Flávio Bolsonaro, senador, acabou de dar entrevista na porta da sede da Polícia Federal. Ele contou qual foi o pedido que o ex‑presidente Jair Bolsonaro fez na visita. Bolsonaro pediu que os deputados e senadores falem direto com Hugo Motta e Alcolumbre para levar a anistia à pauta. Poucos dias antes do julgamento de Bolsonaro, saiu um livro chamado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. O título já previa o quadro triste e absurdo que virou realidade com a prisão do ex‑presidente. No texto, o autor acusa que Bolsonaro foi perseguido por um aparelho político que juntou instituições, a imprensa e grupos progressistas para derrubar seu governo e calar o conservadorismo em alta. O livro ainda aponta como tudo pode terminar – e o relato corta o peito. Hoje, o livro virou um documento histórico, um grito contra a censura e o que chamam de “sistema”. Quer ler? Clique no link que está aí embaixo.
Inesperadamente, Moraes “recua”
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, afirmou que Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais de Jair Bolsonaro, não tentou driblar a tornozeleira eletrônica. Moraes registrou a decisão em despacho assinado na quarta‑feira passada e publicado nesta segunda, dia 24. A investigação oficial constatou que os alertas surgiram por falha técnica da tornozeleira, e não por tentativa de fraude. Moraes explicou que os supostos indícios de violação foram apenas breves quedas de sinal, totalizando menos de dez minutos. Ele disse que essas oscilações são típicas falhas técnicas ou falhas de cobertura do aparelho, por isso não viu razão para transformar a medida cautelar em prisão preventiva. Foi um revés inesperado do ministro frente aos últimos fatos. Mesmo assim, ele manteve todas as restrições, dizendo que são necessárias, adequadas e proporcionais para garantir a ordem pública e evitar atrapalhar a aplicação da lei penal.
URGENTE: Parlamentar é preso e motivo é assustador
Na terça‑feira (25), a Polícia Civil do Rio de Janeiro capturou o vereador Ernane Aleixo, de São João de Meriti, na Operação Muro de Favores. A ação visava acabar com a rede criminosa do Terceiro Comando Puro (TCP), a segunda maior facção do estado. Junto ao vereador, a polícia prendeu mais quatro pessoas durante a operação. Investigações mostram que Ernane, o terceiro vereador mais votado em São João de Meriti, trocou apoio político ao TCP por favores eleitorais e dinheiro. Mensagens e áudios apreendidos revelam que ele usou máquinas e recursos da prefeitura para montar barricadas em Vilar dos Teles, atrapalhando a polícia e os serviços públicos nas comunidades. O delegado Vinícius Miranda chamou o caso de ‘troca de favores’ entre o vereador e a facção. Ele disse que recursos públicos foram usados contra a própria população para montar barricadas. A polícia ainda achou dinheiro vivo na casa de Ernane, confirmando a ligação com o TCP. A polícia cumpriu 8 mandados de prisão e 36 de busca e apreensão, todos emitidos pela 2ª Vara Criminal de Meriti. A operação, feita pela Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro, faz parte do programa Barricada Zero, do governo do Rio, que quer derrubar barricadas e retomar áreas controladas pelo tráfico. A Polícia Civil descobriu que o TCP tem ligações com políticos locais para expandir seu domínio na Baixada Fluminense. O esquema atinge principalmente as comunidades Trio de Ouro, em Meriti, e Guacha e Santa Tereza, em Belford Roxo. As investigações também mostram que Ernane usou sua influência para conseguir empregos no hospital municipal, trocando cargos por apoio nas urnas. A polícia identifica Marlon Henrique da Silva, conhecido como Pagodeiro, como chefe da facção. Ele foi preso no ano passado e é considerado braço direito de Geonário Fernandes Pereira Moreno, o Genaro, líder máximo do TCP na Baixada. Pagodeiro confessou participação em três assassinatos, inclusive o de uma mulher morta em briga de facções. Nesta terça, os agentes também prenderam sua esposa, Luciana Adélia Theófilo. Foi preso também o irmão de um traficante da região, junto com outros membros da parte operacional da facção, aumentando o número de acusados ligados ao crime. A operação investigou tráfico de drogas, assassinatos, extorsão a comerciantes, lavagem de dinheiro, porte e uso de armas proibidas e a montagem de barricadas que bloqueavam a ação do Estado. A Polícia Civil disse que o material apreendido será enviado ao Ministério Público, que decidirá os próximos passos na justiça. As equipes seguem atuando em São João de Meriti e Belford Roxo, tentando cortar a estrutura financeira e de comando do TCP para que o Estado volte a controlar essas áreas.
Ciclone se aproxima de várias regiões do país e alerta vermelho é divulgado
Na terça (25/11) o clima ficou instável na maior parte do Brasil, principalmente no Sudeste. Um ciclone perto da costa criou uma área de baixa pressão que mantém o céu carregado e chuva constante o dia todo. O ciclone, que está no mar, aumenta o vento nas regiões costeiras e empurra a umidade do interior para o litoral, o que faz a chuva cair sem parar. O ciclone se formou entre as costas de São Paulo e Rio de Janeiro, deixando a chuva ainda mais forte no Rio, em São Paulo, no Espírito Santo e em Minas. Essa situação mantém o tempo instável, com ventos fortes e nuvens mudando rápido. No Rio, o clima ruim já apareceu de madrugada e a chuva deve durar o dia inteiro. A chuva pode vir em intervalos, acompanhada de trovões, raios e ventos moderados. Mesmo com temperatura mais baixa, a umidade alta deixa o ar abafado sob o céu cinza. Em São Paulo, o ciclone já afeta o estado desde cedo, principalmente no Leste e no Vale do Paraíba. Só à noite, quando o ciclone se afasta para o mar, a instabilidade deve baixar. Até lá, espere ventos fortes e chuvas irregulares por todo o estado. Minas Gerais sente o efeito do ciclone, principalmente no centro, na Zona da Mata e no sul, onde ainda há risco de temporais. No Espírito Santo, a umidade constante deixa o céu escuro e traz muita chuva durante o dia.
URGENTE: Bolsonaro toma decisão inesperada
Os advogados de Jair Bolsonaro (PL) optaram por não apresentar novos embargos de declaração antes do fim do prazo fixado pelo STF, que terminou na segunda‑feira, 25. Em setembro, o ex‑presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado. Sem esse recurso, os advogados podem agora usar os embargos infringentes, que servem para questionar decisões colegiadas não unânimes. Essa contestação pode levar o caso da 1ª Turma para o plenário do STF. O processo tem mais peso porque Bolsonaro foi julgado direto no STF, embora na época dos fatos não tivesse foro por cargo, já que não era mais servidor. Por isso, só é possível recorrer dentro do próprio STF, fechando outras vias de recurso. O ministro Alexandre de Moraes deve estar irritado com a escolha. Ele ainda não sabe o que vem a seguir. Bolsonaro, por sua vez, decidiu “entrar no jogo”. Poucos dias antes do julgamento, saiu um livro impactante chamado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. Ele descreveu o clima absurdo que hoje se confirmou com a prisão de Bolsonaro. O livro denuncia que Bolsonaro sofreu uma perseguição política organizada, envolvendo instituições, mídia e grupos progressistas que queriam fraquejar seu governo e calar o conservadorismo em alta. Ele ainda prevê o fim dessa trama. Hoje, a obra virou um documento histórico, um protesto contra a censura e o “sistema”. Quer ler o livro? Clique no link a seguir.
Depois de duas décadas, Globo perde conhecida apresentadora
Depois de 20 anos na Globo, Michelle Loreto anunciou nesta sexta (21) que vai sair da emissora. Ela usou suas redes sociais para contar a decisão, lembrando dos momentos marcantes, como a apresentação da previsão do tempo em vários telejornais, inclusive no Jornal Nacional, e agradeceu as oportunidades que recebeu. Nos últimos anos, Michelle se dedicou ao jornalismo de saúde, participando do quadro Bem Estar, onde ganhou destaque e disse sentir forte identificação com o tema. Ela explicou que a saída é o fim natural de um ciclo dentro da Globo. Em suas próprias palavras: Isso mostra que o que a Globo esperava da carreira dela não bate com o que Michelle quer para o futuro. Michelle também falou sobre o lado emocional da decisão, admitindo que mudanças importantes sempre trazem um certo medo. Ela disse: Para fechar, a apresentadora mostrou tranquilidade e confiança no que vem pela frente. Ela declarou: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destr…,Certamente, esse lançamento vai tirar o sono de muita gente…
AO VIVO: Anistia vai passar! (veja o vídeo)
A pesquisa da Quaest revelou que 42% da população não quer que o ex‑presidente seja preso, mostrando que a gente ainda está ao lado de Bolsonaro. Carlos Bolsonaro afirmou que o partido está cobrando de Jair Bolsonaro que ele deixe o capital político e entregue a liderança a outro nome da direita em 2026. O deputado Sóstenes Cavalcante disse que Hugo Motta combinou de levar a anistia do 8 de janeiro para votação. A urgência já foi aprovada na Câmara; agora a pressão é para que o texto chegue ao plenário. No programa Bom Dia, JCO, o economista Paulo Kogos e o ativista Douglas Garcia vão comentar tudo. Assista, compartilhe e ajude o Jornal da Cidade Online.
Prisão de Bolsonaro muda o jogo para 2026 (veja o vídeo)
Quando prenderam o ex‑presidente Jair Bolsonaro, o governo não viu nada vindo. Agora, a direita vê isso como sua maior carta para as eleições de 2026. Milhões de brasileiros acharam a prisão uma injustiça clara. Isso despertou a raiva e a vontade de protestar que estava parada desde o fim de 2022. A sede da Polícia Federal, em Brasília, virou de repente um ponto de vigília. Isso mostrou ao Planalto que a ideia de martírio deu nova força e união aos conservadores. A grande imprensa tenta dizer que isso é só mais um processo judicial, mas nos bastidores a coisa é outra. Ao contrário, a prisão juntou o bolsonarismo, reorganizou o movimento e trouxe de volta seu peso político. Isso tudo enquanto o PL da Anistia volta à pauta, bloqueia a agenda do Congresso e esquenta ainda mais o clima político.
General americano vai pessoalmente ao Caribe e deixa Maduro em desespero
Na segunda‑feira, 24, o general Dan Caine chegou a Porto Rico, dando novo impulso à presença militar dos EUA no Caribe. Como chefe do Estado‑Maior Conjunto, ele foi a bordo de um dos navios de guerra da Marinha que patrulha a área. O Pentágono diz que a visita foi um agradecimento às tropas pelo feriado de Ação de Graças, mas, segundo fontes internas, Washington está estudando medidas mais duras contra Nicolás Maduro, aumentando a já tensa situação militar e diplomática. Com David Isom, veterano da Navy SEALs e conselheiro do Alto Comando, Caine se encontrou com oficiais do Comando Sul, que cuida das ações dos EUA na América Latina. Ao mesmo tempo, o porta‑aviões USS Gerald R. Ford, o maior do planeta, segue operando no Caribe. Aproximadamente 15 mil militares – fuzileiros navais e outras tropas baseadas em Porto Rico – formam a força ativa dos EUA no Caribe. Caine, que lidera a Operação Lança do Sul, está à frente de um plano que o Departamento de Defesa chama de maior mobilização dos EUA na região desde a Crise dos Mísseis de 1962. Mesmo dizendo que quer manter a estabilidade da região, a Casa Branca tem equipes de segurança preparando vários cenários. Segundo fontes, Donald Trump autorizou missões secretas da CIA dentro da Venezuela, mas ainda não se sabe quem são os alvos ou quando acontecerão. Também foi debatida uma negociação que deixaria Maduro no poder por um tempo, mas Washington descartou a ideia.
Livro que previu a prisão de Bolsonaro, também prevê desfecho final dessa história
Um livro impactante saiu poucos dias antes de Jair Bolsonaro ser julgado. No título “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”, o autor descreve o quadro ridículo que acabou acontecendo, culminando na prisão de Bolsonaro. Segundo o livro, Bolsonaro sofreu uma perseguição organizada. Instituições, a imprensa e grupos progressistas se juntaram para minar seu governo e calar a crescente força conservadora. O autor ainda aponta como tudo deve terminar. Hoje, o livro virou um registro histórico, um grito contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.