José Eugênio e José Carlos Dias Toffoli, irmãos do ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, são responsáveis pela administração da Maridt Participações S.A. A empresa realizou operações milionárias no estado do Paraná, ao mesmo tempo em que os irmãos mantêm um perfil discreto em Marília, interior de São Paulo. O endereço de José Eugênio, situado no bairro Jardim Universitário, em Marília, funciona como sede oficial da Maridt Participações. A companhia detinha participação no resort de alto padrão Tayayá e na DGEP Empreendimentos, ambos localizados em Ribeirão Claro, Paraná. Documentos da Junta Comercial do Paraná revelam que, em setembro de 2021, a Maridt vendeu cerca de metade de sua participação no resort ao fundo de investimento Arleen por R$ 618,9 mil. A saída definitiva ocorreu em fevereiro de 2025, quando recebeu R$ 698 mil da PHD Holding. Em outras transações, os irmãos Toffoli negociaram parte do empreendimento com o Arleen por R$ 3,1 milhões em 2021 e as cotas remanescentes com a PHD Holding por R$ 3,5 milhões em 2025. Para efeito de comparação, uma casa de três quartos no resort está sendo comercializada atualmente por aproximadamente R$ 2,5 milhões. Ao ser contactado pela reportagem, José Carlos Dias Toffoli, conhecido como padre Carlão, respondeu de forma sucinta: “A Maridt já deu a sua comunicação. Passar bem e até logo.” A “comunicação” citada refere‑se a uma nota enviada por José Eugênio explicando que a participação da Maridt no resort foi encerrada em duas etapas – primeiro com o grupo Arleen, em 2021, e depois com a PHD Holding, em 2025. Padre Carlão afastou‑se da paróquia Sagrada Família devido à sua atuação nos negócios familiares. Atualmente, como cônego, ele mantém o status de “uso de ordens”, o que, segundo a Diocese de Marília, permite que celebre missas quando convidado ou na ausência de outro religioso, embora não possua paróquia própria. A residência que o religioso ocupava, no bairro Castelo Branco, próxima à Igreja Sagrada Família, permanece fechada. Vizinhos afirmam que ele costumava visitar o imóvel, mas não tem sido visto no local recentemente. Atualmente, passa a maior parte do tempo em uma chácara que possui um chalé e área verde; a propriedade exibe uma placa indicando que o imóvel é alugado pelo irmão do ministro do STF. Paulo Humberto Degani, atual proprietário do resort Tayayá, integrou o grupo fundador do empreendimento desde 1999, conforme registros da Junta Comercial do Paraná. Ele se desvinculou da sociedade entre julho e setembro de 2025. O Tayayá é um empreendimento de alto padrão que oferece aos hóspedes ampla estrutura de lazer, incluindo piscinas aquecidas, passeios de caiaque e quadras de beach tennis. Segundo funcionários do hotel, os irmãos Toffoli ainda são percebidos como proprietários do local, ao lado de Paulo Humberto Barbosa, advogado com vínculos à JBS. O ministro Dias Toffoli costuma utilizar helicóptero como meio de transporte para chegar ao resort. As empresas vinculadas aos parentes do ministro tiveram como sócio o fundo de investimento Arleen, ligado ao Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central por fraudes contra o sistema financeiro. A atuação de Dias Toffoli como relator desse caso no STF tem sido alvo de questionamentos. Entre os membros da família, Mario Umberto Degani, primo do ministro, parece desfrutar de melhor condição financeira, residindo no condomínio fechado Recreio Santa Gertrudes, onde imóveis de três quartos são negociados por valores expressivos. A família Toffoli também contou com representação política em Marília por meio de José Ticiano Toffoli, que exerceu a chefia do município entre 2011 e 2012. Não há registros de sua participação no resort Tayayá.
Presidente do STF desmoralizado e STF sem credibilidade
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, emitiu sua primeira manifestação pública sobre a crise institucional vinculada ao caso Banco Master. Em nota divulgada, Fachin adotou postura interpretada como defesa dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, ambos questionados por suas relações com o banco de Daniel Vorcaro, investigado na maior fraude financeira da história brasileira. A declaração surge enquanto reportagens apontam conexões entre ministros do Supremo e pessoas envolvidas nas investigações. Fachin, que iniciou sua gestão defendendo autocontenção e a implementação de um código de conduta, manifestou confiança na Polícia Federal e no Banco Central, órgãos que têm sido alvos de críticas de Toffoli durante a condução do inquérito. O presidente do STF classificou como “ameaças e intimidações” as reportagens que documentaram o voo de Toffoli em jato com advogado de investigado, o contrato de R$ 130 milhões entre a esposa de Moraes e o banco, e a sociedade do grupo Vorcaro com familiares de Toffoli em um resort. “Quem tenta desmoralizar o STF para corroer sua autoridade a fim de provocar o caos e a diluição institucional está atacando o próprio coração da democracia constitucional e do Estado de Direito”, escreveu Fachin na nota. O magistrado acrescentou: “A crítica é legítima e mesmo necessária. Não obstante, a História é implacável com aqueles que tentam destruir instituições para proteger interesses escusos ou projetos de poder, e o STF não permitirá que isso aconteça.” Investigações da Polícia Federal e do Banco Central apontam que Vorcaro utilizava recursos obtidos por fraudes para obter influência em setores do poder em Brasília. As apurações não confirmam a versão propagada por milícias digitais financiadas pelo Master, que alegam ter “houve algo muito estranho” no processo de liquidação do banco. Fachin concluiu sua manifestação afirmando: “Quem almeja substituir a ousada pedagogia da prudência pelo irresponsável primitivismo da pancada errou de endereço.” Informações de bastidores indicam que a defesa de Toffoli poderia fazer parte de uma estratégia para que o ministro abandonasse a relatoria do processo Master. Em conversas privadas, Toffoli tem negado essa possibilidade. A permanência de Toffoli como relator representa apenas um aspecto da crise. Os princípios de código de conduta e autocontenção defendidos por Fachin enfrentam seu primeiro grande teste diante dos fatos revelados pela imprensa. Seu posicionamento é desmoralizante e covarde.
URGENTE: GONET REFORÇA PRISÃO DE FILIPE MARTINS ANTES DO PRAZO
Em decisão assinada em 20 de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes fixou prazo de 15 dias para que a Procuradoria‑Geral da República se pronuncie sobre a prisão preventiva de Filipe Martins. O parecer foi encaminhado ao ministro no sábado, 24 de janeiro, e a PGR manifestou‑se favoravelmente à manutenção da medida. Filipe Martins foi preso preventivamente em 2 de janeiro de 2026 e conduzido à Cadeia Pública de Ponta Grossa, no Paraná. A ordem de prisão, determinada por Moraes, teve como fundamento um e‑mail que apontava possível descumprimento das medidas cautelares impostas. Ricardo Wagner Roquetti, coronel reformado da Aeronáutica, relatou que seu perfil no LinkedIn registrou a visita de uma conta identificada como “Filipe Garcia Martins”. Ao decretar a prisão, o ministro avaliou que houve violação da decisão judicial que proibia o uso de redes sociais. “Essas circunstâncias, por si sós, evidenciam o desprezo do réu pelas medidas impostas e pelo próprio sistema jurídico”, escreveu Moraes. Gonet concordou com o entendimento do relator. Segundo ele, a conduta atribuída a Martins demonstra a ineficácia de medidas cautelares alternativas. “Resta a segregação cautelar como meio idôneo para assegurar a aplicação da lei penal e a regularidade do processo”, afirmou o procurador‑geral. Em pedido de reconsideração, a defesa sustentou que o último acesso ao perfil ocorreu em 13 de setembro de 2024, a partir de um IP localizado nos Estados Unidos, o que seria compatível com a atuação de advogado constituído naquele país. Os advogados afirmaram que Martins permanecia em Ponta Grossa, sob monitoramento eletrônico, e anexaram o histórico de acessos da conta. Gonet declarou que a documentação apresentada não afasta o registro de uso da rede social em 28 de dezembro de 2025. A defesa também argumentou que o simples acesso não configuraria violação das medidas, já que não houve publicação de conteúdo. O procurador‑geral discordou, afirmando que a proibição judicial abrangia o uso das redes sociais de forma ampla, incluindo acesso e navegação, e não apenas postagens. Gonet concluiu que não há fatos novos capazes de alterar o quadro que fundamentou a prisão preventiva e manifestou‑se contra a revogação ou o relaxamento da medida.
Brasil insiste em sobreviver entre manés e Forrest Gump
A vida biológica é gratuita; o sentido, não. O ser humano é o único que sofre pela falta de sentido e, talvez por isso, trocou a vivência plena pela mera sobrevivência. Vivemos em um mundo polarizado, injusto e institucionalmente falho, enquanto a possibilidade de viver com propósito e pertencimento parece cada vez mais distante. O instinto gregário não é ideológico, é biológico. Ainda assim, a globalização prometeu liberdade e entregou isolamento. A felicidade individual depende do sentido de pertencimento coletivo, hoje fragmentado e desacreditado. Grandes revoluções não nascem de planilhas nem de modelos racionais perfeitos. Elas surgem quando a razão institucional falha e a justiça não se realiza. Nesse vazio, a intuição coletiva substitui o cálculo. Trata‑se de uma força ingênua, desprezada pelos intelectuais, mas historicamente decisiva. Dessa descrença emergem os “Manés” e os “Forrest Gump” da vida real: figuras improváveis, ridicularizadas por não dominarem a linguagem dominante, mas impulsionadas por fé moral e vontade de justiça. Não falta inteligência ao mundo contemporâneo; falta a crença de que vale a pena lutar. Dentro desse cenário, um jovem deputado inicia uma caminhada solitária em busca de liberdade e sentido. Rotulado de mané, ele transforma o isolamento em adesão. O gesto individual ganha corpo coletivo e evidencia o erro recorrente das elites: subestimar a força que nasce fora da sofisticação. Diante disso, impõe‑se a pergunta inevitável: vencerão os ímpios, corruptos e tiranos? Ou estaremos prestes a assistir à revolução dos manés, à semelhança da caminhada de Forrest Gump, que começa solitária, é ridicularizada e, gradualmente, passa a reunir milhares? Como será o amanhã — o dia 25 de janeiro, em pleno ano eleitoral? Seremos resilientes o bastante para abandonar o modo sobrevivência e voltar a viver? Seguiremos adiante rumo ao propósito final: liberdade e justiça para todos.
Simone Tebet, desesperada, busca saída política
A ministra Simone Tebet encontra‑se em profundo desespero, indecisa sobre o rumo a seguir nas eleições de 2026. Não é fácil buscar novas oportunidades quando se torna uma figura indesejada no cenário político. Existe o ditado de que as escolhas definem a pessoa, para o bem ou para o mal; talvez isso se aplique à filha de Ramez Tebet. Recentemente, ela tem circulado pesquisas supostamente fabricadas, tentando forçar sua candidatura em São Paulo, única alternativa que lhe resta devido à proximidade com o deputado federal paulista Baleia Rossi, presidente nacional do MDB. Em alguns momentos, afirma que pretende concorrer ao Senado; em outros, aparece pleiteando o cargo de governadora do estado. Por ora, sua estratégia limita‑se à divulgação de pesquisas encomendadas por fontes desconhecidas, sem comprovação de origem. Não há evidência de veracidade nessas informações, parecendo tratar‑se de um blefe. Simone declara aguardar uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para definir seu futuro. Assim, permanece perdida, possivelmente esperando que o PT lhe ofereça recursos financeiros para sustentar sua campanha, apostando no imprevisível. Contudo, mantém a postura de quem “quebra a perna, mas não rasga a meia”, preservando a arrogância que costuma caracterizar a elite política. Nos bastidores do estado de São Paulo, o PT demonstra expectativa de poder influenciar a candidatura de Simone, enquanto Fernando Haddad, Márcio Fortes (PSB) e José Maria Alkmin se preparam para os confrontos eleitorais que surgirão. Vale lembrar que o apoio de Simone a Lula nas eleições anteriores não foi bem aceito pelo eleitorado paulista, conforme revelam diversas pesquisas de campo. A maioria dos eleitores considerou sua aliança ao Lulismo como oportunismo e traição. Não está claro se essa mágoa persiste, mas o aumento da rejeição ao associar‑se ao PT é demonstrável. Resta a questão: eleitores paulistas estariam dispostos a aceitar uma candidatura considerada forasteira, que poderia entregar parte significativa do governo ao PT caso fosse eleita? Dante Filho. Jornalista. Conheça o blog do autor: Blog do Dante Filho https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/78187/tebet-perdida-sem-rumo-e-sem-futuro,https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/77396/simone-tebet-sai-do-armario-e-prepara-traicao-ao-pt,https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/72793/as-3-fazendas-de-simone-tebet-e-o-violento-conflito-com-os-indios
EX‑BBB É INTERNADO EM HOSPITAL DE TRATAMENTO DE TRANSTORNOS MENTAIS APÓS ASSÉDIO
Pedro Henrique Espíndola, ex‑participante do Big Brother Brasil, foi internado na tarde da última quarta‑feira (21) em Piraquara, Paraná, para acompanhamento médico e psicológico intensivo. Ele está no Hospital San Julian, referência no tratamento de dependência química e de transtornos mentais graves. O ex‑brother, que abandonou o reality da Globo após ser acusado de assédio contra Jordana, chegou ao hospital acompanhado da mãe e foi alocado em setor destinado a pacientes adultos do sexo masculino com diagnósticos como esquizofrenia, transtorno bipolar, transtorno esquizoafetivo, depressão e outras condições psiquiátricas severas.
Caminhada pela Liberdade e Justiça de Nikolas Ferreira reúne multidão inimaginável (veja o vídeo)
Uma verdadeira multidão já está participando da Caminhada pela Liberdade e Justiça liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira. Trata‑se de algo realmente inimaginável; o povo brasileiro parece estar recuperando a esperança. É preciso reunir muita força para retirar novamente a quadrilha petista do poder. Veja o vídeo
Por que o suposto Código de Ética do STF é mera fachada
Como é de conhecimento geral, as falácias são raciocínios que aparentam validade, mas cuja conclusão não corresponde à realidade. Com a crise de credibilidade de alguns membros da Suprema Corte brasileira, a instituição tem perdido a confiança de juristas e da maioria da população. Para tentar recuperar essa credibilidade, o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, tem defendido a criação de um Código de Ética para os ministros do STF. Resta a dúvida: qual seria a eficácia desse código, sua obrigatoriedade e quais sanções seriam aplicadas em caso de descumprimento? Na minha modesta opinião, não há necessidade de um novo Código de Ética. A proposta parece ser apenas uma “capa de livro”, sem potencial para gerar efeitos práticos. O Supremo Tribunal Federal já decidiu que seus membros não estão sujeitos à correição do Conselho Nacional de Justiça, órgão que, em princípio, seria responsável pela fiscalização disciplinar da magistratura. Entretanto, está em vigor a LOMAN – Lei Orgânica da Magistratura Nacional – que estabelece deveres e vedações para todos os magistrados, inclusive os ministros da Corte. Nos artigos 35 e 36 da LOMAN, encontram‑se, respectivamente, o dever de manter conduta irrepreensível na vida pública e particular e a vedação de manifestar opinião sobre processos pendentes de julgamento em qualquer meio de comunicação, salvo nas hipóteses previstas em lei. Exemplos recentes demonstram o descompasso entre a prática dos ministros e esses preceitos. Um ministro, em um estádio de futebol, levantou o dedo do meio para a plateia, episódio amplamente divulgado pela imprensa e redes sociais. No dia 15/01/26, durante a colação de grau da 194ª turma de Direito da USP, o ministro Alexandre de Moraes fez comentários jocosos, dizendo: “Oito discursos para vocês é um absurdo do absurdo. Vocês percebem que ninguém cumpriu os três minutos? Quase que eu tive que tomar algumas medidas. Mas eu me contive hoje, né? Acho que hoje eu já fiz o que eu tinha que fazer.” Tais atitudes não se coadunam com a exigência de conduta irrepreensível prevista na lei. Outra violação ao artigo 36 ocorreu quando um decano do STF criticou o ministro Luiz Fux por ter pedido vista no julgamento de recurso do senador Sérgio Moro, afirmando: “Vê se consegue fazer um tratamento de terapia para se livrar da Lava Jato.” Além desses casos, há relatos de inquéritos de ofício instaurados pelos próprios ministros, processos julgados sem a devida imparcialidade, manutenção de inquéritos intermináveis (apelidados de “Inquérito do Fim do Mundo”), censura prévia e ativismo judicial que ultrapassa as competências do Poder Judiciário. A função do magistrado, embora baseada na liberdade de convencimento, deve estar vinculada à legislação vigente. Retomando a questão da eficácia do Código de Ética defendido por alguns ministros, é imprescindível que todo descumprimento de norma resulte em penalidade; caso contrário, a norma torna‑se natimorta. Se os ministros se colocam acima da lei, conforme interpretações que lhes convêm, nenhum Código de Ética será capaz de moldar sua conduta. Por isso, entendo que a discussão sobre a criação de um Código de Ética é sofística e falaciosa, não produzindo efeito concreto, mas apenas um engodo aos jurisdicionados. Tenho dito!!! Bady Elias Curi. Advogado fundador do Esc. Bady Curi Advocacia Empresarial, professor mestre de Direito, ex‑juiz do TRE/MG, escritor.
Lula ordena a instalação de grades ao Palácio do Planalto para a passeata de Nikolas Ferreira
Grades de proteção foram colocadas neste sábado (24) ao redor do Palácio do Planalto, como medida para garantir a segurança durante a caminhada de protesto liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG). O parlamentar organizou uma passeata de aproximadamente 240 km contra as penas impostas aos condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023. As grades são normalmente instaladas em manifestações ou eventos de rua realizados na Esplanada ou na Praça. Em nota, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) informou que as grades estão sendo utilizadas como reforço, em razão da possibilidade de manifestações programadas nas proximidades da sede presidencial. O Palácio do Planalto, sede da Presidência da República, ficou cercado por cerca de dez anos, até que o presidente Lula (PT) determinou a retirada definitiva da barreira em maio de 2023. Desde então, as grades são recolocadas apenas em situações específicas, quando se verifica a necessidade de reforçar a proteção da sede. Nikolas partiu na segunda‑feira (19) de Paracatu, Minas Gerais, e seguirá a Brasília, onde pretende chegar no domingo (25). Uma multidão significativa acompanha o parlamentar.
Pânico no Planalto: voo impressionante de Flávio reacende boato de vitória
Perder o poder para a esquerda representa um verdadeiro terror. Muitas pessoas vivem às expensas da máquina pública. O desespero é enorme, e não há preocupação com o país ou com o povo. Por isso, odeiam Bolsonaro. Foram quatro anos sem usufruir das benesses que o poder proporciona, sem o enorme cabide de “boquinha”, sem a farta distribuição de propina. O voo de Flávio tem provocado um verdadeiro pânico no Palácio do Planalto. Ninguém esperava esse crescimento fulminante. A pesquisa mais recente indica que Flávio tem mais de seis pontos de vantagem sobre Lula em um eventual segundo turno. Diante dos escândalos recorrentes que envolvem o PT e os petistas, a tendência é que essa vantagem se amplie. Mesmo com Lula abrindo as torneiras dos cofres públicos, sua taxa de rejeição permanece altíssima. Não é sem razão que voltou a circular um boato de que Lula não será candidato. Esse rumor já serviu de combustível para o otimismo do mercado neste início de ano. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao