Desde 2012, com a promulgação da Lei de Cotas, universidades e institutos federais passaram a reservar parte de suas vagas para determinados grupos. O objetivo era nobre: corrigir desigualdades históricas no acesso ao ensino superior. A lógica inicial é simples e correta. O Estado falha em oferecer educação de qualidade para todos. Quem estuda em escola pública, em regra, compete em desvantagem contra quem teve acesso a colégios particulares, cursinhos e infraestrutura melhor. O resultado é previsível: uma disputa desigual, na qual o mérito real se perde. Para enfrentar isso, foram criadas cotas sociais: estudantes de baixa renda, vindos da escola pública, passam a competir entre si. A partir daí, pessoas com oportunidades semelhantes disputam as mesmas vagas, valorizando o mérito dentro de condições equivalentes. A justificativa das cotas é legítima: há um desequilíbrio, e sem sua correção os mais pobres perdem sistematicamente suas vagas para candidatos com condições melhores. No entanto, a Lei Federal nº 12.711/2012, conhecida como “Lei das Cotas”, não funciona apenas com cotas sociais. Ela reserva vagas a estudantes de baixa renda que cursaram todo o ensino médio em escola pública e, dentro desse grupo, divide‑os em três categorias: quem “não é de cor”, as pessoas com deficiência e os grupos étnicos, que incluem negros, pardos e indígenas. É nesse ponto que a lógica se complica. Dois estudantes, ambos pobres, ambos vindos da mesma escola pública, com a mesma formação precária e as mesmas dificuldades. Um é branco. O outro, negro. Segundo a lei, eles não devem disputar a mesma vaga. O estudante “de raça” é tratado como um grupo à parte, mesmo que suas condições sociais e educacionais sejam idênticas. Mesmo dentro de uma concorrência de mesma renda e mesma escola, a cor passa a ser um critério de separação, como se a competição entre um negro e um branco, diante dos mesmos contextos, fosse injusta. Quando a lei foi aprovada em 2012, as cotas raciais passaram a existir. Surgiu, porém, um problema inevitável: como garantir que elas fossem destinadas a quem realmente se enquadra nelas? Criaram‑se, então, as chamadas bancas de heteroidentificação, comissões encarregadas de analisar características físicas dos candidatos – cor da pele, textura do cabelo, formato do nariz, lábios, traços faciais – para verificar se a pessoa é “socialmente percebida como negra”. São os mesmos critérios que, no passado, decidiam se alguém era livre ou escravizável. Essas cotas raciais, ou “cotas racistas”, não surgem para corrigir a desigualdade social, pois as cotas sociais já cumprem esse papel. Na prática, o sistema atual coloca o estudante “de raça”, mesmo em condições iguais, como menos capaz que o branco. Além disso, a estratégia se expandiu para outros grupos. Mais de 30 universidades públicas federais e estaduais já oferecem cotas para pessoas trans na graduação, muitas vezes sem considerar renda, escola pública ou deficiência, bastando a autodeclaração de identidade de gênero. Foi nesse contexto que, em janeiro de 2026, Santa Catarina deu um passo raro no cenário nacional. O governador Jorginho Mello sancionou a lei de autoria do deputado estadual Alex Brasil, que proíbe cotas raciais e identitárias nas universidades estaduais e nas instituições que recebem recursos do governo catarinense, mantendo apenas as cotas sociais – de renda, escola pública e pessoas com deficiência. Na prática, a lei não “acaba com cotas”. Ela as devolve ao seu princípio original: corrigir desigualdade econômica e educacional, não classificar cidadãos por raça, sexo ou identidade. O próprio autor da proposta deixou claro o espírito da mudança. Em vídeo publicado após a sanção, Alex Brasil afirmou: “A partir de agora, cota é para quem realmente precisa. São cotas sociais.” Com a nova lei, universidades catarinenses que haviam criado políticas próprias de reserva de vagas para pessoas trans ou outros grupos identitários não poderão mais mantê‑las, caso sejam instituições estaduais ou dependentes de verba do Estado. As cotas raciais também passam a ser vedadas nesse âmbito. A lei não alcança universidades federais; a UFSC, por exemplo, continua submetida à Lei Federal de Cotas. Mas, pela primeira vez desde 2012, um estado brasileiro rompe oficialmente com o modelo racial de ações afirmativas usado no acesso ao ensino superior. Não altera a lei federal, mas cria um precedente. Alex Brasil deixou claro que esse é, para ele, o verdadeiro objetivo: “Espero realmente que esse projeto se torne referência para as outras assembleias do Brasil todo.” Veja o vídeo!
AO VIVO: Veja a marcha de Nikolas em Brasília – ACORDA BRASIL!
Assista AO VIVO e acompanhe a marcha de Nikolas Ferreira em Brasília, enquanto ele enfrenta um momento de luta e superação.
URGENTE: MICHELLE BOLSONARO FAZ SHOW DE APOIO À MANIFESTAÇÃO E INCITA NIKOLAS FERREIRA (VEJA O VÍDEO)
Michelle Bolsonaro acabou de se manifestar sobre a manifestação histórica que ocorreu hoje em Brasília. A ex‑primeira‑dama fez um discurso enfático: “Quero agradecer o apoio de vocês. É um evento pacífico, ordeiro, conduzido por Deus. Por favor, sigam as orientações do nosso líder, Nikolas Ferreira. Quando chegarem ali, depois cada um para sua casa. Nós estamos aqui lutando pela libertação da nossa nação.” Veja:
Primeiras imagens chegam e Brasília treme em instantes (Veja o vídeo!)
Hoje será histórico! Nikolas Ferreira conseguiu um feito inédito. A movimentação em Brasília é enorme. Veja as primeiras imagens: Eis uma maneira de você apoiar Nikolas Ferreira neste momento de luta e superação. Vale a pena o investimento!
Daniel Vorcaro se recusa a citar políticos que visitavam sua casa
Em depoimento à Polícia Federal, o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, recusou‑se a listar políticos que frequentavam sua residência, mencionando apenas o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). Questionado pela delegada Janaína Palazzo sobre quais “políticos, deputados e senadores” costumava convidar para sua casa, Vorcaro afirmou não conseguir nomear individualmente as pessoas e disse não ver relação da pergunta com o objeto da oitiva. A delegada rebateu, esclarecendo que os investigadores analisam justamente as relações políticas do banqueiro, mas ele voltou a negar vínculo dessas interações com o caso investigado. A PF insistiu e perguntou se Vorcaro havia tratado da compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB) com outras autoridades públicas — como ministros, parlamentares ou secretários de Estado. O banqueiro respondeu que, além de Ibaneis e de diretores do Banco Central, não conversou com nenhuma outra autoridade sobre o tema. O depoimento foi prestado em dezembro, no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura supostas fraudes envolvendo a compra de carteiras de crédito avaliadas em R$ 12 bilhões do Banco Master pelo BRB.
URGENTE: Nikolas Ferreira faz último pedido e “desarma” Moraes – Veja o vídeo!
O deputado Nikolas Ferreira fez um último apelo aos participantes da manifestação final que ocorrerá hoje, domingo, 25, em Brasília. Ele orientou os manifestantes a não atender às instruções de quem sugerir acampamento ou deslocamento para a Praça dos Três Poderes. “Eu sei como eles são. Eles querem só uma brecha para poder destruir o movimento. Então, chegando lá vai ser o ato final.” O ministro Alexandre de Moraes foi recentemente “desarmado”.
Deputado Mario Frias alerta para supostos infiltrados na manifestação de hoje em Brasília
O deputado Mario Frias publicou um alerta na rede social X, afirmando que a população deve agir com serenidade e responsabilidade diante da possibilidade de infiltrações em Brasília. Pessoal, sinto-me no dever de fazer um alerta importante. Amanhã, em Brasília, é fundamental agir com serenidade e propósito. Responsabilidade é essencial, pois qualquer atitude pode ser distorcida e usada para alimentar novas injustiças. Recebi, inclusive, informações por mensagem privada alertando para a possível presença de infiltrados. Por isso, é indispensável redobrar a cautela e manter atenção a comportamentos estranhos, sempre priorizando a ordem e a prudência. Temos uma memória recente de injustiças e ilegalidades cometidas contra cidadãos comuns e inocentes. Justamente por isso, é hora de maturidade, vigilância e respeito à lei. A nossa força está na postura responsável e consciente.
URGENTE: Nikolas Ferreira faz último apelo e denuncia tentativa de “desarmar” Moraes (VEJA O VÍDEO)
O deputado Nikolas Ferreira fez um último pedido aos participantes da manifestação final em Brasília, realizada neste domingo (25). Ele orientou os manifestantes a não obedecer a instruções para acampar nem para se dirigirem à Praça dos Três Poderes. “Eu sei como eles são. Eles querem só uma brecha para poder destruir o movimento. Então, chegando lá vai ser o ato final.” Em seguida, informou que Alexandre de Moraes havia sido “desarmado”.
Nikolas Ferreira afirma que a Caminhada já cumpriu seu objetivo antes do ato final em Brasília
Ao final do sexto dia da Caminhada pela Justiça e Liberdade, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) declarou que a iniciativa já atingiu seu propósito principal: despertar a população. A avaliação foi feita na noite deste sábado (24), em um vídeo publicado às 22h49, após mais uma etapa do trajeto rumo a Brasília. Segundo o parlamentar, a caminhada superou a dimensão física do percurso e alcançou um efeito simbólico e político. “Hoje completa‑se 235 quilômetros caminhados a pé. E, além de convocá‑los para amanhã, eu quero dizer que o objetivo dessa caminhada já foi concluído, porque o que eu queria era despertar as pessoas, e o mais Cristo faria.” Nikolas ressaltou que percebe uma mudança no comportamento da população, que, em sua visão, está mais atenta a temas sensíveis do cenário nacional. Ele citou questões como corrupção, episódios recentes envolvendo o poder público e o que classificou como injustiças relacionadas aos presos do 8 de janeiro. Na sequência, o deputado reforçou o tom de mobilização popular ao afirmar: “Não tenho dúvidas de que o Brasil acordou. Hoje eu posso falar com todas as palavras do meu coração que o Brasil acordou. Acordou contra seus problemas locais, acordou contra a corrupção.” A caminhada teve início no dia 19 de janeiro, quando Nikolas deixou sozinho a cidade de Paracatu, em Minas Gerais. Com o passar dos dias, o ato ganhou adesão de cidadãos comuns e de políticos vindos de diferentes regiões do país, ampliando a visibilidade do movimento. Além do aspecto político, o deputado destacou o papel da fé na mobilização. Para ele, a iniciativa não teria origem apenas humana, mas espiritual. “O Brasil acordou e eu não tenho dúvidas de que amanhã Deus fará algo extraordinário. Eu não tenho dúvidas, porque quem começou isso não fui eu, foi Deus.” O encerramento da Caminhada pela Justiça e Liberdade está previsto para este domingo (25), com a realização de uma manifestação pacífica na Praça do Cruzeiro, em Brasília, marcando o fim do percurso e o ápice do ato público.
Profecia que Nikolas recebeu nos EUA volta a viralizar (Veja o vídeo)
Um vídeo gravado em janeiro de 2025, nos Estados Unidos, no qual o deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG) recebe uma profecia afirmando que ele seria presidente do Brasil, voltou a circular nas redes sociais nesta semana. O resgate do conteúdo ocorre em meio à realização da Caminhada pela Justiça e Liberdade, mobilização liderada pelo parlamentar rumo a Brasília. A gravação foi feita na Prayer House DC, organização de perfil político‑religioso coordenada pela reverenda Eve Nunez. Na ocasião, uma das líderes do grupo afirmou ter recebido uma revelação divina ao conhecer Nikolas, declarando que ele seria “presidente”, mas que passaria por uma jornada até a promoção. Durante a mensagem, a líder comparou o deputado a personagens bíblicos como Daniel e José, afirmando que Deus teria colocado “o governo em suas mãos”, ainda que o controle final estivesse “nos ombros do Senhor”. A fala também incluiu promessas de proteção espiritual e bênçãos à família do parlamentar. Além dessa profecia, a própria Eve Nunez, que já integrou o Conselho Consultivo de Fé da Casa Branca, dirigiu palavras proféticas a Nikolas ao entregar a ele um convite VIP para o Baile da Liberdade, realizado em Washington, D.C., em comemoração à posse presidencial de Donald Trump. Segundo Nunez, Deus teria planos “muito grandes” para o deputado, destacando sua humildade e o fato de ele ter “colocado o nome em jogo pelo país”. A reverenda afirmou ainda que a promoção de Nikolas não viria “do leste ou do oeste”, mas diretamente de Deus, e que “a salvação chegou ao Brasil, mas no campo político”. Com a repercussão atual da caminhada e o crescimento da visibilidade do parlamentar, o vídeo voltou a viralizar, gerando debates e reações tanto entre apoiadores quanto entre críticos nas redes sociais.