O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou o ex‑prefeito de Cubatão, Ademário da Silva Oliveira (PSDB), por suposto estupro contra uma servidora da Secretaria Municipal de Cultura, ocorrido durante seu mandato. O crime teria acontecido em outubro de 2020, durante uma festa de aniversário. A funcionária, que na época trabalhava na referida secretaria, registrou a denúncia no ano passado. O processo tramita em segredo de justiça. A defesa de Ademário da Silva Oliveira afirmou que seu cliente é inocente e que confia na Justiça e no devido processo legal. “Em que pese a denúncia oferecida pelo Ministério Público, é fundamental destacar que, ao final das investigações conduzidas pela Polícia Civil — autoridade que teve acesso direto e integral a todos os elementos probatórios colhidos na fase investigativa —, não houve o indiciamento de nosso cliente”, declarou o advogado Octavio Rolim em nota assinada.
Polícia intensifica busca por rapper Oruam após tornozeleira desligada
A juíza Tula Correa de Melo, da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, expediu mandado de prisão preventiva contra o rapper Oruam nesta terça‑feira (3). A decisão ocorreu após constatação de que a tornozeleira eletrônica do artista está desligada desde 1º de fevereiro. O mandado foi enviado à 16ª Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca logo após a assinatura da decisão. A magistrada baseou sua determinação em relatórios que comprovaram diversas violações no uso do dispositivo de monitoramento eletrônico por Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, nome de batismo do cantor. Registros mostram que o equipamento apresentou 28 interrupções em 43 dias de uso. As falhas ocorreram principalmente durante a noite e nos fins de semana, comprometendo a fiscalização das medidas cautelares estabelecidas. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou na segunda‑feira (2) a liminar do habeas corpus que garantia a liberdade do rapper. A defesa de Oruam tentou justificar as interrupções alegando “problemas de carregamento de bateria”, argumento considerado insuficiente pelo relator do caso. Mauro Davi foi preso inicialmente em julho de 2025, após ser indiciado por sete crimes: tráfico de drogas, associação ao tráfico, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. Posteriormente, também foi denunciado por tentativa de homicídio contra policiais pelos mesmos fatos. Em setembro do ano passado, o STJ havia substituído a prisão por medidas cautelares alternativas, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento periódico ao juízo e recolhimento domiciliar noturno. SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
CPMI contra Banco Master quebra recorde de assinaturas e será protocolada hoje
Tudo pronto para que o pedido de CPMI do Banco Master seja protocolado nesta terça‑feira (3). O requerimento quebrou um recorde ao conquistar o apoio de 42 senadores e 238 deputados federais, totalizando 280 parlamentares. O deputado Carlos Jordy, autor do requerimento, comemorou a conquista: “Alcançamos um recorde histórico de assinaturas para a instalação de uma CPMI. Isso mostra que o Parlamento brasileiro está atento e comprometido em investigar esse escândalo que causa indignação na população. Não podemos permitir que fatos dessa dimensão fiquem sem resposta. A sociedade exige transparência e nós vamos entregá‑la”. Para que a comissão seja instalada, é necessário o aval do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que tem se mantido neutro em relação ao tema.
Eduardo Bolsonaro demonstra força ao ser convidado para evento com Trump e Milei
Eduardo Bolsonaro estará presente no dia 10 de fevereiro em evento que contará com a participação do presidente da Argentina, Javier Milei, e do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Mar‑A‑Lago Club, resort do presidente americano. Em publicação no X, o filho do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) compartilhou o card oficial do evento, que celebrará os “250 anos de prosperidade americana e as contribuições vitais dos hispano‑americanos para o futuro econômico da nação”. Eduardo afirmou sentir satisfação em participar do encontro. “Satisfação retornar à residência do presidente Donald Trump e participar do mesmo evento que o melhor presidente da Argentina de todos os tempos, Javier Milei”, escreveu Eduardo em sua conta no X. O site institucional do evento informa que o encontro é organizado pelo grupo Latino Wall Street, com o objetivo de reforçar parcerias estratégicas entre os Estados Unidos e a América Latina. Sem dúvida, trata‑se de uma incontestável demonstração de força e de bom relacionamento com grandes lideranças mundiais.
Imagens inéditas mostram Ronaldo Fenômeno encontrando Toffoli no resort Tayayá – Veja o vídeo!
A situação só piora para o ministro Dias Toffoli, que cada vez mais parece ter atuado como proprietário do resort Tayayá. Imagens inéditas que circulam nas redes sociais registram o dia em que Toffoli recebeu o ex‑jogador de futebol Ronaldo Fenômeno no empreendimento. Na mesma ocasião, teria sido realizada a inauguração simbólica de um cassino que funciona no resort. Segundo especulações, Ronaldo teria demonstrado interesse no projeto. Veja o vídeo:
Esposas de ministros, inclusive Viviane Barci, ouvem Fachin defender o novo Código de Ética no STF
O pronunciamento do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, em defesa da criação de um Código de Ética para a Corte, contou com a presença presencial de familiares de ministros na sessão de reabertura dos trabalhos, realizada na segunda‑feira (2/2). Entre os presentes estavam mulheres de ao menos quatro integrantes do tribunal, posicionadas na primeira fila da plateia. Assistiram ao discurso as companheiras dos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Dias Toffoli e do próprio Edson Fachin. A circunstância chamou atenção porque o Código de Ética em debate poderá estabelecer regras que impactem não apenas os magistrados, mas também familiares próximos, inclusive em atividades profissionais. Durante sua fala, Fachin defendeu que o Supremo dê um sinal institucional claro por meio de atitudes concretas. “A questão é saber se já chegou a hora de o tribunal sinalizar, por seus próprios atos, que o momento é outro. Minha convicção é que esse momento chegou. A fase agora é da retomada plena da construção institucional de longo prazo”, afirmou o presidente da Corte.
Justiça do Rio de Janeiro volta a prender o cantor Oruam por violar tornozeleira eletrônica
A Justiça do Rio de Janeiro determinou novamente a prisão do cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido artisticamente como Oruam, por descumprimento de medidas cautelares. A decisão foi assinada pela juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal da Capital, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogar o habeas corpus que mantinha o artista em liberdade. A ordem judicial tem como base o entendimento do ministro Joel Ilan Paciornik, relator do caso no STJ, que avaliou que Oruam violou reiteradamente as condições impostas quando deixou a prisão no ano passado. Entre as exigências estava o uso contínuo de tornozeleira eletrônica, considerada essencial para o acompanhamento judicial. Segundo o ministro, o sistema de monitoramento ficou seriamente prejudicado porque o equipamento permaneceu sem carga por períodos prolongados. Para o STJ, a recorrência dessas falhas inviabilizou a fiscalização adequada e demonstrou risco tanto à ordem pública quanto à efetiva aplicação da lei penal. Documentos anexados ao processo indicam a ocorrência de 28 interrupções no funcionamento da tornozeleira ao longo de 43 dias. Algumas dessas falhas chegaram a durar até dez horas, concentrando-se principalmente durante a noite e em finais de semana. Na avaliação do relator, o padrão observado extrapola eventuais problemas técnicos e evidencia desrespeito às determinações judiciais. Oruam havia obtido liberdade em setembro de 2025 por decisão do próprio ministro Paciornik, que na ocasião considerou insuficiente a fundamentação da prisão preventiva. O cantor responde a duas tentativas de homicídio qualificadas contra policiais civis, relacionadas a um episódio ocorrido durante uma operação policial no Rio de Janeiro. A defesa do artista, representada pelo advogado Fernando Henrique Cardoso, sustenta que não houve desligamento intencional da tornozeleira eletrônica. Segundo ele, o equipamento apresentava defeitos recorrentes e chegou a ser substituído pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) após avaliação técnica, argumento que será analisado no curso do processo.
Justiça do Rio determina prisão de Oruam por descumprir medida cautelar
Justiça do Rio de Janeiro determinou novamente a prisão do cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido artisticamente como Oruam, por descumprimento de medidas cautelares. A decisão foi assinada pela juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal da Capital, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogar o habeas corpus que mantinha o artista em liberdade. A ordem judicial tem como base o entendimento do ministro Joel Ilan Paciornik, relator do caso no STJ, que avaliou que Oruam violou de forma reiterada as condições impostas quando deixou a prisão no ano passado. Entre as exigências estava o uso contínuo de tornozeleira eletrônica, considerada essencial para o acompanhamento judicial. O ministro ressaltou que o sistema de monitoramento ficou seriamente comprometido porque o equipamento ficou sem carga por períodos prolongados. O STJ entende que a recorrência dessas falhas inviabilizou a fiscalização adequada e representou risco à ordem pública e à aplicação da lei penal. Documentos anexados ao processo apontam 28 interrupções no funcionamento da tornozeleira ao longo de 43 dias. Algumas falhas duraram até dez horas, concentrando‑se principalmente à noite e nos fins de semana. Na avaliação do relator, esse padrão ultrapassa eventuais problemas técnicos e demonstra desrespeito às determinações judiciais. Oruam havia conseguido liberdade em setembro de 2025 por decisão do próprio Paciornik, que então considerou insuficiente a fundamentação da prisão preventiva. O cantor responde a duas tentativas de homicídio qualificadas contra policiais civis, ocorridas durante uma operação policial no Rio de Janeiro. A defesa, representada pelo advogado Fernando Henrique Cardoso, alega que não houve desligamento intencional da tornozeleira. Segundo ele, o equipamento apresentava defeitos recorrentes e chegou a ser substituído pela Secretaria de Administração Penitenciária após avaliação técnica, argumento que será analisado no curso do processo. Vídeo revela o absurdo que Oruam fez antes de ser preso.
Ônibus com romeiros capota e deixa ao menos 15 mortos (Veja o vídeo)
De acordo com o Governo de Alagoas, o acidente registrado na manhã desta terça‑feira (3) na rodovia AL‑220, em São José da Tapera, no interior do estado, resultou em, no mínimo, quinze óbitos. Entre as vítimas estão cinco homens, sete mulheres e três crianças. As primeiras informações apontam que o ônibus transportava cerca de sessenta passageiros. Os feridos foram socorridos e encaminhados a unidades hospitalares da região, onde permanecem em tratamento. O capotamento ocorreu nas proximidades do distrito de Caboclo, em um trecho da rodovia conhecido como “S do Caboclo”, próximo ao Sítio Boqueirão.
MORAES REDUZIU INESPERADAMENTE PENA DE ROBERTO JEFFERSON E ENCERROU PROCESSO
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou nesta segunda‑feira (2) o início do cumprimento da pena imposta ao ex‑deputado federal Roberto Jefferson, ao declarar o trânsito em julgado da ação penal após a rejeição do recurso apresentado pela defesa. Com a decisão, o processo passa a estar encerrado no âmbito do STF. Embora a pena seja executada, Roberto Jefferson permanecerá em prisão domiciliar. A medida traz novas restrições: o uso de tornozeleira eletrônica, suspensão do passaporte, proibição de acesso a redes sociais e a concessão de entrevistas. Moraes também reduziu parcialmente a punição ao reconhecer a prescrição dos crimes de calúnia e incitação a dano qualificado. A condenação, inicialmente fixada em nove anos de prisão, pode ser reduzida para cerca de sete anos e meio. Caberá à Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro recalcular o tempo a cumprir, considerando o período já cumprido em prisão preventiva, e emitir o respectivo atestado de pena.