O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu suspender uma determinação do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que obrigava os Correios a conceder um benefício extra de fim de ano aos empregados, conhecido como vale‑peru. Além do vale‑peru, Moraes determinou a suspensão de outras cláusulas fixadas pelo TST, entre elas a obrigação de custeio do plano de saúde dos funcionários, o pagamento de adicional de 200 % pelo trabalho em dias de repouso e a gratificação de férias equivalente a 70 % da remuneração. A decisão completa foi disponibilizada em documento oficial. A medida ainda precisará ser analisada e confirmada pelo plenário do STF. Alexandre de Moraes atuou no caso como presidente da Corte, em razão da ausência do ministro Edson Fachin, que cumpre compromissos oficiais na Costa Rica. O pedido analisado pelo Supremo partiu dos Correios, que alegaram grave impacto financeiro decorrente da implementação dos benefícios. Segundo a empresa, o custo total estimado alcançaria R$ 1,9 bilhão. Moraes destacou que a estatal apresentou, de forma “detalhadamente”, “o elevado impacto financeiro da implementação de cada parcela, bem como a periclitante situação financeira por que passa”. De acordo com os dados apresentados na ação, os impactos individuais seriam os seguintes: o vale‑peru acarretaria uma despesa de R$ 213.262.382,50; o plano de saúde, R$ 1.453.257.410,66; o adicional por trabalho em dia de repouso, R$ 17.040.326,22; e a gratificação de férias, R$ 272.905.737,81. Os Correios relataram que, em meados de 2025, durante as negociações salariais para o ano seguinte, não houve acordo entre a empresa, os sindicatos e as entidades representativas dos trabalhadores. Diante do impasse, foi deflagrada uma greve nacional em dezembro, culminando no ajuizamento do dissídio coletivo em janeiro de 2026 no TST. Ainda segundo a estatal, em 19 de janeiro deste ano, o Tribunal Superior do Trabalho decidiu estender os benefícios a todos os empregados, na avaliação da empresa, “exorbitam sobremaneira o poder normativo da Justiça do Trabalho”. Ao acolher o pedido, Moraes lembrou que o STF já declarou inconstitucional o princípio da ultratividade, que permitia a manutenção de cláusulas de acordos coletivos vencidos nos contratos de trabalho quando não havia novo ajuste firmado. Para o ministro, esse entendimento deve ser observado pela Justiça do Trabalho. Sobre o adicional pago em dias de repouso, Moraes reproduziu o argumento dos Correios de que, “embora estejamos diante de cláusula preexistente, o TST não poderia simplesmente repetir a redação do acordo coletivo anterior sem fazer qualquer ponderação entre os princípios envolvidos, notadamente diante das dificuldades financeiras enfrentadas pela empresa”. Em relação à gratificação de férias, o ministro também mencionou a justificativa da empresa de que o percentual de 70 % representa “mais que o dobro do adicional legal de 1/3 (33 %) previsto na Constituição Federal”. Ao concluir, Alexandre de Moraes afirmou que “todas essas alegações sinalizam indevida extrapolação do poder normativo da Justiça do Trabalho, de modo que se mostra demonstrada a plausibilidade do direito invocado”. Em reação à decisão, o Sintect‑SP (Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios Telégrafos e Similares de São Paulo, Grande São Paulo e zona postal de Sorocaba) divulgou nota criticando a iniciativa da empresa de recorrer ao STF. Segundo a entidade, a Justiça do Trabalho só interveio porque “a própria empresa se recusou a firmar um acordo com os sindicatos durante as negociações”. O sindicato também afirmou que o TST não criou novos benefícios, mas “apenas manteve direitos já existentes, justamente para evitar perdas à categoria”.
Mendonça mantém prisão preventiva do “Careca do INSS” e libera apenas R$ 12 mil
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve a prisão preventiva do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, negando o pedido de liberdade apresentado por sua defesa. Detido desde 12 de setembro, Antunes permanece no Bloco V do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para o qual foi transferido recentemente. A defesa buscava a revogação da prisão preventiva, mas o ministro rejeitou o pedido. Além de negar a soltura, Mendonça indeferiu o pedido de desbloqueio de recursos financeiros que a defesa pretendia usar para pagar dívidas trabalhistas. Na decisão, o ministro constatou que não há elementos suficientes que justifiquem a liberação ampla dos valores bloqueados. Em caráter reservado, foi autorizada a liberação de R$ 12 mil das contas bancárias de Antunes, quantia destinada exclusivamente ao registro de imóveis, mantendo o restante dos recursos indisponíveis. No mesmo bloco, ao menos oito outros investigados no esquema de fraudes envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também estão custodiados. Essa ala abriga detentos considerados vulneráveis, que por razões pessoais ou pela repercussão nacional dos casos não podem ficar na população carcerária comum. O “Careca do INSS” está recolhido no mesmo espaço que seu filho, Romeu Carvalho Antunes. O local também abriga o empresário Gustavo Marques Gaspar, ex‑assessor do senador Weverton Rocha (PDT‑MA). A Polícia Federal investiga a possibilidade de o parlamentar ter atuado como sócio oculto de Antunes no esquema de fraudes, hipótese que segue em apuração. O deputado Nikolas Ferreira celebrou a conquista da sua caminhada, alegando ter mobilizado o país em defesa dos presos políticos, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, a luta continuará e o “sistema” não descansará nas tentativas de silenciá‑lo.
Nikolas Ferreira domina ranking 2026 e Rony Gabriel surge como nova aposta da direita
O ranking de engajamento nas redes sociais entre políticos em 2026 confirma o cenário que analistas digitais já apontavam: Nikolas Ferreira se mantém como um fenômeno fora da curva, referência máxima em mobilização, alcance e capacidade de pautar o debate político nacional a partir das plataformas digitais. Trata‑se de um patamar próprio. Nikolas não apenas lidera o ranking, como ocupa uma posição considerada nos bastidores como difícil de ser alcançada, resultado de uma combinação rara de base altamente mobilizada, linguagem direta e presença constante no debate público nacional. Ao lado dessa consolidação, o levantamento também revela a principal novidade do ranking. Em 2026, uma pesquisa de engajamento médio no Instagram, referente ao período de 1º a 26 de janeiro, coloca Rony Gabriel no Top 10 nacional, na 9ª colocação, ao lado de figuras centrais da política brasileira — inclusive o presidente da República. Em 2025, Rony aparecia na 25ª posição. A mudança chama atenção nos bastidores. O ponto de inflexão ocorre logo no início de 2026, quando Rony Gabriel protagoniza a denúncia que impactou estruturas do sistema financeiro‑político, trazendo novos elementos ao debate público e contribuindo para o avanço das investigações envolvendo o Banco Master. A repercussão foi imediata. O conteúdo circulou de forma orgânica, ampliou o escrutínio público e rompeu barreiras informacionais em torno de um tema que até então permanecia restrito a círculos técnicos. Analistas avaliam que o episódio marcou a transição de Rony de comunicador político relevante para ator político com capacidade real de interferência na agenda pública. Esse movimento aparece com clareza nos números. O levantamento indica que Rony Gabriel alcançou média de 134 697 interações por publicação, desempenho que o insere entre os principais nomes da política nacional em engajamento digital, em um ranking que reúne parlamentares federais, ministros, lideranças partidárias e o chefe do Executivo. Fenômeno consolidado e novidade emergente O contraste entre os dois nomes ajuda a explicar o momento do ranking. De um lado, Nikolas Ferreira, já consolidado como o maior fenômeno digital da política brasileira, referência absoluta de mobilização nas redes. De outro, Rony Gabriel, que surge como a grande novidade de 2026, chamando atenção por alcançar esse patamar a partir de um mandato municipal. Outro dado observado é o perfil ideológico predominante no ranking: a maioria dos políticos mais influentes nas redes em 2026 é identificada com a direita, indicando uma mudança estrutural no eixo de mobilização digital do país. Do interior ao radar nacional Vereador em Erechim (RS), Rony Gabriel aparece como o nome com maior presença digital do estado segundo a pesquisa. Embora exerça mandato municipal, é pré‑candidato a deputado federal, e seu desempenho nas redes passou a ser tratado, nos bastidores, como indicador de projeção política nacional. Enquanto Nikolas Ferreira representa a consolidação de um fenômeno já estabelecido, Rony Gabriel passa a ocupar o papel de novidade a ser observada. Em um ambiente político cada vez mais guiado por engajamento, narrativa e mobilização direta, o ranking de 2026 não apenas confirma lideranças — ele sinaliza quem começa a entrar no jogo grande.
AO VIVO: IMPRENSA ATACA TOFFOLI E MORAES (VEJA O VÍDEO)
O Palácio do Planalto foi usado como palco de reunião não registrada: em dezembro de 2024, o presidente Lula recebeu o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, sem que o encontro constasse na agenda oficial. A interlocução teria sido feita pelo ex‑ministro Guido Mantega, que atuaria como consultor do banco recebendo R$ 1 milhão por mês. O ministro Alexandre de Moraes teria visitado a mansão de Vorcaro em Brasília em, pelo menos, duas ocasiões. No Supremo Tribunal Federal, a jornalista Malu Gaspar revelou que ministros estão “apavorados” com os desdobramentos do caso Banco Master. Em Israel, o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), pré‑candidato à Presidência, acusou Lula de antissemitismo e se encontrou com o primeiro‑ministro Benjamin Netanyahu. Para comentar os fatos, foram ouvidos o vereador Major Victor Hugo, que foi líder do governo Bolsonaro, e o analista político Fabio Rodrigues. Assista, compartilhe e apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online! O deputado Nikolas Ferreira atingiu o objetivo da caminhada, que teria mobilizado o país em torno da defesa dos presos políticos, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Segundo o relato, sua luta continuará e o “sistema” não descansará nas tentativas de silenciá‑lo.
Ruan Rocha Silva, conhecido pela tatuagem de 2017, volta à prisão
Ruan Rocha Silva, 25 anos, conhecido nacionalmente desde 2017 por ter a frase “eu sou ladrão e vacilão” tatuada à força na testa, foi preso em flagrante nesta terça‑feira (27) após furtar um equipamento de lavagem de alta pressão de uma Unidade Básica de Saúde no bairro Casa Grande, em Diadema, Grande São Paulo. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, guardas civis municipais foram acionados ao constatar a invasão da UBS. O suspeito teria fugido carregando o equipamento. Durante a busca, a Guarda Civil Municipal encontrou Ruan ainda com o objeto. Ao ser abordado, ele admitiu o crime. O jovem foi levado à delegacia, onde a autoridade policial fixou fiança. Como o valor não foi pago, ele permaneceu detido à disposição da Justiça. Em 2017, quando tinha 17 anos, Ruan foi forçado a receber a tatuagem na testa pelos tatuadores Maycon Wesley Carvalho dos Reis e Ronildo Moreira de Araújo. Ambos foram condenados por lesão corporal gravíssima e constrangimento ilegal. Na ocasião, alegaram que o adolescente teria tentado furtar uma bicicleta e que a marca seria punição. Ruan negou o furto, afirmando estar embriagado e ter esbarrado na bicicleta, que caiu. O caso gerou grande repercussão. Movimentos sociais organizaram campanhas para custear a remoção da tatuagem, e Ruan chegou a passar por sessões de laser para apagar a frase. No mesmo período, ele foi internado por 16 meses em clínica de tratamento de dependência química.
IRMO DE BOLSONARO AFIRMA QUE PRÊMIO DA MEGA DA VIRADA FOI SACADO POR OUTRA PESSOA
Renato Bolsonaro, pré‑candidato a deputado federal (PL) e irmão do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmou nesta segunda‑feira (27) que não conseguiu receber o prêmio de R$ 216,76 conquistado na Mega da Virada. Segundo ele, ao tentar sacar o valor em uma casa lotérica, foi informado de que o dinheiro já havia sido retirado por outra pessoa. Em vídeo publicado nas redes sociais, Renato comentou o episódio com indignação. “Não existe coisa pior do que ganhar e não levar”, declarou. De acordo com o relato, a atendente informou que o prêmio constava como pago, embora o volante original ainda estivesse em sua posse. Renato afirmou que questionou a situação no momento do atendimento. “Indaguei: ‘Como? Se o volante está na minha mão, na minha posse, não dei para ninguém. E o cartão possui um QR Code para validar a aposta’”, relatou. Para ele, o caso levanta dúvidas sobre a segurança e a confiabilidade do sistema de pagamento. No mesmo vídeo, o irmão de Bolsonaro também criticou a Caixa Econômica Federal, responsável pelas loterias. Ele apontou o atraso no sorteio da Mega da Virada, que estava previsto para as 22h de quarta‑feira (31), mas só foi realizado às 10h de quinta‑feira (1º). Na avaliação de Renato, episódios como esse comprometem a credibilidade dos jogos promovidos pela instituição. Funcionários orientaram Renato a procurar uma agência da Caixa Econômica Federal para tentar resolver a situação e averiguar o que ocorreu com o prêmio registrado em seu nome. No início do mês, Renato já havia divulgado publicamente o acerto na Mega da Virada. Ele contou que, juntamente com o ex‑presidente Jair Bolsonaro e um assessor, acertou a quadra ao escolher quatro dos seis números sorteados: 13, 21, 32 e 59. O valor do prêmio, explicou na época, seria dividido entre os três. Os números oficialmente sorteados pela Caixa Econômica Federal foram 59, 21, 32, 13, 33 e 09.
