Nesta quarta (26/11), a Comissão de Interclubes Militares publicou seu posicionamento oficial a respeito da prisão de oficiais da ativa e da reserva das Forças Armadas, condenados pelo STF por suposta participação em golpe. A comissão disse que está incomodada com o jeito que o processo foi conduzido, com a forma de calcular as penas e, principalmente, com a ordem de prisão imediata. O almirante Alexandre José Barreto de Mattos (Clube Naval), o general Sérgio Tavares Carneiro (Clube Militar) e o brigadeiro Marco Antônio Perez (Clube da Aeronáutica) assinaram a nota e disseram que cumprir as prisões ao final do julgamento não pode ser só um detalhe burocrático. Eles ressaltam que as dúvidas técnicas que o ministro Fux levantou com precisão jurídica devem ser analisadas com rigor, e não jogadas fora. Os reservistas que assinaram o documento afirmam que as penas são desproporcionais, nem deveriam existir e são mais duras que a média da Justiça brasileira, especialmente se compararmos com sentenças para assassinos, traficantes, ladrões de dinheiro público e estupradores. O texto ainda diz que essas condenações fogem do padrão das decisões judiciais no Brasil, e por isso, na opinião dos assinantes, deveriam ser analisadas com mais cuidado. Eles deixam claro que a crítica dos clubes militares não é um ataque às instituições. A nota destaca que questionar uma decisão judicial faz parte do devido processo legal, principalmente quando há suspeita de erros na análise dos fatos ou diferenças de interpretação que podem ter influenciado o veredicto. Eles ainda apontam que as prisões envolvem “chefes militares respeitados, com carreira de mais de 40 anos a serviço do Brasil”, e que esse histórico deveria ser levado em conta ao longo de todo o processo.
Ator e dublador sofre queda e perde a vida de forma trágica
Tony Germano, ator e dublador de 55 anos, faleceu na manhã desta quarta (26). Ele estava reformando a antiga casa dos pais, onde havia voltado a viver, quando caiu da laje e morreu imediatamente. Embora fosse ator, a maior parte da sua carreira foi feita como dublador. Entre os trabalhos que dublou estão as séries da Nickelodeon Nicky, Ricky, Dicky & Dawn, o filme da Netflix Vai, Cachorro, Vai! e o live‑action de A Bela e a Fera (2017). Ele ainda deu voz a personagens em animações como Elena de Avalor, Muppets e Sheriff Callie.
URGENTE: Bolsonaro responde Moraes após prazo de 24h
Os advogados de Jair Bolsonaro (PL) afirmam que o ex‑presidente não usou o celular enquanto recebia o deputado Nikolas Ferreira (PL‑MG), mesmo estando em prisão domiciliar. O pedido de explicações veio do ministro Alexandre de Moraes, do STF, depois que a Rede Globo divulgou imagens de drone. Os advogados disseram que a reunião foi feita no quintal da casa, um local sempre vigiado pela Polícia Penal e autorizado pelo STF. Eles mandaram a resposta na tarde de quinta‑feira, 27/11, e reforçaram que tudo aconteceu à vista de todos e sob controle. Os porta‑vozes de Bolsonaro reforçaram que ele nunca tocou, nem sequer olhou para o celular de Nikolas. Acrescentaram ainda que, durante toda a prisão domiciliar, o ex‑presidente cumpriu as regras à risca e não usou nenhum telefone. A visita aconteceu em 21 de novembro, um dia antes de o juiz decretar a prisão preventiva de Bolsonaro. Poucos dias antes do julgamento, foi lançado um livro que causou grande comoção. O título “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação” descreve exatamente o quadro absurdo que hoje levou à prisão do ex‑presidente. Na obra, se acusa que Bolsonaro foi alvo de um plano de perseguição política, com apoio de instituições, da mídia e de setores progressistas, tudo para fraquejar seu governo e calar o movimento conservador que vem crescendo. O livro ainda prevê como tudo vai terminar – e a previsão é de arrepiar. Hoje, a obra virou um documento histórico, um manifesto contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.
Jair Bolsonaro e o Estatuto dos Militares
O artigo 73, parágrafo único, alínea c do Estatuto dos Militares serve de pano de fundo. Um ex‑presidente, condenado por vários crimes e quase analfabeto, cumpriu a pena na sede da Polícia Federal em Curitiba. O prédio virou seu escritório particular, onde recebia todo tipo de visita. Um ministro do STF ainda brigou para que o ex‑presidente conseguisse falar à imprensa. O ministro da Defesa e os comandantes deveriam assumir a responsabilidade. Se eles falharem, é hora do Congresso parar de se esconder. O Parlamento tem que usar sua autoridade e agir contra a ilegalidade, mesmo estando sem presidente desde 01.02.2019.
Nesse fim de ano, um anjinho precisa de sua ajuda…
A história do bebê João Guilherme tocou muita gente. Ele nasceu em 21 de novembro, em Sarandi, no interior do Rio Grande do Sul. O parto foi difícil, quase tirando a vida da mãe, e os médicos acharam que o bebê tem a rara síndrome de Arlequim. Logo depois, o hospital pediu a transferência para um centro maior. Os especialistas disseram que o quadro é crítico; Joãozinho sente dor constante e luta para sobreviver. Mesmo com o parto complicado, a mãe Sabrina já recebeu alta e viu o filho pela primeira vez na quarta‑feira, dia 26. Ela e o pai têm mais quatro filhos, que ficam com parentes. O pai vai todos os dias ao hospital, a 100 km de casa, para ficar ao lado do filho e ajudar a família. A família não tem dinheiro suficiente para pagar comida, combustível, remédios e hospedagem.
URGENTE: Reviravolta na prisão de Bolsonaro começa a se desenhar no Congresso
Um grupo de senadores conseguiu as assinaturas que faltavam e agora solicita que, com urgência, seja analisado um projeto que anula a lei que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, usou para prender o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). Poucos dias antes do julgamento, saiu à luz um livro impactante. Intitulado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”, ele descreve o quadro ridículo e lamentável que acabou se confirmando na prisão de Bolsonaro. Nas páginas, o autor denuncia que Bolsonaro sofreu uma perseguição política organizada, envolvendo instituições, a imprensa e grupos progressistas que queriam derrubar seu governo e calar a crescente força conservadora. O texto ainda aponta que, no fim, a história tem um desfecho vitorioso. Hoje, o livro virou um documento histórico, um grito contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.
Famoso cantor é internado às pressas
O vocalista da Psirico, Márcio Victor, acabou sendo internado de repente no Hospital Aliança, em Salvador, depois de ficar mal. Ele fez um cateterismo no coração, que correu bem, e logo foi mandado para a UTI para ficar sob observação. A assessoria do artista divulgou um boletim médico dizendo que o quadro está estável. Eles afirmam que o cantor está lúcido, orientado e evoluindo bem, o que os médicos veem como sinal de que o tratamento está funcionando. Informações apontam que Márcio sentiu forte dor no peito, braço dormente e um mal-estar geral, o que fez a equipe médica correr para fazer exames. Depois das primeiras avaliações, os médicos decidiram mover o cantor para a UTI cardiológica, garantindo cuidados especiais nas primeiras horas depois do cateterismo, algo crucial para evitar complicações.
Ao vivo, repórter da Globo é agredida (veja o vídeo)
Duda Dalponte, repórter da Globo, foi agredida enquanto transmitia ao vivo. Durante a transmissão do Jornal Hoje, dentro da torcida do Flamengo, a jornalista sofreu puxões de cabelo. É certo que esse caso vai deixar muita gente acordada à noite.
7 influenciadores com milhões de seguidores são presos em SP em operação contra “rolezinhos” ilegais de moto
A Polícia Civil de São Paulo prendeu sete influenciadores digitais nesta quinta (27) durante uma operação contra rolês de moto ilegais no Tatuapé, zona leste. A batida apreendeu cerca de 50 motocicletas e vários carros de luxo, entre eles um Porsche. Entre os presos está Gustavo Henrique Ramos Silva, de 20 anos, conhecido como Kabrinha. Kabrinha tem 4,8 milhões de seguidores no Instagram. Ele posta vídeos de manobras perigosas: empinar moto, andar sem capacete, levar vários passageiros, trafegar na contramão e acelerar demais. Os rolês tinham um jeito certo de funcionar. Os jovens marcavam ponto nas avenidas do norte e leste de SP, formavam um comboio e seguiam até o Tatuapé. No caminho, usavam motos sem placa, sem equipamentos de segurança e, em muitos casos, de origem suspeita. Além de Kabrinha, a polícia deteve Ailton Lima Marques, Alexandre Silva Pessoa, Kaik Mendes Lobo, Lucas Rodrigues Ferreira, Nikolas Mendes Lobo e Ricardo Arabe Muniz de Almeida. Todos são acusados de organizar e divulgar esses encontros ilegais. Imagens das autoridades mostram que os ‘rolês’ eram quase uma coreografia. Depois do ponto de partida, os motociclistas bloqueavam as ruas, parando o trânsito. Em um vídeo, Kabrinha faz manobras ‘do grau’, andando na roda só, acompanhado por outros. Em outra gravação, o influenciador usa um cone de sinalização como se fosse capacete. O ato demonstra total desrespeito às regras de segurança e foi postado nas redes do grupo. Kabrinha começou a produzir conteúdo ainda adolescente, ganhando o apelido “Meno”. Seu canal sempre mostrou risco no trânsito, ostentação de bens e manobras ilegais nas vias. A Polícia Civil monitorava o grupo há meses antes da batida. A operação faz parte da campanha das autoridades para acabar com os rolês de moto ilegais, que ameaçam quem participa e quem usa a rua.
Tarcísio enaltece operação histórica contra empresa gigante: “Fraudam 350 milhões por mês”
Nesta quinta (27), o Ministério Público de São Paulo lançou uma operação contra o Grupo Refit, suspeito de sonegar impostos no ramo de combustíveis. Foram cumpridos 190 mandados de busca e apreensão em empresas ligadas ao empresário Ricardo Magro. Na coletiva na sede do MPSP, o governador Tarcísio de Freitas chamou a ação de “operação histórica” contra o que ele disse ser o maior devedor persistente do país. A operação, chamada Poço de Lobato, contou com a participação do MPSP, da Receita Federal e das polícias Civil e Militar de São Paulo. Na coletiva, mostraram que o Grupo Refit deve mais de R$ 26 bilhões em tributos em todo o Brasil, de acordo com a Receita Federal. Só em São Paulo, a dívida de ICMS já chega a cerca de R$ 9,6 bilhões. O governador fez um paralelo entre o que eles alegam ter sonegado e o dinheiro que o Estado investe em serviços essenciais. “Para entender, aumentamos o gasto com saúde em R$ 10 bilhões ao ano, dobrando as cirurgias eletivas em São Paulo. Enquanto isso, esses caras desviam R$ 350 milhões todo mês”, disse Tarcísio. Tarcísio afirmou que o dinheiro que eles supostamente tiram todo mês poderia financiar 20 escolas por mês. “Essa operação é fundamental porque não aceitamos mais dívidas e devedores recorrentes em São Paulo”, declarou o governador. O MPSP contou que o grupo usou táticas parecidas com as da Operação Carbono Oculto, de agosto de 2025. Eles criaram “contas-bolsão” para esconder o dinheiro. A empresa financeira principal do esquema controlava 47 contas bancárias ligadas às empresas do grupo. Após fechar as distribuidoras da Operação Carbono Oculto, as investigações mostraram que o alvo da nova Operação Poço de Lobato mudou totalmente sua forma de operar. O esquema usado desde 2018 foi trocado por outro, com novos participantes e empresas. Enquanto antes movimentavam cerca de R$ 500 milhões, agora lidam com mais de R$ 72 bilhões depois de 2024.