A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) fez um ataque contra o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). Porém, com apenas um vídeo, o deputado mineiro aplicou uma lição na parlamentar paulista. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Médico em surto psicótico atropela 6 pessoas e tenta matar o próprio irmão sem motivo algum
O médico Paulo Adriano Pustay, de 60 anos, atropelou seis pessoas em Novo Hamburgo e Presidente Lucena, no Rio Grande do Sul. Os crimes ocorreram no dia 3 de março. Após os atropelamentos, ele jogou o veículo contra a residência do irmão e invadiu o imóvel armado com um pedaço de pau. A Polícia Civil prendeu Paulo em flagrante minutos depois na própria casa do médico. A 3ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo indiciou o médico por cinco tentativas de homicídio nesta terça-feira (24). A defesa do acusado não foi localizada para comentar o caso. O espaço permanece disponível para manifestação. Paulo acelerou seu Nissan March às 5h da manhã na Avenida Engenheiro Jorge Schuri, em Novo Hamburgo. Ele atingiu quatro pessoas. Entre as vítimas estava uma mãe acompanhada de uma criança e um bebê. As duas crianças não foram atingidas pelo veículo. O delegado Alexandre Quintão, responsável pela investigação em Novo Hamburgo, relatou a ação da mãe. “Por sorte e destreza, ela conseguiu afastar um pouco do caminho que o veículo vinha e sofreu apenas lesões na perna esquerda, tendo salvado as crianças da morte”, disse. As outras três vítimas desse primeiro atropelamento sofreram lesões classificadas como leves. Na Rua Marques Souza, também em Novo Hamburgo, Paulo atropelou um homem. A vítima sofreu fraturas em três costelas, cinco vértebras, clavícula e esterno. O homem apresentou ferimentos graves na cabeça e na perna. Ele recebeu alta hospitalar com quadro estável, informou o delegado Quintão. Paulo dirigiu até Presidente Lucena, município localizado a aproximadamente meia hora de distância. Ele atropelou um idoso de 73 anos. O delegado Fábio Lopes, do município de Ivoti, explicou que a vítima ficou internada por um dia com fratura na perna, lesão no braço e no abdome. A Delegacia de Polícia Civil de Ivoti conduz a apuração dos fatos ocorridos em Presidente Lucena. Presidente Lucena é uma cidade pequena e não possui estrutura própria para investigações dessa natureza. Depois do atropelamento do idoso, Paulo dirigiu até a casa do irmão. Ele bateu o veículo contra a residência. Paulo invadiu o imóvel portando um pedaço de pau e tentou agredir o familiar. O irmão se defendeu colocando um armário para impedir que Paulo invadisse o quarto. Ele conseguiu escapar pela janela nos fundos da casa. A prisão em flagrante de Paulo ocorreu pouco tempo depois dos crimes. A casa do médico fica em São José do Hortência, localidade situada a cerca de nove quilômetros de Presidente Lucena. A polícia conseguiu localizar e prender Paulo rapidamente após os incidentes. O delegado Fábio Lopes afirmou que Paulo agiu em surto psicótico. “Descartamos todas as demais hipóteses. Ouvimos o irmão vítima e familiares, não teria nenhum motivo para ele tentar matar o próprio irmão”, disse. Lopes informou que Paulo fazia tratamento psiquiátrico antes dos acontecimentos do dia 3 de março.
Corpo de mulher é encontrado em apartamento de condomínio de luxo em Cuiabá
O corpo de uma mulher de aproximadamente 40 anos foi encontrado dentro de um apartamento no Condomínio Spazzio Charme Goiabeiras, na tarde desta quarta-feira (25), em Cuiabá (MT). Segundo informações preliminares, um enfermeiro esteve no local e constatou o óbito. O Samu chegou a ser acionado, mas a vítima já estava sem sinais vitais. A Polícia também foi chamada para realizar os procedimentos e investigar o caso. A identidade da vítima ainda não foi formalmente divulgada pelas autoridades, o que aumenta o clima de mistério em torno do caso. Informações extraoficiais indicam que se trata de uma pessoa com algum vínculo com a área da saúde, mas o dado ainda depende de confirmação oficial. Moradores do condomínio relataram movimentação incomum de viaturas e equipes técnicas ao longo da tarde, o que chamou a atenção em uma região conhecida pela tranquilidade e alto padrão. O caso agora segue sob investigação e deve ter novos desdobramentos após a conclusão dos laudos da perícia, que serão determinantes para esclarecer o que de fato ocorreu dentro do apartamento.
