A espera acabou. Jair Bolsonaro, presidente de honra do PL, saiu do silêncio e revelou quem vai levar a bandeira verde e amarela às urnas em 2026. O escolhido foi o senador Flávio Bolsonaro. A notícia se espalhou rápido nos grupos, nas ruas e nas redes, mostrando que o Capitão acertou novamente. Para quem nunca abandonou o partido, a escolha de Flávio garante a continuidade que tanto desejam. Não é só o sobrenome, é o DNA político que compartilham. Flávio já luta nas trincheiras desde o começo, conhece Brasília como poucos e tem a habilidade de mover o sistema sem perder o conservadorismo que inflamou o patriotismo de milhões. A decisão mostrou-se inteligente ao montar uma verdadeira Frente de Direita. Quem apostava que nosso campo se dividiria ficou calado diante da reação entusiasmada do governador Tarcísio de Freitas. Primeiro a saber, Tarcísio declarou apoio total a Flávio, provando lealdade e grandeza. A combinação da gestão técnica de São Paulo com a força do clã Bolsonaro forma uma barreira quase intransponível ao retrocesso. O anúncio serviu como um chamado à militância de todo o país. O desânimo deu lugar à ação. Grupos de WhatsApp voltaram a ferver, lideranças locais encontraram direção e o eleitor que defende Deus, Pátria, Família e Liberdade já tem a resposta pronta para os próximos debates. Votar em Flávio Bolsonaro em 2026 significa confirmar a história que começou em 2018. É provar que o legado de Jair Bolsonaro não foi um episódio isolado, mas o início de uma nova era. O pai escolheu o filho porque vê nele a capacidade de liderar a batalha que se aproxima, e não por mero favoritismo. A mensagem para 2026 é simples e clara: de norte a sul, o nome na urna pode mudar, mas o compromisso e a lealdade permanecem os mesmos.
Destruído pelo PT, Correios aguardam aporte de R$ 6 bilhões para pagar salários e prevê 15 mil demissões
Os Correios esperam que o Tesouro libere entre 5 e 6 bilhões de reais até 16 de dezembro para conseguir pagar salários, 13º e fornecedores. A empresa está sem dinheiro e, por isso, aumentou o plano de corte: 15 mil funcionários serão demitidos e mil agências fecharão. A diretoria já não tem mais chance de fechar o empréstimo de 20 bilhões com garantia do Governo. Na última negociação, os bancos pediram juros de 136% do CDI, muito acima do limite de 120% que o Tesouro aceita. O crédito seria dividido em três partes: 10 bilhões em 2025 e 5 bilhões em cada um dos dois anos de 2026. Enquanto isso, o dinheiro de emergência que pedem agora serviria para manter os Correios funcionando e continuar as tratativas com os bancos. No começo, o governo dizia não ao aporte porque o orçamento estava apertado e os Correios são uma estatal independente. Mas um decreto deste ano mudou o jogo, autorizando dinheiro sob a condição de um plano de recuperação. O plano de corte traz, além das demissões e fechamento de agências, um novo esquema de cargos e salários, redução nos custos do plano de saúde e reformas no fundo de pensão Postalis para torná‑lo mais bem governado. Tudo isso deve ser feito em até dois anos. A crise ainda mexeu nos benefícios dos funcionários. Os Correios cortaram o vale‑Natal de 2,5 mil reais, pago em 2024, depois de acordo coletivo (ACT). Esse acordo, com cerca de 70 cláusulas, foi estendido até 16 de dezembro. Na terça‑feira que vem, a diretoria vai se encontrar com os sindicatos para conversar sobre o assunto. O ACT expirou no meio do ano, mas tem sido prorrogado várias vezes porque as finanças dos Correios só pioram.
Vazam primeiras imagens de “Dark Horse”, filme internacional sobre Jair Bolsonaro (veja o vídeo)
Neste sábado (6/12) foram divulgadas as primeiras cenas de “Dark Horse”, um filme estrangeiro que conta a história de Jair Bolsonaro. Todo o longa foi filmado em inglês e traz de volta episódios marcantes, como o ataque a faca que sofreu na campanha de 2018. No começo, o filme encontrou oposição aqui no Brasil, mas recebeu um empurrão quando o presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu investir nele. Mário Frias escreveu o roteiro e o elenco conta com atores de peso do cinema mundial. Jim Caviezel, o americano conhecido por papéis como em A Paixão de Cristo, Som da Liberdade e O Conde de Monte Cristo, foi escolhido para ser Bolsonaro. Conforme o portal LeoDias, ele tem mexido no ambiente de filmagem, mostrando muita empolgação e até dando discursos de incentivo ao time. As filmagens mais novas foram feitas no Memorial da América Latina. Para impedir vazamentos, a produção proibiu celulares no set e faz revista em todos que entram ou saem das áreas de gravação. Junto a Caviezel, o filme tem Lynn Collins, Esai Morales, Felipe Folgosi e Bianka Fernandes, que vai interpretar uma apresentadora de talk‑show. Os filhos de Bolsonaro também terão atores, mas ainda não foram divulgados. Cyrus Nowrasteh, diretor famoso por filmes religiosos, está à frente de “Dark Horse”. O filme ainda será gravado nos EUA e no México, e deve estrear em 2026 com lançamento mundial. Com um elenco de peso internacional, o filme deve gerar bastante burburinho nos bastidores e nas salas de cinema ao redor do planeta.
A estranha atitude de um campeão do mundo na final da Libertadores que poucos perceberam (veja o vídeo)
Na final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras, um lance virou assunto nas redes. Felipe Melo e Júlio César subiram ao campo com o troféu, acompanhados do ex-jogador espanhol Carles Puyol, e a cena chamou a atenção de todo mundo. Júlio César, 46, foi chamado por causa da forte ligação com o Flamengo. Ele começou lá em 1997, ficou até 2004, quando foi para a Inter de Milão. Mesmo sem ter ganho a Libertadores, o ex-goleiro levantou a Copa Mercosul de 1999 pelo clube e se aposentou oficialmente em 2018. Felipe Melo, 42, se aposentou em 2025 depois de três anos no Fluminense. Ele também saiu da base do Flamengo, mas teve passagem importante no Palmeiras, onde jogou cinco temporadas e ganhou a Libertadores em 2020 e 2021. Carles Puyol, 47, apareceu e pegou o público de surpresa. O zagueiro espanhol, que jogou toda a vida no Barcelona, foi convidado como símbolo do esporte. Na hora de mostrar o troféu, Melo e Júlio César o levantaram juntos e o mostraram para a torcida. Mas quando Melo tentou fazer o mesmo gesto com Puyol, o ex-defensor recusou. O recado estranho acabou bombando na internet.
A prisão que veio exatamente para desviar o foco…
Damares Alves, senadora pelos Republicanos do DF, atacou a prisão preventiva de Jair Bolsonaro. Para ela, a prisão não tinha razão e foi errada. Ainda, Damares pediu que os parlamentares concentrem os esforços nas apurações do Banco Master. Damares contou que um relatório do seu gabinete serviu de base para a defesa de Bolsonaro solicitar prisão domiciliar. Ela propôs criar uma CPI para analisar as operações do Banco Master, que, de acordo com Damares, causaram perdas a fundos de pensão e a investidores. Damares destacou que é essencial fazer uma análise técnica para descobrir de onde vieram os “papéis podres” e quem pode ser culpado pelas irregularidades nas negociações. Poucos dias antes do julgamento, saiu o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. A obra descreve o clima ridículo e lamentável que se confirmou hoje com a prisão de Bolsonaro. No livro, a denúncia é clara: Bolsonaro foi perseguido por um conjunto de instituições, da mídia e de setores progressistas que se uniram para minar seu governo e calar a crescente força conservadora. O autor ainda antecipa o fim dessa trama, deixando o leitor impactado. Hoje, a obra virou um documento histórico, um protesto contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.
Gigante rede social está extremamente ameaçada e pode ser banida
O Roskomnadzor, agência russa que controla comunicações e tecnologia, voltou a focar no WhatsApp. Ela avisou que pode tirar o WhatsApp de vez da Rússia, dizendo que a Meta não segue as leis que o presidente Vladimir Putin impôs. O Roskomnadzor afirma que o WhatsApp serve para crimes, até atos de terrorismo, e ajuda a aplicar golpes e outras ilegalidades. Essa cobrança já aconteceu antes. Em agosto, Moscou cortou as chamadas de voz e vídeo do WhatsApp e do Telegram, alegando luta contra fraudes, mas as empresas reclamaram. Apesar disso, o WhatsApp ainda é o app de mensagens mais popular na Rússia, o que irrita o governo. Como o povo não quer largar apps estrangeiros, o Roskomnadzor aumentou a divulgação do Max, app nacional que o governo diz ser “seguro” para escolas, universidades e órgãos públicos. O Kremlin obrigou a colocar o Max de fábrica em todos os celulares e computadores vendidos aqui. O Max se vende como um app tudo-em-um: mensagens, pagamentos, serviços do Estado e mais. É parte do plano do Kremlin de trocar produtos estrangeiros por versões russas. Mas a aceitação ainda é baixa: a Tass contou que só cerca de 2 milhões de pessoas se inscreveram até julho.
Bandidos inovam de forma audaciosa para “abastecer” presídios
A Seap do Rio está preocupada porque os criminosos começaram a usar drones para levar drogas e celulares às prisões. O Globo revelou que esses aparelhos evitam as revistas que os agentes fazem nas visitas. Os bandidos ainda usam os velhos truques – droga dentro de solas de chinelo, caixa de leite, pão, pote de feijão, detergente ou remédio. Mas os drones precisam de vigilância constante. Mesmo assim, a Seap diz que são casos raros: de 2020 a março deste ano, só quatro foram registrados. A secretária Maria Rosa Nebel garantiu que a pasta continua com ações preventivas e trabalha junto a outras forças de segurança. Em janeiro, um drone com câmera foi abatido no Presídio Carlos Tinoco da Fonseca, em Campos, carregando droga. Dois meses depois, outro soltou tubos de plástico cheios de entorpecentes na Cadeia Pública Franz de Castro Holzwarth, em Volta Redonda. Não é novidade: em 2023 já tinham sido pegos drones levando celulares e carregadores para dentro das prisões.
Surge revelação que pode estar por trás da prisão de Bolsonaro
O senador Eduardo Girão, do Novo‑CE, disse que a prisão preventiva de Jair Bolsonaro foi arbitrária. Ele afirma que a prisão serve de “cortina de fumaça”, tentando afastar o foco da gente dos casos de corrupção que estão sendo investigados. Girão ainda citou o esquema de desvio nos benefícios do INSS e o escândalo do Banco Master. Ele disse que já enviou um pedido para abrir uma CPI que investigue o Banco Master, que foi alvo de operação da PF e acabou sendo liquidado pelo Banco Central. Girão apontou que a apuração já encontrou movimentações suspeitas, afetando fundos de pensão, bancos públicos e desviando até R$ 50 bilhões. Poucos dias antes do julgamento, saiu o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. Ele descreve o cenário absurdo que culminou na prisão de Bolsonaro. Na obra, Bolsonaro é acusado de ser vítima de um aparelho de perseguição que juntou instituições, mídia e grupos progressistas para derrubar seu governo e calar a bancada conservadora. O livro ainda prevê o fim dessa trama, tornando‑se, agora, um registro histórico e um manifesto contra a censura e o que eles chamam de “sistema”.
Nova acusação grave contra Lula surge e revela perseguição contra médicos
O senador Eduardo Girão, do Novo-CE, disse que o governo Lula está perseguindo médicos que estudam as vacinas contra a covid‑19. Ele explicou que a polêmica começou depois que o Estadão publicou uma matéria sobre a chamada “spikeopatia”, termo que alguns pesquisadores usam para falar dos possíveis efeitos da proteína spike presente nas vacinas. Girão contou que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, chegou a dizer que vai levar os médicos Roberto Zeballos, Francisco Cardoso e Paulo Porto de Melo à Advocacia‑Geral da União. O senador ainda cobrou do governo mais apoio a pesquisas sobre o assunto. Segundo o senador, os trabalhos clínicos mostraram que pacientes apresentaram cansaço, dores nas articulações, pequenos problemas neurológicos, distúrbios no estômago, queda de cabelo, dificuldade de lembrar e insônia. Ele ainda ressaltou que o nome “spikeopatia” já consta em publicações médicas internacionais e que há milhares de artigos que tratam dos possíveis efeitos da proteína. No mesmo discurso, Girão defendeu que quem foi preso por participar dos atos de 8 de janeiro deveria receber anistia. Ele ainda criticou a forma como o STF está conduzindo as investigações, alegando que muitas pessoas foram encarceradas sem justificativa. O senador citou o general Augusto Heleno como exemplo das supostas injustiças nos processos. Ele lembrou que o militar, de 78 anos, tem uma longa carreira a serviço do país e foi diagnosticado com Alzheimer em 2018.
Ex-governador venezuelano morre sob custódia do Estado e oposição acusa a tirania de Maduro
Alfredo Díaz, que foi governador de Nueva Esparta e lidera a oposição, faleceu enquanto estava sob a custódia do governo da Venezuela. Ele estava preso há mais de um ano no El Helicoide, sede do Sebin, em isolamento total e, segundo a ONG Foro Penal, recebia visitas quase nunca. A ONG confirmou a morte neste sábado. Alfredo Romero, presidente do Foro Penal, declarou que o Estado tem responsabilidade direta sobre a integridade de quem está preso. Gonzalo Himiob, vice‑diretor do Foro Penal, apontou que, de acordo com o Protocolo de Minnesota, a morte pode ser considerada ilegal e pede uma investigação independente. O partido Vontade Popular, da oposição, informou que Díaz teve um ataque cardíaco súbito e acusou o regime de perseguir e eliminar quem se opõe a ele. A esposa de Díaz, Leynys Malavé, exigiu explicações ao governo: Líderes da oposição dizem que Díaz pediu tratamento médico por meses e o governo recusou a atender. Díaz foi preso em novembro de 2024, depois de denunciar fraudes nas eleições presidenciais de julho e criticar problemas no fornecimento de energia de Nueva Esparta. Maria Corina Machado, líder da oposição e suposta vencedora do Nobel da Paz, escreveu uma homenagem longa, chorando a morte de Díaz e dizendo que ele jamais deveria ter sido preso. Ela resumiu: Edmundo González, chefe da oposição e vencedor da eleição presidencial, manifestou profundo pesar pela morte de Díaz e culpou o regime: