e de dormir”. É perceptível, ainda, o grave abalo psicológico que sofre, agravado pelo fato de permanecer sozinho na solitária. Segundo os relatos, a perseguição contra o ex‑presidente e seus aliados seria “cruel, absurda e desumana”, sem fim à vista. Alegam ainda que há intenções de eliminar a vida de Bolsonaro e encobrir acontecimentos de 2022.
Filme de Wagner Moura recebe R$ 7,5 milhões do governo Lula – um valor escandaloso
Wagner Moura voltou a ser o centro das atenções. Além da premiação como melhor ator de drama, o filme “O Agente Secreto” foi vencedor do Globo de Ouro no domingo, 11 de maio. De acordo com informações da revista Veja, o longa não recebeu nenhum recurso via Lei Rouanet. O financiamento veio de aproximadamente R$ 7,5 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), órgão da Ancine, repassados pelo governo federal. O orçamento total de “O Agente Secreto” chegou a R$ 27.165.775. Para o deputado Mario Frias, ator e ex‑secretário da Cultura, Wagner Moura e seu filme são “a caricatura perfeita do comunista de luxo: prega sacrifício coletivo, mas só aceita privilégios individuais”. A perseguição contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, descrita como cruel, absurda e desumana, continua sem fim, segundo o texto. A narrativa afirma que há tentativas de silenciar fatos de 2022 e que a verdade não será apagada. Todo esse conteúdo teria sido registrado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, apresentado como best‑seller e como “documento histórico”. O livro, segundo a divulgação, descreve supostas manobras do “sistema” para devolver ao poder o ex‑presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, além de detalhar eleição, prisões, mídia, censura, perseguição e manipulação. O próprio Jair Bolsonaro já conhece a obra.
Wagner Moura, que insultou Bolsonaro no Globo de Ouro, chora ao receber ligação de Lula (Veja o vídeo)
Dias depois da premiação internacional, o presidente Lula telefonou ao ator Wagner Moura para parabenizá‑lo pela vitória no Globo de Ouro na categoria Melhor Ator em Filme de Drama. Lula afirmou que Moura representa um “orgulho” para o país. O ator agradeceu e destacou a emoção ao citar o apoio do governo federal ao setor cultural e cinematográfico, que, segundo informações, totalizou cerca de R$ 7,5 milhões provenientes da Lei Rouanet. Visivelmente emocionado, Moura encerrou a conversa dizendo: “Você não sabe a alegria que é falar com você e ouvir falar assim de cultura. É lindo, emociona e faz a gente ter certeza de que estamos indo para o lugar certo, para o caminho certo”, finalizou. Ao subir ao palco após a premiação, Wagner Moura fez críticas ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, afirmando em inglês: “De 2018 a 2022, tivemos um presidente de extrema direita no Brasil/fascista que é a manifestação física dos ecos da ditadura”. Veja a conversa entre Lula e Wagner Moura: A perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados tem sido descrita como cruel, absurda e desumana, segundo declarações de apoiadores da esquerda, que alegam tentativas de silenciar o ex‑mandatário. Tudo isso foi registrado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, considerado best‑seller no Brasil. O livro, que os autores descrevem como um “documento”, reúne relatos sobre supostas manobras do “sistema” para devolver o poder ao ex‑presidiário Lula, bem como sobre a perseguição a Bolsonaro, eleições, prisões, censura, manipulação e outros episódios. O próprio Bolsonaro já conhece o livro:
Wagner Moura tenta se autopromover no Globo de Ouro, mas é desmascarado por outro ator (Veja o vídeo)
O ator Wagner Moura entrou para a história do cinema brasileiro ao vencer o Globo de Ouro 2026 de melhor ator em filme de drama, neste domingo (11), por sua atuação em “O Agente Secreto”. Trata‑se da primeira vez que um brasileiro conquista o prêmio nessa categoria, em uma das principais premiações do audiovisual mundial. Ao subir ao palco, o ator atacou o ex‑presidente Jair Bolsonaro: “De 2018 a 2022, tivemos um presidente de extrema direita no Brasil/fascista que é a manifestação física dos ecos da ditadura”, disse, em inglês. O deputado federal Mario Frias também se pronunciou: “Esse sujeito posa de defensor da democracia enquanto apoia ditaduras como as de Maduro, Chávez e Lula, além de políticos que flertam abertamente com autoritarismo. Discursa contra o fascismo, mas se cala diante do fato de que é sustentado por um Estado corrupto e violento, que rouba dos mais pobres enquanto seus amigos bilionários, banqueiros e grandes empresários sugam até o último centavo do povo. Finge‑se de revolucionário usando o nome do Brasil no exterior apenas para autopromoção. Ignora deliberadamente a existência de presos políticos morrendo na cadeia por crimes que sequer existem na Constituição. Critica a censura, mas vive confortavelmente nos Estados Unidos, usufruindo das liberdades do capitalismo que despreza, enquanto tenta impor ao próprio povo um “comunismo caviar” que jamais aceitaria para si. No fim, não passa de um frango travestido de virtude: alguém que confunde caráter com performance moral e transforma discurso político em negócio lucrativo.”
Caminhão ataca manifestantes anti‑Irã em Los Angeles – veja o vídeo
Um ato público realizado em Los Angeles, nos Estados Unidos, foi interrompido de forma violenta na tarde deste domingo, 11, quando um caminhão avançou contra pessoas que participavam de uma manifestação. Veículos da imprensa local relataram que o veículo foi direcionado intencionalmente ao grupo, composto por pessoas que exibiam bandeiras com o símbolo do leão e do sol, tradicionalmente associado a movimentos oposicionistas ao Irã. Um cartaz afixado na lateral do caminhão trazia a frase: “No Shah, No Regime. USA: Don’t Repeat 1953. No Mullah” (“Sem xá, sem regime. EUA: não repitam 1953. Sem aiatolá”). Veja imagens: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se manifestou contra a censura do ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, mas a censura permanece há quase um ano. A CIDH alerta que outros títulos podem estar sob risco de censura. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da própria censura e de episódios estranhos entre o STF.
Representação contra Moraes por tortura chega ao MPF
O advogado Wallace Oliveira informou que foi protocolada uma representação ao Ministério Público Federal acusando o ministro Alexandre de Moraes de tortura (Lei 9.455/97), abuso de autoridade e prevaricação. Diz o advogado: O fundamento principal é o flagrante permanente de crime inafiançável de tortura (art. 1º, II, Lei 9.455/97 c/c art. 5º, XLIII, CF), decorrente da demora superior a 24 horas para autorizar atendimento hospitalar adequado após a queda sofrida por Jair Bolsonaro na cela da PF em 06/01/2026, com suspeita de traumatismo craniano leve em idoso de 70 anos, violando a Lei de Execuções Penais, o Estatuto do Idoso (arts. 97 e 99) e tratados internacionais de direitos humanos. Configura-se sofrimento físico e psicológico doloso, agravado pelo padrão de decisões assimétricas: agilidade extrema para impor restrições e medidas cautelares, mas entraves e demoras recorrentes em autorizações de saúde, perícias e cirurgias, mesmo com laudos médicos. Peço ainda que o PGR requisite ao STF a conversão imediata da prisão em regime fechado para prisão domiciliar humanitária de Jair Bolsonaro, considerando seu quadro clínico grave (comorbidades crônicas, sequelas do atentado a faca, idade avançada e necessidade de cuidados médicos contínuos), em observância à dignidade da pessoa humana (art. 1º, III, CF) e à vedação de tratamento cruel, desumano ou degradante. Ninguém está acima da lei — nem ministros do STF. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar de o ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, a censura persiste há quase um ano. Outros títulos também parecem estar na mira da censura. Entre eles estão os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que abordam a própria censura e acontecimentos no Supremo Tribunal Federal.
Flávio Bolsonaro recebe apoio de Javier Milei, figura de peso no cenário internacional
Em entrevista, o presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou ter amizade com a família Bolsonaro e expressou sua preferência pessoal quanto ao futuro político do Brasil, citando as eleições de 2026. A declaração foi feita de modo informal, fora do tom diplomático tradicional, enquanto ele comentava o panorama político brasileiro. Milei explicou que a decisão cabe exclusivamente aos eleitores brasileiros, mas, ao ser questionado diretamente, manifestou sua inclinação. “É uma escolha dos brasileiros. Digamos, com a diferença que existe, digamos que eu tenho amigos no Brasil, os Bolsonaro. Se você me pergunta dessa forma, tirando‑me do lugar de político, está claro que prefiro uma solução com os Bolsonaro, e não uma solução com o socialismo do século XXI”, declarou. A fala repercutiu rapidamente entre os membros da família Bolsonaro. O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), mencionado como possível pré‑candidato à Presidência, respondeu ressaltando o impacto político e econômico da relação entre os dois países. Para ele, “além de um amigo, a Argentina terá um parceiro comercial de verdade no Brasil a partir de 2027”. Em mensagem direta ao presidente argentino, Flávio escreveu: “Obrigado, Milei!”. Eduardo Bolsonaro (PL‑SP), ex‑deputado federal, também comentou o episódio ao compartilhar o vídeo da entrevista. Ele aproveitou a oportunidade para contrastar o atual governo argentino com a gestão anterior, lembrando uma declaração polêmica do ex‑presidente Alberto Fernández. “Antes na Argentina, havia um presidente que dizia que os brasileiros vieram da selva”, recordou. Em tom elogioso, Eduardo destacou a atuação de Milei à frente do país vizinho: “Hoje lá está Milei, tirando a Argentina da sua pior crise econômica e moral. Como é bom ter um presidente. Muito obrigado, Javier Milei”. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou indignação diante da censura promovida pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor do livro, mas a censura permanece há quase um ano. Outros títulos parecem estar na mira da censura. Entre eles, destacam‑se “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da própria censura e de acontecimentos estranhos no STF.
Diretor de filme de Wagner Moura ataca Bolsonaro no Globo de Ouro
Após a conquista do Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Não Inglesa, o diretor Kleber Mendonça Filho comentou política e criticou o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). As declarações foram feitas em inglês durante a coletiva de imprensa realizada ao final da premiação internacional. Segundo o cineasta, o Brasil passou por uma mudança profunda no espectro político na última década. “Há cerca de 10 anos, o Brasil deu uma guinada muito acentuada para a direita e esse tempo já passou.” “O ex‑presidente está agora na prisão. Ele foi epicamente irresponsável ao não liderar o País”, afirmou. Confira: A Globo está tentando esconder um “dossiê” lançado recentemente. A obra “Dossiê Globo: Os Segredos da Emissora” revela crimes nos bastidores, escândalos, casos de assédio, acordos e relações políticas duvidosas na alta cúpula da emissora. Certamente, esse lançamento vai tirar o sono de muita gente…
JOVEM PERDIDO NA SERRA DO MAR REENCONTRA PARCEIRA E O REENCONTRO TERMINA EM DESENTENDIMENTO (VEJA O VÍDEO)
O jovem de 19 anos que passou cinco dias perdido na Serra do Mar, no Paraná, reencontrou a parceira que o deixou para trás durante uma trilha no Pico Paraná, o ponto mais alto do Sul do Brasil. Roberto Farias e Thayane Smith se encontraram em uma praça de Curitiba, conforme divulgado pelo programa Fantástico, da Globo. Entre pedidos de desculpas e silêncio, os dois decidiram seguir caminhos diferentes. “Desculpa por ter deixado você para trás”, disse Thayane. “Confiei em você. Estou entregando a sua bolsa. O que tenho a dizer é: se cuida, e nosso laço se encerra aqui”, respondeu Roberto. Veja:
Folha denuncia, de forma inédita, benefícios de parentes de ministros do STF
Em editorial contundente, a Folha de S.Paulo revelou como prosperam os parentes de ministros do Supremo Tribunal Federal. O texto, inédito, demonstra que o cerco está se fechando para os magistrados. Ser indicado a uma das 11 cadeiras do STF gera um aumento significativo na demanda pelos serviços dos escritórios de advocacia de seus parentes. O efeito não era segredo, mas o economista Bruno Carazza, em coluna no Valor Econômico, apresentou números que o comprovam. Carazza analisou nove advogados que são cônjuges ou filhos de ministros do STF e comparou o número de processos que eles tinham no STF e no STJ antes e depois das respectivas posses. No total, as ações dos parentes saltaram de 80 para 170 no STF e de 278 para 1 394 no STJ. Esses resultados são conservadores, pois não consideram os sócios das firmas de advocacia dos familiares. É importante ressaltar que a multiplicação das causas não implica irregularidades — a escolha de um cliente por determinado profissional não constitui ilícito em nenhum país civilizado. Contudo, é difícil afastar a ideia de que quem contrata um advogado parente de ministro da mais alta corte constitucional busca, além da excelência técnica, a influência do magistrado, o que corrói a credibilidade do Judiciário. O fenômeno, já chamado jocoso de “filhotismo”, ganhou novos contornos nos últimos anos, somando‑se a relatos de luxuosos eventos jurídicos no exterior, financiados por empresas com interesses no STF, e a revelações de relações que ultrapassam os limites da moralidade exigidos ao cargo. Entre os casos citados, a viagem de Dias Toffoli em jato de empresário, com advogado ligado ao Banco Master, e o contrato de R$ 129 milhões entre a mesma instituição financeira e o STF, além do escritório de advocacia da esposa de Alexandre de Moraes. O conjunto de fatos impulsionou um movimento da sociedade para que o STF adote um código de conduta, a exemplo de cortes supremas de países como Alemanha e Estados Unidos. A proposta, lançada pelo presidente do Supremo, Edson Fachin, conta com apoio de alguns ministros mais discretos, mas enfrenta forte resistência dentro do tribunal. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta contra a censura feita por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro, criando a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura persiste há quase um ano. Atualmente, outros livros podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos acontecimentos incomuns dentro do STF.