STF tende a anular ato de Mendonça que estendeu CPMI do INSS: a conveniência fala mais alto
A CPI da Covid só existiu porque o Supremo Tribunal Federal determinou que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, deveria respeitar o direito da minoria de instalar CPIs. Quando se aproximava o prazo determinado para o fim dos trabalhos da CPI, os senadores da oposição reuniram assinaturas suficientes para a sua prorrogação. Já percebendo o movimento de Pacheco para enterrar a CPI, alguns senadores entraram com ação no STF. Tendo a consciência de que seria novamente derrotado pelo Supremo, Pacheco tomou a iniciativa e prorrogou a CPI. Essa poderia ser uma pequena história edificante de como o STF ajudou a cidadania a vencer os poderosos, não fosse a história um eterno retorno. Quase seis anos depois, estamos novamente às voltas com um presidente do Senado recalcitrante, que se recusa a prorrogar os trabalhos da CPI do INSS. Desta vez, no entanto, é provável que o Supremo não se alinhe à cidadania. A tese é mais furada que queijo suíço: haveria jurisprudência na Corte para a instalação de CPIs, mas não para a sua prorrogação. Como se uma coisa fosse essencialmente diferente da outra. Uma argumentação nessa linha seria de espantar, mas é nada mais que o esperado de uma Corte que se especializou em zombar da inteligência alheia. Infelizmente, Rodrigo Pacheco se adiantou à decisão do STF e prorrogou, de própria vontade, a CPI da Covid. Se não o tivesse feito, certamente o STF teria intervindo, e teríamos a jurisprudência necessária para prorrogar a CPI do INSS. Não que isso fosse garantia da prorrogação. Mas, pelo menos, os ministros teriam que ser ainda mais criativos para inventar chicanas que inviabilizam as investigações. Marcelo Guterman é engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
Alcolumbre volta a ameaçar STF com impeachment após decisão de Mendonça sobre CPMI
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, de prorrogar a CPMI do INSS provocou forte reação do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre. Visivelmente perturbado, ele voltou a colocar em circulação, nos bastidores do Senado, a possibilidade de avanço de propostas que tratam do impeachment de ministros da Corte. Alcolumbre sinalizou irritação com a medida e passou a defender, novamente, a tramitação de projetos que tratam sobre o tema e contam com amplo apoio da oposição no Congresso Nacional. O movimento retoma um posicionamento já adotado por Alcolumbre em outro momento de atrito com o STF. Em dezembro de 2025, após decisão do ministro Gilmar Mendes que restringiu pedidos de impeachment contra integrantes da Corte, o presidente do Senado criticou a medida e defendeu mudanças na legislação para facilitar a responsabilização de magistrados. Na ocasião, Alcolumbre afirmou que a decisão judicial invadia competências do Legislativo e alterava regras previstas em lei. Agora, um novo embate – e a mesma avaliação – ocorre no contexto da CPMI do INSS. Na decisão desta segunda-feira (23), Mendonça entendeu ser inconstitucional o que chamou de “omissão deliberada” da Mesa Diretora e da Presidência do Congresso em deixar de receber e de promover a leitura da prorrogação dos trabalhos da comissão. A determinação será analisada pelo plenário do STF. Enquanto acompanham o desenrolar do imbróglio, oposição e governistas traçam estratégias para o colegiado. Petistas já iniciaram a coleta de assinaturas para limitar a prorrogação a apenas 15 dias, numa tentativa de reduzir eventuais danos ao governo pela continuidade dos trabalhos. Já integrantes da cúpula da CPMI articulam para garantir um prazo maior, de 30 dias, o que permitiria aprofundar diligências e oitivas, incluindo as relacionadas ao banco Master. Nos bastidores, parlamentares acreditam que um eventual pedido de vista no plenário da Corte pode dar mais prazo para que as articulações possam acontecer.
Desconfiado de traição, homem mata esposa a tiros dentro de casa em BH
Uma mulher de 30 anos foi assassinada a tiros dentro de casa no bairro Calafate, na Região Oeste de Belo Horizonte, no fim da noite de terça-feira (24). O companheiro da vítima confessou o crime à Polícia Militar (PMMG). De acordo com a PM, Andreza de Souza Gomes Silva foi encontrada já sem vida no imóvel. Quando os militares chegaram ao local, o companheiro dela, de 31 anos, afirmou inicialmente que o autor do crime seria um ex-namorado da vítima. Durante o atendimento da ocorrência, o homem apresentou comportamento nervoso e acabou mudando a versão dos fatos. Ele confessou que matou Andreza após acreditar que ela, junto com outra pessoa, estaria planejando assassiná-lo. “Começamos a identificar divergências no relato do autor. Diante disso, passamos a confrontá-lo com essas inconsistências e, a partir desse momento, ele acabou confessando o crime. Inicialmente, ele disse que o responsável seria um ex-companheiro. Depois, apresentou a versão de que seriam pessoas com quem tinha desavenças, supostamente parentes da companheira. Em seguida, afirmou que entrou no imóvel, se assustou com a vítima e efetuou o disparo. Mais tarde, disse que atirou de forma intencional. Diante dessas várias versões contraditórias, ele acabou confessando”, explicou o sargento Daniel Ribeiro, do Batalhão de Choque. O suspeito disse que desconfiava de traição e afirmou ter acreditado que a vítima estaria com outro homem dentro da casa. Andreza chegou a ser socorrida e levada ao Hospital João XXIII, mas não resistiu aos ferimentos. Ainda de acordo com a PM, o homem afirmou que alugou a arma usada no crime, uma pistola de uso restrito. Ele possui diversas passagens policiais, incluindo registros por violência doméstica. Em alguns deles, a própria vítima já aparecia como alvo.
Desaprovação recorde de Lula faz Planalto entrar em desespero às vésperas das eleições (Veja o vídeo!)
A poucos meses de enfrentar mais um teste nas urnas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atravessa o momento mais delicado de seu terceiro mandato: a deterioração consistente de sua imagem perante a população brasileira. Levantamento recente do PoderData revela que a desaprovação do presidente atingiu patamares elevados, consolidando uma tendência de desgaste ao longo dos últimos dois anos. No início de 2026, Lula já registrava 57% de desaprovação, enquanto apenas 34% aprovavam seu desempenho pessoal. O dado não é isolado. Diferentes institutos de pesquisa apontam o mesmo movimento: levantamentos recentes mostram índices de desaprovação na casa de 50% ou mais, com avaliações negativas superando consistentemente as positivas. Tendência de queda contínua O mais relevante não é apenas o número absoluto — é a trajetória. A avaliação do presidente vem piorando desde 2024, ampliando a distância entre aprovação e desaprovação. Essa diferença praticamente dobrou no período, sinalizando perda de capital político em um momento crítico. Além disso, há um dado estratégico: a imagem pessoal de Lula é hoje pior do que a avaliação do próprio governo, o que indica desgaste direto da liderança — e não apenas insatisfação com políticas públicas. Impacto direto no cenário eleitoral Esse cenário cria um problema imediato para o Palácio do Planalto. A eleição que se aproxima tende a ser marcada por disputa acirrada, e o presidente já aparece enfrentando: Rejeição elevada entre eleitores Dificuldade de ampliar base fora de redutos tradicionais Perda de vantagem narrativa Pesquisas paralelas mostram que mais da metade dos brasileiros já afirma que Lula não merece reeleição, reforçando o ambiente adverso. Planalto sob pressão Internamente, o avanço da desaprovação pressiona o governo a reagir em três frentes: Comunicação – tentativa de reverter percepção negativa Economia – principal vetor de recuperação de imagem Base política – manutenção de apoio no Congresso O problema é que tempo, principal ativo de qualquer campanha, começa a se tornar escasso. O risco estratégico Entrar em um ano eleitoral com rejeição acima da aprovação não é apenas um dado estatístico — é um sinal de alerta estratégico. Historicamente, presidentes que chegam a esse estágio enfrentam dois caminhos: Recuperação rápida com base em entregas concretas Ou campanha defensiva, tentando conter perdas Hoje, os números indicam que o governo ainda não conseguiu reverter a tendência. E em política, tendência — quase sempre — pesa mais do que o retrato do momento. Veja o vídeo:
STF ignora prazo, não responde CPMI e ainda questiona comissão sobre celular funcional que recebeu ligação de Vorcaro
O prazo venceu na segunda-feira. O Supremo Tribunal Federal não apresentou resposta. E agora questiona a CPMI do INSS sobre a “finalidade” do pedido. O STF enviou ofício à CPMI do INSS solicitando que a comissão explique a finalidade do pedido de identificação do usuário do número funcional da Corte encontrado no celular de Vorcaro — número para o qual o banqueiro enviou mensagens no dia de sua prisão, em 17 de novembro de 2025. O documento foi assinado na segunda-feira (23) — exatamente no mesmo dia em que o prazo de dois dias úteis estabelecido pelo senador Viana venceu sem qualquer resposta. O ofício não esclarece se o número pertence ou já pertenceu a Alexandre de Moraes. No entanto, a imprensa já confirmou que Vorcaro e Moraes trocaram mensagens pelo WhatsApp durante todo o dia 17 de novembro. O STF reconhece no ofício a relevância da investigação — mas pondera que o pedido pode “extrapolar as atribuições da diretoria-geral”. Em vez de responder quem usava o número pago com dinheiro público, a Corte pede que a CPMI justifique por que quer saber. O número é público. O pagador é o contribuinte. E o STF ainda não disse quem atendia aquele telefone.
Nikolas Ferreira tem vitória unânime na Justiça contra entidade LGBTI+ e se livra de condenação absurda de R$ 200 mil
A 4ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) anulou a condenação imposta ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) no valor de R$ 200 mil por danos morais coletivos. A condenação original foi baseada na acusação de que o parlamentar teria ironizado mulheres trans em discurso proferido no plenário da Câmara dos Deputados, durante o Dia Internacional da Mulher de 2023. Em decisão unânime, com placar de 3 a 0, o colegiado revogou a sentença de primeira instância e decidiu favoravelmente a Nikolas. A ação judicial foi movida pela Aliança Nacional LGBTI+ e pela Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas, que alegaram “crime de transfobia, além de discurso de ódio e incitação à violência contra a população LGBTI+”. Os magistrados entenderam que a imunidade parlamentar protege a conduta do deputado, uma vez que as manifestações e os gestos ocorreram durante o exercício do mandato e dentro do recinto da Casa Legislativa. A vitória representa um importante precedente sobre os limites da liberdade de expressão parlamentar e reforça o princípio constitucional da imunidade material prevista para deputados e senadores no exercício de suas funções.
Justiça quebra sigilo e determina bloqueio de R$ 47 milhões de “amigo” de Lulinha
Rafael Góis, CEO do Grupo Fictor, possui uma extensa rede de contatos influentes tanto na política quanto fora dela. Entre seus conhecidos está Lulinha, filho mais velho do presidente Lula, com quem afirma manter uma amizade pessoal. Nesta quarta-feira (25), Góis foi alvo de operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal, que desarticulou um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, além de crimes de estelionato e lavagem de dinheiro. Evidências indicam que o relacionamento entre Góis e Lulinha vai muito além de uma simples amizade. A Justiça Federal de São Paulo determinou a quebra do sigilo bancário e o bloqueio de até R$ 47 milhões em bens pertencentes a Góis e ao ex-sócio Luiz Rubini. A revelação das relações do filho do presidente com empresários envolvidos em esquemas fraudulentos levanta sérias questões sobre a extensão e natureza dessas conexões políticas e empresariais.