A resistência do atual governo em classificar o PCC e o CV como organizações terroristas não se baseia em questões de soberania, como sustenta Lula. A verdadeira motivação é outra: a cabeça de quem recebeu ou transferiu recursos para essas organizações estará em risco. Não se trata de um interesse do Brasil, mas da turma que está no comando do país. Os Estados Unidos e países aliados jamais fariam incursões com tropas bélicas e travariam franco e aberto combate às organizações em meio à população brasileira. É irreal a hipótese de se jogar, por exemplo, uma bomba na Rocinha ou no Complexo do Alemão para exterminar a cúpula do CV. Considerar essas facções como organizações terroristas não autoriza os EUA a invadir o território brasileiro e aqui travar uma guerra, mas poderá, com a devida autorização do governo brasileiro, lançar um míssil ou drone e eliminar um líder desses grupos na sala de estar de sua casa, de forma cirúrgica. A verdadeira razão, porém, é outra. A partir do momento que essas organizações forem consideradas terroristas, a polícia — qualquer uma delas — em suas investigações que dizem respeito ao CV e ao PCC, não necessitará de autorização judicial para quebra de sigilo bancário. As forças de segurança poderão levantar e rastrear o caminho do dinheiro dessas quadrilhas terroristas, sem depender da chancela da Justiça, que blinda e protege esses criminosos. Mais que isso: serão criados canais para a cooperação técnica e troca de informações entre as polícias brasileiras, a CIA e o FBI. Levando em conta que os agentes estrangeiros já estão há anos por aqui com tudo mapeado, imaginem quantas barbaridades virão à tona — quantas autoridades envolvidas até a alma serão reveladas. Gente da mais alta cúpula do Judiciário, do Executivo e do Congresso Nacional, além de empresários, militares e agentes da própria segurança pública. Todos que tiverem financiado, recebido ou transferido um centavo para essas organizações serão trazidos a investigações de domínio internacional. É o que chamamos de “batom na cueca”. O Brasil é signatário de diversos tratados internacionais de combate ao terrorismo, com foco na cooperação jurídica, extradição, supressão de financiamento e atos com bombas ou materiais nucleares. Destacam-se a Convenção Interamericana contra o Terrorismo e a Convenção Internacional para Supressão do Financiamento do Terrorismo, incorporadas ao ordenamento jurídico brasileiro via decretos. Especial atenção merece o Decreto nº 5.640, de 26 de dezembro de 2005, que recepciona e traz para o ordenamento jurídico brasileiro a Convenção Internacional para Supressão do Financiamento do Terrorismo, adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 9 de dezembro de 1999 e assinada pelo Brasil em 10 de novembro de 2001. A convenção internacional é parte integrante do texto do Decreto, pois entrou como anexo. Seu artigo 12, I, estabelece o seguinte: “Os Estados Partes prestar-se-ão mutuamente a assistência necessária para fins de investigações criminais ou processos criminais ou de extradição no que se refere aos delitos previstos no Artigo 2, inclusive assistência na obtenção de provas em seu poder necessárias ao andamento do processo”. E o artigo 12, II, complementa: “Os Estados Partes não poderão recusar solicitações de assistência mútua sob a alegação de sigilo bancário”. O decreto detalha ainda a criação de canais para cooperação mútua entre os órgãos investigativos. Também vale chamar a atenção para o Decreto nº 5.639, de 26 de dezembro de 2005, que promulga a Convenção Interamericana contra o Terrorismo, assinada em Barbados em 3 de junho de 2002. O artigo 5º deste diploma internacional traz estampado como título “Embargo e confisco de fundos ou outros bens”, e complementa: “Cada Estado Parte, em conformidade com os procedimentos estabelecidos em sua legislação interna, adotará as medidas necessárias para identificar, congelar, embargar e, se for o caso, confiscar fundos ou outros bens que sejam produto da comissão ou tenham como propósito financiar ou tenham facilitado ou financiado a comissão de qualquer dos delitos estabelecidos nos instrumentos internacionais enumerados no Artigo 2 desta Convenção”. Isso significa que a turma do poder teria seus bens confiscados. O Artigo 6º da Convenção de Barbados também aborda especificamente os crimes de lavagem de dinheiro pertinentes aos grupos terroristas — o pesadelo de qualquer criatura que tenha ou tenha tido envolvimento com essas organizações criminosas. É o dispositivo que dá permissão à polícia para “puxar a cordinha”, ou seja, rastrear por onde transitou o dinheiro do crime, sem precisar de mandado judicial. Tudo isso só ajudaria o Brasil no combate ao crime e à sensação de insegurança enlouquecedora que vive a população brasileira hoje. Não permitir que essas organizações sejam consideradas terroristas é um desserviço à nação. É renunciar a todas as ferramentas e vantagens que estão nos proporcionando os tratados internacionais dos quais o Brasil é subscritor e aos quais está comprometido. Só mesmo fortes interesses pessoais para fazer alguém negar uma ajuda dessa envergadura. É a classe política na sua mais salutar transparência — de mãos dadas com o crime organizado.
Instituto de Previdência sofre invasão, tem computadores roubados e levanta suspeita de queima de arquivo
Um boletim de ocorrência registrado na tarde de sábado (14) aponta que a sede da Macapá Previdência (MacapaPrev), órgão da Prefeitura Municipal de Macapá, foi invadida durante a madrugada de sábado. A Polícia Civil do Amapá instaurou inquérito a pedido da Polícia Federal para apurar o roubo de computadores, processos e imagens das câmeras de segurança, sob suspeita de “queima de arquivo”. De acordo com o boletim de ocorrência, a constatação do roubo ocorreu antes da instituição iniciar o atendimento dos servidores municipais para a concessão do benefício. Foi realizada perícia no local e as investigações estão sob sigilo. A sede da Macapá Previdência fica na Avenida Presidente Vargas, próximo ao prédio da Ordem dos Advogados do Brasil. O registro foi feito pelo advogado Josué Madeira da Silva Júnior. A invasão ao prédio ocorreu dez dias após a troca na gestão da previdência municipal de Macapá em razão do afastamento judicial seguida de renúncia do prefeito Antônio Furlan (PSD). O vice-prefeito Mario Neto (Podemos) também foi afastado e a prefeitura passou a ser comandada pelo presidente da Câmara Municipal, Pedro Dalua (União Brasil). O prefeito e o vice foram afastados por decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O prefeito interino trocou o comando da MacapáPrev. Janayna Gomes da Silva Ramos, presidente do órgão durante a gestão Furlan, pediu exoneração um dia depois da renúncia do então prefeito. As investigações preliminares apontam que não houve arrombamento externo e que foram cortadas todas as formas de comunicação dos sistemas durante o roubo. Foram levados os notebooks do ex-diretor Financeiro, Fabiano Gemaque Valente de Andrade, e da ex-chefe de gabinete da Presidência, Karyna Santos Ramos. Os dois também pediram exoneração depois da saída de Furlan da prefeitura. Meses atrás, o Ministério da Previdência Social questionou ao Tribunal de Contas do Amapá (TCE-AP) a incidência de um rombo de R$ 221 milhões na MacapáPrev. Em dois anos, ela teve seu caixa reduzido de R$ 176,8 milhões para R$ 39 milhões. O caixa atual seria de pouco mais de R$ 31 milhões. Fontes da Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Amapá (Sejusp) informaram que a principal linha de investigação é a destruição de provas sobre ilícitos cometidos na gestão previdenciária do município. Chamou a atenção dos investigadores o fato do alvo central da ação serem os computadores do setor financeiro. Na quinta-feira (12), a Câmara Municipal de Macapá (CMM) aprovou a instauração de uma comissão processante para investigar o vice-prefeito Mário Neto, que também era secretário de Finanças da prefeitura, e a gestão da MacapáPrev. No último dia 3 de março, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão com 55 páginas, determinou o afastamento do prefeito Antônio Furlan e do vice-prefeito Mário Neto no âmbito da segunda fase da Operação Paroxismo, deflagrada pela Polícia Federal, que investiga fraude na licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro na construção do Hospital Geral Municipal de Macapá, uma obra de quase R$ 70 milhões com recursos de emendas Pix. O ministro também autorizou o cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão nas cidades de Macapá (AP), Belém (PA) e Natal (RN), além do afastamento de outros servidores públicos por 60 dias, casos da secretária da Saúde e do chefe da Comissão de Licitação. No dia seguinte ao afastamento, Antônio Furlan renunciou ao cargo e se lançou pré-candidato ao governo do estado nas eleições de outubro. Segundo a última pesquisa Real Time Big Data, divulgada em 10 de fevereiro, Dr. Furlan desponta em primeiro com 66% nas intenções de voto para o governo do Amapá, contra 29% do atual governador, Clécio Luís (União Brasil).
Governo petista na Bahia pagou R$ 207 milhões ao Banco Master entre 2023 e 2026
O envolvimento do PT com o Banco Master ganha contornos cada vez mais evidentes. A gestão petista na Bahia realizou pagamentos ao Banco Master referentes a 207 precatórios no período entre 2023 e 2026. Os valores envolvidos são estratosféricos. Somente em 2024, foram pagos R$ 47,4 milhões em operações relacionadas à antecipação de valores decorrentes de precatórios do Fundef. Do outro lado do espectro político, ACM Neto, adversário petista na Bahia, recebeu um contrato de consultoria de R$ 3,2 milhões com o Master. Daniel Vorcaro, proprietário do banco, distribuía contratos para diversos lados do espectro político. A informação foi divulgada por Lauro Jardim, que recebeu o seguinte esclarecimento do governo da Bahia: “A Secretaria da Administração do Estado da Bahia esclarece que os pagamentos citados em coluna publicada no jornal O Globo, em 15/03, não se referem à contratação ou relação direta do Estado com a instituição financeira mencionada. Os valores, registrados no Portal da Transparência, resultam da antecipação de créditos feita por opção de servidores da Educação que têm direito a precatórios do Fundef, conforme a Emenda Constitucional 114/2021 aprovada pelo Congresso Nacional. A lei permite ao servidor antecipar o crédito com instituição financeira credenciada, por cessão do direito de recebimento e sem intervenção do estado que se limita ao pagamento das parcelas do acordo. Os valores antecipados são direcionados à instituição que passou a ser titular do crédito, conforme escolha do servidor. O referido banco se credenciou e foi autorizado pelos servidores a receber os respectivos créditos. O credenciamento é público, segue critérios de controle externo e permanece aberto a novas instituições que atendam às regras, sendo praticado também em outras unidades da federação conforme a lei.” A tentativa de justificativa não convence. Para fortalecer nossa batalha editorial, considere tornar-se assinante, o que lhe dará o direito de assistir o primeiro PODCAST conservador do Brasil e ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os “assuntos proibidos” no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
Maestro de tradicional banda de música morre após mal súbito durante pedalada em rodovia
O maestro Jadson Santos, de 49 anos, faleceu na manhã deste domingo (15) após sofrer um mal súbito enquanto praticava ciclismo na BR-226, em Florânia, localizada na região do Seridó do Rio Grande do Norte. O incidente ocorreu no quilômetro 216 da rodovia. Jadson passou mal de forma repentina e caiu às margens da pista. Equipes da Polícia Rodoviária Federal foram acionadas para atender a ocorrência e isolar a área. Não houve envolvimento de outros veículos no incidente. A dinâmica do ocorrido aponta que a morte foi causada por questões de saúde do ciclista. Familiares do maestro compareceram ao local, onde o corpo permaneceu até a remoção oficial pelo serviço funerário. Jadson Santos era o atual regente da Banda de Música Arnaldo Toscano de Medeiros, tradicional corporação musical que atua na região do Seridó do Rio Grande do Norte. A banda, que leva o nome de um dos antigos mestres que a coordenaram, é uma das mais antigas do estado. A criação da primeira banda musical da cidade de Florânia ocorreu por volta de 1898, quando o município ainda era denominado Flores. A iniciativa partiu do professor Manoel Fernandes, que ficou à frente do grupo até aproximadamente 1918. Nos primeiros anos de funcionamento, a banda ocupava as instalações da antiga Escola de Instrução Primária, que também abrigou a Delegacia de Polícia da cidade. O edifício atualmente abriga o Museu Histórico Municipal Marciano Ribeiro da Costa. O nome do museu homenageia um dos antigos integrantes e coordenadores da corporação musical, o maestro Marciano Ribeiro da Costa. Ao longo de sua trajetória centenária, a Banda de Música Arnaldo Toscano de Medeiros contou com a colaboração de diversos mestres, entre eles Manoel Dantas, Inácio Fernandes Vieira, Tonheca Dantas, Ellusipo Oscar de Oliveira, além do próprio Arnaldo Toscano de Medeiros e Marciano Ribeiro da Costa. A Banda de Música Arnaldo Toscano de Medeiros, regida por Jadson Santos até este domingo, foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio Grande do Norte em janeiro de 2025. O reconhecimento ocorreu por meio da Lei Estadual nº 12.048, sancionada em 29 de janeiro de 2025, após aprovação unânime na Assembleia Legislativa. A outorga do título de patrimônio cultural e imaterial em âmbito estadual contemplou a instituição musical floraniense pela sua relevância histórica e cultural para a região do Seridó e para todo o estado. O incentivo do poder público municipal tem contribuído para que o grupo musical possa perpetuar sua trajetória que atravessa gerações, oportunizando talentos musicais e mantendo viva uma tradição centenária na cidade de Florânia.
Flávio Bolsonaro lidera com folga contra Lula no Espírito Santo, aponta pesquisa Realtime/Bigdata
Levantamento realizado pelo instituto Realtime/Bigdata com eleitores do Espírito Santo coloca o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na liderança das intenções de voto no estado em um cenário de disputa presidencial. De acordo com os dados, o parlamentar registra 38% da preferência do eleitorado capixaba, enquanto o presidente e pré-candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 33%. No mesmo cenário, outros possíveis candidatos também foram testados. O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), alcança 6% das intenções de voto, mesmo percentual atribuído ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Entre os entrevistados, 7% afirmaram que votariam em branco ou anulariam o voto, enquanto 8% disseram não saber ou preferiram não responder. A pesquisa também avaliou cenários alternativos com outros nomes na disputa. Quando o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), aparece na lista de candidatos, ele obtém 3% das intenções de voto no estado. Nesse quadro, Flávio Bolsonaro sobe para 40%, enquanto Lula registra 34%, e Romeu Zema mantém 6%. Em outro cenário testado, com a inclusão do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), que marca 2% das intenções, Flávio Bolsonaro também aparece com 40% das preferências. Lula novamente soma 34%, e Romeu Zema permanece com 6%. O levantamento está registrado sob o número BR-09011/2026. Foram entrevistados 2.000 eleitores do estado do Espírito Santo entre os dias 13 e 14 de março. Segundo o instituto, a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Afiliada da Globo no RS começa a defender prisão domiciliar para Bolsonaro
A página @bellanna no X destacou que “até a RBS, afiliada da Globo no Rio Grande do Sul, resolveu falar o óbvio”. A página @bellanna continuou sua análise: Depois de anos operando contra Jair Bolsonaro, de editoriais, colunas e manchetes tentando destruir sua imagem, agora publicam texto defendendo que ele vá para casa. Não, eles não ficaram bonzinhos de uma hora para outra. Isso é medo. Quando até quem passou sete anos ajudando a construir o cerco começa a perceber que a coisa saiu do controle, é porque a ruptura já começou. Eles sabem que o precedente criado contra um ex-presidente pode, E VAI, atingir qualquer um. Inclusive quem ajudou a empurrar o país até aqui. A verdade é simples. Não é conversão moral. É instinto de sobrevivência. E quando a própria engrenagem começa a ranger, é porque o sistema já percebeu que passou do limite.
PF descobre que amiga de Lulinha comprou R$ 474 mil em joias com dinheiro suspeito ligado ao Careca do INSS
Documentos obtidos pela Polícia Federal (PF) apontam suspeitas graves contra a empresária Roberta Luchsinger. Segundo os investigadores, ela teria utilizado a compra de joias no valor de R$ 474,5 mil como possível mecanismo de lavagem de dinheiro. A empresária é identificada como elo entre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A análise da PF identificou transferências financeiras suspeitas realizadas pela RL Consultoria e Intermediações Eireli, empresa na qual Roberta é sócia, com destino à Jival Comércio de Joias. Conforme os investigadores, os valores foram fracionados em diversas transações, prática que pode caracterizar tentativa de ocultar a origem e a natureza dos recursos envolvidos. Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revelam que a RL Consultoria e Intermediações Eireli movimentou impressionantes R$ 18,2 milhões. Desse montante, aproximadamente R$ 1,1 milhão teria sido transferido pela Brasília Consultoria Empresarial, empresa vinculada ao lobista Careca do INSS. Parte desses recursos, segundo a investigação, foi direcionada à aquisição de bens de alto valor. Os relatórios também indicam transferências para a própria Roberta Luchsinger e para seu pai, Roberto Pedro Paulo Luchsinger, com quem ela mantém sociedade em atividades empresariais. Outro repasse relevante identificado pela investigação foi de cerca de R$ 1,9 milhão destinado à empresa Ski Brasil Viagens e Turismo. Em relatório oficial, os investigadores registraram: “Transações com JIVAL COMÉRCIO DE JOIAS (R$ 474.554,00) e SKI BRASIL VIAGENS E TURISMO (R$ 1.962.215,03) indicam possível lavagem por meio de artigos de luxo e turismo”. A defesa da empresária contestou as suspeitas. Em nota, o advogado Bruno Salles afirmou que todas as joias foram adquiridas de forma regular, com emissão de notas fiscais e certificação de autenticidade. “Não há qualquer sentido em se falar em lavagem de dinheiro por meio da regular aquisição de bens, mediante transferências bancárias regulares e que são de uso pessoal”, declarou o advogado. As apurações integram a Operação Sem Desconto, que investiga um esquema de descontos indevidos aplicados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). De acordo com a Polícia Federal, Roberta Luchsinger teria atuado como intermediária entre o lobista investigado e Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo revelações anteriores da investigação, Roberta e o Careca do INSS também teriam buscado interlocução dentro do Ministério da Saúde para defender interesses de uma empresa de tecnologia e da World Cannabis. Neta do ex-banqueiro suíço Peter Paul Arnold Luchsinger, já falecido, a empresária ganhou notoriedade ao prometer uma doação de R$ 500 mil a Lula durante o período em que o atual presidente enfrentava bloqueios bancários no contexto da Operação Lava Jato.
Sem saber que estava sendo gravado, Boulos revela bastidores de agressão de Datena contra Marçal
Guilherme Boulos não sabia que estava sendo gravado quando resolveu comentar os bastidores do episódio envolvendo José Luiz Datena e Pablo Marçal. Na conversa com jornalistas, Boulos afirma que Datena já estava muito irritado com Marçal desde debates anteriores e teria dito que poderia “partir para cima” dele caso as provocações continuassem. Segundo o relato, a reação ocorreu após novas ofensas durante o debate. Veja:
Morte suspeita do sicário de Vorcaro levanta questões sobre o escândalo do Banco Master
O escândalo do Banco Master revela conexões entre banqueiros, ministros e até o presidente da República. Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, está preso por ordem do ministro Andre Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. A morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” e homem de confiança de Vorcaro, levanta questões sobre os desdobramentos do caso. Preso na Operação Compliance Zero, ele supostamente atentou contra a própria vida em uma cela da Polícia Federal em Belo Horizonte, morrendo após coma irreversível. Embora não tenha respondido formalmente por homicídios, Mourão já era conhecido das autoridades havia mais de duas décadas. Segundo a polícia, ele tinha passagens por crimes como estelionato, receptação, uso de documento falso e ameaça. O caso expõe a fragilidade do sistema de justiça brasileiro e a certeza de impunidade que marca o país, revelando como os poderosos operam nas sombras enquanto a sociedade aguarda respostas.
Lutador de Muay Thai mata esposa com mais de 30 facadas no Dia da Mulher; três filhos presenciaram o crime
Mariana Santos, de 30 anos, foi brutalmente assassinada com mais de 30 facadas na madrugada do último domingo (8/3), data em que se celebra o Dia Internacional da Mulher. O crime chocante aconteceu em Santa Luzia, município da região metropolitana de Belo Horizonte. O principal suspeito do homicídio é o companheiro da vítima, Jonatas Douglas de Oliveira, de 36 anos, que está foragido. O ataque brutal ocorreu dentro da própria residência da família e diante dos três filhos de Mariana: um menino de 10 anos e duas meninas, de 8 e 5 anos. Segundo informações iniciais, uma das crianças conseguiu ligar para o número 190 e pedir socorro à polícia durante o ataque. Relatos preliminares indicam que Jonatas é praticante de Muay Thai e já teria participado de competições e atividades ligadas à modalidade. Pessoas próximas ao casal também informaram que ele mantinha relação com academias voltadas ao ensino de artes marciais. De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais, a ocorrência foi registrada em uma casa localizada na rua China, no bairro Baronesa. Após o ataque, o suspeito fugiu do local e não havia sido localizado até a última atualização do caso. A motivação do crime ainda não foi esclarecida pelas autoridades. O episódio é tratado como possível feminicídio e a investigação ficará sob responsabilidade da Polícia Civil de Minas Gerais.