O senador Flávio Bolsonaro está pressionando Lula a se posicionar sobre a Lei Antifacção, aprovada pelo Congresso Nacional e que aguarda sanção ou veto presidencial. O prazo para decisão se encerra na próxima terça-feira, dia 24 de março. Em tom provocativo, o parlamentar questionou a postura do petista: “O próximo ex-presidente da República tem até o dia 24 de março para sancionar ou vetar a Lei Anti-facção, aprovada por nós no Congresso. O que ele fará?” A legislação tipifica o crime de “domínio social estruturado”, estabelecendo pena de 20 a 40 anos de prisão para organizações criminosas que exercem controle territorial. Segundo Flávio Bolsonaro, a proposta atinge diretamente facções que “atuam para controlar um território e implementar uma espécie de governo paralelo, oprimindo e explorando moradores”. O senador foi enfático ao detalhar os impactos da nova lei: “Ou seja, bandido que pertencer a organização criminosa que atua para controlar um território e implementar uma espécie de governo paralelo, oprimindo e explorando moradores, ficará um bom tempo preso, sem saidinha, sem auxílio reclusão e sem incomodar os cidadãos de bem”. A pressão sobre Lula coloca o presidente em uma posição delicada, tendo que decidir entre sancionar uma lei de endurecimento contra o crime organizado ou vetar uma medida apoiada pelo Congresso e aguardada pela população.
PT e Centrão se unem em manobra desesperada para enterrar CPMI do INSS
O avanço das investigações sobre a relação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com um dos pivôs do escândalo de desvios de aposentadorias e das apurações sobre o Banco Master aproximou PT e Centrão em uma ofensiva para barrar a prorrogação dos trabalhos da CPMI do INSS. Em lados opostos na maior parte das disputas recentes, governistas e dirigentes de partidos do bloco passaram a atuar juntos contra o prolongamento das apurações feitas pelo colegiado, cujo prazo termina na próxima semana. Sem ambiente político para convencer a cúpula do Legislativo, a CPMI recorreu ao Supremo Tribunal Federal na tentativa de garantir sobrevida às investigações. De um lado, o Planalto tenta conter o desgaste provocado pelo episódio envolvendo Lulinha. De outro, partidos do Centrão buscam evitar que a comissão continue revelando conexões incômodas em pleno ano eleitoral. O apoio à prorrogação é concentrado sobretudo em parlamentares do PL, do Novo e de parte da direita no Congresso. A leitura entre governistas é que a CPMI passou a gerar desgaste direto ao Palácio do Planalto após se aproximar do entorno do presidente Lula. A decisão da CPMI de recorrer ao STF agravou ainda mais o cenário. O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), ingressou com um mandado de segurança ao lado do relator Alfredo Gaspar (União-AL) e do deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), pedindo que o ministro André Mendonça determine a prorrogação. No recurso, os parlamentares alegam “ato omissivo” da Mesa Diretora e de Alcolumbre, sob o argumento de que o requerimento protocolado em dezembro não foi sequer lido em plenário. A iniciativa foi recebida com irritação pela cúpula do Congresso, que vê na judicialização uma tentativa de contornar a condução interna do Legislativo. O gesto ampliou o desgaste político em torno da CPMI.
Defesa de Vorcaro negocia delação premiada com André Mendonça – Veja o vídeo!
Nos bastidores de Brasília, um novo movimento no caso envolvendo o empresário Daniel Vorcaro começa a ganhar força e pode mudar completamente o rumo das investigações. Segundo apurações, a defesa já estaria em tratativas para viabilizar um acordo de delação premiada, tendo como ponto central interlocuções que passam pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça. A possível negociação ocorre em um momento de pressão crescente sobre Vorcaro, especialmente após a apreensão de materiais sensíveis que, conforme fontes próximas ao caso, podem conter registros comprometedores envolvendo figuras do meio político e empresarial. O conteúdo desses materiais teria elevado o nível de tensão entre os envolvidos e ampliado o interesse das autoridades em aprofundar as investigações. Dentro da estratégia da defesa, a delação surge como alternativa para reduzir danos e reorganizar o cenário jurídico do empresário. A avaliação é de que a colaboração pode abrir espaço para benefícios legais, ao mesmo tempo em que amplia o alcance das apurações, trazendo à tona novos nomes e conexões até então mantidas fora do radar público. No entorno do STF, a movimentação é acompanhada com cautela. O ministro André Mendonça, que já demonstrou preocupação com os limites entre vida privada e interesse público no caso, passa a ser peça-chave em qualquer avanço institucional relacionado à eventual delação. O caso Vorcaro, que já vinha provocando repercussão nacional, pode entrar agora em uma nova fase ainda mais sensível. Caso a delação se concretize, o impacto tende a ir além do campo jurídico, atingindo diretamente o ambiente político e reacendendo debates sobre poder, influência e os bastidores das relações em Brasília. A pergunta que fica é direta: se Vorcaro decidir falar, quem realmente está preparado para ouvir? Veja o vídeo:
Flávio Bolsonaro prepara ofensiva nacional na TV: aparecerá em todas as inserções regionais do PL antes das eleições
Uma estratégia simples, porém eficiente. Flávio Bolsonaro vai aparecer em todas as inserções regionais do PL que antecedem o período eleitoral. A decisão foi tomada em reunião com presidentes de diretórios do partido na última terça-feira (17). Flávio surgirá ao lado dos candidatos do PL a cargos do Executivo ou do Legislativo em todos os estados do Brasil. A estratégia visa reforçar o vínculo dos candidatos com a família do ex-presidente Jair Bolsonaro, além de evidenciar a imagem de Flávio no horário nobre da televisão, antes mesmo do início oficial do programa eleitoral. O movimento demonstra a intenção do senador de consolidar sua presença nacional e fortalecer sua liderança dentro do partido, projetando-se como figura central nas próximas disputas eleitorais.
Apresentador da Band é internado em estado crítico com dengue e plaquetas despencam para nível alarmante
O jornalista Felipeh Campos foi internado nesta quarta-feira (18) em São Paulo. O apresentador da Band deu entrada na Beneficência Portuguesa após ser diagnosticado com dengue em estado crítico. O quadro clínico de Felipeh Campos apresenta queda acentuada no número de plaquetas. A contagem registrada foi de 25 mil plaquetas. Esse índice motivou a classificação do caso como crítico. As plaquetas desempenham função essencial na coagulação sanguínea. A diminuição dessas células representa um dos principais indicadores de agravamento da dengue. Quando os índices caem drasticamente, o paciente fica exposto a maior risco de hemorragias e outras complicações severas. Os parâmetros médicos estabelecem que contagens inferiores a 150 mil plaquetas já caracterizam alteração no quadro clínico. Valores abaixo de 50 mil são classificados como preocupantes pelos profissionais de saúde. O nível apresentado por Felipeh Campos está consideravelmente abaixo desse limite de atenção. O apresentador permanece sob avaliação médica na unidade hospitalar. A equipe médica ainda não determinou se haverá necessidade de transferência do paciente para leito de maior complexidade. A possibilidade de encaminhamento para unidade semi-intensiva está sendo avaliada. Felipeh Campos apresenta o programa Melhor da Noite, exibido todas as quartas-feiras pela Band.
Líder do governo Lula no Senado recebeu R$ 11 milhões do Banco Master que agora articula resgatar com dinheiro público
O Banco Master, que negocia socorro bilionário com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) usando dinheiro de poupadores brasileiros, pagou ao menos R$ 11 milhões à BK Financeira — empresa da nora do senador Jaques Wagner, líder do governo Lula no Senado. Os contratos foram firmados em 2022, quando o Master já construía a estrutura que hoje está sob investigação. A nora em questão é Bonnie de Bonilha, estudante de psicologia, florista e graduada em direito, casada com Eduardo Sodré — enteado de Wagner e atual secretário de Meio Ambiente da Bahia. A empresa foi contratada para prospectar operações de crédito consignado para o banco. O sócio de Bonilha, advogado Moisés Dantas, confirmou tanto a sociedade quanto o vínculo com o Master. A coincidência é constrangedora. Wagner é peça central na articulação do governo Lula para aprovar no Senado a operação de resgate do Master — que transferiria o risco de uma instituição privada para o Fundo Garantidor de Créditos, com impacto potencial de até R$ 20 bilhões. Enquanto o líder do governo articula votos para o socorro, emerge que a família recebeu R$ 11 milhões do próprio banco a ser socorrido. Conflito de interesse é pouco para descrever o que isso representa.
Caminhoneiros iniciam greve nacional e devolvem frase de Lula durante pandemia: ‘A economia a gente vê depois’
A Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava) confirmou que a greve nacional dos caminhoneiros tem início nesta quinta-feira (19). A mobilização promete se expandir e pode resultar em uma paralisação total e generalizada em todo o país. Diversos áudios já circulam em grupos de WhatsApp convocando os caminhoneiros para a mobilização, que deve começar ao meio-dia. Políticos de esquerda e jornalistas manifestaram preocupação com os impactos econômicos da paralisação. A resposta dos caminhoneiros veio na forma de uma célebre frase atribuída ao presidente Lula: “A economia a gente vê depois”. A frase foi utilizada durante a pandemia de Covid-19 e agora retorna como resposta dos caminhoneiros diante das críticas sobre os possíveis prejuízos econômicos da greve.
Informação vaza e revela que ministros do STF temem postura de Moraes contra Bolsonaro
O deputado Gil Diniz utilizou as redes sociais para revelar informações relevantes sobre o cenário político em Brasília. Segundo o parlamentar, a recente internação do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou gravidade superior às anteriores e, conforme avaliações médicas, chegou a representar risco real de morte. O quadro delicado de saúde do ex-presidente mudou completamente o cenário político e elevou a tensão na capital federal. Nos bastidores, o ministro Alexandre de Moraes estaria mais fragilizado, especialmente após o desgaste provocado pelo escândalo envolvendo o Banco Master. De acordo com Diniz, ministros do próprio Supremo Tribunal Federal já teriam alertado que o melhor caminho seria conceder prisão domiciliar a Bolsonaro, diante da gravidade do seu estado de saúde. O motivo dessa posição, no entanto, não seria humanitário. O temor seria de natureza política: a permanência de Bolsonaro doente na prisão poderia fortalecer politicamente seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, impulsionar processos de impeachment contra ministros do STF e até mesmo ameaçar a estabilidade do próprio governo Lula. Enquanto isso, surgem no mercado as primeiras camisetas de apoio ao senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, demonstrando o crescimento de sua base de apoio. Os interessados em adquirir as camisetas podem acessar o site oficial: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Moraes é exposto em grave conflito de interesses envolvendo banqueiro e escritório da esposa
A situação do ministro Alexandre de Moraes se complica progressivamente, tornando cada vez mais difícil encontrar explicações satisfatórias para suas decisões judiciais. Informações divulgadas nesta quinta-feira (19) revelam que Moraes negou em maio de 2025 um recurso apresentado no Supremo Tribunal Federal (STF) por um notório adversário do ex-banqueiro Daniel Vorcaro: o investidor Vladimir Timerman, da Esh Capital. A decisão do ministro foi proferida exatamente no período em que o dono do Banco Master também processava o mesmo rival e era representado pelo escritório de advocacia de Viviane Barci, esposa de Moraes, e seus filhos. Segundo informações publicadas, os processos envolvendo Vorcaro e Timerman, com a participação de Viviane Barci e de Moraes como juiz, não configuram conflito direto segundo as regras da magistratura. Contudo, a situação evidencia como as redes de influência do dono do Master podem se entrelaçar no Judiciário. Na mesma época em que Moraes decidiu contra o gestor da Esh, Vorcaro também processava Timerman em uma queixa-crime protocolada pelo escritório Barci de Moraes, de Viviane, no Tribunal de Justiça de São Paulo. O dono do Master alegava ter sido caluniado e difamado pelo investidor, que o acusava de operar fraudes, divulgar informações falsas e induzir a erro investidores e instituições públicas como o Banco Central (BC). Na primeira instância, uma das estratégias adotadas por Viviane para tentar descredibilizar Timerman foi listar uma série de ações judiciais às quais ele respondia na Justiça. O objetivo declarado era demonstrar que o investidor seria um “perseguidor contumaz” e que estaria utilizando o mesmo método operacional contra Vorcaro. Viviane utilizou como exemplo a ação movida pelo empresário Nelson Tanure, investigado como possível sócio-oculto de Vorcaro, contra Timerman. Ao negar o trancamento deste processo no STF, Moraes manteve válido um dos argumentos apresentados pela esposa para reforçar a tese de perseguição a Vorcaro. A sobreposição de interesses levanta questionamentos sérios sobre a imparcialidade das decisões e a influência de vínculos familiares em processos de grande repercussão.
Esposa de Marquito desmascara boatos sobre abandono e exalta apoio de Ratinho: “Ele liga todos os dias”
A recuperação do humorista Marquito, conhecido por sua atuação no Programa do Ratinho, tem apresentado evolução positiva, conforme informações divulgadas por sua esposa, Milva Maia. Em pronunciamento nas redes sociais, ela fez questão de desmentir rumores recentes sobre um suposto abandono durante o período de internação. Internado desde 25 de fevereiro após sofrer um acidente de moto, o artista passou por transferência hospitalar nos últimos dias para dar continuidade ao tratamento com maior proximidade de profissionais de confiança da família. Milva utilizou um vídeo para rebater especulações falsas que circulavam na internet. “Esse vídeo é pra desmentir alguns boatos que surgiram nas redes sociais, de que o Marquito foi levado para o hospital e abandonado pela esposa, pelas filhas, pelo Ratinho… As filhas deles moram no interior, têm filhos pequenos, têm a vida delas, mas sexta, sábado e domingo estão muito preocupadas, falam com o pai por chamada de vídeo”, afirmou. Ela ressaltou o suporte constante do apresentador Ratinho, colega de longa data do humorista, destacando sua presença ativa desde o acidente. “Desde o acidente, o Ratinho liga todos os dias para saber como ele está. Ele já veio visitar, está sempre perguntando se preciso de alguma ajuda e já deixou claro que posso contar com ele. Na última visita, dentre tantas que ele já fez, ele ainda falou para o Marquito: ‘Toda quinta-feira eu vou apresentar um quadro seu, já falei pra produção’. E isso me alegrou muito”, declarou. Em tom emocionado, Milva atualizou o quadro clínico do marido e trouxe detalhes sobre os primeiros momentos após o acidente. “Está falando, fazendo fisioterapia. Ele está ótimo. Ele foi, sim, induzido ao coma no primeiro dia. Teve que entrar no coma induzido porque sofreu várias fraturas: costela, clavícula… Foi necessário, mas no dia seguinte ele não estava mais em coma induzido. Parem de alarmar e de contar mentiras”, frisou. A esposa do artista também compartilhou uma reflexão pessoal sobre fé diante da gravidade do ocorrido. “Minha felicidade é porque vivi o sobrenatural de Deus na minha vida através do meu marido. O acidente era de morte. Quem vive os milagres de Deus sabe muito bem enxergar a mão de Deus naquele momento. Foi uma tragédia muito grande, embora Deus tenha livrado. O cenário era de morte, mas a mão de Deus entrou na frente, e o livramento foi enorme. A recuperação dele está surpreendendo a medicina”, disse. O acidente aconteceu no fim de fevereiro, na Vila Gustavo, zona norte de São Paulo, nas proximidades da residência do humorista. Marquito sofreu um mal súbito enquanto conduzia uma motocicleta, perdeu o controle e acabou caindo, o que resultou em ferimentos no rosto e fratura em uma costela. Após o ocorrido, ele foi inicialmente encaminhado ao Hospital Nipo-Brasileiro. Já no dia seguinte, conforme informado pelo SBT, o artista passou por uma cirurgia que durou cerca de quatro horas. Em 6 de março, foi transferido para o Hospital Beneficência Portuguesa, onde segue em acompanhamento médico contínuo.