Alexandre de Moraes vive dias de terror. O escândalo envolvendo o Banco Master e as acusações que atingem o ministro e sua família se intensificam. Além disso, Moraes foi “abandonado”. Nenhuma figura pública, ministro, o Planalto ou o Congresso se manifestaram a seu favor, exceto um único ministro do Supremo, Gilmar Mendes. Gilmar afirmou ter “absoluta confiança” em relação a Moraes e declarou que não vê “nenhum problema” nas publicações relacionadas ao caso. Vale ressaltar que a Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) condenou a censura imposta por Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano. Outros títulos já se encontram sob risco de censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da própria censura e de acontecimentos estranhos no STF.
São Paulo, ainda em alerta: após recorde de calor, tempestade ameaça segunda‑feira Veja
O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo emitiu alerta para tempestades que devem atingir a capital a partir desta segunda‑feira (29). A cidade pode enfrentar chuvas intensas, raios, ventos acima de 50 km/h e granizo isolado. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) ampliou o aviso de risco potencial de tempestades para todo o estado de São Paulo, bem como para o Paraná e grande parte de Santa Catarina. As condições adversas podem provocar queda de árvores e interrupções no fornecimento de energia. Algumas áreas já registraram precipitações no domingo (28). Pancadas de chuva atingiram a zona norte da capital e Guarulhos. No interior, motoristas na rodovia Anhanguera, próximo a Jundiaí, buscaram abrigo sob um viaduto para se proteger do granizo, bloqueando o tráfego em ambas as direções. Na região de São José do Rio Preto, a Defesa Civil estadual enviou alertas para os celulares da população sobre o risco de chuvas fortes previstas para o início da noite de domingo. Segundo o CGE, a combinação da brisa marítima que avança pelo extremo sul da cidade com a massa de ar quente e úmido deve gerar núcleos de chuva de moderada a forte intensidade. A massa de ar quente perderá força gradualmente, dando lugar a sistemas de instabilidade que afetarão toda a Grande São Paulo. Para esta segunda‑feira, a previsão indica madrugada com céu nublado e temperatura em torno de 22 °C. O dia começará com sol e nebulosidade variável, com possibilidade de pancadas isoladas de chuva. A situação deve se agravar durante a tarde, com chuvas fortes que podem causar queda de árvores, alagamentos e elevação dos níveis de rios e córregos. O calor persistirá, podendo chegar a 31 °C hoje. Na terça‑feira (30), as temperaturas apresentarão ligeira queda, com máxima prevista de 29 °C. O Inmet alerta que, a partir da tarde de terça, pancadas de chuva forte podem vir acompanhadas de trovoadas, raios e rajadas de vento. O órgão meteorológico também aponta risco de granizo, formação de alagamentos e elevação do nível de córregos e rios, aumentando a probabilidade de queda de árvores. No domingo, a capital registrou 36,9 °C por volta das 16h, conforme medição da estação do Inmet no Mirante de Santana, zona norte. Esse valor representa a temperatura mais alta de 2025 e o dia mais quente já registrado em dezembro desde o início das medições, em 1943. O recorde anterior para o mês havia sido estabelecido na sexta‑feira (26), quando os termômetros marcaram 36,1 °C. Antes disso, a maior temperatura de dezembro havia sido registrada em 3 de dezembro de 1961, com 35,6 °C. A onda de calor elevou em 60 % o consumo de água no estado durante a semana. Os reservatórios que abastecem a Grande São Paulo operam atualmente com apenas 26 % de sua capacidade total, segundo dados do governo paulista.
Policial é atropelado e arrastado por 300 metros em blitz (Veja o vídeo)
Um policial militar ficou ferido ao ser atropelado e arrastado por cerca de 300 metros durante uma abordagem realizada na madrugada de sábado (27) no município de Crissiumal, no noroeste do Rio Grande do Sul. O caso está sob investigação da Polícia Civil, que já identificou o motorista e o indiciou por tentativa de homicídio qualificado. O condutor foi identificado como Celso Luiz dos Santos Leal. Após o crime, ele fugiu e, até o momento, é considerado foragido. A abordagem ocorreu por volta das 3h, quando equipes da Brigada Militar tentaram fiscalizar o veículo conduzido pelo suspeito. Segundo a investigação, o motorista acelerou de forma repentina, arrastando o policial por aproximadamente 300 metros em alta velocidade, numa tentativa de escapar da ação policial. O agente ficou ferido e recebeu atendimento médico. Ainda na noite de sábado, forças de segurança iniciaram uma operação conjunta para localizar o suspeito. Policiais civis e militares, incluindo guarnições da Brigada Militar e do Pelotão de Operações Especiais (POE), atuaram de forma integrada sob a coordenação do delegado William Garcez. A Justiça expediu um mandado de prisão preventiva, que foi representado no mesmo dia da ocorrência. Apesar das diligências, o investigado não foi encontrado na cidade após o crime e passou a ser oficialmente considerado foragido. As autoridades continuam as buscas na região e em municípios vizinhos. A Polícia Civil reforça que informações que possam auxiliar na localização de Celso Luiz dos Santos Leal podem ser repassadas de forma anônima, tanto à própria Polícia Civil quanto à Brigada Militar. O caso segue em investigação, e novas medidas não estão descartadas conforme o avanço das apurações. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se manifestou contra a censura promovida pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, mas a censura permanece há quase um ano. Outros títulos também parecem estar na mira da censura, como os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que abordam a própria censura e os acontecimentos incomuns dentro do STF.
MPF investiga jantar suspeito entre Moraes e Vorcaro
Um encontro entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro passou a ser objeto de questionamento formal junto ao Ministério Público Federal (MPF). A iniciativa partiu do advogado Ênio Martins Murad, de Mato Grosso do Sul, que protocolou uma manifestação pedindo a abertura de procedimento investigatório para analisar o episódio. No início do documento, o advogado enfatiza que a iniciativa não tem caráter acusatório. Segundo ele, a “manifestação não tem natureza acusatória, não imputa crimes, não formula juízo de culpa e não afirma a ocorrência de ilícitos”, mas busca esclarecer fatos que considera sensíveis do ponto de vista institucional. Entre os pontos levantados, Murad destaca a informação de que o Banco Master teria firmado um contrato de prestação de serviços advocatícios no valor aproximado de R$ 129.000.000,00 com o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. O advogado sustenta que a relação contratual merece análise à luz dos princípios que regem a administração pública. Além disso, o pedido chama a atenção para um jantar realizado entre o ministro do STF e o ex‑banqueiro, supostamente ocorrido antes da prisão de Daniel Vorcaro. Recentemente, a Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou-se contra a censura feita por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Embora o ministro afirme que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, a censura permanece por quase um ano, sem clareza sobre o que se pretende ocultar. Outros livros parecem estar na mira da censura. Dois exemplos são “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da censura e de acontecimentos estranhos dentro do STF.
Campeão de fisicultura morre aos 28 e a causa revela risco das drogas de ganho muscular
A morte do fisiculturista Kevin Notário Nunes, de apenas 28 anos, provocou forte comoção nesta sexta‑feira (26) em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul. Ex‑campeão estadual da modalidade, o atleta encontrava‑se internado no Hospital Regional após procurar atendimento médico em estado grave, com dores intensas na região da coxa. O falecimento foi confirmado pelo pai, Marcelino Nunes, vereador da cidade. Segundo relatos de familiares, Kevin foi diagnosticado com fasciíte necrosante, infecção bacteriana extremamente agressiva, popularmente chamada de “bactéria devoradora de carne”, capaz de destruir rapidamente tecidos da pele e do músculo. Diante da gravidade do quadro, os médicos realizaram cirurgia de emergência ainda na tarde de quinta‑feira. O atleta precisou permanecer intubado, mas não resistiu à evolução da infecção. Mesmo com a intervenção cirúrgica imediata e o suporte intensivo, o organismo do fisiculturista não respondeu ao tratamento, levando ao agravamento irreversível do quadro clínico. Nas redes sociais, Marcelino Nunes aproveitou o caso do filho para fazer um alerta público. Ele afirmou que o problema de saúde estava relacionado ao uso de substâncias ilegais destinadas ao ganho de massa muscular, prática que, segundo ele, deve ser encarada com seriedade e responsabilidade. “A busca pelo corpo ideal levou à vida precoce do meu filho Kevin. Que este caso sirva de alerta para quem pensa em recorrer a métodos arriscados para potencializar resultados”, escreveu o vereador. O velório ocorreu na Capela Pax Primavera, em Ponta Porã, e o sepultamento está previsto para este sábado. Kevin Notário Nunes deixa duas filhas gêmeas.
Banco Central impetrará mandado de segurança no STF contra acareação ordenada por Toffoli
Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, o Banco Central pretende apresentar recurso ao STF contra a participação de seu diretor na acareação determinada pelo ministro Dias Toffoli no caso Banco Master. O recurso, analisado pela assessoria jurídica da autoridade monetária, trata‑se de um mandado de segurança, segundo duas fontes que acompanham o caso e foram entrevistadas pela Folha. No sábado (27), após solicitação de esclarecimento do banco, o magistrado reiterou a necessidade da acareação e da presença de representante do BC, embora tenha afirmado que nem o regulador nem o diretor Aílton de Aquino, da Fiscalização, são investigados. A audiência está marcada para terça‑feira (30). O BC havia pedido a Toffoli que esclarecesse se Aquino foi convocado como testemunha, acusado ou parte ofendida. “Considerando que o objeto da investigação envolve a atuação da autoridade reguladora nacional, sua participação nos depoimentos e acareações entre os investigados reveste‑se de especial relevância para o esclarecimento dos fatos”, escreveu Toffoli no despacho. No mesmo despacho, Toffoli informou que Banco Central e o diretor de fiscalização não são investigados, mas manteve a posição contrária à acareação, instrumento típico da produção de prova criminal. Além de Aquino, o ministro determinou a intimação de Daniel Vorcaro, proprietário do Master, e de Paulo Henrique Costa, ex‑presidente do Banco de Brasília (BRB), que havia apresentado proposta de compra do banco liquidado em março. O formato coloca Vorcaro e Costa, investigados, frente a frente com Aquino, responsável pela fiscalização da atuação do Master e do BRB. A acareação foi ordenada diretamente pelo ministro, sem pedido prévio dos investigadores. Conforme apura a Folha, Toffoli teria instruído membros de seu gabinete a esclarecer quando o Banco Central tomou conhecimento das suspeitas sobre as operações do Master, quais medidas foram adotadas na fiscalização do mercado de títulos bancários e quem pode ser responsabilizado por eventuais falhas. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repulsa à censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano. Outros títulos parecem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam exatamente da restrição de publicações e dos acontecimentos incomuns no STF.
Acidente fatal entre dois helicópteros em Nova Jersey (veja o vídeo)
Um acidente envolvendo dois helicópteros resultou em morte e ferimentos graves neste domingo (28), no estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos. A colisão ocorreu ainda no ar e foi registrada em vídeo, que mostra o momento em que uma das aeronaves despenca após o impacto. Segundo informações divulgadas por autoridades locais, o acidente aconteceu por volta das 11h25, horário local, nas proximidades de um aeroporto da região. Após a colisão, um dos helicópteros pegou fogo, exigindo a rápida atuação das equipes da polícia e do Corpo de Bombeiros, que conseguiram conter as chamas. A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) informou que o acidente envolveu dois modelos da fabricante Enstrom: um F‑28A e um 280C. As aeronaves estavam sendo operadas apenas pelos pilotos, sem outros ocupantes a bordo. Com o impacto, um dos pilotos morreu ainda no local. O outro foi socorrido e encaminhado a um hospital da região em estado considerado grave, permanecendo sob cuidados médicos intensivos. As circunstâncias que levaram à colisão ainda são desconhecidas. A FAA e o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) já foram acionados e ficarão responsáveis pela investigação, que deverá apurar as causas do acidente e eventuais falhas operacionais ou técnicas. A Organização dos Estados Americanos (OEA) se manifestou contra a censura de livro por ordem do ministro Alexandre de Moraes, e a Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) também criticou a medida. O livro “Diário da cadeia”, censurado por Moraes, segundo o ministro, induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor da obra. A censura permanece há quase um ano, e outros títulos podem estar na mira. Dois exemplos citados são “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da censura e dos acontecimentos no STF.
Saúde de Bolsonaro se agrava e nova cirurgia será realizada nas próximas horas
Carlos Bolsonaro publicou hoje (28/12/2025) no X a atualização sobre o quadro clínico de seu pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Segundo o filho, ele acompanhou o pai quando os soluços retornaram algumas horas após a cirurgia realizada na tentativa de corrigir o problema de saúde. Hoje, infelizmente, o estado clínico de Jair Bolsonaro se agravou com o retorno da pressão arterial elevada, consequência da exaustão provocada pelos soluços. Essa situação gera preocupação, inclusive em relação à segunda intervenção cirúrgica que estava prevista para amanhã. O quadro de saúde de meu pai nos preocupa cada vez mais. Vivemos um verdadeiro pesadelo e esperamos, com fé, que tudo isso seja ao menos minimizado o quanto antes. A Organização dos Estados Americanos (OEA) manifestou forte revolta contra a censura de livros promovida pelo ministro Alexandre de Moraes. A crítica foi publicada em artigo que pode ser visualizado abaixo. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) também se pronunciou contra a censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor. Contudo, a censura permanece há quase um ano, levantando suspeitas sobre o que se pretende ocultar. Outros títulos parecem estar na mira da censura. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que abordam a própria censura e episódios peculiares ocorridos no Supremo Tribunal Federal.
BOLSONARO, APÓS CIRURGIA DE HÉRNIA, ENFRENTA NOVA CRISE DE SOLUÇOS E PRESSÃO
O Hospital DF Star divulgou, na tarde deste domingo (28/12), uma nova atualização sobre o estado de saúde do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). Internado desde o dia 24 de dezembro, Bolsonaro está em acompanhamento pós‑operatório após passar por uma cirurgia de correção de hérnia. O procedimento, uma hernioplastia inguinal bilateral realizada no dia 25 de dezembro, foi autorizado após avaliação clínica e exames laboratoriais. De acordo com a nota oficial do hospital, o ex‑presidente permanece sob cuidados médicos enquanto se recupera da cirurgia. O comunicado detalha as intercorrências recentes enfrentadas pelo paciente: O ex‑presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado no Hospital DF Star, em cuidados pós‑operatórios de herniorrafia inguinal bilateral, por via convencional. Na noite passada, apresentou nova crise de soluços, apesar do procedimento realizado, além de elevação da pressão arterial. Michelle Bolsonaro afirmou no X: “Jair não teve uma noite boa; apresentou uma nova crise de soluços, iniciada por volta das 23h, que permaneceu até as 11h20 da manhã, sem pausas, o que lhe causou grande exaustão e elevação da pressão arterial.” Além disso, tudo indica que uma nova cirurgia deve ocorrer amanhã. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se manifestou contra a censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, mas a censura persiste há quase um ano. Outros títulos também estariam sob risco de censura, como os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam exatamente da censura e de acontecimentos no STF.
Moraes fica isolado; só Gilmar Mendes o defende
Alexandre de Moraes vive dias de terror. O escândalo envolvendo o Banco Master e as acusações que atingem o ministro e sua família se intensificam. Além disso, Moraes tem sido “abandonado”: nenhuma figura pública, nenhum ministro, o Palácio do Planalto ou o Congresso se manifestaram em seu favor, exceto um único ministro do Supremo, Gilmar Mendes. Gilmar Mendes declarou ter “absoluta confiança” em Moraes e afirmou não ver “nenhum problema” nas publicações que lhe são atribuídas. Vale ressaltar que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) protestou contra a censura ao livro de Alexandre de Moraes, “Diário da cadeia”. O ministro sustenta que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, embora a censura permaneça há quase um ano. Outros títulos parecem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da suposta repressão e dos acontecimentos incomuns dentro do STF.