Amigo de Bolsonaro, Magno Malta, tem visita à Papudinha impedida
O senador Magno Malta (PL‑ES) teve a entrada impedida ao tentar visitar o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) na unidade conhecida como Papudinha, no dia 17 de janeiro. A restrição ocorreu por ausência de autorização judicial, conforme registrado em ofício encaminhado nesta quinta‑feira (22) pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pelo processo envolvendo o ex‑chefe do Executivo. De acordo com o documento oficial, o parlamentar compareceu ao 19º Batalhão da PMDF com a intenção de acessar a área de custódia onde Bolsonaro se encontra detido, com o objetivo de conhecer a cela ocupada pelo ex‑presidente. Ainda segundo o registro, os policiais informaram imediatamente que o ingresso em áreas internas só seria permitido mediante autorização expressa do STF. Magno Malta confirmou o episódio, mas afirmou que não tentou entrar nas dependências restritas da unidade nem praticou qualquer ato fora dos parâmetros legais. Segundo o senador, sua ida ao local teve como único propósito obter informações sobre o estado de saúde e o bem‑estar de Jair Bolsonaro. O parlamentar relatou ainda que permaneceu cerca de 30 minutos conversando com os oficiais de plantão e que, durante o diálogo, questionou a possibilidade de realizar uma oração no local. O pedido, no entanto, foi negado, sob a justificativa de que a assistência religiosa ao ex‑presidente está limitada às pessoas, datas e horários previamente definidos em decisão judicial. Posteriormente, Magno Malta mencionou o episódio durante uma live, ocasião em que conduziu uma oração. Após ser informado das restrições impostas, o senador deixou voluntariamente as dependências do quartel, conforme consta no relatório da PMDF, reiterando que se limitou a solicitar informações sobre Bolsonaro.
Adélio, em surto, declara que concorreria à Presidência e quer Bonner como vice
Durante avaliações psiquiátricas recentes, Adélio Bispo de Oliveira, autor do ataque a faca contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL), apresentou novos episódios de delírio e chegou a afirmar que poderia disputar a Presidência da República. Em meio às falas desconectadas da realidade, mencionou os jornalistas William Bonner e Patrícia Poeta como possíveis integrantes de uma suposta chapa presidencial. As declarações constam de um novo exame pericial realizado em novembro do ano passado, solicitado para verificar se existiria alguma possibilidade de Adélio deixar o sistema prisional. O laudo, porém, aponta agravamento relevante do quadro psiquiátrico enquanto ele permanece custodiado na Penitenciária Federal de Campo Grande, reforçando a manutenção da medida de segurança. Adélio é considerado inimputável. Segundo os peritos, ao longo da entrevista clínica o detento manifestou o desejo de se candidatar ao Palácio do Planalto. Questionado sobre quem escolheria para compor a chapa, afirmou “com firmeza” que sua primeira opção seria Patrícia Poeta. Na sequência, declarou que, caso ela recusasse, escolheria o jornalista William Bonner. Ao tentar justificar as escolhas, Adélio alegou que ambos transmitiriam credibilidade ao eleitorado durante o processo eleitoral. Para os especialistas, essas falas evidenciam o distanciamento da realidade e a intensificação de ideias grandiosas incompatíveis com seu estado mental. “Tais manifestações denotam comprometimento do senso de realidade e exacerbação da autoestima delirante, reforçando o diagnóstico de transtorno psicótico persistente”, registra um trecho do laudo ao qual a coluna teve acesso. Os peritos descrevem Adélio como alguém de “humor subjetivo tranquilo”, porém ansioso e tenso. O relatório aponta ainda “afeto reduzido, empobrecido, com pouca variação emocional ao longo da entrevista”, além de dificuldades significativas de julgamento e compreensão das consequências do atentado cometido contra Bolsonaro. Na avaliação técnica, o juízo de realidade de Adélio é considerado severamente comprometido, com percepção distorcida dos fatos e da própria condição clínica. Ele possui diagnóstico de esquizofrenia paranoide, quadro que, segundo os especialistas, se agravou ao longo dos anos de custódia. Os peritos também destacam que Adélio apresenta alucinações durante a maior parte do tempo, associadas a prejuízo funcional relevante. O laudo descreve grave comprometimento da realidade e dificuldades para qualquer forma de autonomia ou convívio sem supervisão especializada. Outro ponto ressaltado no parecer é a recusa reiterada de tratamento. Adélio não reconhece que esteja doente nem compreende a necessidade de acompanhamento médico. Atualmente, do ponto de vista clínico, já não é considerado “racional”. Como revelado em abril de 2025, ele vinha recusando tratamento e afirmava aos agentes penitenciários que “não é doido”. “A análise clínica longitudinal do sr. Adélio Bispo de Oliveira demonstra um quadro de transtorno mental crônico, com características compatíveis com transtorno esquizofrênico, manifestado por sintomas positivos persistentes, prejuízo afetivo, ausência de insight e recusa terapêutica decorrente da própria psicose. Trata-se de condição clínica que, pela natureza e gravidade, exige cuidado especializado, contínuo e estruturado, conforme literatura psiquiátrica consolidada”, afirma outro trecho do laudo. Confusão toma conta de julgamento, juíza manda retirar advogados e diz: “OAB que se dane” (veja o vídeo).
Moraes visita mansão de Vorcaro, fuma charuto e celebra eleição de Trump (Veja o vídeo)
Uma informação chocante acaba de surgir: testemunhas afirmam que o ministro Alexandre de Moraes esteve na casa de Daniel Vorcaro, em Brasília. Segundo relatos, o encontro ocorreu na mansão do empresário, dono do banco Master, onde Moraes também conheceu o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. A reportagem do portal Metrópoles detalha a suposta amizade, destacando que nos encontros foram consumidas bebidas, charutos e que o ministro teria acompanhado a campanha que levou Donald Trump à vitória nas eleições americanas. Assista ao registro: Um dos temores de Moraes está disponível ao público: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. O texto denuncia perseguições contra parlamentares, jornalistas e outras ações iniciadas no chamado Inquérito das Fakes News, alertando que a censura vigia a obra. Supremo Silêncio – O que você não pode saber! Veja a capa:
URGENTE: Governo Lula reage ao escândalo Lewandowski com o Banco Master
Integrantes do governo Lula afirmaram que não tinham conhecimento prévio do contrato firmado pelo ex‑ministro da Justiça e Segurança Pública Ricardo Lewandowski com o Banco Master, controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo auxiliares do Planalto, a informação só veio à tona após a repercussão pública do caso. A informação foi divulgada pela CNN. Nos bastidores, ministros trabalham para conter o impacto político das revelações de que o escritório de advocacia de Lewandowski teria prestado consultoria ao Banco Master enquanto ele ainda comandava o Ministério da Justiça e Segurança Pública. A estratégia tem sido minimizar o episódio e afastar a narrativa de conflito de interesses. Apesar da versão oficial, informações apontam que a existência do contrato foi citada por integrantes do próprio governo como um dos fatores que aceleraram o pedido de demissão de Lewandowski da pasta. O ex‑ministro deixou o cargo em 10 de janeiro, em meio ao avanço das apurações envolvendo o banco. Após a divulgação do caso, Lewandowski publicou nota confirmando que prestou serviços ao Banco Master, mas sem especificar o período em que o contrato esteve em vigor. No Planalto, a avaliação predominante é de que o presidente Lula não foi informado sobre esse vínculo no momento da nomeação e de que não haveria irregularidade, pois, segundo essa versão, o contrato teria sido encerrado antes da posse no Ministério da Justiça. O episódio também gerou movimentações nos bastidores de Brasília. Lula chegou a se reunir, fora da agenda oficial, com Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta a partir de hoje será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.