Rafael Góis, CEO do Grupo Fictor, possui uma extensa rede de contatos influentes tanto na política quanto fora dela. Entre seus conhecidos está Lulinha, filho mais velho do presidente Lula, com quem afirma manter uma amizade pessoal. Nesta quarta-feira (25), Góis foi alvo de operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal, que desarticulou um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, além de crimes de estelionato e lavagem de dinheiro. Evidências indicam que o relacionamento entre Góis e Lulinha vai muito além de uma simples amizade. A Justiça Federal de São Paulo determinou a quebra do sigilo bancário e o bloqueio de até R$ 47 milhões em bens pertencentes a Góis e ao ex-sócio Luiz Rubini. A revelação das relações do filho do presidente com empresários envolvidos em esquemas fraudulentos levanta sérias questões sobre a extensão e natureza dessas conexões políticas e empresariais.
Flávio Bolsonaro constrói estrutura de palanques três vezes maior que a do pai em 2022
A eleição presidencial está se encaminhando para uma vitória consagradora de Flávio Bolsonaro. Nesta quarta-feira, a pesquisa AtlasIntel confirmou o que outras pesquisas já haviam apontado: Flávio já ultrapassou Lula. O petista apresenta uma verdadeira queda livre, sem demonstrar qualquer capacidade de reação. Por outro lado, com habilidade, Flávio está costurando uma estrutura bem maior que aquela que o pai teve em 2022. A revista Veja fez uma reportagem sobre o assunto. Flávio Bolsonaro espera contar com o triplo de palanques estaduais em relação ao que o ex-presidente Jair Bolsonaro teve nas eleições de 2022. Para 2026, o partido calcula que terá ao menos 12 candidaturas próprias a governador. Na disputa passada, Bolsonaro contou com apenas quatro correligionários que lhe garantiam palanque nos estados. A legenda do ex-presidente quer concentrar as atenções principalmente nas disputas de três estados apontados como estratégicos para a campanha de Flávio Bolsonaro: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Juntas, essas três unidades da federação concentram 40% de todo o eleitorado brasileiro. No total, a equipe de pré-campanha do senador estima que Flávio Bolsonaro terá um total de 24 palanques, somando não só candidaturas próprias do PL ao governo, como também aquelas encampadas por partidos aliados. Em 2022, quando Bolsonaro era o candidato, a sigla contava com somente 11 palanques – muitos deles representados por candidaturas que não pediam votos abertamente ao presidente, à época postulante à reeleição. Em São Paulo, o PL deve apoiar a candidatura do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), ex-ministro de Bolsonaro que disputará a reeleição ao Palácio dos Bandeirantes. A legenda quer emplacar um vice na chapa. No Rio de Janeiro, a sigla decidiu oficializar a pré-candidatura de Douglas Ruas ao governo estadual. Ruas era secretário do atual governador do Estado, Cláudio Castro (PL), que disputará o Senado em 2026. Em Minas Gerais, por sua vez, o PL, sob o comando do deputado federal Nikolas Ferreira, ainda está negociando alternativas com outros partidos aliados que também pretendiam lançar uma candidatura própria ao governo. Anotações de Flávio Bolsonaro em uma reunião da executiva do PL que vazaram à imprensa mencionavam a possibilidade de o atual presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, assumir essa missão. Isso reforça que não há consenso em torno do nome do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) ao Executivo estadual, parlamentar bolsonarista que inclusive já até lançou sua pré-candidatura. O Partido Liberal terá candidatura própria nos três estados do Sul. O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, buscará a reeleição. No Rio Grande do Sul, o deputado federal Luciano Zucco (PL), ex-líder da oposição na Câmara, é o nome do bolsonarismo para a disputa pelo Palácio Piratini. No Paraná, o senador Sergio Moro, que foi ministro da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro, fechou um acordo para trocar o União Brasil pelo PL e abrir palanque para Flávio Bolsonaro na corrida pela sucessão de Ratinho Júnior (PSD). É situação semelhante à de Efraim Filho, que tem um acordo com o presidenciável do PL para deixar o União Brasil e candidatar-se ao governo da Paraíba pela legenda bolsonarista. Flávio Bolsonaro vai, inclusive, participar pessoalmente da cerimônia de filiação do colega de Senado.
Com Lula, Brasil atinge recorde de feminicídios em uma década
O Brasil registrou em 2025 o maior número de feminicídios dos últimos dez anos. Foram 1.568 mulheres assassinadas em razão de sua condição de gênero, um aumento de 4,7% em relação a 2024, quando houve 1.492 casos. Os dados fazem parte de levantamento divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública às vésperas do 8 de março, Dia Internacional das Mulheres. Conforme o estudo, a série histórica iniciada em 2015, ano da tipificação do feminicídio no Código Penal, mostra uma escalada persistente. Naquele ano, foram registrados 449 casos, número que praticamente dobrou em 2016, com 929 vítimas, e continuou crescendo: 1.075 em 2017; 1.229 em 2018; 1.330 em 2019; 1.354 em 2020. Após um leve recuo em 2021, com 1.347 ocorrências, os registros voltaram a subir: 1.455 em 2022; 1.475 em 2023; 1.492 em 2024; até alcançar o patamar recorde em 2025. Desde março de 2015, quando a lei passou a classificar como feminicídio os assassinatos motivados por violência doméstica e familiar ou por menosprezo e discriminação à condição de mulher, ao menos 13.703 mulheres foram mortas no país sob essa tipificação. Os dados são baseados em boletins de ocorrência registrados pelas polícias civis estaduais. Especialistas apontam que parte do crescimento observado ao longo da década se deve ao aprimoramento na capacidade institucional de identificar e classificar corretamente os casos. O percentual de feminicídios entre os homicídios dolosos de mulheres passou de 9,4% em 2015 para 40,3% em 2024, indicando maior reconhecimento do fenômeno pelas autoridades. Ainda assim, há diferenças significativas entre os estados quanto à qualidade dos registros. Nos últimos cinco anos, o aumento acumulado nos registros de feminicídio foi de 14,5%. Entre 2021 e 2022, o crescimento foi de 7,6%. Em seguida, houve relativa estabilidade, com altas próximas de 1% ao ano entre 2022 e 2024. A análise do Fórum Brasileiro de Segurança Pública foi produzida a partir dos dados dos registros policiais e das Secretarias estaduais de Segurança Pública e/ou Defesa Social.
Flávio Bolsonaro adota estratégia eleitoral focada no eleitorado sem viés ideológico
Flávio Bolsonaro compreendeu que, para salvar o Brasil, é preciso deixar de lado a bolha da direita intelectual e ativista da internet, para adotar uma estratégia eleitoral que alcança o eleitorado leigo, ignorante em política e sem posicionamento ideológico. Isso é muito bom, pois assim fica muito mais difícil da esquerda induzir a direita a perder a eleição para si mesma, como foi em 2022. Em ano eleitoral, o foco tem que estar 100% em ganhar a eleição. Conversão ideológica se faz a longo prazo e fora desse período. Ricardo Santi
Brasil 1964 e El Salvador hoje: o progresso que surge quando o dinheiro público é bem administrado
Em 1964, o Brasil iniciou um regime militar que, ao mesmo tempo em que continha liberdades por conta de tentativas comunistas de tomada de poder, erguia obras monumentais que marcaram uma era de desenvolvimento. A Ponte Rio-Niterói, a Transamazônica e a Usina de Itaipu tornaram-se símbolos de um país que buscava se mostrar moderno e pujante. O chamado “milagre econômico” embalava a narrativa oficial: crescimento acelerado, grandes projetos e a promessa de um futuro grandioso. Hoje, em El Salvador, o governo de Nayib Bukele repete a fórmula com roupagem contemporânea. A “Bitcoin City” e a política de encarceramento em massa são apresentadas como conquistas históricas do governo salvadorenho. O país centro-americano, antes marcado pela violência brutal das gangues, agora ostenta índices de segurança inéditos na região. Os resultados obtidos são tão satisfatórios que já pavimentam o caminho para a reeleição indefinida, porém democrática e sob a chancela popular. O paralelo entre os dois momentos históricos é assombroso. Tanto no Brasil de 1964 quanto em El Salvador de hoje, o discurso oficial se apoia em grandes feitos para legitimar reformas e controles mais afinados no que a esquerda comunista insiste em chamar de regimes autoritários. Obras e projetos se tornam vitrines demonstrando que quando o uso do dinheiro público é bem administrado os resultados são imediatos e tangíveis. No Brasil, através das realizações materiais, o legado foi uma sociedade pronta para reassumir todas as liberdades democráticas que se buscava, porém foram enganados pela esquerda posteriormente. Em El Salvador, a promessa de segurança e inovação tecnológica pode se transformar em um futuro de crescimento ilimitado e uma participação maior do país na América Central. É preciso olhar para os resultados com olhar crítico além das fachadas. O Brasil construiu parte do que ainda hoje sustenta sua infraestrutura, mas pagou caro seu preço, não conseguindo evitar que a esquerda retornasse ao poder décadas depois. El Salvador, ao repetir a lógica de grandes obras e combate firme ao crime, corre o risco de se tornar exemplo mundial de recuperação e administração eficiente. O sacrifício é pesado e a população está engajada na sua democracia em nome de ordem e progresso. O jornalismo tem a missão de expor essas contradições: mostrar que progresso sem democracia é apenas uma vitrine brilhante sobre alicerces frágeis, desde que não se tenha controle efetivo de impostos e receitas além de aplicações corretas sem desvios ou corrupção interna no governo.
Parlamentar explica como governo Lula encarece a gasolina dos brasileiros (veja o vídeo!)
Os brasileiros estão sentindo no bolso o peso do aumento dos combustíveis, mas a culpa não recai apenas sobre o conflito entre Irã e Estados Unidos. Afinal, o país já enfrentou uma pandemia sem que os preços disparassem como ocorre agora. O vereador Rubinho Nunes (União-SP) explica de forma didática como funciona a composição de preços dos combustíveis e como o governo Lula tem contribuído para deixar a gasolina ainda mais cara para o cidadão. Veja o vídeo: Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa:
Filho de Lula atuou como consultor de empresa investigada por fraudes ligadas ao Comando Vermelho
Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mantém proximidade com o empresário Luiz Phillippe Rubini, ex-sócio da Fictor, e atuou como consultor do grupo. Nesta quarta-feira (25), Rubini e acionistas da Fictor foram alvos de uma operação da Polícia Federal que investiga suspeitas de fraudes bancárias associadas ao Comando Vermelho. A relação de Lulinha com a Fictor foi mais próxima em 2024, segundo relato de duas pessoas que trabalharam para empresas do grupo e falaram sob condição de anonimato. Elas contam que, para evitar chamar atenção, Lulinha chegou a restringir visitas aos escritórios. Ainda assim, foi visto na empresa no ano passado. De acordo com esses executivos, Lulinha foi contratado para fazer a aproximação da Fictor com o governo federal. Eles também afirmam que foi a partir desse trabalho que Rubini foi indicado para integrar o chamado Conselhão, o CDESS (Conselho do Desenvolvimento Econômico Social Sustentável), órgão consultivo da Presidência da República. A Secretaria de Relações Institucionais, órgão da Presidência da República, negou a versão e afirmou que “Rubini não foi indicado por Fábio Lula da Silva para integrar o CDESS”. A relação com o filho do presidente também teria aberto caminho para Rubini participar do Grupo Parlamentar de Relacionamento com o Brics no Senado. Por transitar no mercado financeiro, foi considerado uma pessoa importante para contribuir com temas dessa área. O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que defende o filho do presidente nas investigações sobre fraudes no INSS, confirmou que Lulinha conhece Rubini, mas negou que ele tenha tido relações de trabalho com a Fictor ou intercedido para que Rubini ocupasse cargos no setor público. “Essa é mais uma tentativa de colocar Fábio no meio de um escândalo”, afirmou o advogado. Carvalho disse ainda que Lulinha vive na Espanha desde 2024. Rubini ficou como sócio e no comando da Fictor Invest, braço de investimentos do conglomerado, até abril de 2025 e permaneceu como conselheiro até outubro. Em novembro, a Fictor anunciou uma tentativa de compra do Banco Master, na véspera de o ex-banqueiro Daniel Vorcaro ser preso pela primeira vez. O grupo entrou em recuperação judicial no dia 2 de fevereiro deste ano, declarando dívidas acima de R$ 4,2 bilhões.
Casal morre após queda do 9º andar de edifício durante briga em Aracaju
Um casal morreu na noite desta terça-feira (24), após cair do 9º andar de um edifício no bairro Farolândia, na zona sul de Aracaju. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de Sergipe, o episódio aconteceu durante uma discussão dentro do apartamento. A apuração inicial aponta que o homem teria agredido a companheira antes de cair pela janela. As vítimas foram identificadas como Washington Luís da Silva Matos e Ane Jaqueline Costa Santos Matos. Ambos caíram na área comum do condomínio e os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal. A dinâmica do episódio permanece sob investigação. Até o momento, a polícia não confirmou de que forma a mulher caiu nem esclareceu todas as circunstâncias que antecederam o ocorrido. Informações preliminares indicam que o homem tinha histórico de alcoolismo. Antes da queda, moradores tentaram intervir na confusão, mas acabaram feridos. Três vizinhos precisaram de atendimento médico após serem atingidos durante a tentativa de entrar no imóvel. Uma mulher foi socorrida pelo Samu e encaminhada a uma unidade de saúde, com estado considerado estável. Outras duas pessoas sofreram ferimentos sem maior gravidade. Equipes das polícias Civil e Militar estiveram no prédio para os primeiros levantamentos. Imagens do sistema de segurança do condomínio e registros internos do apartamento devem ser analisados para ajudar a esclarecer o que aconteceu. Durante a perícia, investigadores recolheram celulares, a faca usada na agressão aos vizinhos e equipamentos eletrônicos. Todo o material será submetido a exames e deve integrar o inquérito conduzido pela Polícia Civil de Sergipe.
Laudo desmascara influenciadora Cíntia Chagas e confirma ausência de agressão (Veja o vídeo!)
Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) concluiu que o local onde a influenciadora Cíntia Chagas alegou sentir dor devido a suposta agressão física apresenta, na verdade, calcificação e tendinite. A revelação reforça os resultados de um laudo anterior do Imesc, que já havia concluído que ela não sofreu violência psicológica do ex-marido, o deputado Lucas Bove. Os laudos técnicos contrariam frontalmente as acusações feitas pela influenciadora contra o ex-marido, lançando dúvidas sobre a veracidade das denúncias de violência doméstica. O jornalista Ricardo Feltrin comentou o caso em vídeo, analisando os desdobramentos das investigações e os impactos das conclusões periciais. Veja o vídeo: O caso ganhou repercussão nacional após as acusações da influenciadora contra o deputado. A Justiça já aceitou ação movida por Lucas Bove contra Cíntia Chagas por calúnia, injúria e difamação. O parlamentar também chegou a pedir a prisão da ex-mulher. A influenciadora gerou polêmica ainda ao fazer declarações controversas sobre violência doméstica, o que resultou na perda de milhares de seguidores nas redes sociais. Na ocasião, ela adotou postura de vítima diante das críticas recebidas. Os laudos técnicos que atestam a inexistência de violência física e psicológica representam um capítulo importante na disputa judicial entre os ex-cônjuges, colocando em xeque as acusações que motivaram a exposição pública do caso.
Eduardo Leite desiste de candidatura ao Senado e abre espaço para a direita no Rio Grande do Sul
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), anunciou nesta quarta-feira (25) que permanecerá no comando do estado até o final do ano, caso o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, escolha Ronaldo Caiado como pré-candidato à presidência da República. Com a decisão, Leite desiste de sua eventual candidatura ao Senado Federal. A desistência representa uma oportunidade significativa para a direita gaúcha, que terá o espaço aberto para eleger os deputados Marcel van Hatten e Ubiratan Sanderson ao Senado. A movimentação ocorre em um momento de definições políticas para as eleições de 2026, com o PSD avaliando seus quadros para a disputa presidencial e os reflexos dessas escolhas nas disputas estaduais.