O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, em estado grave. Ele foi diagnosticado com broncopneumonia aguda, conforme informou o médico Brasil Caiado, responsável pelo acompanhamento do caso. Bolsonaro deu entrada no hospital nesta sexta-feira (13). O boletim médico emitido pela instituição confirmou o diagnóstico de “broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa”. Segundo o médico, há suspeita de esofagite, gastrite e refluxo. A explicação é que, quando o refluxo é aspirado para o pulmão, provoca uma pneumonia aguda grave. O senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente, ressaltou que o pulmão do pai nunca “encheu tanto de líquido”. De acordo com o boletim médico, Bolsonaro apresentou “quadro de febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios” ao dar entrada na unidade. Atualmente, o ex-presidente recebe tratamento com “antibioticoterapia venosa e suporte clínico não invasivo”. O hospital informou que Bolsonaro deve permanecer internado para continuidade do tratamento e para avaliações da equipe médica. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu autorização do ministro Alexandre de Moraes para acompanhar o ex-presidente durante o período de internação. Visitas dos filhos, da filha e da enteada também foram autorizadas. Contudo, a entrada de celulares ou outros dispositivos eletrônicos no quarto está terminantemente proibida. Além disso, Moraes determinou a presença mínima de dois policiais militares na porta do quarto do hospital, além de segurança e fiscalização 24 horas por dia do paciente.
Ditador de Cuba demonstra juízo, cede à pressão de Trump e faz anúncio histórico (Veja o vídeo!)
O coração do Foro de São Paulo talvez nunca tenha estado tão perto de cair. O ditador cubano anunciou em rede nacional que está negociando com o governo Trump — o mesmo governo que já conseguiu algo impensável até pouco tempo atrás: domesticar o regime venezuelano. Resultado? O fluxo de petróleo para a ilha-prisão dos Castro entrou em colapso. Sem petróleo venezuelano e sob duras sanções, o regime cubano está encurralado. A crise econômica se aprofunda. A população passa ainda mais fome. E a ditadura começa a procurar uma saída negociada para sobreviver. Depois de décadas organizando revoluções socialistas na América Latina, Havana agora precisa negociar com Washington para não quebrar. Se esse processo avançar, estaremos diante de algo histórico: a abertura do regime cubano e o fim de uma das ditaduras mais brutais do século XX. Na prática, seria um golpe devastador na esquerda latino-americana. Afinal, quase toda a esquerda da região — do chavismo ao lulismo — orbita politicamente em torno de Havana. Se Cuba cair, cai também o mito revolucionário que sustenta a narrativa da esquerda continental. Péssima notícia para o Descondenado Lula. E para toda a petralhada brasileira. Leandro Ruschel Estamos sobrevivendo graças à ajuda de nossos assinantes e parceiros comerciais. Para fortalecer a nossa batalha, considere se tornar um assinante, o que lhe dará o direito de assistir o primeiro PODCAST conservador do Brasil e ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os “assuntos proibidos” no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
Moraes proíbe visita de assessor americano a Bolsonaro e desafia os EUA
O ministro Alexandre de Moraes proibiu a visita de Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado dos EUA, ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A autorização havia sido concedida dias atrás, mas a permissão foi revogada. Alguns interpretaram inicialmente a autorização como uma espécie de gentileza do ministro em retribuição às tentativas cordiais de aproximação do senador Flávio Bolsonaro, uma espécie de acordo entre cavalheiros. A revogação, porém, demonstrou o contrário. Alexandre de Moraes já acumulou diversos papéis no cenário jurídico brasileiro: juiz, investigador, advogado, promotor, vítima e acusador, quem prende e quem solta. Seu papel mais destacado, porém, é no caso do ex-presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro está isolado em ano eleitoral, impedido de ter contato que poderia fortalecer a oposição. A proibição da visita do assessor americano impede que o ex-presidente compartilhe sua versão dos fatos com um representante dos Estados Unidos. A decisão foi fundamentada em considerações sobre o visto de Beattie e a soberania brasileira. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, justificou a proibição como ação para preservar o país de “indevida ingerência” dos EUA. A medida ocorre em contexto eleitoral, com o líder da oposição mantido isolado enquanto o atual governo busca a reeleição.
Voto de André Mendonça revela detalhes explosivos de esquema criminoso do Banco Master
O Supremo Tribunal Federal manteve nesta sexta-feira (13) a prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro. O ministro André Mendonça apresentou um voto robusto de 53 páginas respondendo aos questionamentos da defesa. O documento demonstra que as apurações da Polícia Federal permanecem em andamento, com quantidade expressiva de material coletado ainda aguardando exame pericial. A decisão se fundamentou em diversos elementos investigativos contundentes. Entre eles estão a presença de grupo armado com participantes ainda não localizados, informações digitais que não passaram por análise, movimentação para venda de aeronave e apurações sobre tentativa de cooptação de influenciadores digitais. O magistrado ressaltou que os elementos probatórios são considerados consistentes. Múltiplas linhas de investigação seguem abertas. Os advogados de Vorcaro haviam questionado as imputações da Polícia Federal. A defesa sustentou que os acontecimentos seriam anteriores à primeira detenção do investigado. Mendonça não acolheu essa tese. O ministro afirmou existirem indícios adequados de “continuidade delitiva”. A argumentação da defesa foi rejeitada com base nos elementos sólidos reunidos pela investigação. O voto trouxe informação reveladora sobre o material probatório que embasou a prisão do banqueiro. As evidências utilizadas resultaram do exame de um único aparelho celular. Foram recolhidos nove dispositivos móveis com Vorcaro. As mensagens que fundamentaram a decisão judicial provêm de apenas um desses equipamentos. “Portanto, além da conclusão das análises relativas ao primeiro celular apreendido, ainda há 8 celulares por examinar”, registrou Mendonça. O magistrado sustentou que a seriedade dos acontecimentos já identificados justifica plenamente a medida restritiva por ele determinada. A análise dos demais aparelhos pode revelar novos elementos comprometedores para a investigação. A Polícia Federal detém quantidade expressiva de dados coletados que não receberam análise completa. Essa situação foi indicada como um dos fatores que evidenciam a necessidade de preservação da prisão durante o prosseguimento das apurações. O volume de material pendente de exame foi considerado relevante para a decisão. Mendonça contestou firmemente a alegação defensiva de que a existência de grupo direcionado para ações violentas seria “mera ilação” das apurações. Os representantes legais de Vorcaro haviam argumentado que não foi comprovado que o grupo chamado “A Turma”, coordenado pelo “Sicário” e com participação de Vorcaro, teria finalidade de práticas ilícitas. O ministro trouxe no voto situações concretas de perseguição a adversários e ex-empregados do empresário. “A autoridade policial identificou e comprovou a prática de atos de ameaças concretas, como se exemplifica a partir do episódio envolvendo ex-funcionário”, afirmou Mendonça. Os episódios foram apresentados como demonstração de que as ações não constituem especulação. Foram obtidas conversas que relatam ameaça ao ex-capitão da embarcação de Vorcaro por sete milicianos. Esse acontecimento foi empregado pelo magistrado para evidenciar que as ações violentas não representam suposição, mas acontecimentos comprovados pela apuração. O caso foi considerado exemplo concreto das práticas investigadas. O voto apresentou justificativa de que ainda existe risco real na investigação. Mendonça trouxe evidências de que ramificações da organização permanecem operantes e representam perigo. A Polícia Federal possui indícios de que a “Turma” pode ser formada por até seis membros. Esses integrantes ainda não foram adequadamente identificados pelas autoridades. “Portanto, a organização ainda se apresenta como uma perigosa ameaça em estado latente, pois conta com integrantes que ainda estão à solta. Nesse cenário, não se identifica qualquer indício de que as atividades ilícitas praticadas pela organização criminosa teriam cessado até o momento em que prolatada a decisão ora submetida a referendo”, escreveu Mendonça. A presença de integrantes não identificados e potencialmente em atividade constitui elemento relevante para avaliar os riscos associados à eventual liberação do investigado. Essa circunstância foi indicada como justificativa para preservação da medida cautelar. A possibilidade de continuidade das ações ilícitas foi considerada na decisão. Outros suspeitos já são conhecidos pela polícia e forneceram depoimentos. Durante a deflagração da operação policial foram interceptados suspeitos de integrarem o núcleo tecnológico utilizado pelo grupo para realizar hackeamentos e invasões. A abordagem ocorreu em rodovia federal. “Na data da deflagração da terceira fase da Operação, através de abordagem realizada pela Polícia Rodoviária Federal, no quilômetro 871 da BR-381, em veículo de propriedade de Phillipi Mourão (o ‘Sicário’), que estava sendo conduzido por terceiro, identificaram-se dois potenciais integrantes do núcleo da organização criminosa conhecido como ‘os meninos’, os quais seriam responsáveis pelas investidas de hackeamento e invasão digital perpetradas pela ‘Turma’”, escreveu Mendonça. Os dois suspeitos interceptados prestaram depoimentos às autoridades policiais. A abordagem aconteceu em veículo de propriedade de Phillipi Mourão. O veículo estava sendo conduzido por terceiro. Os suspeitos identificados seriam responsáveis pelas investidas de hackeamento e invasão digital perpetradas pela organização. Existem outras apurações em curso sobre a atuação ilícita de Daniel Vorcaro após a primeira fase da operação policial. Entre essas apurações está o chamado “Projeto DV”. A denominação foi dada a uma tentativa de influenciar publicações nas redes sociais. A investigação específica foi mencionada no voto. “Não se pode olvidar, ainda, as iniciativas relacionadas ao denominado ‘Projeto DV’, posto em prática após a deflagração da primeira fase da operação, e que, nada obstante seja objeto de investigação específica, foi devidamente abordado pela autoridade policial para demonstrar a contemporaneidade do contexto delitivo identificado”, escreveu Mendonça. O projeto tinha como objetivo arregimentar influenciadores oferecendo propostas de até R$ 2 milhões. Os influenciadores veiculariam conteúdos favoráveis a Vorcaro. Levantariam questões sobre a atuação do Banco Central. A investigação específica sobre o projeto foi abordada pela autoridade policial para demonstrar a contemporaneidade do contexto delitivo identificado. Mendonça relatou uma série de manobras financeiras ainda em curso pela organização criminosa apontada pela Polícia Federal. Entre essas manobras está a tentativa de venda de uma aeronave. O caso foi apresentado como evidência de risco de dilapidação patrimonial. “[É] mister realçar que, apesar das diversas ordens de bloqueio das constrições patrimoniais implementadas por ocasião da primeira fase da operação, o risco atual e iminente de dilapidação patrimonial relacionado aos ativos do agravante restou evidenciado, dentre outros fatos, a partir da noticiada tentativa de alienação repentina de aeronave avaliada em aproximadamente R$ 538 milhões de reais e que estaria sendo posta à venda por US$ 80 milhões,
SBT abandona legado de Silvio Santos e censura Ratinho após crítica à Erika Hilton
Silvio Santos foi, sem exagero, o maior comunicador da história da televisão brasileira. O judeu Senor Abravanel construiu ao longo de décadas um império midiático baseado em algo raro: a liberdade para falar, provocar e até polemizar. Seu estilo era marcado pela espontaneidade, pela irreverência e pela disposição de tratar temas delicados com a franqueza que lhe era peculiar. No entanto, após sua morte, o que se vê no Sistema Brasileiro de Televisão é um processo que muitos enxergam como a lenta destruição desse legado. Uma de suas filhas e um genro vêm conduzindo a emissora por um caminho completamente diferente daquele que consagrou o velho SBT. Um episódio simbólico ocorreu em dezembro passado, no lançamento do SBT News. Em meio a um cenário político tenso, com denúncias de violações de direitos humanos contra o ministro do Supremo, sanções internacionais discutidas sob a chamada Lei Magnitsky e outros temas espinhosos, a emissora convidou para o evento figuras centrais da política nacional, como Alexandre de Moraes, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Mas o que poderia ser um gesto de pluralidade transformou-se em constrangimento. O senador Flávio Bolsonaro acabou desconvidado em cima da hora, sob a justificativa de que sua presença poderia “constranger autoridades”. Uma decisão que soou estranha para quem conhece a história de Silvio Santos, que sempre fez questão de manter seu palco aberto a diferentes vozes. Nesta semana, outro episódio reacendeu o debate. A deputada Erika Hilton assumiu a presidência da Comissão das Mulheres da Câmara dos Deputados, fato que gerou controvérsia no debate público. Durante seu programa, o apresentador Ratinho comentou a indicação de forma crítica, afirmando que a comissão deveria ser presidida por uma mulher. A reação da emissora foi imediata e, através de uma nota, censurou os comentários do apresentador. E foi justamente essa atitude que mais chocou o Brasil. Afinal, o SBT sempre foi conhecido por permitir que seus comunicadores falassem com franqueza, característica que refletia diretamente a personalidade de Silvio Santos. O resultado disso tudo é um paradoxo: a emissora fundada sobre o espírito da liberdade de expressão passa agora a demonstrar sinais de autocensura. Quando uma televisão abandona a liberdade de expressão que a consagrou, não está apenas mudando de linha editorial. Está enterrando a própria história e assassinando o legado de seu fundador.
Em surto na prisão, Maduro grita frases delirantes até perceber que está em cela de 3×2 metros nos EUA
Toda a arrogância, prepotência e empáfia do narcoditador Nicolás Maduro, acostumado ao poder mantido às custas de assassinatos de seus adversários, hoje se resume e está contido em um pequeno espaço: uma cela de 3×2 metros no MDC Brooklyn, prisão federal dos Estados Unidos em Sunset Park, conhecida por suas péssimas condições. A unidade prisional enfrenta problemas graves de superlotação, falta de pessoal, violência entre detentos, mofo, infiltrações, falta de energia e de aquecimento durante o inverno. O patrimônio de Maduro, recompensa por toda uma vida de corrupção, violência e mortes de inocentes que causou, é hoje uma cama metálica fixada ao chão, uma privada de aço e uma pequena janela por onde mal entra a luz cinzenta de Nova York. Um péssimo lugar para se estar, mas ainda assim um luxo perto das prisões para onde Maduro enviava jovens para serem torturados ou mortos, debaixo do metrô de Caracas. Seus colegas no que é chamado pelos próprios prisioneiros de ‘hell on Earth’ — inferno na terra — são todos gente fina: Sean Diddy Combs, Ghislaine Maxwell, El Chapo Guzmán e até o ex-presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández. O assassino de Oscar Pérez e tantos outros lutadores pela liberdade agora surta. Relatos do MDC mostram que Maduro tem crises de ansiedade frequentemente, à noite, aos berros de: “Eu sou o presidente” “Isto é um sequestro do império!” “Quero falar com o secretário da ONU!” As regalias de Maduro são três saídas de uma hora por semana para ir ao pátio, sob forte vigilância. E é só. Felizmente, o narcoditador está vivo. Porque só assim pagará — em parte apenas — os crimes que cometeu contra seu povo.
Lula revoga visto de assessor de Trump e condiciona entrada à liberação de Padilha: escalada na tensão bilateral
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu partir para o confronto direto com a administração de Donald Trump. O governo brasileiro revogou o visto do assessor sênior do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Darren Beattie. Lula anunciou a medida nesta sexta-feira (13), durante a inauguração do Setor de Trauma do novo Hospital Federal do Andaraí, no Rio de Janeiro. O Ministério das Relações Exteriores confirmou oficialmente o cancelamento do documento. Beattie é o responsável por assuntos relacionados ao Brasil no governo Trump. Ele tinha previsão de chegar ao país na próxima semana, com agenda que incluía uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, havia rejeitado previamente a autorização para esse encontro. O Itamaraty fundamentou a revogação do visto na omissão e no falseamento de informações sobre os motivos da viagem. Durante o evento no Rio de Janeiro, Lula estabeleceu uma condição clara para que o funcionário norte-americano possa entrar no Brasil. “Aquele cara americano que disse que viria para cá para visitar o Jair Bolsonaro, ele foi proibido de visitar e eu o proibi de vir ao Brasil enquanto não liberar os vistos do meu ministro da Saúde, que estão bloqueados”, declarou o petista. A declaração vincula diretamente a entrada de Beattie à revogação das sanções impostas pelos Estados Unidos ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O bloqueio atinge o ministro, sua esposa e sua filha de 10 anos. “Bloquearam o visto do Padilha, o visto da mulher dele e o visto da filha dele de 10 anos, sabe? Então, Padilha, esteja certo de que você está sendo protegido”, afirmou Lula. Veja o vídeo:
Gigante dos transportes com mais de 800 veículos e 1,4 mil funcionários tem falência decretada por dívida milionária
Uma companhia especializada no translado de cargas fracionadas e encomendas expressas foi obrigada a encerrar todas as suas atividades e pedir a decretação de sua falência. Trata-se da Bauer Express, empresa com sede em Chapecó (SC), que atuava em mais de 1.200 municípios, com uma frota de 800 veículos e 8 centros de distribuição espalhados pelo país. Por meio de comunicado oficial divulgado em seus canais de comunicação, a transportadora explicou as razões que levaram à drástica decisão. Com um processo de recuperação judicial em andamento há meses, a companhia destacou que as circunstâncias adversas do mercado e as severas limitações financeiras impediram que a crise fosse superada. Confira abaixo o comunicado completo emitido pela empresa: “O Grupo Bauer, formado pelas empresas Bauer Express e Bauer Postos, informa que, após o ajuizamento do pedido de Recuperação Judicial e a adoção de diversas medidas voltadas à reestruturação de suas atividades, não foi possível alcançar o equilíbrio econômico-financeiro necessário à continuidade sustentável da operação. Apesar dos esforços empreendidos ao longo do período de soerguimento, incluindo renegociações com credores, ajustes operacionais e busca por alternativas de capitalização, as circunstâncias de mercado e as limitações financeiras enfrentadas inviabilizaram a superação definitiva da crise. Diante desse cenário, e com responsabilidade e transparência, foi protocolado o pedido de falência, nos termos da legislação vigente, como medida adequada para assegurar a condução organizada do encerramento das atividades, sob supervisão judicial. A empresa reafirma seu respeito e agradecimento aos colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores que estiveram ao seu lado ao longo de sua trajetória de 25 anos. Nos próximos dias, serão prestadas orientações específicas acerca dos procedimentos decorrentes da decretação da falência, especialmente no que se refere aos direitos dos credores e às questões trabalhistas. Seguimos à disposição para esclarecimentos pelos canais oficiais da empresa.” A falência da Bauer Express representa mais um capítulo difícil para o setor de transportes brasileiro, que enfrenta desafios crescentes relacionados aos custos operacionais elevados, concorrência acirrada e instabilidade econômica. Com 25 anos de história e uma operação que alcançava mais de mil municípios em todo o país, o encerramento das atividades do Grupo Bauer impacta diretamente cerca de 1.400 funcionários, além de clientes e fornecedores que dependiam dos serviços da transportadora.
Justiça tranca processo e livra estudante de veterinária perseguida por Erika Hilton
A deputada Erika Hilton tem o costume de oferecer denúncia por transfobia contra qualquer opinião que a desagrade sobre mulheres trans. Na semana passada, o alvo foi o apresentador Ratinho, após comentário sobre a eleição da congressista como presidente da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. Em 2020, a vítima foi uma estudante de veterinária da Paraíba. Isadora Borges postou no Twitter (atual X) que “mulheres trans não são mulheres”. “A gente fala que mulheres trans não são mulheres (porque obviamente nasceram do sexo masculino) e os transativistas falam que feministas radicais não são gente, não são seres humanos. Imagina acreditar em um feminismo que desumaniza mulheres?”, dizia a postagem. O processo menciona ainda outra publicação de Isadora: um vídeo com fala de Bronwyn Winter, professora emérita da Universidade de Sidney, sobre a filósofa francesa Simone de Beauvoir (1908–1986). “Uma pessoa que se identifica como transgênero mantém seu DNA de nascimento. Nenhuma cirurgia, hormônio sintético ou troca de roupa vai mudar esse fato”, diz Winter no vídeo. Mesmo sem ser mencionada em nenhum momento nas postagens, Erika Hilton decidiu atuar como assistente de acusação no caso. Isadora foi denunciada por transfobia em fevereiro de 2025 pelo procurador da República José Godoy Bezerra de Souza. A denúncia foi aceita pouco depois, em 29 de abril de 2025, pelo juiz federal Manuel Maia de Vasconcelos Neto, de João Pessoa (PB), tornando a estudante ré. Nesta quinta-feira (12), a ação penal foi trancada pela 3ª Turma Criminal do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), em Recife, atendendo pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Isadora. Os desembargadores entenderam que as publicações de Isadora não justificam processo criminal. “São postagens que claramente não incitam discriminação, apenas expressam o pensamento dela. Postagens dessa natureza não podem justificar um processo penal, que inclusive já é uma pena por si mesmo”, diz o relator. A decisão foi unânime entre os três desembargadores da 3ª Turma. Com o trancamento do processo, o mais provável é que a ação penal seja arquivada na 1ª instância sem resolução do mérito. Ainda cabe recurso por parte da acusação. O Ministério Público Federal pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Boletim médico de Bolsonaro confirma broncopneumonia bacteriana bilateral
O boletim médico do ex-presidente Jair Bolsonaro confirmou, no início da tarde desta sexta-feira (13), o diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral e “de provável origem aspirativa”. Ele segue internado e em tratamento intensivo. Confira o boletim médico: Documento divulgado confirma quadro de broncopneumonia bacteriana bilateral