O senador Flávio Bolsonaro protocolou um requerimento solicitando a ampliação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) proposta para investigar a atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O parlamentar quer incluir novos nomes entre os possíveis alvos das apurações. No documento, Flávio Bolsonaro pede que a investigação alcance os ministros Fernando Haddad, da Fazenda, e Rui Costa, da Casa Civil, ambos integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além deles, o senador solicita a inclusão do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e do empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. O pedido de aditamento ao requerimento da CPI solicita a “apuração de possíveis relações institucionais, pessoais, financeiras ou de outra natureza” entre os nomes mencionados e a instituição financeira anteriormente comandada por Vorcaro. A comissão de investigação foi inicialmente proposta pelo senador Alessandro Vieira (MDB) após os desdobramentos do chamado Caso Master, que passou a gerar repercussão política em Brasília. Ao justificar a inclusão dos novos investigados, Flávio Bolsonaro mencionou informações sobre um encontro entre Daniel Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto. Segundo o senador, a reunião teria ocorrido em dezembro de 2024 e não teria sido registrada na agenda oficial da Presidência. No requerimento, o parlamentar afirma que a ampliação das investigações pretende esclarecer as circunstâncias desse encontro e eventuais interações entre autoridades públicas e o controlador do Banco Master. “A ampliação ora proposta abrange, em especial, a verificação das circunstâncias relacionadas a eventual reunião realizada em dezembro de 2024 que não teria sido registrada em agenda oficial, bem como a análise de eventuais interações mantidas entre as autoridades mencionadas e o controlador da instituição financeira, com o objetivo de examinar se tais contatos produziram reflexos sobre a regularidade do exercício de funções públicas ou sobre a atuação institucional de órgãos responsáveis pela formulação, regulação e supervisão do sistema financeiro nacional”, escreveu o senador no documento. O parlamentar acrescentou ainda que o pedido de ampliação da CPI busca incorporar fatos divulgados publicamente e declarações de autoridades, com a intenção de reforçar a delimitação do objeto da investigação e garantir maior transparência no processo. “Ao incorporar fatos concretos amplamente divulgados pela imprensa e declarações públicas de autoridades governamentais, o presente aditamento contribui para reforçar a delimitação do fato determinado, assegurar a transparência da investigação parlamentar e atender ao inequívoco interesse público”, completou. Para que a solicitação avance, Flávio Bolsonaro informou que iniciará a coleta de assinaturas de pelo menos 27 senadores, número mínimo necessário para a criação de uma CPI no Senado. Em manifestação pública sobre o caso, na segunda-feira (9/3), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou esperar que as investigações da Polícia Federal avancem. Segundo ele, as supostas fraudes relacionadas ao Banco Master não ocorreram durante a gestão atual de Gabriel Galípolo no Banco Central. Haddad declarou ainda que as irregularidades investigadas teriam ocorrido durante a administração do ex-presidente da instituição, Roberto Campos Neto, indicado ao cargo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. “Logo saberemos debaixo do nariz de quem as fraudes do Banco Master não apenas ocorreram, como foram promovidas”, afirmou o ministro.
Cinco dias após morte de sogro, Thiago Silva perde a mãe
A mãe do jogador Thiago Silva, Angela Maria da Silva, faleceu poucos dias depois da morte do pai de Belle Silva, esposa do zagueiro. A família enfrenta um momento de duplo luto em menos de uma semana. Nas redes sociais, Belle Silva prestou homenagem à sogra e esclareceu uma confusão que se formou entre os seguidores. Muitas pessoas pensaram que quem havia falecido era a mãe dela, mas Belle explicou que o pai dela morreu cinco dias antes e agora a família também se despede da mãe de Thiago. “Ainda estamos tentando processar sua partida. Sentiremos sua falta, mas agradecemos cada lembrança com carinho. Que você descanse em paz”, escreveu Belle em suas redes sociais. A influenciadora relatou que recebeu diversas mensagens de fãs que estavam confusos sobre qual mãe havia falecido. “Meu pai faleceu há cinco dias e hoje foi minha sogra. Estou recebendo muitas mensagens de carinho, e agradeço. Recebo igual os pêsames”, disse Belle Silva. A família não divulgou detalhes sobre as causas das mortes nem informações sobre os velórios e sepultamentos. Thiago Silva, que atualmente defende o Fluminense, passa por um dos momentos mais difíceis de sua vida pessoal.
Ex-major condenado no caso do suposto “plano golpista” apresenta provas de espancamento na prisão e aciona Defensoria com medo de voltar ao regime fechado
Um pedido apresentado à Defensoria Pública da União e encaminhado ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes relata que Ailton Gonçalves Moraes Barros, ex-major condenado pela suposta trama golpista, foi agredido por outros presos quando esteve detido no presídio de Bangu 8, no Rio de Janeiro. Segundo documentos anexados ao processo, Barros afirma que sofreu “ataques com pauladas e agressões físicas”, resultando em “lesões e fraturas dentárias”. O episódio teria ocorrido durante o período em que cumpria prisão cautelar na unidade prisional. A defesa do ex-major solicita ao STF que, caso seja determinado o início do cumprimento da pena, Barros seja recolhido a um estabelecimento prisional diferente daquele onde esteve anteriormente, alegando risco à sua integridade física. Barros foi condenado a 13 anos e 6 meses de prisão, por crimes contra o Estado democrático de direito, dano qualificado, associação criminosa e infrações ambientais. Apesar da condenação, ainda tramitam recursos na Suprema Corte. Mesmo assim, diante da possibilidade de início da execução da pena, a Defensoria apresentou um pedido preventivo ao STF, solicitando que Barros não seja novamente enviado ao presídio de Bangu 8. A agressão dentro do presídio Em declaração anexada ao processo, Barros afirma que foi espancado por outros detentos, que teriam agido motivados por sua ligação política com Bolsonaro. Segundo ele, as agressões ocorreram dentro da unidade prisional e resultaram em lesões físicas e danos severos à dentição. O documento relata que o preso não denunciou o ataque na época por medo de represálias dentro da cadeia. Barros afirma que procurou atendimento odontológico alguns dias depois, mas não revelou a origem das lesões ao profissional de saúde, alegando receio de novos ataques. Um relatório odontológico datado de 6 de fevereiro de 2026 confirma que Barros precisou passar por tratamento dentário prolongado após os fatos. O laudo aponta que o tratamento foi realizado após exames clínicos, radiográficos e tomográficos, que indicaram lesões na região dos dentes anteriores.
Senador detona uso deturpado da Lei de Sigilo: “Virou um jogo pessoal”
O senador Plínio Valério (PSDB-AM) criticou duramente o uso indevido do sigilo de 100 anos por autoridades públicas. Para o parlamentar, o sigilo previsto na Lei de Acesso à Informação (LAI) para proteger dados pessoais estaria sendo usado de forma distorcida para restringir o acesso a informações de interesse público. “A lei define que esse sigilo deve proteger informações consideradas pessoais relacionadas à vida privada ou à intimidade de um cidadão, ou seja, à proteção de pessoas físicas, não do Brasil, da segurança nacional do Estado e, também, não a questões de governo, de Estado e de instituições. Virou um jogo pessoal. Nesse caso, a lei prevê que o acesso a esse tipo de conteúdo deve ser restrito a agentes públicos autorizados e ao cidadão ao qual a informação se refere”, destacou o senador. No pronunciamento, Plínio Valério também mencionou dispositivos da lei que tratam da classificação de dados em relação ao grau de restrição. Ele lembrou que a norma estabelece prazos distintos para diferentes níveis de sigilo e argumentou que a lei foi criada para garantir o acesso a informações públicas, conforme o direito previsto na Constituição. O parlamentar afirmou ainda que informações relevantes para a sociedade devem permanecer acessíveis e que o tema precisa ser debatido. Segundo ele, para evitar limitações indevidas, é necessário avaliar a forma como a legislação vem sendo aplicada por detentores do poder. “Uma lei que foi criada para facilitar o acesso à informação acaba por proibir esse acesso à informação e criar precedentes perigosíssimos”, lamentou o senador.
Deputado médico Osmar Terra alerta sobre risco de morte súbita de Bolsonaro na prisão
O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, após passar mal na cela da Penitenciária da Papuda, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por suposta tentativa de golpe de Estado. Alexandre de Moraes, do STF, determinou reforço imediato na segurança do hospital: pelo menos dois policiais militares na porta do quarto, equipes de vigilância dentro e fora da unidade, e proibição total de celulares ou dispositivos eletrônicos. O ministro suspendeu a visita de aliados do ex-presidente, permitindo apenas a presença de familiares próximos. O deputado federal Osmar Terra (PL-RS), que também é médico, revela que já tinha alertado para os riscos que Bolsonaro corre na prisão. “É um homem de 70 anos, já fez oito cirurgias, por conta de uma facada, uma tentativa de assassinato por um homem ligado à esquerda, e sofre com muitas complicações decorrentes disso. A perícia da Polícia Federal, que foi demandada pelo Supremo, disse que ele tinha risco de morte súbita. Nada mais humano e lógico, do ponto de vista médico, que ele vá para casa, para estar acompanhado pela família e por profissionais médicos”, ressaltou o parlamentar. Veja o vídeo:
Laudo da Papudinha revela que Bolsonaro caminhou 5 km um dia antes de internação por infecção
Um laudo elaborado pelos médicos responsáveis pelo acompanhamento de Jair Bolsonaro (PL) na unidade conhecida como Papudinha aponta que o ex-presidente caminhou cerca de 5 quilômetros no dia anterior ao episódio em que apresentou mal-estar. De acordo com o documento, na tarde de 12 de março Bolsonaro encontrava-se “com bom estado de saúde, lúcido e orientado”. O relatório médico também descreve registros feitos durante o plantão noturno na unidade. Segundo o relato assinado por um médico responsável pelo plantão, o ex-presidente apresentou posteriormente “um pouco de crise de soluço”, mas decidiu não tomar medicação naquele momento. Ainda conforme o registro, ele teria informado à equipe: “Informou que ia tomar após o jogo”. O documento também aponta que, por volta das 6h15, os médicos do complexo prisional foram acionados para prestar atendimento após Bolsonaro relatar calafrios. Diante da situação, as medidas médicas iniciais foram adotadas imediatamente. Durante a avaliação, foi constatado que o ex-presidente estava com febre, o que levou ao encaminhamento ao hospital por meio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Bolsonaro foi levado ao Hospital DF Star após apresentar sintomas como febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. Segundo os três médicos particulares que acompanham o caso, o ex-presidente chegou a apresentar saturação de oxigênio de 80% e pressão arterial de 9 por 5. “Isso mostra que uma infecção estava se iniciando com critérios de gravidade. O fato de ter atendimento muito rápido fez toda a diferença”, afirmou um dos médicos.
Suplente de Alcolumbre é flagrado pela PF com R$ 350 mil em espécie e entra na mira de investigação por fraude em licitações
A Polícia Federal registrou em relatório de investigação que o empresário Breno Chaves Pinto, segundo suplente do senador Davi Alcolumbre (União-AP), foi flagrado deixando uma agência bancária com R$ 350 mil em dinheiro vivo. O episódio ocorreu durante monitoramento relacionado a um inquérito que apura suspeitas de fraude em licitações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) no Amapá. Segundo os investigadores, após sair do banco, o empresário entrou em um veículo registrado em nome de uma empresa pertencente a primos do presidente do Senado. O caso consta em documentos de vigilância elaborados pela Polícia Federal ao longo das apurações sobre um possível esquema envolvendo contratos públicos. A investigação teve início após alerta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que identificou movimentações consideradas atípicas nas contas ligadas ao empresário. De acordo com o órgão, havia saques frequentes em espécie realizados pouco tempo depois do recebimento de recursos provenientes de contratos públicos, o que levantou suspeitas de possível lavagem de dinheiro. Os agentes passaram então a monitorar os deslocamentos e operações financeiras de Breno Chaves Pinto. Conforme os registros da investigação, uma das retiradas acompanhadas ocorreu em 7 de novembro de 2024, em uma agência bancária no município de Santana (AP), localizado a cerca de 20 quilômetros de Macapá. Na ocasião, a PF foi informada de que o empresário havia solicitado previamente a retirada de R$ 350 mil em espécie. Agentes posicionaram-se nas proximidades da agência para acompanhar a movimentação. Segundo o relatório, Chaves Pinto chegou ao local às 13h14, no banco do passageiro de uma SUV branca, carregando uma mochila azul. Ele permaneceu aproximadamente 30 minutos dentro da agência. Ao sair, retornou ao mesmo veículo que o aguardava do lado de fora e seguiu em direção à sede de uma de suas empresas. Durante a apuração, a Polícia Federal identificou que o automóvel utilizado na ocasião estava registrado em nome da empresa Lojas 2A Ltda., que atua no comércio de produtos importados em Macapá. A companhia tem como sócios Alberto Brasil Alcolumbre e André Luiz Brasil Alcolumbre, primos de primeiro grau do senador Davi Alcolumbre. Documentos obtidos durante a investigação indicam que o veículo foi oficialmente transferido para Breno Chaves Pinto apenas em julho de 2025, cerca de nove meses após o episódio monitorado pela PF. A comunicação da transferência foi registrada no dia 24 daquele mês, dois dias depois de o empresário ter sido alvo de buscas e apreensões durante a Operação Route-156. Procurado, André Alcolumbre afirmou que o carro teria sido vendido ao empresário ainda em 2022, com o valor da transação devidamente depositado em conta bancária. Segundo ele, a formalização da transferência junto aos órgãos de trânsito não ocorreu na época por um “erro material”. O Código de Trânsito Brasileiro estabelece que o comprador de um veículo tem prazo de até 30 dias para realizar a transferência de propriedade junto ao órgão responsável, sob pena de multa. As investigações da Polícia Federal apontam que Breno Chaves Pinto seria um dos líderes de um suposto esquema de fraude em licitações realizadas pela superintendência do DNIT no Amapá. Segundo o inquérito, ele teria exercido influência institucional dentro do órgão, utilizando sua condição de suplente de senador para, em tese, praticar tráfico de influência. De acordo com relatório da PF, as análises financeiras identificaram saques sucessivos em dinheiro que, somados, ultrapassariam R$ 3 milhões nas contas de empresas ligadas ao empresário. Essas retiradas teriam ocorrido em datas próximas a pagamentos de contratos públicos. Em nota, Breno Chaves Pinto afirmou que os valores retirados em espécie foram utilizados para pagamento de funcionários e prestadores de serviço de suas empresas. Ele também ressaltou que o processo tramita sob segredo de Justiça, motivo pelo qual as manifestações da defesa ocorrem exclusivamente nos autos. O senador Davi Alcolumbre, por sua vez, declarou que não possui qualquer relação com as atividades empresariais de seu segundo suplente. A investigação também apura suspeitas de fraude em licitações voltadas à manutenção e recuperação de trechos da BR-156, principal rodovia do Amapá, que possui cerca de 823 quilômetros de extensão entre os municípios de Laranjal do Jari e Oiapoque. Os contratos sob análise somam aproximadamente R$ 60,2 milhões. Segundo a decisão da Justiça Federal que autorizou as medidas da operação, há indícios de que empresas investigadas teriam simulado concorrência em licitações para direcionar contratos públicos. Auditorias da Controladoria-Geral da União apontaram ainda atrasos na execução das obras e possíveis irregularidades na aplicação dos recursos. A apuração também identificou troca de mensagens e compartilhamento de documentos sigilosos entre representantes de empresas e gestores do DNIT antes mesmo da publicação de editais de licitação. Em uma das conversas interceptadas em 25 de outubro de 2023, o superintendente do DNIT no Amapá agradece a Breno Chaves Pinto pelo aumento de recursos destinados ao órgão, atribuindo o envio de verbas às “tratativas do nosso senador”, referência que, segundo os investigadores, seria ao presidente do Senado. Em outro trecho da investigação, o gestor solicita ao empresário que peça ao senador Davi Alcolumbre para pressionar o governo pela liberação de pagamentos relacionados às obras. Procurado, o DNIT não comentou especificamente os fatos investigados. Em manifestações anteriores, o órgão afirmou que colabora com as autoridades e que suas instâncias internas de integridade estão analisando o caso para eventual adoção de medidas administrativas. A autarquia destacou ainda que mantém políticas internas de prevenção à fraude e corrupção, reiterando que repudia práticas ilícitas envolvendo contratos públicos. Breno Chaves Pinto já havia sido alvo de outra operação da Polícia Federal em dezembro de 2022. Na ocasião, agentes apreenderam cerca de R$ 800 mil em dinheiro vivo na sede de uma de suas empresas, durante investigação sobre suspeitas de superfaturamento em obras rodoviárias no Amapá. Segundo a PF, naquele inquérito também foram analisadas possíveis irregularidades envolvendo créditos florestais no sistema do Ibama e suspeitas de sobrepreço estimado em R$ 6,1 milhões em contratos relacionados às obras. À época, o empresário declarou que a Justiça havia autorizado a devolução dos bens apreendidos e afirmou que a suspeita
A VERDADEIRA HISTÓRIA DE LAMPIÃO: O CRIMINOSO VIOLENTO ADMIRADO POR LULA (VEJA O VÍDEO!)
Em mais uma de suas declarações polêmicas, Lula enalteceu a figura de Lampião, o cangaceiro mais famoso do Brasil e também um criminoso extremamente violento, como aponta o professor Marcos Pizzolatto, no quarto episódio da série A Verdade por Trás da História. “Lampião não foi um criminoso simpático como a Globo pinta. Lampião era chefe de um bando armado no sertão brasileiro nas décadas de 20 e 30. Eles saqueavam, executavam sumariamente, extorquiam e mutilavam publicamente seus adversários.” “A violência era uma política de gestão do bando. Fato é que o Brasil adora romantizar bandido, chapéu de couro vira estética, fuzil vira símbolo de resistência, violência pura e simples vira rebeldia!”, ressaltou o professor. Veja o vídeo: Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Escândalos como esse e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos estão no “documento” recém lançamento: o livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra vai estar em circulação. O “sistema”, certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda Veja a capa:
Bolsonaro tem piora na função renal e eleva marcadores inflamatórios, segundo novo boletim médico
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou piora na função renal neste sábado (14), conforme novo boletim médico divulgado. Em nota, o hospital informou que, apesar da piora registrada, o ex-presidente permanece internado na UTI em estado estável. “Encontra-se estável clinicamente, porém apresentou piora da função renal e elevação dos marcadores inflamatórios”, diz a nota. Veja:
Morre aos 46 anos Lorena Batista, filha do cantor Amado Batista
Lorena Alves Batista, filha do cantor Amado Batista, morreu na noite de sexta-feira (13/2), aos 46 anos. A informação foi confirmada pelo próprio artista por meio de suas redes sociais, onde publicou uma emocionada mensagem de despedida. A filha do cantor estava internada no Hospital São Francisco de Assis, localizado em Goiânia (GO). Segundo Amado Batista, Lorena enfrentava uma doença grave e vinha travando uma batalha contra o problema de saúde nos últimos tempos. Ao comentar a perda, o artista expressou a dor de um pai diante da morte da filha e utilizou uma metáfora para descrever o sentimento vivido pela família. “É como uma música que termina antes da hora, deixando um silêncio profundo e um vazio que nada consegue preencher. Para um pai, ver uma filha partir é algo que parece contrariar a própria ordem da vida”, escreveu. Na mesma publicação, Amado Batista destacou características marcantes da personalidade de Lorena, relembrando a força e a forma como ela lidou com a doença. De acordo com o cantor, a filha manteve a serenidade, a doçura e a determinação que sempre fizeram parte de sua história. Ao final da mensagem, o artista agradeceu as manifestações de apoio recebidas após a divulgação da notícia, ressaltando o carinho demonstrado pelos fãs e pelas pessoas próximas à família. “Agradeço do fundo do meu coração por todas as mensagens de carinho, pelas orações e pelo respeito que vocês, meu público querido, têm demonstrado com a minha família neste momento de luto. A música continua, pois ela era alegria, e eu seguirei cantando por ela e para vocês”. Lorena era a única filha mulher de Amado Batista e nasceu do relacionamento do cantor com sua segunda esposa, Lenice.