O gestor de fundos Vladimir Timerman afirmou nesta quarta-feira (18) à CPI do Crime Organizado que há outros nomes por trás do ex-controlador do Banco Master Daniel Vorcaro, no escândalo que levou à liquidação da instituição financeira. Na avaliação do depoente, Vorcaro “era um pau-mandado” dos verdadeiros donos do banco, que estariam ocultos. Timerman mencionou as suspeitas envolvendo o nome do empresário Nelson Tanure. “O senhor Nelson Tanure é uma das cabeças, eu acho que é o mais alto da hierarquia […] O meu sentimento é que [Vorcaro] é uma pessoa que realmente não sabia nem o que estava acontecendo. Foi colocada para ser a cara [do banco], para fazer as conexões políticas”, disse Timerman. Ameaças de morte Timerman criticou duramente a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Polícia Federal e Banco Central pela suposta demora na apuração das fraudes. O convocado afirmou ter feito denúncias às autoridades desde 2019, após ter investigado a situação do banco, preocupado com seus investimentos. A Polícia Federal deflagrou as operações Compliance Zero e Carbono Oculto, para investigar as fraudes, apenas em 2025. “Minhas denúncias acerca de Gafisa S.A. se iniciaram em 2019, até 2021. A Gafisa S.A. é o laboratório de tudo. O inquérito [na CVM] demorou 473 dias para ser aberto. O inquérito na polícia não anda. Acho que todo mundo falhou”, disse. O depoente afirmou ter sofrido “mais de 30 ações criminais e ameaças de morte”, além de pedidos de prisão, como retaliação por suas denúncias. Ativos inflados Timerman explicou que os autores da fraude aumentavam artificialmente o patrimônio das instituições e transferiam os recursos inflados para outros envolvidos. Citou como exemplo a superestimação de ativos sem valor do antigo Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), incorporado pelo Banco do Brasil em 2008. “Elevavam o valor, criavam um lucro artificial. Só que esse dinheiro já era desviado antes de entrar no banco. Mas assim, o banco está tendo lucro, é um bom banco. O balanço está sólido, porque essas coisas estão infladas. Daí o que faz? Capta mais CDB. Por que precisa de captar mais CDB? Para pagar os CDBs que tinham para trás e continuar rodando a máquina”, afirmou. O senador Alessandro Vieira qualificou como complexa a rede de crimes praticados. Para o parlamentar, o impacto é palpável para muitos brasileiros. É o caso dos investidores que tinham aplicado, no Banco Master e nos fundos atingidos pelo escândalo, valores superiores ao ressarcimento de R$ 250 mil previsto no Fundo Garantidor de Crédito (FGC). “São números tão fora da realidade das pessoas que parece que não tem vítima, mas existem milhares, talvez milhões de vítimas espalhadas pelo Brasil”, alertou o senador. Timerman apontou ainda outro impacto: os bancos tradicionais, por terem que gastar mais para recompor o FGC, dificultarão os empréstimos para o cidadão comum. O depoimento atendeu a requerimento (REQ 210/2026), do relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Adiamento O ex-servidor do Banco Central Paulo Sérgio Neves de Souza não compareceu à convocação para depor nesta quarta-feira (18). Em princípio, o comparecimento às convocações de CPIs é obrigatório. Ele é suspeito de ajudar na manipulação do mercado, segundo Alessandro. O presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), lamentou decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que tornou facultativo o comparecimento de Souza. “Qual o sentido de uma comissão parlamentar de inquérito, se eu não posso proceder à oitiva de testemunha, convocar um investigado nem fazer quebra de sigilo?”, questionou. Fonte: Agência Senado
Governo Lula gastou R$ 800 mil em campanha de filme de Wagner Moura que fracassou no Oscar
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva destinou R$ 800 mil para a promoção do filme brasileiro “O Agente Secreto” em Hollywood, com o objetivo de impulsionar sua participação na disputa pelo Oscar. Apesar do investimento robusto de dinheiro público, a produção não conquistou vitória em nenhuma das quatro categorias para as quais havia sido indicada. Documentos revelam que o repasse foi oficializado por meio de contrato firmado em 10 de dezembro entre o diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Alex Braga Muniz, e um representante da Cinemascópio Produções, empresa responsável pelo longa. A liberação dos recursos ocorreu poucos dias depois, em 18 de dezembro de 2025. Inicialmente, a Ancine previa a destinação de R$ 400 mil para a campanha. No entanto, a produtora solicitou a ampliação do valor, argumentando que o montante original não seria suficiente para garantir competitividade no mercado norte-americano. Após análise, a diretoria da agência aprovou o aumento, elevando o investimento total para R$ 800 mil. O apoio financeiro encontra respaldo em uma portaria da própria Ancine, que autoriza o incentivo a obras nacionais selecionadas para representar o Brasil na corrida por uma indicação ao Oscar na categoria de Melhor Filme Internacional. Os recursos integram o Programa de Apoio à Divulgação do Filme Brasileiro Candidato a uma Indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional, iniciativa voltada à promoção de produções nacionais no exterior. “O Agente Secreto” concorreu nas categorias de Melhor Filme, Melhor Ator, com Wagner Moura, Melhor Filme Internacional e Melhor Elenco. No entanto, os vencedores foram “Uma Batalha Após A Outra”, Michael B. Jordan por “Pecadores”, “Valor Sentimental” e novamente “Uma Batalha Após a Outra”, conforme anunciado na cerimônia realizada no último domingo (15). Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Ministro de Lula não esconde fúria com greve dos caminhoneiros e anuncia monitoramento eletrônico de fretes
O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou nesta quarta-feira (18) que o governo Lula pretende implementar um sistema de fiscalização eletrônica para monitorar todos os fretes realizados no país. A medida busca ampliar o controle sobre o cumprimento do piso mínimo estabelecido para o transporte rodoviário de cargas. Durante coletiva de imprensa, o ministro destacou que não é mais possível ignorar irregularidades sem identificar os responsáveis. Segundo ele, cerca de 20% das empresas ainda não respeitam a tabela de frete, o que, na avaliação do governo, prejudica diretamente os caminhoneiros e compromete a concorrência no setor. “Não dá mais para levarmos isso [os descumprimentos] adiante sem sabermos quem não cumpre a tabela de frete”, afirmou. Ao abordar o tema, Renan Filho mencionou algumas das companhias com maior índice de descumprimento, entre elas BRF, Vibra Energia, Ambev, Raízen e Cargill. Ele informou ainda que o governo deverá tornar pública uma lista com empresas que não seguem as regras, como forma de dar transparência e reforçar a fiscalização. Não por acaso, a “fúria” do ministro chega justamente em um momento de tensão no setor de transporte, diante da possibilidade real de uma nova paralisação de caminhoneiros. O Brasil vai parar! Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Bolsonaro segue na UTI com pneumonia bilateral: defesa pede prisão domiciliar a Moraes
O ex-presidente Jair Bolsonaro continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, onde recebe tratamento para um quadro de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de broncoaspiração. As informações constam em boletim médico divulgado nesta quarta-feira, 18. Segundo a equipe responsável pelo acompanhamento, o paciente apresenta “boa evolução clínica”, com sinais de melhora nos exames de imagem e queda relevante nos indicadores inflamatórios. O tratamento adotado envolve o uso de antibióticos, além de suporte clínico intensivo e sessões de fisioterapia respiratória e motora, medidas comuns em quadros pulmonares mais delicados. Apesar dos avanços observados, os médicos ainda não estabeleceram uma data para a alta da UTI, indicando que o quadro requer monitoramento contínuo antes de qualquer mudança no regime de internação. A internação ocorreu na manhã da última sexta-feira, 13 de março, quando Bolsonaro deu entrada na unidade hospitalar após o diagnóstico de pneumonia bacteriana. A condição surgiu posteriormente a um episódio de broncoaspiração, situação em que há aspiração de conteúdo para os pulmões, o que pode desencadear infecções respiratórias. Paralelamente ao quadro clínico, a defesa do ex-presidente apresentou, na terça-feira, 17, um novo pedido ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes solicitando a concessão de prisão domiciliar. Os advogados argumentam que o estado de saúde atual seria mais grave do que em ocorrências anteriores, destacando o comprometimento pulmonar. Outro ponto levantado pela defesa é que a permanência de Bolsonaro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal poderia representar risco adicional à sua saúde, especialmente diante da possibilidade de intercorrências durante o período noturno, o que justificaria a necessidade de cumprimento da medida em ambiente domiciliar.
Tenente-coronel da PM é preso acusado de assassinar esposa policial: laudo aponta lesões no pescoço da vítima
O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, foi preso nesta quarta-feira (18), em São Paulo, após o avanço das investigações sobre a morte de sua esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, ocorrida em fevereiro deste ano. A prisão foi realizada por agentes da Polícia Civil paulista, que conduziram o oficial ao 8º Distrito Policial. Posteriormente, ele será transferido para o Presídio Militar Romão Gomes, localizado na Zona Norte da capital, unidade destinada exclusivamente a membros da corporação. O militar permanecerá à disposição da Justiça durante o andamento do processo. A solicitação de prisão foi fundamentada na avaliação de que a permanência do suspeito em liberdade poderia comprometer o curso das investigações. Segundo as autoridades, a medida busca assegurar a integridade da apuração e evitar possíveis interferências. No dia 10 de março, a Justiça de São Paulo determinou que o caso passasse a ser investigado sob a perspectiva de feminicídio, o que ampliou o escopo das diligências e a análise das circunstâncias da morte. Geraldo Neto apresentou uma versão em que sua esposa teria tirado a própria vida dentro da residência do casal no dia 18 de fevereiro, logo após uma discussão em que ele teria sugerido a separação. Ele afirmou que estava no banho no momento em que ouviu um disparo e, ao verificar, encontrou Gisele caída no chão da sala, já ferida. Em declaração concedida à TV Record, o oficial negou envolvimento no ocorrido e descreveu a situação. “Eu estava no banho e escutei um barulho forte. Não desliguei o chuveiro, apenas abri o box. Quando eu abri o box, eu abri um pedacinho da porta. Achei que ela estivesse em pé na porta do banheiro querendo falar comigo. Quando eu abri a porta, deu pra ver. Ela estava caída no meio da sala com a cabeça no chão. Tinha uma poça de sangue se formando ao lado da cabeça. Foi a cena mais traumatizante… a pior cena que já vi em toda a minha vida”, afirmou. Entretanto, o laudo de exumação trouxe novos elementos à investigação. O relatório aponta a presença de lesões contundentes na região do pescoço da vítima, além de marcas na face. “Existiram lesões na face e região cervical. São lesões contundentes por meio de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal (causadas pela unha)”, registra o documento técnico. O mesmo laudo também destaca que não foram identificados sinais típicos de defesa no corpo da policial, informação considerada relevante pelos investigadores para a reconstrução dos fatos. Em sua defesa, Geraldo Neto argumentou que as marcas observadas no pescoço da vítima poderiam ter sido provocadas anteriormente, durante um momento cotidiano envolvendo a filha de Gisele, uma criança de 7 anos, hipótese que também passou a ser analisada no conjunto das investigações.
Analista internacional desmascara projeto de ditaduras do petismo: “BRICS é Foro de São Paulo 2.0” (Veja o vídeo!)
O cenário geopolítico mundial atravessa um momento de ruptura crítica, segundo o analista internacional Cezar Roedel. O especialista alertou sobre os riscos da escalada do conflito envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos, que já afeta rotas marítimas e a economia global. “A economia mundial está sendo afetada, no setor de petróleo, gás… A primeira parte que sente o efeito de guerra é o comércio, aumenta o custo com novas rotas logísticas e isso impacta no nosso bolso. O agro também é impactado. O fertilizante do Irã é necessário para o agro brasileiro”, explicou Roedel. O analista foi contundente ao avaliar o BRICS, bloco defendido pelo governo Lula como alternativa geopolítica: “Mostra que o BRICS não é um bloco, é só um amontoado de ditaduras. É o Foro de São Paulo 2.0. Celso Amorim acredita que pode haver uma nova ordem mundial regida por ditaduras, esse é o sonho do Celso Amorim, mas é história da carochinha. Lula está fazendo cálculos malfeitos, burrices, vamos esperar que continue fazendo”, ironizou. A análise conclui que o mundo vive um estado de “colapso global” iminente e o momento atual representa um divisor de águas histórico para a segurança internacional. Confira a entrevista completa: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Flávio Bolsonaro se reúne com Moraes para pedir prisão domiciliar do ex-presidente após agravamento de saúde
O deputado Gil Diniz informou que o senador Flávio Bolsonaro se reuniu com o ministro Alexandre de Moraes para reforçar o pedido de prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente Jair Bolsonaro, após o agravamento do quadro de saúde. Segundo Diniz, a reunião foi objetiva e contou com a apresentação de novos laudos médicos, que destacam o risco real caso não haja acompanhamento 24 horas, principalmente durante a noite. Agora, Moraes ficou de analisar o pedido sem prazo definido, mas o cenário mudou. Com a gravidade recente da internação e a pressão crescente, inclusive dentro do próprio Supremo Tribunal Federal, aumenta a expectativa de que a domiciliar finalmente seja concedida, antes que o pior aconteça. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Celular de Vorcaro revela degustação de whisky de R$ 3,3 milhões em Londres com Moraes, Toffoli e outras autoridades
Mensagens e registros encontrados no celular do empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, revelaram detalhes de um evento de alto custo realizado em Londres, em abril de 2024, durante o I Fórum Jurídico Brasil de Ideias. A programação incluiu uma degustação do tradicional whisky escocês Macallan destinada a autoridades brasileiras presentes no encontro. Entre os participantes estavam os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet. De acordo com informações divulgadas pelo site Poder360, os dados foram obtidos a partir do celular de Vorcaro, recuperado pela Polícia Federal. O material teria sido cruzado com registros da sessão reservada do STF realizada em 12 de fevereiro, ocasião em que ministros discutiram o afastamento de Dias Toffoli da relatoria de investigações relacionadas ao Banco Master. O evento incluiu uma experiência de degustação do whisky escocês Macallan, cujo custo foi registrado em US$ 640.831,88 — valor que correspondia a cerca de R$ 3,3 milhões na cotação da época. Embora os e-mails recuperados não mencionem diretamente os nomes dos participantes da degustação, o próprio ministro Alexandre de Moraes confirmou a realização do encontro durante a sessão reservada do Supremo. “Nesse encontro [em Londres], vários estávamos lá. Eu estava lá. Andrei Rodrigues estava lá. Depois fomos todos juntos a um pub, tomamos Macallan”, declarou Moraes durante a reunião. O Fórum Jurídico Brasil de Ideias reuniu empresários e diversas autoridades brasileiras. Entre os participantes estavam o ex-presidente Michel Temer, o procurador-geral da República Paulo Gonet, ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) como Luis Felipe Salomão e Antonio Saldanha Palheiro, além de integrantes do STF como Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, também participou das discussões. Outras figuras políticas presentes incluíram o senador Davi Alcolumbre e o então ministro da Justiça Ricardo Lewandowski. Segundo as investigações, o empresário Daniel Vorcaro teria consultado Alexandre de Moraes sobre a lista de convidados para o encontro. Conforme registros encontrados no aparelho do banqueiro, o ministro teria indicado a exclusão do empresário Joesley Batista, do grupo J&F. A troca de mensagens recuperada do celular de Vorcaro registra o comentário do próprio empresário sobre a lista de participantes. “Boa. Só Joesley foi bloqueado. Não comentou os demais. Entendo que aprovou. Ainda assim, reperguntei. Possível que ele não queira explicitar a concordância. Mas concordo ao afastar um só nome”, escreveu Vorcaro.
Ex-noiva de Vorcaro é convocada pela CPMI e vai depor na próxima segunda-feira
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS agendou para a próxima segunda-feira (23) o depoimento da influenciadora Martha Graeff, ex-noiva do empresário Daniel Vorcaro. A convocação, aprovada pelos parlamentares, torna obrigatória sua presença para prestar esclarecimentos. Embora o requerimento para ouvi-la já tivesse sido aprovado anteriormente, a data da oitiva ainda não havia sido definida. A medida ocorre no âmbito das investigações que apuram possível ocultação de patrimônio relacionada ao ex-controlador do Banco Master. Apurações da Polícia Federal indicam a suspeita de que Vorcaro possa ter transferido bens para Martha Graeff ou estruturado mecanismos com o objetivo de proteger recursos no exterior. Entre os elementos analisados estão mensagens que sugerem a criação de um trust nos Estados Unidos em nome da influenciadora — instrumento jurídico frequentemente utilizado para gestão patrimonial. Em uma das conversas, Martha questiona o pedido de seu passaporte brasileiro feito por pessoas ligadas ao empresário. “Amor pq a Lori e Leo estão me pedindo meu passaporte brasileiro?”, escreveu. Em resposta, Vorcaro afirmou: “Amorrr, pra abrir o trust”. Outras mensagens revelam incertezas por parte da influenciadora quanto ao funcionamento desse tipo de estrutura financeira. “Amor eu sou traumatizada. Eu nunca tive nada no meu nome”, declarou em uma das trocas. Entre os bens citados nas investigações está uma mansão localizada em Bay Point, região valorizada de Miami, adquirida por US$ 86,5 milhões, valor superior a R$ 450 milhões. Além disso, a Polícia Federal apura a possível aquisição de outros ativos, como veículos de luxo e investimentos associados ao casal. Outro ponto sob análise envolve a empresa Happy Aging, ligada a Martha Graeff. Conversas indicam que Vorcaro teria discutido a realização de aportes financeiros no empreendimento. A defesa da influenciadora, representada pelo advogado Lúcio de Constantino, afirma que ela não recebeu bens do empresário. Segundo ele, Martha “não possui imóveis, automóveis ou depósitos de valores decorrentes do relacionamento com o Sr. Daniel Vorcaro”. Ainda conforme a defesa, a empresária também não teria conhecimento sobre eventual trust em seu nome. O advogado destacou que sua cliente está “à inteira disposição das autoridades brasileiras para prestar quaisquer esclarecimentos que se façam necessários”. As investigações incluem ainda diálogos sobre a aquisição de imóveis de alto valor e possíveis estratégias para reduzir a exposição pública dessas transações. Em uma dessas conversas, ao questionar se a compra de uma casa em Miami poderia gerar repercussão, Martha recebeu a seguinte resposta: “Nao vao saber não”. Na sequência, o empresário acrescentou: “Ja bolei um jeito”. A CPMI pretende ouvir não apenas Martha Graeff, mas também executivos ligados ao Banco Master, com o objetivo de aprofundar o entendimento sobre os fatos investigados e esclarecer eventuais responsabilidades. Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Escândalos como esse e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos estão no documento recém-lançado: o livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra vai estar em circulação. O “sistema”, certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda Veja a capa:
Lulinha abre empresa na Espanha enquanto investigação sobre fraude bilionária no INSS avança contra ele
O empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, constituiu uma empresa na Espanha após o avanço das investigações relacionadas a um suposto esquema de fraudes no INSS, no qual seu nome é citado como possível beneficiário. A companhia, denominada Synapta, teve início operacional registrado em 13 de janeiro de 2026 e foi formalmente inscrita no Registro Mercantil de Madri em 6 de fevereiro. Segundo apuração realizada no local, o endereço informado pela empresa situa-se no distrito de Chamartín, área nobre ao norte da capital espanhola. O imóvel corresponde a um edifício moderno que abriga diferentes tipos de organizações, incluindo empresas internacionais, consultórios e repartições administrativas. A Synapta declara atuação em áreas amplas do setor tecnológico, como consultoria em informática, implementação de soluções digitais e suporte técnico. Além disso, menciona atividades ligadas à intermediação comercial, incluindo a identificação de oportunidades de negócios — descrição comum em empresas recém-criadas, ainda sem operação consolidada. O registro indica Lulinha como administrador único. Até o momento, não há movimentações operacionais relevantes associadas à empresa, exceto a designação do escritório Monereo Meyer Abogados e de cinco profissionais como representantes legais. O endereço cadastral coincide com o da própria firma jurídica, especializada em assessorar empresas estrangeiras na Espanha e em Portugal. O capital social declarado é de 3.000 euros, valor mínimo exigido pela legislação local — aproximadamente R$ 18 mil. Funcionários do prédio afirmaram desconhecer a empresa, embora tenham reconhecido a possibilidade de utilização do endereço como domicílio fiscal, prática permitida tanto na legislação espanhola quanto na brasileira. Procurado, um dos fundadores do escritório, Stefan Meyer, demonstrou surpresa ao ser questionado sobre o caso. “O que nós temos a ver com isso? Mande um email e investigaremos, ok?”, afirmou. Posteriormente, a assessoria da firma informou que não poderia comentar além das informações públicas, em razão do dever de confidencialidade profissional. A defesa de Lulinha sustenta que a empresa atende a todas as exigências legais e que ainda não iniciou atividades, tendo sido criada com foco em projetos futuros. Nesse contexto, é classificada como uma “empresa de gaveta”, ou seja, formalmente constituída, porém sem operação efetiva até o momento. Segundo os advogados, o empresário atualmente exerce atividades no exterior como pessoa física, sem detalhar contratos ou clientes, sob alegação de preservação de privacidade. No Brasil, o Supremo Tribunal Federal determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha, a pedido da Polícia Federal e no âmbito da CPI mista do INSS, em fevereiro. A medida, contudo, foi suspensa pelo ministro Flávio Dino e ainda será analisada pelo plenário da Corte. Dados compartilhados pela Polícia Federal com a CPI indicam que, ao longo de quatro anos, o empresário movimentou cerca de R$ 19,5 milhões, sendo aproximadamente R$ 9,7 milhões em entradas e valor semelhante em saídas. Em relatório divulgado, a Polícia Federal apontou que a permanência de Lulinha no exterior, sem previsão de retorno, pode ser interpretada como uma possível evasão. “Do ponto de vista investigativo, asseveramos que Lulinha viajou para o exterior, sem previsão de volta, o que denota possível evasão do país, considerando estar associado aos fatos associados ao principal operador das fraudes bilionárias a milhões de aposentados do Brasil”, diz o documento. A ida para a Europa já era conhecida por pessoas próximas ao presidente desde meados de 2025, período em que as primeiras operações sobre fraudes no INSS já haviam sido deflagradas, embora ainda não houvesse associação direta com o empresário. Especialistas apontam que a permanência no exterior pode dificultar procedimentos investigativos, como cumprimento de mandados ou notificações judiciais. Ainda assim, a defesa afirma que a mudança não tem relação com as investigações e garante que, caso haja determinação do STF, Lulinha retornará ao Brasil para prestar esclarecimentos. As investigações também analisam relatos de que o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, teria realizado repasses indiretos ao empresário por meio da empresária Roberta Luchsinger, amiga da esposa de Lulinha, Renata de Abreu Moreira. Roberta é alvo de investigação da Polícia Federal. Em dezembro, o ministro André Mendonça autorizou buscas na sede de sua empresa, localizada na região de Higienópolis, em São Paulo. Entre os valores sob análise está uma transferência de R$ 300 mil recebida do lobista, que, segundo testemunha, faria parte de um montante maior, estimado em R$ 1,5 milhão, supostamente destinado ao filho do presidente. A defesa de Roberta Luchsinger afirma que os recursos têm origem em um negócio lícito envolvendo canabidiol. Já os advogados de Lulinha reconhecem que ele realizou uma viagem a Portugal, custeada pelo lobista, com o objetivo de conhecer o projeto. Pouco antes das operações envolvendo Luchsinger, o empresário promoveu mudanças na estrutura de suas empresas no Brasil. Nas companhias LLF Tech Participações e G4 Entretenimento e Tecnologia, a administração foi transferida para sua esposa. Já na BR4 Participações, ele deixou o quadro societário. As três empresas estão registradas em um edifício comercial no bairro de Pinheiros, em São Paulo, embora não operem fisicamente no local — situação semelhante à prática de domicílio fiscal adotada em outros casos empresariais. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!