O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi alvo de um novo atentado na noite deste sábado (25). Em pronunciamento na Casa Branca após o ocorrido, Trump declarou que o homem é uma “pessoa doente” e afirmou acreditar que ele tenha agido sozinho. “Um lobo solitário”, disse o presidente americano. “O homem foi detido. Parece que ele mora na Califórnia. É uma pessoa doente, uma pessoa muito doente. E nós não queremos que coisas assim aconteçam”, declarou Trump. Veja o vídeo do pronunciamento:
A regra dos 3,5%: estudo de Harvard mostra que minoria ativa é capaz de transformar nações inteiras
Em 2011, uma pesquisadora de Harvard se dedicou a analisar 323 casos em que grupos de pessoas tentaram mudar governos, derrubar regimes ou transformar o rumo de seus países, ao longo de cem anos. A pergunta era direta: quantas pessoas precisam agir para mudar o que está errado? A resposta foi bem menor do que qualquer um esperava: 3,5%. Erica Chenoweth e Maria Stephan analisaram cada caso. Os que deram certo e os que fracassaram. E chegaram à mesma conclusão: nenhum governo ou regime resistiu quando 3,5% da população entrou em campo de verdade. Não uma maioria. Não metade. Menos de 1 em cada 30 pessoas. Mas há um detalhe fundamental nessa pesquisa. Esses 3,5% não ficaram quietos esperando a maioria acordar. Eles foram falar e influenciar as pessoas ao redor. Com o vizinho. Com o cunhado. Com o colega de trabalho. Eles foram o motivo pelo qual outros se moveram. A mudança não veio de um discurso para multidões. Veio de conversas entre pessoas comuns. Em 1980, na Polônia, operários do estaleiro de Gdansk começaram a se reunir em grupos pequenos dentro da própria fábrica. Sem rádio, sem televisão, sem nenhum canal oficial. Só conversa entre trabalhadores. Em poucos meses, o movimento Solidariedade, um movimento anticomunista, reunia 9,5 milhões de pessoas — um terço de toda a população adulta do país. Uma década depois, o regime comunista havia caído. Tudo começou dentro de uma fábrica, entre pessoas que decidiram parar de ficar quietas. Damon Centola, pesquisador da Universidade da Pensilvânia, confirmou esse padrão em 2018 numa pesquisa publicada na revista Science. Ele testou como grupos mudam de comportamento. O resultado foi claro: quando 25% das pessoas num grupo se posicionam com convicção, o grupo inteiro muda. E esse movimento começa sempre da mesma forma. Alguém que não fica calado e influencia quem está ao lado. Você provavelmente já viveu a sensação oposta. Estar numa sala onde todo mundo concorda com algo errado. E pensar que não adianta falar nada. Que seu posicionamento não vai mudar o jogo. Essa sensação engana. O que cem anos de história mostram é que a mudança não começa nas grandes tribunas. Começa nas mesas de jantar. Nas conversas de família. Nos grupos de pais da escola. Num bate-papo depois da missa. Numa conversa antes do culto. Uma pessoa fala. A outra começa a pensar diferente. Essa segunda pessoa fala com mais duas. É assim que funciona. O autor do texto relata ter vivido isso de dentro. Esteve em espaços de poder onde uma posição errada se sustentava não porque todos acreditavam nela, mas porque ninguém queria ser o primeiro a ir contra. Quando alguém se posicionava, outros que pensavam igual se encorajavam a se posicionar também. A sala mudava. O ambiente mudava. O que mais marcou nesses momentos não foi ter se posicionado. Foi o que acontecia depois. As pessoas que ficavam quietas procuravam para dizer em particular: “eu penso igual a você.” “Eu também não concordo com isto.” Elas já sabiam. Só precisavam de alguém que falasse primeiro. Quando você se posiciona, você não convence só pela lógica do argumento. Você dá permissão para que outros também se posicionem. O problema não é que há poucos brasileiros com princípios. É que muitos decidiram que o silêncio é mais seguro. Não por covardia. Por autopreservação. Só que quem fica quieto deixa de influenciar as pessoas ao redor que estavam esperando exatamente isso. Alguém que se posicionasse primeiro. Você não precisa convencer o Brasil. Precisa convencer as pessoas que estão ao seu lado. Sua família. Seus amigos. Sua comunidade. Esse é o seu campo de influência. E ele é maior do que você pensa. A restauração do Brasil não vai começar quando a maioria acordar. Vai começar quando a minoria que já acordou parar de guardar isso para si e influenciar. Essa minoria já existe. Falta ela perceber o tamanho do que tem nas mãos. Não precisa de palco. Precisa de coragem para influenciar na mesa de jantar.
Ex-jogador volta a campo em partida de futebol amador, sofre parada cardíaca e morre aos 51 anos
O futebol amazonense foi abalado pela trágica morte de Marquinhos Iranduba, ex-jogador de destaque na região. Ele faleceu na última sexta-feira (24), aos 51 anos, após sofrer uma parada cardíaca durante uma partida de futebol amador em Manaus. O incidente ocorreu dentro do campo, onde o ex-atleta caiu durante o jogo. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e tentaram realizar manobras de reanimação, mas Marquinhos não resistiu e veio a falecer. Segundo relatos, Marquinhos passou mal antes de cair no gramado, provocando correria entre os jogadores e espectadores presentes. As manobras de ressuscitação realizadas pela equipe do Samu no local foram intensas, porém insuficientes para reverter o quadro do ex-atleta. Marquinhos destacou-se no cenário do futebol amazonense, especialmente ao vestir a camisa do tradicional Atlético Rio Negro Clube, em 1993. O clube é uma das instituições mais respeitadas do Amazonas e possui uma rica história no futebol local.
Faltando um mês para a eleição, Colômbia sofre atentado terrorista que deixa 13 mortos (veja o vídeo!)
Um atentado terrorista com explosivo matou 13 pessoas e deixou mais de 20 feridas neste sábado (25) na rodovia Panamericana, em Cajíbio, município localizado no departamento de Cauca, a 600 quilômetros de Bogotá, na Colômbia. O artefato foi detonado na pista e atingiu diversos veículos, incluindo um ônibus. As autoridades colombianas atribuem o ataque a dissidentes da extinta guerrilha das Farc. O governador de Cauca, Octavio Guzmán, confirmou o atentado por meio de publicação em seu perfil no X. Inicialmente, Guzmán informou que o ataque havia deixado 7 vítimas fatais. Às 18h41 (horário de Brasília), o jornal colombiano El Tiempo confirmou que o número de mortos havia subido para 13 pessoas. Em sua manifestação nas redes sociais, o governador denunciou uma “escalada terrorista” na região. Guzmán também fez um “apelo urgente por maior presença, apoio real e decisões firmes por parte do governo nacional” para garantir a segurança dos habitantes do departamento. “Convocamos imediatamente um conselho de segurança e fazemos um apelo urgente por maior presença, apoio real e decisões firmes por parte do governo nacional que garantam a vida e a segurança dos habitantes do Cauca”, declarou o governador em sua publicação. Segundo informações do El Tiempo, o artefato explosivo utilizado no atentado era do tipo “pipeta”, um cilindro caseiro preenchido com explosivos. A detonação do dispositivo na estrada causou buracos na pista. Diversos veículos foram destruídos. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram a extensão dos danos causados pela explosão. O ministro da Defesa, Pedro Arnulfo Sánchez, anunciou em publicação em seu perfil no X que a presença militar e policial foi reforçada na área do atentado. Segundo o ministro, as forças de segurança devem intensificar as operações na região de Cauca e Valle del Cauca. Desde a sexta-feira (24), ataques a tiros e explosões foram registrados em diferentes cidades dos departamentos de Cauca e Valle del Cauca. Na mesma sexta-feira, um ataque contra uma base militar em Cali deixou 2 pessoas feridas. Cali é a terceira maior cidade da Colômbia. As autoridades colombianas atribuem esses ataques a dissidentes da extinta guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Esses grupos não aderiram ao acordo de paz firmado em 2016. Eles mantêm atividades violentas no país. Os dissidentes financiam suas operações por meio de atividades ilegais como narcotráfico, garimpo e extorsão. As guerrilhas armadas costumam exercer pressão violenta sobre processos eleitorais. A sequência de atentados ocorre a pouco mais de um mês da eleição presidencial colombiana, marcada para 31 de maio de 2026. A segurança pública é um dos temas centrais da disputa eleitoral. Veja o vídeo:
A farsa da ‘retaliação’ de Lula por expulsão de delegado da PF nos EUA. Veja o vídeo!
O jurista André Marsiglia comenta a farsa da “retaliação” de Lula à expulsão do delegado da PF Marcelo Ivo, descrito como araponga de Alexandre de Moraes nos Estados Unidos. Moraes é citado como o Ditador Judicial da República (DJR) e cônjuge da advogada detentora de contrato de 129 milhões de reais com o Banco Master de Daniel Vorcaro para nada fazer de jurídico. O texto original critica membros do STF (Supremo Tayayá Federal): Alexandre de Moraes, chamado de “o Pequeno e DJR”; Toffoli, descrito como o “amigo do amigo do meu pai” e antigo dono do resort Tayayá; Gilmar Mendes, citado como o libertador preferencial no STF; Flávio Dino, relacionado aos respiradores comprados em loja de produtos à base de canabis (maconha), que jamais alguém viu ou utilizou; e Edson Fachin, apontado como o descobridor de um erro de CEP (Curitiba) e anulador de todas as condenações de Lula da Silva e de seu grupo. Lula é descrito como um ignorante sistêmico, semianalfabeto, ridículo, perdulário, populista e avesso à leitura (ele já confessou isso). Mas não é burro. Na realidade é uma raposa de esperteza, segundo o texto. O presidente vive agredindo Trump para que este tome alguma ação contra ele ou contra algum de seus asseclas, só para então bater na tecla da defesa da soberania e, com mais esta farsa, tentar recuperar apoio eleitoral dos menos informados. É só nisso o que Lula pensa, após mais um governo petista de desgraça nacional: reeleição e poder. É dele a seguinte frase, sempre agredindo a gramática portuguesa: “Prá gente ganhá eleição, a gente faz o diabo.” (sic) O texto conclui: “Não precisa ‘fazê’ o diabo, Lula! Ele já foi feito há 80 anos em Caetés, Pernambuco e desde há muitos anos desgraça o Brasil!” Assista no vídeo abaixo o comentário de André Marsiglia:
Professora desaparecida há 5 dias é encontrada enterrada no próprio quintal; marido é preso
Jacemir Barbosa Bueno de Almeida, de 39 anos, foi preso nesta sexta-feira (24) como principal suspeito do assassinato da esposa, a professora Elisângela Barbosa de Almeida, de 43 anos. O homem teria matado a professora e enterrado o corpo no quintal da residência onde o casal morava em Pariquera-Açu, no interior de São Paulo. A irmã de Elisângela registrou o desaparecimento junto à polícia na quinta-feira (24). Após o registro, agentes interrogaram Jacemir na delegacia. A versão apresentada pelo suspeito gerou desconfiança por parte dos investigadores, que foram até a casa do casal na sexta-feira. No local, os policiais encontraram uma área com “terra mexida” no quintal do imóvel. A corporação acionou o Corpo de Bombeiros, que localizou o corpo da mulher enterrado no quintal. Elisângela era professora de educação infantil. O corpo foi removido do local para perícia. Jacemir foi preso em flagrante e conduzido à delegacia. Durante a ocorrência, a Polícia Militar precisou ser acionada porque moradores do bairro queriam agredir o suspeito.
Suplente de vereador da base governista é assassinado a tiros em Duque de Caxias — Veja o vídeo!
O suplente de vereador em Duque de Caxias, Luis Felipe Cardoso Nunes, foi assassinado a tiros na tarde deste sábado. Ele estava em um depósito de bebidas na Avenida Demétrio Ribeiro, no bairro Figueira, quando foi baleado. Chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra os momentos após o ataque. Testemunhas levaram o político ferido até um carro e o socorreram no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga o caso. Conhecido como Filipinho Cardoso, ele era filiado ao Republicanos e suplente na Câmara de Vereadores. A vítima fazia parte da base do prefeito Netinho Reis (MDB) e do ex-prefeito Washington Reis (MDB). Nas redes sociais, Filipinho publicava diariamente vídeos acompanhando obras da prefeitura de Duque de Caxias e fazia agradecimentos à família Reis. Veja o vídeo:
Mendonça derrota Gilmar: 2ª Turma do STF mantém prisão de advogado no caso Master por 3 a 1
A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu manter a prisão preventiva de Daniel Monteiro, advogado envolvido no caso Master. A decisão, publicada na sexta-feira (25), contrariou frontalmente o voto do ministro Gilmar Mendes. A votação ocorreu em plenário virtual, com análise iniciada em 22 de abril de 2026. O placar ficou em 3 votos a 1, representando uma derrota clara para o decano do STF. A prisão de Daniel Monteiro foi autorizada pelo ministro André Mendonça. Segundo as investigações da Polícia Federal, o advogado negociou propina no valor de R$ 146 milhões com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. As apurações da PF indicam que, desse montante, R$ 74 milhões foram efetivamente repassados, configurando esquema de corrupção de grandes proporções. Gilmar Mendes propôs substituir a prisão preventiva por medidas cautelares alternativas. Entre as restrições sugeridas pelo decano estavam monitoramento por tornozeleira eletrônica, suspensão temporária do exercício da advocacia e proibição de mudança de endereço residencial. A proposta, no entanto, não prosperou. A maioria dos ministros da 2ª Turma acompanhou o entendimento de André Mendonça, mantendo o advogado atrás das grades.
STF abre licitação para monitorar redes sociais 24 horas por dia e rastrear críticos com dinheiro público
O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu licitação para contratar empresa de monitoramento de redes sociais com acompanhamento em tempo real — 24 horas por dia, 7 dias por semana — de menções à Corte e aos ministros. O contrato vale até R$ 249,9 mil, com duração de 12 meses e sessão de pregão eletrônico marcada para 11 de maio. O serviço prevê monitoramento contínuo no X, Instagram, YouTube, Facebook e TikTok — com capacidade para processar até 500 mil menções por dia. A empresa contratada deverá classificar automaticamente o sentimento das publicações, identificar tendências, mapear influenciadores e enviar alertas sobre conteúdos com “potencial de repercussão” — inclusive via aplicativos de mensagem. São exigidos 4 profissionais dedicados ao monitoramento contínuo, relatórios diários e mensais e boletins em casos de maior impacto em até 24 horas. O STF afirma que o objetivo é subsidiar a comunicação institucional e apoiar a gestão de crises. O contexto é que a Corte vive a maior crise de credibilidade de sua história — com ministros indiciados pela CPI, escândalo Master, inquérito das fake news e pedidos de impeachment. O tribunal que quer controlar o que se fala sobre ele nas redes — enquanto Gilmar Mendes afirma que impeachment pode ser bloqueado pelo próprio STF — agora vai monitorar em tempo real quem fala alguma coisa sobre cada ministro. Com dinheiro público. 24 horas por dia.
Flávio Bolsonaro lidera ressurgimento estratégico da direita contra agenda esquerdista. Veja o vídeo!
O cenário político brasileiro atravessa um momento decisivo, marcado pelo que especialistas definem como “ressurgimento estratégico” da direita. Em debate recente no programa Choque de Ordem, a deputada federal Silvia Waiãpi e os advogados Felipe Carmona e Mauricio Fernandes destacaram que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro representa muito mais do que uma simples disputa eleitoral. Segundo os analistas, o movimento simboliza um projeto de resgate moral e de valores que foram silenciados após o afastamento forçado e injusto de Jair Bolsonaro da cena eleitoral. A missão da direita envolve o fortalecimento de princípios sólidos como pátria, família e liberdade. Entre as propostas centrais defendidas por Flávio Bolsonaro, destaca-se o chamado “revogaço” — a anulação imediata de medidas do governo Lula que, segundo os críticos, ferem a administração pública e a autonomia das famílias brasileiras. O sentimento geral entre os apoiadores é de que “o gigante acordou”. Comparando o cenário brasileiro com o retorno de figuras como Donald Trump nos Estados Unidos, os analistas acreditam que o bolsonarismo retorna mais experiente e articulado do que antes. Os números impressionam: enquanto em 2022 o ex-presidente Jair Bolsonaro contava com 10 palanques estaduais, Flávio Bolsonaro já articula apoio em mais de 20 estados. O objetivo é claro: enfrentar o avanço da corrupção e a interferência política do Judiciário para que, nas próximas eleições, a vontade soberana do povo prevaleça sem censura ou perseguições. Veja o vídeo: