O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou nesta segunda‑feira (2) o início do cumprimento da pena imposta ao ex‑deputado federal Roberto Jefferson, ao declarar o trânsito em julgado da ação penal após a rejeição do recurso apresentado pela defesa. Com a decisão, o processo passa a estar encerrado no âmbito do STF. Embora a pena seja executada, Roberto Jefferson permanecerá em prisão domiciliar. A medida traz novas restrições: o uso de tornozeleira eletrônica, suspensão do passaporte, proibição de acesso a redes sociais e a concessão de entrevistas. Moraes também reduziu parcialmente a punição ao reconhecer a prescrição dos crimes de calúnia e incitação a dano qualificado. A condenação, inicialmente fixada em nove anos de prisão, pode ser reduzida para cerca de sete anos e meio. Caberá à Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro recalcular o tempo a cumprir, considerando o período já cumprido em prisão preventiva, e emitir o respectivo atestado de pena.
Ex‑presidente da Rioprevidência é preso pela PF e PRF na Operação Barco de Papel
Agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal prenderam nesta terça‑feira (3/2) o ex‑presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes. A detenção ocorre no âmbito das investigações que apuram os aportes realizados pelo fundo de previdência dos servidores do Estado do Rio de Janeiro no Banco Master. Antunes deixou o cargo em janeiro, após se tornar alvo de um inquérito que investiga suspeitas de gestão fraudulenta, desvio de recursos públicos e corrupção. As autoridades concentram a atenção nos investimentos de alto risco realizados durante sua gestão e a de outros ex‑dirigentes do instituto. Entre 2023 e 2024, o Rioprevidência aplicou quase R$ 1 bilhão em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master. Esses títulos, tradicionalmente destinados a investidores profissionais, não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e apresentam elevado nível de risco, suscitando dúvidas sobre a adequação dessas aplicações ao perfil previdenciário do fundo. Segundo a Polícia Federal, ao menos nove operações financeiras realizadas nesse período teriam colocado em risco os recursos destinados ao pagamento de aposentadorias e pensões de aproximadamente 235 mil servidores públicos estaduais. As investigações verificam se houve ausência de respaldo técnico e desvio da finalidade legal do instituto. Aportes sob alerta e intervenção do TCE‑RJ Os investimentos no Banco Master já vinham sendo alvo de críticas e alertas há mais de um ano. Em outubro de 2025, o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro analisou as operações e determinou a proibição de novos aportes do Rioprevidência em títulos administrados pela instituição financeira. Na decisão, o TCE‑RJ apontou indícios de gestão temerária e possível irresponsabilidade na condução dos recursos previdenciários. Mesmo com o veto, os investimentos continuaram a influenciar as decisões administrativas do fundo e permaneceram sob escrutínio dos órgãos de controle. Operação Barco de Papel A prisão de Antunes está vinculada à Operação Barco de Papel, deflagrada pela Polícia Federal para investigar as irregularidades nos aportes do Rioprevidência ao Banco Master. O inquérito apura uma série de crimes, entre eles gestão fraudulenta, delitos contra o sistema financeiro nacional, desvio de recursos públicos, indução da administração pública a erro, fraude a investidores, associação criminosa e corrupção passiva. Além do ex‑presidente do fundo, a operação também alcançou o ex‑diretor de investimentos Euchério Rodrigues e o ex‑gerente de investimentos Pedro Pinheiro Guerra Leal, que deixaram seus cargos à medida que as investigações avançavam. Viagem ao exterior e suspeita de antecipação Há indícios de que Deivis Marcon Antunes tinha conhecimento prévio da possibilidade de uma operação policial. Em meados de janeiro, ele passou a evitar sua residência no Rio de Janeiro e, no dia 15, deixou o país com destino aos Estados Unidos. Em nota divulgada anteriormente, o Rioprevidência informou que o então presidente estaria em período de férias programadas desde novembro de 2025. Como a fase inicial da Operação Barco de Papel previa apenas mandados de busca e apreensão, Antunes não era considerado foragido naquele momento. Com o avanço das diligências, a Polícia Federal confirmou a prisão nesta terça‑feira, ampliando o alcance da operação. Papéis de longo prazo e risco incompatível De acordo com informações do próprio Rioprevidência, as Letras Financeiras adquiridas foram emitidas entre outubro de 2023 e agosto de 2024, com vencimentos previstos apenas para 2033 e 2034. Investigadores avaliam que o perfil desses papéis, de longo prazo e alto risco, é incompatível com a natureza previdenciária do fundo. A PF apura se as decisões de investimento contrariaram normas técnicas e legais, expondo o patrimônio dos servidores estaduais a riscos excessivos. As defesas dos investigados não foram localizadas até o momento, e o espaço permanece aberto para eventuais manifestações.
CHEFÃO DO PT COMENTA PRISÃO DE SUPLENTE ACUSADO DE IMPORTUNAR VÍTIMA NO AEROPORTO
Edinho Silva, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, afirmou que a legenda está caminhando para expulsar o suplente de deputado estadual do Ceará, Pedro Lobo, acusado de tentativa de importunação sexual no Aeroporto de Juazeiro do Norte. O dirigente destacou que a decisão final compete ao diretório estadual, mas que o partido adotará postura firme diante da gravidade da acusação. “A atribuição é de diretório estadual. Penso que vão garantir o direito de defesa, mas a tendência, se o fato ficar caracterizado, é que sim. Assédio é ato de violência, não dá para ‘passar pano’. Repugnante”, disse Edinho Silva ao portal Metrópoles. A detenção de Pedro Lobo ocorreu na segunda‑feira, 2 de fevereiro. Segundo a polícia, ele tentou esfregar o pênis em uma mulher no terminal do aeroporto cearense, fato que gerou ampla repercussão política e interna no partido. Em resposta imediata à denúncia, a direção estadual do PT no Ceará convocou, ainda na tarde do mesmo dia, uma reunião de emergência para analisar o caso e definir as medidas cabíveis. Conforme a colunista Milena Teixeira, a decisão inicial foi suspender imediatamente a filiação de Lobo. O processo agora segue sob avaliação das instâncias partidárias, que devem considerar o direito de defesa do acusado e os desdobramentos jurídicos. Nos bastidores, a liderança nacional sinaliza que a legenda pretende manter uma postura rigorosa, reforçando a intolerância a qualquer forma de violência ou assédio.
URGENTE: Careca do INSS citava Lulinha ao negociar com parceiros comerciais
Um ex‑funcionário de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, afirmou que o lobista costumava mencionar o nome de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, como forma de facilitar negociações com parceiros e fornecedores. A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles nesta terça‑feira, 3, a partir de relatos prestados à investigação. Segundo a testemunha, o lobista evitava citar diretamente o nome de Lulinha, preferindo a expressão “o filho do rapaz”. Durante essas referências, Careca fazia um gesto com a mão, levantando quatro dedos, enquanto falava em reuniões e conversas profissionais. “Antonio falava abertamente sobre o ‘filho do rapaz’”, disse ao portal Metrópoles. “Falava ‘filho’ e sinalizava mostrando a mão com quatro dedos. Falou o nome de Fábio Lula diversas vezes: a mim, a alguns parceiros comerciais e em reunião de diretoria.” Além do depoimento verbal, a testemunha enviou respostas por escrito às autoridades. Em um dos trechos, afirmou que Careca dizia pagar uma mesada de R$ 300 mil a Lulinha, valor que, segundo o relato, estaria relacionado ao chamado Projeto Amazônia e ao Projeto Teste de Dengue. O ex‑funcionário também relatou que o lobista teria antecipado 25 milhões ao filho do presidente, embora a moeda não tenha sido especificada. O ex‑funcionário declarou ainda que Careca e Lulinha se encontraram diversas vezes, tanto em São Paulo quanto no Distrito Federal, sempre em contextos ligados a negócios e articulações empresariais. Polícia Federal apura possível vínculo societário A Polícia Federal investiga se Lulinha atuava como sócio oculto de Careca do INSS em empreendimentos voltados à área da saúde. Entre os projetos sob análise está uma iniciativa que pretendia fornecer cannabis ao Ministério da Saúde, tema que passou a integrar o inquérito. Mensagens obtidas pela PF indicam que o lobista transferiu R$ 1,5 milhão para Roberta Luchsinger, apontada como amiga de Lulinha e integrante do núcleo político do esquema investigado. Em uma das conversas, Careca escreveu que o valor seria destinado “ao filho do rapaz”, expressão recorrente nas comunicações analisadas. Mesmo após o avanço das apurações, Luchsinger manteve contato com o lobista. Segundo a Polícia Federal, ela chegou a alertá‑lo sobre a apreensão de um envelope que conteria “o nome do nosso amigo”, frase que chamou a atenção dos investigadores. Outro ponto apurado envolve o envio de um “medicamento” ao apartamento de Lulinha, localizado em São Paulo. A entrega, registrada em dezembro de 2024, foi feita em nome de Renata Moreira, esposa de Lulinha. Na ocasião, ele negou qualquer relação próxima com Careca e afirmou desconhecer o episódio. As investigações também apontam que Roberta Luchsinger atuou ao lado do lobista dentro do Ministério da Saúde. Registros obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que Careca esteve cinco vezes no ministério. Três dessas visitas ocorreram em 2024, quando ele se apresentou como diretor de uma empresa de telemedicina, sendo acompanhado por Luchsinger em uma das ocasiões. Em 2025, o empresário retornou ao órgão como presidente da World Cannabis, empresa ligada ao setor de maconha medicinal. A Polícia Federal citou essa parceria ao solicitar medidas judiciais contra Luchsinger, reforçando a suspeita de um esquema mais amplo envolvendo negócios, intermediações e possível tráfico de influência. Careca do INSS também atuava como lobista no Ministério da Saúde de Lula, demonstram mensagens em mãos da PF.
Ex-governador é expulso do gramado da Arena BRB após a Supercopa Rei
O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (PSD) foi retirado do gramado da Arena BRB, na noite deste domingo (1/2), após o encerramento da Supercopa Rei. Arruda entrou em área de acesso restrito sem autorização e chegou a gravar um vídeo para publicação nas redes sociais. Pouco depois da entrada no gramado, a equipe de segurança do estádio percebeu a presença não autorizada do político e solicitou que ele deixasse o local. A situação ocorreu logo após a vitória do Corinthians sobre o Flamengo por 2×0, resultado que garantiu o título da competição ao time paulista. O episódio ganhou repercussão por envolver Arruda em meio às suas movimentações políticas. O ex-governador tenta se viabilizar como candidato ao governo do Distrito Federal nas eleições de 2026, apesar de estar condenado à inelegibilidade em pelo menos cinco ações decorrentes da Operação Caixa de Pandora. Arruda afirmou que sua entrada no gramado teria ocorrido a convite de um diretor do Corinthians. Segundo ele, foi “muito bem-recebido e ainda aplaudido pela torcida”.
Esposa do sertanejo Henrique é presa em Orlando por fugir da polícia e dirigir sem habilitação
A empresária Amanda Vasconcelos, esposa do cantor sertanejo Henrique — que faz dupla com Juliano —, foi presa em Orlando, nos Estados Unidos, após uma ocorrência registrada pela polícia local. A prisão ocorreu na segunda‑feira (2). Até o momento, não há informações oficiais sobre pagamento de fiança ou eventual liberação judicial. De acordo com os registros policiais, Amanda responde a duas acusações. A mais grave envolve a tentativa de evitar uma abordagem policial. Segundo o relatório, ela não teria obedecido à ordem de parada, mesmo com a viatura acionando luzes e sirene. Pela legislação do estado da Flórida, esse tipo de conduta é enquadrado como crime de terceiro grau. Além disso, a empresária também foi autuada por dirigir sem habilitação válida, já que sua carteira de motorista estaria vencida. Essa infração é classificada como contravenção.
MÉDICO DE 32 ANOS MORRE DE PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA DURANTE PARTIDA DE BEACH TENNIS
O médico Marcelo Ferreira Manna Nunes, de 32 anos, faleceu após sofrer parada cardiorrespiratória logo depois de disputar uma partida de beach tennis no sábado (31), em um clube de Campina Verde, no Triângulo Mineiro. Marcelo participava do 4º Open de Beach Tennis, promovido pelo Urupê Tênis Clube, do qual era sócio e frequentador assíduo. Segundo o presidente do clube, Valdemar Borges Damasceno, o médico havia acabado de vencer a partida quando começou a sentir mal‑estar. “Ele participou de uma partida, terminou o jogo, ganhou, sentou para lavar o rosto e passar uma toalha. Foi nesse momento que passou mal”, relatou o presidente. Conforme a direção do clube, Marcelo apresentou sinais de parada cardiorrespiratória e recebeu os primeiros socorros no local, enquanto o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) era acionado. Após a chegada da equipe, foram realizadas manobras de reanimação e o médico foi encaminhado a um centro médico. “O SAMU chegou, fez a primeira tentativa de reanimação e seguiu para o centro médico. Cerca de 10 minutos depois, foi constatado o óbito”, informou Damasceno. O médico já havia participado de outros campeonatos e treinamentos de beach tennis, segundo o clube. Recém‑casado, deixa a esposa.
Polícia francesa invade escritórios de Elon Musk em operação urgente
A polícia da França realizou, na manhã desta terça‑feira (3/2), buscas nos escritórios da rede social X, controlada pelo bilionário Elon Musk, em Paris. A ação integra uma investigação que se arrasta há mais de um ano. As diligências estão vinculadas a apurações sobre suposto uso abusivo de algoritmos na plataforma. As buscas foram conduzidas pela unidade especializada em crimes cibernéticos da Procuradoria de Paris, que coordena o inquérito. Além do funcionamento geral da rede social, a investigação também abrange o Grok, serviço de inteligência artificial integrado ao X. Segundo o Ministério Público de Paris, a apuração busca esclarecer se a ferramenta teria contribuído para ampliar a disseminação de imagens de pornografia infantil ou atuado como “cúmplice” na divulgação de deepfakes com conteúdo sexual explícito. As autoridades francesas informaram que Elon Musk e a ex‑CEO do X, Linda Yaccarino, deverão ser ouvidos em abril, tendo sido convocados para uma audiência no âmbito da investigação, que também analisa suspeitas de uso indevido de algoritmos e de extração fraudulenta de dados de usuários por funcionários da empresa. Até o momento, nem a rede social X nem Elon Musk se manifestaram oficialmente sobre as buscas. A investigação é conduzida de forma conjunta pela polícia francesa, pelo Ministério Público da França e pela Europol, agência de cooperação policial da União Europeia.
Ex-chanceler peruano morre dentro da prisão de Gericinó, Rio
O ex‑ministro das Relações Exteriores do Peru, Augusto Blacker Miller, de 80 anos, faleceu no Hospital Penal Hamilton Agostinho, situado no complexo penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio de Janeiro. O óbito ocorreu em 23 de janeiro, por parada cardiorrespiratória. A Secretaria de Administração Penitenciária do Estado confirmou a morte apenas nesta segunda‑feira (02), em informação repassada à agência Reuters. Miller estava preso desde 11 de dezembro de 2025, quando a Polícia Federal o deteve na zona sul do Rio de Janeiro. Ele era considerado foragido há sete anos pela justiça da Albânia, país onde havia sido condenado por crimes de fraude financeira. A trajetória de Miller inclui passagem pelo governo do ex‑presidente Alberto Fujimori, no início da década de 1990. Em 1991, assumiu o Ministério das Relações Exteriores do Peru. Em 2002, deixou o país e mudou‑se para Miami, nos Estados Unidos, acompanhado da esposa e dos filhos. Em novembro de 2007, a Suprema Corte peruana condenou dez ex‑ministros do governo Fujimori a penas que variavam de quatro a dez anos de prisão; Miller foi um dos condenados. Dois anos depois, em 2009, foi detido na Flórida por agentes do serviço de imigração norte‑americano, mas acabou liberado e seguiu viagem para a Albânia. No país europeu, foi preso em 2013 por agentes da Interpol, permanecendo sob custódia apenas um dia. Em 2017, recebeu nova condenação, desta vez a oito anos de prisão, por irregularidades em um projeto de construção de incinerador para geração de energia. As investigações apontaram que Miller prometeu um investimento que não conseguiu executar. Desde 2018, o ex‑chanceler vivia foragido. Sua captura em território brasileiro ocorreu por meio de operação do Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal no Rio de Janeiro, com apoio do setor de Capturas Internacionais da PF em Brasília. A morte sob custódia encerra um longo histórico de processos e condenações em diferentes países, marcados por acusações de fraudes financeiras e descumprimento de compromissos empresariais internacionais.
Famosa apresentadora é internada na UTI e tem agenda profissional cancelada
A apresentadora Mara Maravilha, de 57 anos, foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Nove de Julho, localizado em Alphaville, na Grande São Paulo. A informação foi confirmada nesta segunda‑feira (2 de fevereiro) por meio de uma nota divulgada pela equipe da artista em seu perfil oficial no Instagram. O comunicado publicado nas redes sociais inclui um atestado médico, mas não detalha o motivo da internação nem indica previsão de alta. Segundo a equipe, as visitas estão temporariamente suspensas. “Por hora, entendemos que visitas estão suspensas. Agradecemos as manifestações de carinho e solicitamos que continuem em oração por sua plena recuperação”, diz a nota, que também informa o cancelamento de compromissos profissionais previstos na agenda da apresentadora. Com uma carreira consolidada como cantora, apresentadora, atriz e empresária, Mara Maravilha ganhou projeção nacional nas décadas de 1980 e 1990 à frente de programas infantis no SBT. Nos anos seguintes, passou a se destacar também no meio gospel, além de adotar posicionamentos religiosos e políticos alinhados à direita. De acordo com Salatiel Araújo, assessor da artista, Mara mantém um bom estado geral de saúde, mas decidiu procurar atendimento médico após ter passado mal ao longo da semana. Ele afirmou que o episódio pode estar relacionado a pressões e perseguições enfrentadas pela apresentadora desde que anunciou a intenção de disputar um cargo eletivo. No domingo (25), Mara Maravilha usou as redes sociais para revelar que avalia concorrer a uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições deste ano, embora não seja filiada a nenhum partido político. O anúncio ocorreu logo após sua participação no ato de encerramento da caminhada promovida pelo deputado Nikolas Ferreira (PL‑MG), em Brasília. Na publicação, a artista compartilhou imagens em que aparece com bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos, além de fotos com apoiadores durante a manifestação. Na ocasião, escreveu: “Ainda não sou filiada a nenhum partido, mas compartilho com vocês a ideia de ser a primeira senadora baiana eleita pelo estado de São Paulo, em prol do nosso Brasil. Que o meu amor possa contribuir para o Brasil ser amado e valorizado em todos os países do mundo. Porque, com certeza, Deus também é brasileiro!”. Em nota oficial, a equipe reforçou que apenas os canais indicados estão autorizados a prestar esclarecimentos sobre o estado de saúde da artista e alertou para a circulação de informações não verificadas. “Mara Maravilha permanece internada na UTI do Hospital Nove de Julho, onde continua realizando exames e recebendo as medicações necessárias, sob acompanhamento médico”, diz o texto. “Ressaltamos que apenas o contato informado nesta nota está autorizado a prestar esclarecimentos oficiais. Inclusive, todas as atualizações serão feitas no perfil oficial da artista”.