Depois das brigas, todo mundo precisou recuar, confirmar que está unido e definir um objetivo comum. O próximo passo é lutar pela anistia e manter a meta de libertar Jair Bolsonaro. O caso serviu de lição. Não podemos contar tudo o que ocorreu, mas ficou claro que a liderança no bolsonarismo tem limites. Até março ainda vão surgir confusões, e Michelle deixou bem claro que não vai ficar só de espectadora.
Com 2 meses de atraso a incompetente PF do Lula descobre como Ramagem deixou o Brasil
É chocante ver a Polícia Federal, que hoje trabalha para o governo de Lula, tão incapaz. Só agora a PF de Lula percebeu que o deputado Alexandre Ramagem (PL‑RJ) fugiu do país, atravessando a fronteira com a Guiana em Bonfim, Roraima, perto da cidade de Lethem. Ramagem está nos EUA. Ele saiu do Brasil por terra, entrou na Guiana e de lá pegou um voo para os Estados Unidos, onde se refugia porque o governo o persegue. Em 9 de setembro, Ramagem saiu do Rio de Janeiro com destino a Boa Vista, capital de Roraima. A investigação mostrou que, depois de chegar a Roraima, ele pegou a estrada até Bonfim, cruzou o rio que separa o Brasil da Guiana e chegou aos EUA. Curiosamente, o cruzamento aconteceu no mesmo dia em que o ministro Moraes votou para condenar o deputado.
O legado de Jair Bolsonaro nas mãos de Michelle
Não vejo nenhum conservador que realmente queira acabar com Lula e o sistema e ainda considere trocar o apoio a Michelle Bolsonaro por acordos com corruptos como Ciro Gomes ou Valdemar Costa Neto. Nem por outra ‘liderança’ criada pela chamada ‘direita permitida’. Acreditar que essas negociações sujas do centrão vão trazer algo bom é pura estupidez. Além disso, mudar Lula por qualquer candidato de Valdemar, Kassab ou companhia não traz mudança nenhuma ao Brasil. O Brasil já tem gente demais de mentira sustentando esse sistema podre. https://www.marcoangeli.com.br – artista plástico, publicitário e diretor de criação.
No plenário da Câmara, sentença de Moraes é desmoralizada e Zambelli sai favorecida
Durante a reunião da Comissão de Constituição e Justiça, na terça‑feira (2), o relator do processo que pode tirar a deputada Carla Zambelli do cargo deu um parecer que vai contra a ordem do STF. O deputado Diego Garcia, do PL Republicanos, disse que não há provas claras de que a deputada tenha participado do hack ao site do CNJ. Ele ainda contestou a base da condenação, afirmando que só viu parte dos documentos porque o ministro Alexandre de Moraes, que cuida do caso no STF, recusou seus pedidos de acesso. Garcia apontou que a condenação se sustentou apenas no depoimento de Walter Delgatti, o hacker que teria feito a invasão, e destacou que Delgatti mudou o que contou em várias ocasiões. Essas falhas podem ajudar Carla Zambelli a conseguir asilo político na Itália. O voto do relator mostra, sem dúvida, que ela está sendo perseguida e injustiçada.
Humorista que denunciou Otávio Mesquita por estupro sofre derrota
Nesta terça (2), o Ministério Público de São Paulo decidiu fechar o inquérito que investigava a acusação de estupro feita pela humorista e empresária Juliana Oliveira contra o apresentador Otávio Mesquita. A Procuradoria‑Geral de Justiça também encerrou a tramitação do caso depois que a vítima recorreu. A defesa de Otávio, em comunicado, celebrou a decisão favorável. Juliana contou em março, ao levar a denúncia ao Ministério Público, que Mesquita a forçou a sofrer “atos libidinosos com uso de força física” enquanto ela era assistente de palco no programa The Noite, do SBT, com mais de cem pessoas assistindo ao vivo no estúdio.
Humorista que denunciou Otávio Mesquita por estupro sofre derrota
Nesta terça (2), o Ministério Público de São Paulo fechou o inquérito que investigava a acusação de estupro feita pela humorista e empresária Juliana Oliveira contra o apresentador Otávio Mesquita. A Procuradoria‑Geral de Justiça também encerrou a investigação depois que a vítima recorreu. A defesa de Otávio, em nota, celebrou a decisão. Em março, Juliana entregou ao Ministério Público a denúncia dizendo que Mesquita a forçou a ter “atos libidinosos com uso de força física” enquanto ela era assistente de palco no The Noite, do SBT, com mais de cem pessoas assistindo no estúdio.
Jornalista militante que chamou Laurinha de “puta” finalmente é condenada
A jornalista Bárbara Gancia foi sentenciada a três meses e trinta dias de prisão por injúria contra Laurinha Bolsonaro, filha de Michelle e do ex‑presidente Jair Bolsonaro. Além da prisão, a decisão impôs multa de dez salários mínimos e indenização de R$ 10 mil. O juiz chegou a esse ponto porque a jornalista, ao criticar o presidente por um caso envolvendo adolescentes venezuelanas, usou as redes sociais para chamar Laurinha de “p…”. Ela ainda escreveu que, ‘para bolsonarista imbrochável como o nosso presidente, quando a filha do Bolsonaro se arruma, ela parece uma p…’. Michelle Bolsonaro, que era primeira‑dama na época, respondeu na mesma hora ao post, declarando que… O advogado João Henrique N. de Freitas, que defendeu o caso, escreveu no Twitter que a condenação mostra o empenho e a necessidade de responsabilizar quem ataca menores.
Marcos Valério, o operador do mensalão do PT, volta a atacar em novo esquema ilícito
Segundo as investigações, um esquema de sonegação tirou cerca de R$ 215 milhões de ICMS, e o publicitário Marcos Valério, conhecido por seu papel no mensalão do PT, está sendo apontado como líder dessa trama. A Operação Ambiente 186, comandada pelo Cira-MG, tem como objetivo desmantelar um esquema de fraudes tributárias que envolve atacadistas, redes de supermercados e outras empresas do varejo em Minas Gerais. A investigação não se limita à sonegação; ela também investiga organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Nas buscas, a polícia confiscou celulares, outros eletrônicos, documentos e ainda veículos de luxo que a quadrilha usava para lavar dinheiro. Em decisão sigilosa, o juiz Rodrigo Heleno Chaves, da 4ª Vara de Tóxicos, Organização Criminosa e Lavagem de Bens, revelou a fraude conhecida como “barriga de aluguel”. Ela fingia operações entre estados usando empresas de fachada, principalmente em Goiás e Espírito Santo, e aplicava alíquota de 7% para fugir do ICMS. O juiz Chaves determinou o bloqueio de bens dos suspeitos, totalizando R$ 476 milhões, e autorizou mandados de busca contra eles. Marcos Valério aparece como membro do “núcleo executivo” da quadrilha, com posição hierárquica superior aos demais investigados.
Thais Carla quer “arrancar” R$ 60 mil de Nikolas
A atriz Thais Carla afirma que o deputado Nikolas Ferreira foi gordofóbico e cobra 60 mil de indenização. Tudo começou quando Thais postou, no X (antigo Twitter), uma foto com o corpo pintado como o da Globeleza. Nikolas compartilhou a mesma foto e escreveu: “tiraram a beleza, e ficou só a globo”. Para Thais, a frase do deputado sujou sua reputação, espalhou preconceito e lhe causou sofrimento psicológico. Ela quer, além dos 60,7 mil de indenização, que ele se retrate na mesma rede onde postou. Nikolas rebateu dizendo que sua frase foi apenas opinião, baseada em algo que já estava em público. Ele ainda acusa Thais de querer censurá‑lo e insiste que a frase não é discriminatória nem menospreza sua aparência. Para ele, foi só um comentário sarcástico e pontual. Nikolas afirma que a gordofobia não configura crime civil e não pode ser tratada como um ato de preconceito. Ele acrescenta que a leitura de Thais é subjetiva e que ela não provou nenhum dano psicológico ou emocional. Para Nikolas, foi só um incômodo e ele não pode ser condenado por uma suposta mágoa ou sensibilidade exagerada de Thais. Ele ainda diz que, se Lula tivesse falado a mesma coisa, ninguém se incomodaria, mas como foi Nikolas, há grande risco de condenação.
Alcolumbre está indignado e pode começar a trabalhar abertamente contra “Bessias”
Em uma ocasião, ao decidir encarar Renan Calheiros pela presidência do Senado, Davi Alcolumbre ficou mais de sete horas na cadeira de presidente da Casa, garantindo que comandaria a sessão preparatória da eleição interna. Ele nem saiu da presidência durante a pausa de uma hora entre a posse e a sessão preparatória. Ao terminar a cerimônia dos 54 novos senadores, Alcolumbre permaneceu na Mesa da Presidência, reforçando seu papel de “presidente tampão”, como chamou na época. Essa estratégia foi decisiva para derrotar o favorito da época, Renan Calheiros. Alguns acreditam que a mesma teimosia pode ser virada contra Jorge Messias. Alcolumbre pode iniciar uma campanha aberta, voto a voto, contra Lula. Ele conta com apoio, já que muitos, até dentro do PT, não querem Messias.