Eduardo Bolsonaro estará presente no dia 10 de fevereiro em evento que contará com a participação do presidente da Argentina, Javier Milei, e do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Mar‑A‑Lago Club, resort do presidente americano. Em publicação no X, o filho do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) compartilhou o card oficial do evento, que celebrará os “250 anos de prosperidade americana e as contribuições vitais dos hispano‑americanos para o futuro econômico da nação”. Eduardo afirmou sentir satisfação em participar do encontro. “Satisfação retornar à residência do presidente Donald Trump e participar do mesmo evento que o melhor presidente da Argentina de todos os tempos, Javier Milei”, escreveu Eduardo em sua conta no X. O site institucional do evento informa que o encontro é organizado pelo grupo Latino Wall Street, com o objetivo de reforçar parcerias estratégicas entre os Estados Unidos e a América Latina. Sem dúvida, trata‑se de uma incontestável demonstração de força e de bom relacionamento com grandes lideranças mundiais.
Imagens inéditas mostram Ronaldo Fenômeno encontrando Toffoli no resort Tayayá – Veja o vídeo!
A situação só piora para o ministro Dias Toffoli, que cada vez mais parece ter atuado como proprietário do resort Tayayá. Imagens inéditas que circulam nas redes sociais registram o dia em que Toffoli recebeu o ex‑jogador de futebol Ronaldo Fenômeno no empreendimento. Na mesma ocasião, teria sido realizada a inauguração simbólica de um cassino que funciona no resort. Segundo especulações, Ronaldo teria demonstrado interesse no projeto. Veja o vídeo:
Esposas de ministros, inclusive Viviane Barci, ouvem Fachin defender o novo Código de Ética no STF
O pronunciamento do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, em defesa da criação de um Código de Ética para a Corte, contou com a presença presencial de familiares de ministros na sessão de reabertura dos trabalhos, realizada na segunda‑feira (2/2). Entre os presentes estavam mulheres de ao menos quatro integrantes do tribunal, posicionadas na primeira fila da plateia. Assistiram ao discurso as companheiras dos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Dias Toffoli e do próprio Edson Fachin. A circunstância chamou atenção porque o Código de Ética em debate poderá estabelecer regras que impactem não apenas os magistrados, mas também familiares próximos, inclusive em atividades profissionais. Durante sua fala, Fachin defendeu que o Supremo dê um sinal institucional claro por meio de atitudes concretas. “A questão é saber se já chegou a hora de o tribunal sinalizar, por seus próprios atos, que o momento é outro. Minha convicção é que esse momento chegou. A fase agora é da retomada plena da construção institucional de longo prazo”, afirmou o presidente da Corte.
Justiça do Rio de Janeiro volta a prender o cantor Oruam por violar tornozeleira eletrônica
A Justiça do Rio de Janeiro determinou novamente a prisão do cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido artisticamente como Oruam, por descumprimento de medidas cautelares. A decisão foi assinada pela juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal da Capital, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogar o habeas corpus que mantinha o artista em liberdade. A ordem judicial tem como base o entendimento do ministro Joel Ilan Paciornik, relator do caso no STJ, que avaliou que Oruam violou reiteradamente as condições impostas quando deixou a prisão no ano passado. Entre as exigências estava o uso contínuo de tornozeleira eletrônica, considerada essencial para o acompanhamento judicial. Segundo o ministro, o sistema de monitoramento ficou seriamente prejudicado porque o equipamento permaneceu sem carga por períodos prolongados. Para o STJ, a recorrência dessas falhas inviabilizou a fiscalização adequada e demonstrou risco tanto à ordem pública quanto à efetiva aplicação da lei penal. Documentos anexados ao processo indicam a ocorrência de 28 interrupções no funcionamento da tornozeleira ao longo de 43 dias. Algumas dessas falhas chegaram a durar até dez horas, concentrando-se principalmente durante a noite e em finais de semana. Na avaliação do relator, o padrão observado extrapola eventuais problemas técnicos e evidencia desrespeito às determinações judiciais. Oruam havia obtido liberdade em setembro de 2025 por decisão do próprio ministro Paciornik, que na ocasião considerou insuficiente a fundamentação da prisão preventiva. O cantor responde a duas tentativas de homicídio qualificadas contra policiais civis, relacionadas a um episódio ocorrido durante uma operação policial no Rio de Janeiro. A defesa do artista, representada pelo advogado Fernando Henrique Cardoso, sustenta que não houve desligamento intencional da tornozeleira eletrônica. Segundo ele, o equipamento apresentava defeitos recorrentes e chegou a ser substituído pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) após avaliação técnica, argumento que será analisado no curso do processo.
Justiça do Rio determina prisão de Oruam por descumprir medida cautelar
Justiça do Rio de Janeiro determinou novamente a prisão do cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido artisticamente como Oruam, por descumprimento de medidas cautelares. A decisão foi assinada pela juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal da Capital, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogar o habeas corpus que mantinha o artista em liberdade. A ordem judicial tem como base o entendimento do ministro Joel Ilan Paciornik, relator do caso no STJ, que avaliou que Oruam violou de forma reiterada as condições impostas quando deixou a prisão no ano passado. Entre as exigências estava o uso contínuo de tornozeleira eletrônica, considerada essencial para o acompanhamento judicial. O ministro ressaltou que o sistema de monitoramento ficou seriamente comprometido porque o equipamento ficou sem carga por períodos prolongados. O STJ entende que a recorrência dessas falhas inviabilizou a fiscalização adequada e representou risco à ordem pública e à aplicação da lei penal. Documentos anexados ao processo apontam 28 interrupções no funcionamento da tornozeleira ao longo de 43 dias. Algumas falhas duraram até dez horas, concentrando‑se principalmente à noite e nos fins de semana. Na avaliação do relator, esse padrão ultrapassa eventuais problemas técnicos e demonstra desrespeito às determinações judiciais. Oruam havia conseguido liberdade em setembro de 2025 por decisão do próprio Paciornik, que então considerou insuficiente a fundamentação da prisão preventiva. O cantor responde a duas tentativas de homicídio qualificadas contra policiais civis, ocorridas durante uma operação policial no Rio de Janeiro. A defesa, representada pelo advogado Fernando Henrique Cardoso, alega que não houve desligamento intencional da tornozeleira. Segundo ele, o equipamento apresentava defeitos recorrentes e chegou a ser substituído pela Secretaria de Administração Penitenciária após avaliação técnica, argumento que será analisado no curso do processo. Vídeo revela o absurdo que Oruam fez antes de ser preso.
Ônibus com romeiros capota e deixa ao menos 15 mortos (Veja o vídeo)
De acordo com o Governo de Alagoas, o acidente registrado na manhã desta terça‑feira (3) na rodovia AL‑220, em São José da Tapera, no interior do estado, resultou em, no mínimo, quinze óbitos. Entre as vítimas estão cinco homens, sete mulheres e três crianças. As primeiras informações apontam que o ônibus transportava cerca de sessenta passageiros. Os feridos foram socorridos e encaminhados a unidades hospitalares da região, onde permanecem em tratamento. O capotamento ocorreu nas proximidades do distrito de Caboclo, em um trecho da rodovia conhecido como “S do Caboclo”, próximo ao Sítio Boqueirão.
MORAES REDUZIU INESPERADAMENTE PENA DE ROBERTO JEFFERSON E ENCERROU PROCESSO
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou nesta segunda‑feira (2) o início do cumprimento da pena imposta ao ex‑deputado federal Roberto Jefferson, ao declarar o trânsito em julgado da ação penal após a rejeição do recurso apresentado pela defesa. Com a decisão, o processo passa a estar encerrado no âmbito do STF. Embora a pena seja executada, Roberto Jefferson permanecerá em prisão domiciliar. A medida traz novas restrições: o uso de tornozeleira eletrônica, suspensão do passaporte, proibição de acesso a redes sociais e a concessão de entrevistas. Moraes também reduziu parcialmente a punição ao reconhecer a prescrição dos crimes de calúnia e incitação a dano qualificado. A condenação, inicialmente fixada em nove anos de prisão, pode ser reduzida para cerca de sete anos e meio. Caberá à Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro recalcular o tempo a cumprir, considerando o período já cumprido em prisão preventiva, e emitir o respectivo atestado de pena.
Ex‑presidente da Rioprevidência é preso pela PF e PRF na Operação Barco de Papel
Agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal prenderam nesta terça‑feira (3/2) o ex‑presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes. A detenção ocorre no âmbito das investigações que apuram os aportes realizados pelo fundo de previdência dos servidores do Estado do Rio de Janeiro no Banco Master. Antunes deixou o cargo em janeiro, após se tornar alvo de um inquérito que investiga suspeitas de gestão fraudulenta, desvio de recursos públicos e corrupção. As autoridades concentram a atenção nos investimentos de alto risco realizados durante sua gestão e a de outros ex‑dirigentes do instituto. Entre 2023 e 2024, o Rioprevidência aplicou quase R$ 1 bilhão em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master. Esses títulos, tradicionalmente destinados a investidores profissionais, não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e apresentam elevado nível de risco, suscitando dúvidas sobre a adequação dessas aplicações ao perfil previdenciário do fundo. Segundo a Polícia Federal, ao menos nove operações financeiras realizadas nesse período teriam colocado em risco os recursos destinados ao pagamento de aposentadorias e pensões de aproximadamente 235 mil servidores públicos estaduais. As investigações verificam se houve ausência de respaldo técnico e desvio da finalidade legal do instituto. Aportes sob alerta e intervenção do TCE‑RJ Os investimentos no Banco Master já vinham sendo alvo de críticas e alertas há mais de um ano. Em outubro de 2025, o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro analisou as operações e determinou a proibição de novos aportes do Rioprevidência em títulos administrados pela instituição financeira. Na decisão, o TCE‑RJ apontou indícios de gestão temerária e possível irresponsabilidade na condução dos recursos previdenciários. Mesmo com o veto, os investimentos continuaram a influenciar as decisões administrativas do fundo e permaneceram sob escrutínio dos órgãos de controle. Operação Barco de Papel A prisão de Antunes está vinculada à Operação Barco de Papel, deflagrada pela Polícia Federal para investigar as irregularidades nos aportes do Rioprevidência ao Banco Master. O inquérito apura uma série de crimes, entre eles gestão fraudulenta, delitos contra o sistema financeiro nacional, desvio de recursos públicos, indução da administração pública a erro, fraude a investidores, associação criminosa e corrupção passiva. Além do ex‑presidente do fundo, a operação também alcançou o ex‑diretor de investimentos Euchério Rodrigues e o ex‑gerente de investimentos Pedro Pinheiro Guerra Leal, que deixaram seus cargos à medida que as investigações avançavam. Viagem ao exterior e suspeita de antecipação Há indícios de que Deivis Marcon Antunes tinha conhecimento prévio da possibilidade de uma operação policial. Em meados de janeiro, ele passou a evitar sua residência no Rio de Janeiro e, no dia 15, deixou o país com destino aos Estados Unidos. Em nota divulgada anteriormente, o Rioprevidência informou que o então presidente estaria em período de férias programadas desde novembro de 2025. Como a fase inicial da Operação Barco de Papel previa apenas mandados de busca e apreensão, Antunes não era considerado foragido naquele momento. Com o avanço das diligências, a Polícia Federal confirmou a prisão nesta terça‑feira, ampliando o alcance da operação. Papéis de longo prazo e risco incompatível De acordo com informações do próprio Rioprevidência, as Letras Financeiras adquiridas foram emitidas entre outubro de 2023 e agosto de 2024, com vencimentos previstos apenas para 2033 e 2034. Investigadores avaliam que o perfil desses papéis, de longo prazo e alto risco, é incompatível com a natureza previdenciária do fundo. A PF apura se as decisões de investimento contrariaram normas técnicas e legais, expondo o patrimônio dos servidores estaduais a riscos excessivos. As defesas dos investigados não foram localizadas até o momento, e o espaço permanece aberto para eventuais manifestações.
CHEFÃO DO PT COMENTA PRISÃO DE SUPLENTE ACUSADO DE IMPORTUNAR VÍTIMA NO AEROPORTO
Edinho Silva, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, afirmou que a legenda está caminhando para expulsar o suplente de deputado estadual do Ceará, Pedro Lobo, acusado de tentativa de importunação sexual no Aeroporto de Juazeiro do Norte. O dirigente destacou que a decisão final compete ao diretório estadual, mas que o partido adotará postura firme diante da gravidade da acusação. “A atribuição é de diretório estadual. Penso que vão garantir o direito de defesa, mas a tendência, se o fato ficar caracterizado, é que sim. Assédio é ato de violência, não dá para ‘passar pano’. Repugnante”, disse Edinho Silva ao portal Metrópoles. A detenção de Pedro Lobo ocorreu na segunda‑feira, 2 de fevereiro. Segundo a polícia, ele tentou esfregar o pênis em uma mulher no terminal do aeroporto cearense, fato que gerou ampla repercussão política e interna no partido. Em resposta imediata à denúncia, a direção estadual do PT no Ceará convocou, ainda na tarde do mesmo dia, uma reunião de emergência para analisar o caso e definir as medidas cabíveis. Conforme a colunista Milena Teixeira, a decisão inicial foi suspender imediatamente a filiação de Lobo. O processo agora segue sob avaliação das instâncias partidárias, que devem considerar o direito de defesa do acusado e os desdobramentos jurídicos. Nos bastidores, a liderança nacional sinaliza que a legenda pretende manter uma postura rigorosa, reforçando a intolerância a qualquer forma de violência ou assédio.
URGENTE: Careca do INSS citava Lulinha ao negociar com parceiros comerciais
Um ex‑funcionário de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, afirmou que o lobista costumava mencionar o nome de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, como forma de facilitar negociações com parceiros e fornecedores. A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles nesta terça‑feira, 3, a partir de relatos prestados à investigação. Segundo a testemunha, o lobista evitava citar diretamente o nome de Lulinha, preferindo a expressão “o filho do rapaz”. Durante essas referências, Careca fazia um gesto com a mão, levantando quatro dedos, enquanto falava em reuniões e conversas profissionais. “Antonio falava abertamente sobre o ‘filho do rapaz’”, disse ao portal Metrópoles. “Falava ‘filho’ e sinalizava mostrando a mão com quatro dedos. Falou o nome de Fábio Lula diversas vezes: a mim, a alguns parceiros comerciais e em reunião de diretoria.” Além do depoimento verbal, a testemunha enviou respostas por escrito às autoridades. Em um dos trechos, afirmou que Careca dizia pagar uma mesada de R$ 300 mil a Lulinha, valor que, segundo o relato, estaria relacionado ao chamado Projeto Amazônia e ao Projeto Teste de Dengue. O ex‑funcionário também relatou que o lobista teria antecipado 25 milhões ao filho do presidente, embora a moeda não tenha sido especificada. O ex‑funcionário declarou ainda que Careca e Lulinha se encontraram diversas vezes, tanto em São Paulo quanto no Distrito Federal, sempre em contextos ligados a negócios e articulações empresariais. Polícia Federal apura possível vínculo societário A Polícia Federal investiga se Lulinha atuava como sócio oculto de Careca do INSS em empreendimentos voltados à área da saúde. Entre os projetos sob análise está uma iniciativa que pretendia fornecer cannabis ao Ministério da Saúde, tema que passou a integrar o inquérito. Mensagens obtidas pela PF indicam que o lobista transferiu R$ 1,5 milhão para Roberta Luchsinger, apontada como amiga de Lulinha e integrante do núcleo político do esquema investigado. Em uma das conversas, Careca escreveu que o valor seria destinado “ao filho do rapaz”, expressão recorrente nas comunicações analisadas. Mesmo após o avanço das apurações, Luchsinger manteve contato com o lobista. Segundo a Polícia Federal, ela chegou a alertá‑lo sobre a apreensão de um envelope que conteria “o nome do nosso amigo”, frase que chamou a atenção dos investigadores. Outro ponto apurado envolve o envio de um “medicamento” ao apartamento de Lulinha, localizado em São Paulo. A entrega, registrada em dezembro de 2024, foi feita em nome de Renata Moreira, esposa de Lulinha. Na ocasião, ele negou qualquer relação próxima com Careca e afirmou desconhecer o episódio. As investigações também apontam que Roberta Luchsinger atuou ao lado do lobista dentro do Ministério da Saúde. Registros obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que Careca esteve cinco vezes no ministério. Três dessas visitas ocorreram em 2024, quando ele se apresentou como diretor de uma empresa de telemedicina, sendo acompanhado por Luchsinger em uma das ocasiões. Em 2025, o empresário retornou ao órgão como presidente da World Cannabis, empresa ligada ao setor de maconha medicinal. A Polícia Federal citou essa parceria ao solicitar medidas judiciais contra Luchsinger, reforçando a suspeita de um esquema mais amplo envolvendo negócios, intermediações e possível tráfico de influência. Careca do INSS também atuava como lobista no Ministério da Saúde de Lula, demonstram mensagens em mãos da PF.